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Diego Albuquerque

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Postagens postados por Diego Albuquerque

  1. Após de adiado por tempo indeterminado, o reembolso
    The Last of Us: Parte 2 está sofrendo as consequências do adiamento, o jogo agora está sendo reembolsado, afinal, alguns jogadores já não sabem quando terão o jogo em mãos.
    Conforme é feito com todos os jogos que ficam sem data especificas de lançamento, o jogo também foi retirado da PlayStation Store.
    Antes de mais nada, confiram novamente o anúncio do adiamento.
    O maior problema para o lançamento de The Last of Us: Parte 2 é “o desafio de imprimir, enviar e vender jogos físicos”. Tudo isso, claro, por conta da pandemia que assombra o mundo.
    Muitos levantaram a questão de um lançamento digital, contudo, isso é algo que dificilmente veremos, afinal, não seria do tamanho que o jogo merece, e muitos países e lugares não possuem a infraestrutura necessária.
    Provavelmente The Last of Us: Parte 2 retornará à PS Store assim que confirmarem a a nova data de lançamento.
      E o reembolso?
    Por enquanto, muito jogadores já questionam a Sony sobre o reembolso, que deverá ser organizado logo menos.
    De acordo com o site da empresa:
    No próprio site é possível ver também que a equipe de suporte está reduzida:
  2. Um grande problema para a Microsoft
    Xbox Series X não terá tantos jogos em seu lançamento como o seu antecessor, isso é um enorme problema, afinal, o que é um console sem jogos?
    E, certamente, um dos fatores que mais atraem os compradores são os jogos. Afinal, se não for para ter jogos, continuamos no console atual, até que as opções sejam maiores.
    Entretanto, o problema é que o lançamento diz muito do que será o começo de uma geração.
    Aliás, é uma mistura de fatores, preço, jogos etc. Anteriormente vimos isso no passado, no lançamento do antecessor de Xbox Series X, quando o Xbox One foi lançado em 2013.
    E realmente vemos que o lançamento de jogos junto aos consoles mudam a história. Um exemplo é que no lançamento do Nintendo Switch, foi lançado nada menos do que The Legend of Zelda: Breath of the Wild, o que elevou muito a venda do console na época.
    Entretanto, parece que o chefe da Microsoft, Phil Spencer, não concorda com isso:
    Claro, que ainda temos que esperar muito, afinal, ainda nem sabemos exatamente quando Xbox Series X será lançado. Conforme os anúncios, ele será lançado ainda esse ano, porém, sem confirmação da Microsoft ainda.
      Exclusivos
    Exclusivos movem o mundo dos consoles, e não será diferente em Xbox Series X.
    Então vamos lembrar alguns exclusivos de seu antecessor.
    Quantum Break deixou os jogadores querendo mais, o que será que a franquia nos apresentará na próxima geração?
    State of Decay 2 é um ótimo jogo para a época em que vivemos. Será que o veremos renovado no Xbox Series X?
    Claro, não podia faltar um dos principais, Gears of War.
    Enfim, o que vocês querem ver no lançamento de Xbox Series X? E dos exclusivos? Quais não podem faltar na nova geração?
  3. PlayStation 5 tem enfrentado graves problemas durante o seu desenvolvimento
    De acordo com uma série de rumores que começaram a rolar na internet, a Sony estaria com problemas no desenvolvimento do PlayStation 5. A informação, revelada no portal ComicBook, relata que o design do console não estaria preparado para resfriar os componentes internos.
    Segundo o insider Jeff Rickel e os jornalistas Daniel Rubino e Jez Corden, do site Windows Central, a Sony teria subestimado a Microsoft e seu Xbox Series X, e por isso mesmo as especificações técnicas do PlayStation 5 seriam consideravelmente inferiores às do rival.
    O relatório começa com a sensação coletiva na comunidade de desenvolvedores que estão preocupados com algumas das deficiências do videogame. O hardware do PlayStation 5 estaria gerando muito calor e o design do console não estaria entregando uma dissipação apropriada. Assim, o resultado disso é um sistema que superaquece e gera problemas de desempenho, como queda na frequência da GPU e falhas de funcionamento. Por conta disso, os relatos concluem que provavelmente a Sony está pensando em um novo design completo para o console no intuito de corrigir algumas dessas falhas e deixá-lo mais próximo do Xbox Series X.
    “… Qualquer pessoa que esteja acompanhando esse assunto, conversando com desenvolvedores de jogos e pessoas conhecidas, ouve rumores semelhantes há meses [sobre o PlayStation 5. Isso apenas resume bem. A Sony pode ter ultrapassado (e subestimado) a Microsoft.”
    Ao que tudo indica, as dificuldades em manter o console resfriado podem estar ligadas ao formato final do dispositivo. O relato termina com a afirmação de que a Sony realizará um adiamento de lançamento do PlayStation 5 de seis a doze meses para fazer ajustes na console. Contudo, vale lembrar que a Sony não se pronunciou oficialmente sobre essas notícias e nenhum outro site especializado comentou o assunto. Desta forma, é correto encarar tudo isso como um grande boato, por enquanto.
    De acordo com Mark Cerny, arquiteto da empresa que vem apresentando as novidades sobre o console, mais detalhes técnicos sobre o PlayStation 5 serão apresentados em breve, incluindo informações sobre o resfriamento da máquina.
    Até agora, a Sony não revelou oficialmente o visual do PlayStation 5 e tudo que temos sobre o design do console são conceitos baseados em rumores. Ainda que nenhum dos consoles tenha sido apresentado, o Xbox Series X já revelou mais sobre si que a sua principal rival.
  4. A ficção científica russa ‘Invasion‘ ganhou um novo trailer sensacional.
    Confira:

      Dirigido por Fedor Bondarchuk, a trama mostra um objeto voador não identificado que vem do espaço e promete mudar a visão da humanidade sobre a vida em outros planetas. Quando os alienígenas desembarcam na terra, a destruição é documentada pelos moradores de um bairro residencial de Moscovo, que precisam sobreviver enquanto começam a questionar as motivações dos alienígenas.
    O filme foi lançado ano passado na Rússia, e chegará nos EUA e Brasil em 2020.
  5. Animes estão tão enraizados na cultura pop quanto super-heróis. Para atender à demanda do público diverso, são desenvolvidas e disponibilizadas várias produções com narrativas variadas. Dentro dos shoujo e shonen, existem os animes sobrenaturais, responsáveis por atrair muita atenção da audiência. Alguns já se tornaram referência, como Spirited Away, outros já receberam adaptações live-action, Death Note é um caso. Já demos alguns exemplos de produções de terror e falamos sobre animes que apresentam macabros jogos psicológicos, mas existem outros nomes para estrelar a sua lista. Pensando nisso, selecionamos 10 opções de animes sobrenaturais que você não pode deixar de conferir.
    10 - Midnight Occult Civil Servants

    Midnight Occult Civil Servants é a resposta dos japoneses para séries americanas. Seria o equivalente à produções como Supernatural e Arquivo X. No anime, todos os tipos de contos de fada, lendas urbanas e mitos são reais. Nesse universo, existe uma divisão do Governo especializada em lidar com esses seres. A narrativa gira em torno de Miyako Arata, um recém contratado da Divisão de Relações da Comunidade Noturna.
    9 - Ghost Hunt

    Ghost Hunt conta a história de um grupo de estudantes do ensino médio que trabalha como caçadores de fantasmas no Centro de Pesquisa Psicológica Shibuya. O anime apresenta dois protagonistas Kazuya Shibuya e Mai Taniyama. A história explora diferentes tipos de exorcismos e poderes de purificação de várias religiões, o que deixa tudo mais interessante para quem está assistindo.
    8 - Haruhi Suzumiya

    A série Haruhi Suzumiya é contada do ponto de vista de Kyon. O protagonista é um estudante do ensino médio, que está cansado da vida, até que de repente atrai interesse em Haruhi, uma garota também entediada. Como fuga da monotonia, os dois criam um clube no colégio para investigar fenômenos paranormais. A maioria dos participantes não acredita nos eventos investigados pelo clube até que aconteçam com eles. Isso gera uma mudança de perspectiva e todos começam a resolver os casos juntos.
    7 - Another

    A minissérie gira em torno de Kouichi Sakakibara, mais um estudante. Ele se muda por um ano para outra cidade, já que seus pais mudaram de país. Todavia, para a má sorte de Sakakibara, em sua nova escola, ele cai em uma turma amaldiçoada. No local, todo ano há um aluno "extra" na turma, que na verdade se encontra morto. O plot da narrativa é que um por um dos alunos vivos vão morrendo enquanto eles não descobrem quem é esse aluno extra. O anime tem uma reviravolta no final que deixa todos os espectadores chocados.
    6 - Noragami

    Baseado no mangá homônimo, Noragami apresenta a história de Yato. O personagem é um deus auto declarado, sem nenhum templo e nenhum seguidor. Tudo muda com a introdução de Hiyori, na história. Após impedir que Yato seja atropelado por um ônibus, Hiyori ganha a habilidade de separar sua alma de seu corpo, o que é muito perigoso para ela. Para ajudá-la, Yato tem que achar uma Regalia, que é a alma de um humano transformada em uma arma. Assim, ele acaba encontrando Yukino, um recém falecido que ainda não aceitou o fato de que está morto.
    5 - Black Butler

    Black Butler se passa em um passado distópico e conta a mórbida história de Ciel Phantomhive, um jovem Lorde da Rainha Victoria, e Sebastian, seu mordomo demônio. Os dois possuem um acordo que envolve o demônio devorando a alma de Ciel assim que seus objetivos forem concluídos. Esse anime desenvolve várias facetas da Era Vitoriana e, basicamente, mostra Ciel como um jovem Bruce Wayne com autorização para matar, junto a um Alfred demoníaco.
    4 - XXX-Holic

    Esse anime traz a história de Watanuki. O personagem tem a habilidade de ver entidade sobrenaturais, mas morre de medo delas. Em um dia de sorte, ele entra na loja de Yuko, uma poderosa bruxa que concede a ele um desejo. Isso, desde que ele se torne funcionário em sua loja. Obviamente, Watanuki deseja parar de ver essas entidades. A partir daí, Watanuki passa a se envolver nas histórias dos clientes de Yuko e com ela aprende sobre magia.
    3 - Supernatural, The Anime Series

    Por algum motivo, os japoneses decidiram que a série de sucesso da CW, Supernatural, precisava de uma versão em anime. Assim, eles criaram esse reboot. A adaptação cobre toda a primeira temporada da série, com alguns casos extras. Contudo, até hoje, não teve uma segunda temporada. Talvez, os criadores Miya e Ishikuza estão esperando o final da série, que vai acontecer no final desse ano.
    2 - Spirited Away

    Com certeza, a maioria das pessoas já ouviu falar desse filme. Spirited Away, do Studio Ghibli, segue Chihiro, uma garota de dez anos que teve os pais transformados em porcos e presos em uma casa de banho para espíritos e deuses. Ela consegue um trabalho na casa de banho para descobrir uma forma de libertar seus pais e escapar desse mundo. Como o comum em contos de fadas, ela consegue aliados inesperados. Spirited Away é um ótimo ponto de partida para todos que desejam se aprofundar no mundo dos animes sobrenaturais. Como é um filme, a história é pequena e tem poucos personagens a serem acompanhados. Ao mesmo tempo, apresenta muitos lados do folclore japonês de uma forma bem acessível.
    1 - Death Note

    É impossível falar de animes sobrenaturais sem mencionar Death Note. Provavelmente, o maior representante desse gênero, Death Note conta a história de Light Yagami. Yagami está presente no estereótipo do estudante de ensino médio entediado. No entanto, sua principal diferença para os outros protagonistas é que ele é um gênio com complexo de deus. Para o infortúnio do planeta, um livro com uma capa preta, com o poder de matar qualquer um que tenha seu nome escrito nele, cai do céu aos seus pés, assim iniciando uma história cheia de mistério, horror e investigação.
  6. Nessa quinta-feira (dia 2 de abril), o canal PlayStation publicou o último trailer de Final Fantasy VII Remake, trazendo alguns detalhes da narrativa e também uma surpresa bem-vinda no fim do vídeo. Assista:
     
     
    Como pôde perceber, o trailer revela diversos diálogos de diferentes personagens, e até mesmo algumas cenas de combate dos principais personagens. Entretanto, o final do vídeo reservou a parte mais impressionante, pois foi mostrada uma possível aparição de Zack (protagonista do game Crisis Core), porém, no momento, ainda não há confirmação do que essa possível presença pode significar para o jogo.
    Vale lembrar que Crisis Core é um prequel de Final Fantasy VII. Esse spin-off retrata os eventos antecessores ao título da franquia principal.
    Final Fantasy VII Remake será lançado para PS4, como um exclusivo temporário, no dia 10 de abril de 2020.
  7. Saindo diretamente das profundezas do inferno, Doom, ou DOOM como preferirem, foi lançado em 1993 pela id Software. O jogo foi responsável por uma grande revolução na indústria dos games dos anos 90 e definiu de vez os padrões do gênero FPS (First Person Shooter – tiro em primeira pessoa). Mas essa história começa alguns anos antes.
    Os primórdios do FPS:
    Jogos com perspectiva em primeira pessoa estão por aí desde os anos 1970, ou seja, desde os primórdios dos videogames como conhecemos. Para se ter uma ideia, o console Magnavox Odyssey foi lançado em 1972.
    Contudo, não se sabe com precisão qual foi o primeFiro jogo a utilizar essa perspectiva. Sabemos que dois jogos aparecem como os primeiros a utilizar esse modo. São eles Spasim e Maze War. Maze War foi provavelmente desenvolvido em 1973, como um jogo em que o jogador transitava por um labirinto de imagens planas em perspectiva fixa. No final do ano, os desenvolvedores conseguiram implementar um multiplayer rudimentar ligando dois computadores por um cabo serial e no ano seguinte utilizando rede local.

    Spasim foi um simulador de voo rudimentar em primeira pessoa, que possuía um modo multiplayer utilizando a rede PLATO, uma rede primitiva anterior a internet, desenvolvida na Universidade de Illinois, que permitia a comunicação entre seus terminais.

    Em 1978 foi desenvolvido Futurewar, que por muito é considerado de fato como o primeiro FPS da história. O jogo continha uma imagem vetorial de uma arma de fogo e outros armamentos que eram apontados contra monstros. Podemos chamá-lo de avô do Doom.

    Com a popularização dos videogames caseiros e dos fliperamas, houve um boom de jogos FPS. Em 1979 foram lançados o arcade Star Fire e Star Raiders para o Atari 8-bit. Com a popularização do Star Raiders, foram desenvolvidos Starmasher para o Atari 2600, Space Spartans para o Intellivision e Shadow Hawk One para Apple II.
    Notem que até então, a grande influência desses jogos era a ficção científica, claramente inspirados pelo fenômeno cultural que foram os filmes Star Wars. A própria obra do cinema ganhou um jogo em 1983 para o arcade da Atari.

    Uma coisa importante de se notar é o fato de esses jogos até então estarem presos à apenas 4 orientações: frente, trás, esquerda e direita. No ano de 1982, a Sirius Software lançaria Wayout. A principal novidade desse jogo era a utilização do conceito de raycasting, um algoritmo precursor do raytracing, uma tecnologia muito falada hoje em dia.
    O raycasting produz as imagens na tela a partir do observador, ou seja, o algoritmo identifica os objetos lançando raios do observador, medindo a distância entre ele e o objeto, bem como ocultando o que está fora do alcance de observação do jogador. Isso explicado de forma simplificada é claro. O que é importante saber é que esse conceito foi fundamental para que John Carmack, um dos criadores de Doom, desenvolvesse seus jogos.

    A perspectiva em primeira pessoa foi largamente utilizada em shooters de nave, mas também continuou sendo aplicada em jogos de aventura como Spectre e 3D Monster Maze, em jogos de corrida como Test Drive, bem como nos precursores dos RPG’s, os dungeon crawlers, como Wizardry, Gauntlet e Might and Magic. Essa perspectiva também foi utilizada em Phantasy Star, em seu sistema de batalha e exploração de dungeons.
    Como vimos, há décadas os desenvolvedores de jogos vinham buscando usar esse modo de visão para criar uma maior imersão do jogador com os games. Foi a partir de 1987 que o que conhecemos como FPS começou a tomar forma, com o lançamento de MIDI Maze para o Atari ST.
    O jogo seguia a premissa de um maze shooter, mas utilizando a tecnologia raycasting presente em Wayout. MIDI Maze contava até mesmo com um modo primitivo de multiplayer deathmatch, algo impressionante para a época. A semente de Doom tinha sido plantada nesse momento.
     
     
    Em 1990, o time de desenvolvedores formado pelos programadores John Carmack e John Romero, o game designer Tom Hall e o artista Adrian Carmack trabalhava em títulos 3D para a empresa Softdisk. Nessa época John Carmack estudou computação gráfica 3D, de forma que pudesse implementar essa tecnologia em jogos de ação sem sobrecarregar a capacidade de processamento dos computadores.
    Lembram do raycasting que falei anteriormente? Foi utilizando essa tecnologia que Carmack construiu em apenas seis semanas uma engine bem rudimentar de um shooter 3D com sprites em 2D. Essa engine foi utilizada no jogo Hovertank 2D, lançado em 1991. Nesse jogo, controlamos um tanque de guerra em uma ambientação de paredes planas e coloridas, atirando em monstros.

    Ainda em 1991, Carmack ficou sabendo do jogo Ultima Underworld. Esse RPG e dungeon crawler chamou atenção do desenvolvedor pelas suas texturas 3D não uniformes, suas paredes que não se limitavam apenas como planas e seus níveis de iluminação diferentes. Após conhecer o jogo, Carmack passou a estudar uma forma de implementando essas mesmas características gráficas em um FPS, sem sacrificar o processamento do computador. Sendo assim, ele trabalhou mais seis meses em outro projeto para a Softdisk, Catacomb 3D.

    Finalmente em Novembro, a id Software começava a andar com as próprias pernas. Utilizando o conhecimento prévio adquirido pelos desenvolvedores, principalmente por Carmack, a id começou a projetar seu primeiro grande lançamento, Wolfenstein 3D.

    E é aqui que John Romero começa a brilhar e mostra seu lado artístico e excêntrico. Na época os PCs eram dominados por jogos lentos e estratégicos. Romero propôs o oposto: um jogo rápido, simples e cheio de ação. Ele sugeriu também outra inovação, com um game design no qual os jogadores atirariam em soldados e poderiam pegar os itens que eles deixassem cair no chão.
    Dentre suas excentricidades, é razoável dizer que ambientar o jogo em um bunker lotado de nazistas, incluindo a presença do próprio Hitler, foi uma ideia um tanto quanto ousada. Romero queria dar ao jogador a oportunidade de matar nazistas, sendo bem objetivo. Apenas matar nazistas. A jogabilidade e a estética ficaram a cargo do próprio Romero e de Tom Hall, enquanto Adrian Carmack criava os efeitos visuais de violência, efeitos sonoros e músicas compostas pelo artista Bobby Prince.
    A FormGen, uma das publicadoras, se mostrou preocupada com a temática e a violência em excesso. A equipe respondeu da melhor maneira possível: adicionando mais violência e controvérsia. Adrian Carmack adicionou esqueletos e mais detalhes em sangue, como nas paredes. John Romero e Tom Hall adicionaram gritos e choros em alemão, como por exemplo, na morte dos soldados. A equipe também inseriu o hino do Partido Nazista na tela inicial do jogo. Podemos ver claramente que a id Software veio para causar polêmica e mexer com a indústria dos jogos.

    Wolfenstein 3D utilizava o mesmo conceito de Catacomb 3D, mapas planos que utilizavam o raycasting para o jogador visualizar as salas que visitava. Com a diferença que os desenvolvedores inseriram armas aparecendo na tela do jogador, para dar maior imersão e a noção de que estavam vendo o cenário com os olhos do personagem.
    Outra grande sacada da id Software foi a distribuição do jogo via shareware. A distribuição de softwares em shareware nada mais é que uma versão demo do produto, distribuída gratuitamente, que permite ao usuário testar o produto e decidir se iria comprar ou não. O primeiro episódio do jogo foi lançado de forma gratuita em shareware, enquanto os outros episódios foram vendidos separadamente. Wolfenstein recebeu diversos ports para vários consoles e PC’s, como SNES, Jaguar, Mac, entre outros.
     
     
    Doom – o inferno invade o mundo dos games
    Se você não desistiu de ler até agora, então já deve ter sacado que Doom passa longe de ser o primeiro FPS da história. Na verdade observamos que a id Software acompanhou anos de desenvolvimento tecnológico antes de efetivamente Doom existir. Mas então, o que faz de Doom algo tão revolucionário e um verdadeiro fenômeno cultural? Vamos descobrir.

    A produção do jogo começou em 1992, e seu lançamento aconteceu em 1993. O conceito inicial do game surgiu por ideia de John Carmack, que sugeriu um título com demônios baseados em uma campanha de RPG que a equipe jogava. Tom Hall então desenvolveu a “Bíblia de Doom”, um documento com instruções de como seria o design do game.
    Além disso, esse documento contava a história do jogo, apresentava seus personagens e uma série de conceitos que seriam utilizados para o desenvolvimento do jogo. No entanto, essas ideias foram totalmente descartadas. Na época, John Carmack chegou a brincar dizendo que “história em um jogo é como história em um filme pornô; espera-se que tenha, mas não é tão importante assim”. As ideias de Tom Hall foram sendo descartadas e posteriormente ele acabou sendo demitido.
    Um dos fatores principais que levaram Doom a ser um sucesso foi sua engine, desenvolvida por John Carmack. O salto tecnológico em relação à Wolfenstein era visível. Com isso a equipe inteira pôde trabalhar implementando o que havia de mais moderno em gráficos, sons e jogabilidade. O jogo poderia ser rápido e brutal, como design de fases e armas da forma que o excêntrico John Romero queria. Também suportaria as composições de heavy metal de Bobby Prince. A engine de Carmack foi um fator chave para o sucesso de Doom.
    O artista Adrian Carmack se inspirou em clássicos do cinema como Alien e Evil Dead para dar o clima de terror e criar os demônios do jogo. A década de 80 foi frutífera para o cinema de terror. Vários clássicos surgiram nessa década e filmes com cenas grostescas e violentas claramente inspiraram o jogo. Adicionando mais tempero a esses elementos, temos inspirações satânicas nos monstros e no cenário.

    E aqui começamos a perceber como Doom começava a se destacar dos outros jogos, além do fato de ter uma engine absurdamente moderna para a época. Imagine que você é um fã de filmes de terror da década de 80 e 90 e tem a oportunidade de participar do seu próprio filme. Basicamente Doom estava entregando um jogo que unia a violência e o horror dos filmes da época em uma jogabilidade extremamente divertida.
    Uma verdadeira orquestra em forma de jogo. Doom apresentava demônios extravagantes, fases imensas e criativas, armamento pesado e uma trilha sonora de heavy metal inspirada em bandas como Pantera, Alice in Chains e outras bandas de heavy e trash metal. Ou seja, exatamente o que bombava entre os jovens rebeldes da época.
    O jogo apresentava uma variedade de monstros enormes para a época. E eles enchiam uma sala inteira, forçando o jogador a se manter em movimento e a jogar de forma agressiva. John Romero trabalhou para que os monstros tivessem padrões de ataque e estratégias diferentes.
    Ou seja, o jogador precisava aprender o que o inimigo faria, cada vez que encontrasse um novo. Lembrando que Doom não era um jogo de estratégia lento, como boa parte dos jogos de PC. Doom era um jogo frenético, agressivo e que testava os reflexos do jogador a cada minuto.

    Por falar no trabalho do nosso querido Romero, ele também foi responsável pelo design das fases e por criar uma seleção de armas incríveis. Sério, Doom transformava o jogador em uma força da natureza, a própria ira de Deus, com uma vasta coleção de armas, entre elas a clássica shotgun e a monstruosa motosserra. Isso tudo para que o jogador atravessasse fases imensas cuidadosamente criadas por Romero para que não fossem repetitivas e que fossem complexas.
    Contrariando Tom Hall, que tinha idealizado fases que mais lembravam bunkers e instalações militares como em Wolfenstein, Romero trabalhou no desenvolvimento de fases que mesclassem estéticas orgânicas, demoníacas e metálicas ao mesmo tempo.

    E é claro que as fases bem trabalhadas de Romero dependeriam de uma engine poderosa, não é mesmo? E é aí que o trabalho do genial John Carmack brilha. Diferentemente de Wolfenstein, que possuía níveis planos, sem buracos, escadas ou janelas, Doom possuía isso e tudo mais.
    Plataformas subiam e desciam, janelas tinham transparência e você podia enxergar o lado de fora, escadas, elevadores, lagos de lava queimavam por toda parte. Além de uma quantidade complexa de imagens, isso exigiria uma capacidade de processamento absurdo. Como John Carmack realizou esse milagre tecnológico?
    Como acompanhamos anteriormente, Carmack era um programador genial. Ele começou a estudar sobre um conceito chamado BSP (Binary space partitioning – particionamento binário do espaço). Esse conceito era utilizado em computação gráfica, mas nunca tinha sido aplicado em jogos. Basicamente, ao invés de uma imagem completa, como eram carregados os mapas em Wolfenstein, o BSP permitia a divisão de uma imagem de dois em dois. Com isso, a imagem era dividida em inúmeras partes menores, que juntas formavam uma estrutura de dados chamada “árvore BSP”.

    Tá, mas e daí? Em que isso interfere nos jogos? Basicamente, isso impacta em dois pontos fundamentais. O primeiro deles é a possibilidade de trabalhar com diferentes níveis e tipos de imagens. Ou seja, alturas diferentes, transparências, blocos que se movem, sobem, descem, etc. Isso ampliou exponencialmente a possibilidade de criar fases complexas.
     
     
    O segundo ponto, também importantíssimo, foi possibilitar que o jogo processasse apenas as imagens necessárias que o jogador estivesse vendo naquele momento. Ou seja, ao invés de carregar todo o nível de uma vez, o BSP possibilitou que o PC processasse apenas uma quantidade limitada de imagens. Isso retirou uma carga de processamento enorme e possibilitou que Doom fosse fluído, rápido e com níveis enormes.
    Essa tecnologia impressionou na época e é claro que influenciou toda a indústria. O conceito inaugurado por Carmack nos games é utilizado até hoje, naturalmente com processos mais modernos. Aqui temos a primeira grande inovação tecnológica e o primeiro exemplo de como Doom revolucionou a indústria dos games para sempre. Mas é claro que não seria apenas isso.
    Quando Wolfenstein foi lançado, uma legião de programadores explorou a fundo o jogo, utilizando engenharia reversa, para entender como o jogo foi feito. Com isso surgiram inúmeras modificações do jogo, os conhecidos mods, bem como hacks, trapaças, etc. A reação de muitas empresas seria dificultar mais ainda o acesso aos arquivos do jogo. Mas a id Software não era como as outras empresas.
    Em uma atitude ousada, John Carmack sugeriu à equipe que todo o conteúdo de Doom fosse separado da sua engine. Ou seja, de um lado teríamos a biblioteca com todo o conteúdo do jogo, os chamados WAD’s, que continham os modelos de mapas, as texturas, músicas, inimigos, etc. Do outro lado, teríamos a engine principal do jogo, o nosso “motor” que colocaria tudo isso pra rodar.
    Ok, e qual seria o impacto disso? A princípio dois impactos fundamentais. O primeiro é que qualquer pessoa com um conhecimento razoável de programação poderia simplesmente criar mods para o jogo. E como Carmack disse em uma entrevista para a Wired, a princípio isso gerou desconforto na equipe. As pessoas ficaram se perguntando se isso não seria “entregar” seu próprio trabalho para a concorrência que poderia até ganhar mais dinheiro que eles com isso.
     
     
    Carmack conta que mais de 10 anos depois, seu parceiro de empresa Kevin Cloud disse que aquela decisão tinha sido correta. Cloud estava olhando essa questão não com uma visão de comunidade e de abertura tecnológica, mas como um risco de negócio. E observando mais tarde, Carmack também chegou à conclusão que isso mais beneficiou a desenvolvedora do que prejudicou.
    E isso de fato é perceptível se você notar que Doom tem uma longevidade que muitos jogos não tiveram. A comunidade modding de Doom é ativa até hoje, e os fãs e entusiastas continuam aprimorando o jogo original, criando novos, compartilhando suas criações, etc. O impacto na comunidade e na indústria se sobressaiu a um risco individual da empresa.
    E por falar em impacto na indústria, o segundo ponto foi separar a engine do jogo. Tudo bem, temos uma engine e o que fazemos com ela? Bem, Carmack possibilitou que essa engine pudesse ser licenciada. Com o licenciamento de uma engine, outras empresas poderiam pagar para utilizá-la e criar seus jogos, otimizando tempo e dinheiro que seriam gastos criando uma engine do zero.
    E o que isso causou na indústria? Simplesmente revolucionou a produção de jogos. Posso citar um exemplo prático. Após Doom, a id Software lançou Quake. Esse jogo utilizou a Quake Engine que foi licenciada para outras empresas. Uma das empresas que utilizou a Quake Engine foi nada menos que a Valve, em seu grande clássico Half-Life. A engine GoldSrc é uma versão modificada da engine da id Software.
    Esse modelo de desenvolvimento deu tão certo que a Epic Games fez o dever de casa e licenciou a Unreal Engine, que é uma engine largamente utilizada na indústria dos jogos. Notem que uma única pessoa, com uma visão de compartilhar conhecimento e tecnologia, foi capaz de mudar para sempre a indústria dos games.
    Tudo bem, Doom realmente foi revolucionário mas não tem mais nada que ele tenha feito de incrível na indústria, certo? Bem, errado. O jogo ainda contribuiu um pouco mais. Doom contava com dois modos multiplayer. O primeiro era basicamente um modo cooperativo. O segundo e mais importante era o modo competitivo, hoje conhecido por praticamente qualquer jogador, o modo deathmatch.
     
     
    O jogo não foi o primeiro a ter um multiplayer. Maze War já tinha essa funcionalidade. A questão é que Doom tinha “o multiplayer”. O modo deathmatch de Doom virou um fenômeno, sendo creditado como um dos fatores que impulsionou o desenvolvimento da internet doméstica nos EUA.
    Além disso, com Doom começaram a surgir as lan parties, reuniões de caras doidos o bastante de carregar todo aquele trambolho que eram os PC’s antigos, para a casa de alguém mais doido ainda por hospedar tudo isso. E claro, essas festinhas varavam a madrugada movidas a fast food, refrigerante e cervejas. Podemos dizer também que Doom plantou a sementinha do e-sports, que se popularizariam mais tarde com Quake.

    O que vimos até agora foi como Doom foi um jogo sem precedentes para sua época. Seu impacto na indústria foi além de sua inovação tecnológica, que já era incrível para a época, mas foi também um fenômeno cultural. O jogo impulsionou as comunidades de modding, multiplayer, fomentou a abertura tecnológica da indústria, mudou a forma de consumir jogos e podemos dizer que moldou comportamento de uma geração de gamers.
    O mundo não estava preparado para isso – a recepção de Doom:
    Além de um fenômeno cultural, Doom foi um fenômeno de vendas e consumo. É difícil mensurar exatamente o quanto o jogo vendeu ou foi jogado, mas alguns especialistas avaliam que a id Software chegou a faturar 100 mil dólares por dia com as vendas de Doom, durante algum tempo. O jogo teria vendido algumas centenas de milhares de cópias em seu primeiro ano e entre 2 e 3 milhões de cópias desde seu lançamento até 1999.
    Fora isso, a distribuição “shareware” e a pirataria aumentaram o consumo do jogo, que chegou a ter estimativas de 6 milhões de jogadores e outras que estimaram entre 10 e 20 milhões de jogadores nos dois anos iniciais de lançamento, algo surreal para a época.
    E é claro que Doom impactaria novamente, certo? Dessa vez na economia. O jogo se tornou um problema no ambiente de trabalho, com muitas organizações reportando o impacto do jogo na produtividade dos trabalhadores. O problema mais comum era o uso dos computadores e da rede das empresas para jogar.
    Intel e outras empresas de tecnologia possuíam regras específicas contra a jogatina no ambiente de trabalho. No campus da Microsoft, Doom foi equiparado a um fenômeno religioso. Foi também listado como o jogo mais jogado pela revista Computer Gaming World em 1994, com um leitor dizendo que chegou a jogar mais de 72 horas consecutivas.
    O FPS foi eleito o jogo do ano em 1994 pela mesma revista, e até hoje consta em listas dos melhores jogos da história. A popularidade de Doom era tão grande que Bill Gates fez um vídeo promocional do Windows 95 utilizando cenas do game.
     
     
    Naturalmente, toda essa popularidade também trouxe controvérsias. O jogo passou um bom tempo no topo das listas de jogos controversos e violentos. Além disso, foi duramente criticado por organizações religiosas pela sua temática satanista e por sua violência explícita.
    Em 1999, Doom voltou aos holofotes após o massacre de Columbine, onde dois estudantes assassinaram dezenas de alunos e professores da escola. Na época, um dos atiradores chegou a dizer que o massacre seria como jogar Doom, e chegaram a encontrar fases criadas por ele que seriam simulações da escola. De fato o atirador tinha criado fases no jogo, mas elas não eram da escola.
    Em sua entrevista para a Wired, Carmack brinca que não se surpreendeu com a controvérsia do jogo. Pelo contrário, ele achou interessante Doom ser um “garoto propaganda” para o Congresso dos EUA por uma década. Foi sempre uma disputa de atenção entre Doom e Mortal Kombat até que GTA chegou e fez os dois jogos se tornarem inofensivos em relação à indignação moral da população.
    Doom se mantém relevante até hoje, seja como exemplo de inovação tecnológica, pelo seu game design ousado e brutal ou simplesmente por fazer a cabeça de uma geração inteira de gamers. E isso se reflete não apenas na comunidade do jogo clássico, ativa até hoje, mas também na relevância dos jogos atuais. Hoje publicados pela Bethesda, Doom (2016) e Doom Eternal ainda empolgam os jogadores e não só atraem uma nova geração de dilaceradores de demônios, mas mantém as antigas gerações jogando.
    Seja em um PC 386 rodando gráficos 2D que te enganam que são 3D, ou seja em uma engine super moderna rodando nos PC’s high end de hoje em dia, Doom permanece como um dos jogos mais relevantes de todos os tempos e um dos maiores fenômenos culturais da década de 90. Não importa a plataforma que você jogue, o importante é rasgar e dilacerar.
    Por fim, Doom seria como o Black Sabbath do mundo dos games. Pode não ter sido o primeiro do gênero, mas certamente foi o que mais revolucionou e inspirou gerações.
  8. Em dado momento da última década, jogos de zumbi começaram a ser criados aos montes. Sim, a ideia de colocar os players “dentro de um apocalipse zumbi” passou a ser explorada de forma massiva. E isso, claro, gerou bons games e opções bem ruins.
    Ainda assim, por mais que esse grande “boom dos apocalipses zumbi” tenha feito o tema ficar bem “batido”, é inegável que essa ideia tem muito apelo. Não à toa, quando voltamos a um passado distante, encontramos diversos títulos que colocam os mortos-vivos no centro das atenções.
    Sendo assim, para separar o joio do trigo (expressão bíblica, pois estamos falando de apocalipses), resolvi criar uma lista com grandes jogos de zumbi que foram lançados nas mais diversas plataformas, em diversas épocas. Como irá perceber, as mecânicas desses jogos variam bastante, mas, em todos eles, as criaturas “comedoras de gente” marcam presença. Bora para a lista?
    Project Zomboid
     
     
    Para abrir esta lista cheia de grandes jogos de zumbi, escolhi um dos jogos que melhor representam a temática dos apocalipses zumbis: Project Zomboid. O título surgiu em 2013 e ainda está em Early Access, mas suas ideias são muito atrativas.
    De modo geral, Project Zomboid pode ser considerado uma espécie de “versão gamer” do filme Zumbilândia. Digo isso, pois o game coloca os players no meio de cidades arrasadas pelos zumbis e apresenta passagens memoráveis.
    Por se tratar de um jogo indie, Project Zomboid não conta com o visual mais realista. Contudo, a experiência é uma das mais brutais entre todos os jogos de zumbi que existem. Basta jogar por alguns minutos para se espantar com as hordas de mortos vivos que “saem do nada”.
    Dead Nation
     
     
    Dead Nation, que foi lançado originalmente para o PS3 (em 2010), é mais um game que nos dá uma visão ampla de como um apocalipse zumbi deve ser algo extremamente insano.
    Sob uma perspectiva top-down, Dead Nation foca na matança de zumbis. O game pode ser classificado como um shoot ‘em up e dá aos players uma experiência mais voltada para o lado da ação.
    Apesar de ter uma premissa básica bem óbvia (matar e matar zumbis), o game apresenta uma ambientação bem interessante e consegue criar um clima bastante envolvente e digno dos jogos de terror mais assustadores. Esse é aquele jogo indicado para quem deseja extravasar a raiva e causar a destruição.
    Dying Light
     
     
    Para quem busca uma experiência mais imersiva, Dying Light, de 2015, é um game capaz de proporcionar sensações incríveis. O jogo se passa em primeira pessoa e, embora seja dotado de muita ação, dá maior ênfase ao lado survival horror.
    Dying Light também é um jogo que oferece uma ambientação magnífica, colocando os players no “clima do apocalipse”. Além disso, o game conta com uma dinâmica muito interessante: durante o dia, os players buscam por recursos para a sobrevivência. Durante a noite, eles lutam contra os zumbis.
    Para completar o “pacote”, o jogo ainda conta com um belo enredo, que envolve a disseminação de um vírus, uma epidemia e uma grande quarentena. Falar sobre isso nesses tempos de coronavírus, pode parecer estranho e assustador, mas isso acaba tornando essa aventura ainda mais atrativa.
    Dead Rising 4
     
     
    Voltando às lutas mais intensas, temos o eletrizante Dead Rising 4. O game foi lançado em 2016 e conseguiu conquistar os fãs com seu gameplay movimentado e, em certas ocasiões, bem caótico.
    Dead Rising 4 é apresentado sob uma perspectiva de terceira pessoa e exibe mecânicas típicas de jogos de ação e aventura. Por ter um mundo aberto pronto para ser explorado, não seria exagero algum dizer que o game é um tipo de GTA com zumbis.
    Cabe ressaltar que Dead Rising 4 é marcado por oferecer zumbis diferentes. Isto é, quem está acostumado com jogos de zumbi convencionais, nos quais os mortos-vivos andam lentamente e ficam gemendo, pode ter surpresas indigestas com esse game.
    Dead Island
     
     
    Se lutar contra zumbis em cidades é complicado, tente imaginar como essa luta ficaria, se fosse transportada para uma ilha. Bem, é exatamente isso que Dead Island oferece: uma ilha recheada de zumbis.
    Lançado em 2011, Dead Island conseguiu conquistar uma boa reputação com suas ideias singulares. O jogo exibe um cenário paradisíaco, cujas areias douradas acabam manchadas pelo sangue daqueles que não conseguiram sobreviver.
    Logicamente, ao ingressar nessa aventura, os players devem estar preparados para lutar pelas próprias vidas, até que o resgate “dê as caras na ilha”. Como tudo se passa em primeira pessoa, a experiência é altamente imersiva. Grande jogo!
    World War Z
     
     
    Assim como acontece no livro e no filme, o World War Z na versão gamer é marcado por lutas contra hordas de zumbis. O jogo foi lançado em 2019 e conseguiu chamar atenção exatamente pela grande quantidade de zumbis em cena.
    Com um visual muito bem construído e com mecânicas típicas de jogos de tiro em terceira pessoa, World War Z é uma opção bem intensa e desafiadora. Para você ter uma ideia, o jogo suporta até 1000 inimigos aparecendo ao mesmo tempo (isso é que é um apocalipse).
    Para completar, o game ainda conta com classes de personagens, o que garante um gameplay diferenciado e abre margem para que o modo multiplayer ganhe elementos que favorecem ao máximo o trabalho em equipe.
    Plants vs. Zombies
     
     
    No ponto central desta lista com grandes jogos de zumbi, resolvi incluir Plants vs. Zombies, uma franquia que trouxe certa leveza para a tensa situação que a temática do apocalipse zumbi força os players a vivenciarem.
    Sim, resolvi falar da franquia inteira, pois todos os Plants vs. Zombies oferecem uma ferrenha luta contra os zumbis. Como essa franquia conta com diversos títulos as estruturas têm algumas variações.
    De modo geral, os jogos de Plants vs. Zombies colocam os players no controle de plantas. Essas plantas têm um arsenal de “armas” à disposição e fazem de tudo para impedir o avanço dos caricatos zumbis. Sem dúvidas, a diversão é garantida com esses games.
    Left 4 Dead 2
     
     
    Levando esta lista de jogos de zumbi para um “lado mais sério” novamente, temos Left 4 Dead 2. Esse título foi lançado em 2009 e pode ser considerado como um FPS com elementos de jogos multiplayer e survival horror.
    Ao contrário do seu antecessor, Left 4 Dead 2 traz uma história mais bem desenvolvida. De certa forma, o game cria um “background” que torna a história dos quatro sobreviventes muito mais atrativa.
    Como o game apresenta mecânicas típicas de jogos FPS, seu grande destaque é o alto nível de ação. Além do mais, o jogo também apresenta zumbis pouco convencionais, o que, certamente, deixa as coisas mais interessantes e desafiadoras.
    The Walking Dead: A Telltale Games Series
     
     
    Falemos agora de um game que se apresenta como uma versão da série que, muito provavelmente, foi a responsável pelo “boom” dos jogos de zumbi. The Walking Dead: A Telltale Games Series foi lançado em 2012, em 5 episódios memoráveis.
    O game é baseado na HQ de Robert Kirkman, The Walking Dead. A obra também foi a inspiração da série de TV. Logo, não é preciso pensar muito para saber que The Walking Dead: A Telltale Games Series é uma opção de altíssima qualidade.
    O game conta com um visual belíssimo (que remete ao icônico Borderlands) e oferece uma aventura impecável, que é apresentada sob uma perspectiva de terceira pessoa e conta com mecânicas de alta qualidade. Esse é aquele tipo de jogo que prende o player do início ao fim, com sua história empolgante.
    State of Decay
     
     
    Voltando a falar sobre franquias, State of Decay é um nome que não pode ficar de fora de qualquer lista de jogos de zumbi. O dois games da série, lançados em 2013 e 2018, são exemplos muito abrangentes do tema “apocalipse zumbi”.
    Em ambos os jogos, temos uma mescla de jogos de sobrevivência, com ação, aventura e alguns elementos de jogos furtivos. Ademais, os jogos também colocam à prova outras habilidades, como a capacidade de gerenciar recursos e liderar pessoas.
    Com toda a certeza, os jogos da franquia State of Decay são experiências que garantem fortes emoções. A luta pela sobrevivência é retratada de uma forma impecável nesses games… vale a pena conferir!
    Days Gone
     
     
    Days Gone é um jogo que divide opiniões até hoje. Antes de o título ser lançado, em 2019, suas ideias conseguiram criar certo hype. Todavia, após o lançamento, o jogo não causou o impacto que se esperava dele, mesmo sendo um bom game.
    Days Gone é outro game que conta com zumbis que fogem à imagem convencional. Os zumbis do game evoluem de uma forma assustadora e sempre causam problemas para os players.
    O jogo também conta com uma interessante dinâmica de dia e noite (algo semelhante ao que Dying Light oferece). Em suma, Days Gone é uma experiência mais voltada para o lado da simulação, com fortes elementos de jogos de ação e sobrevivência.
    Super Ghouls ‘n Ghosts
     
     
    Para provar que os jogos de zumbi já existem há um bom tempo, relembro aqui o clássico Super Ghouls ‘n Ghosts, de 1991. O jogo foi lançado originalmente para o Super Nintendo e, por mais que ofereça toda a sorte de tipos de inimigos, conta com muitos zumbis.
    Na aventura, os players assumem o controle do cavaleiro Arthur, que deve fazer de tudo para salvar a princesa Prim-Prim. Toda a construção do game é feita em 2D e sua ação e grande dificuldade encantaram os jogadores mais veteranos.
    No que diz respeito aos zumbis, Super Ghouls ‘n Ghosts os exibe saindo de caixões que “brotam” do meio da terra. E o que chama atenção é a grande quantidade… você mata, mata… e eles continuam vindo. Jogo maldito!
    Resident Evil
     
     
    Para fechar esta lista com grande jogos de zumbi, deixei aquela franquia que dispensa comentários, quando o assunto é retratar um apocalipse zumbi. Resident Evil teve seu primeiro título lançado em 1996 e ultimamente tem sido destaque por seus remakes incríveis.
    Apesar de alguns jogos da franquia exibirem mecânicas distintas, todos eles contam com os mortos-vivos como a grande ameaça. A série principal, por motivos óbvios, é a mais famosa e aquela que ajudou a colocar Resident Evil na história dos games.
    Graças a Resident Evil, os players tiveram a oportunidade de conhecer personagens icônicos, como Jill Valentine, Leon S. Kennedy, Claire Redfield e muitos outros. E sim esses personagens são exemplos, quando o assunto é superar hordas de zumbis famintos. Resumindo, Resident Evil é o ícone máximo dos jogos de zumbi.
    Jogos de Zumbi: qual é o seu apocalipse favorito?
     
     
    Como eu destaquei no início do texto, jogos de zumbi existem aos montes. Por conta disso, sei que a minha lista pode ter deixado o seu jogo favorito (desse tema) “de fora”.
    Como são muitos jogos de zumbi, seria complicado lembrar de todos. Nesse caso, vou precisar da sua ajuda. Se puder, indique outros jogos de zumbi no campo dos comentários. Assim, poderemos completar as indicações e garantir que todos tenham acesso a mais alternativas. Até mais!
  9. Fonte: Microsoft Mais uma atualização do Windows 10 está gerando dores de cabeça. Alguns usuários do sistema operacional relataram problemas após instalar o update KB4541335, lançado em 24 de março. E parece que a solução pode demorar: segundo o Tech Radar, o número de casos é relativamente baixo e a Microsoft ainda não está por dentro dos erros presentes na nova versão do SO.
    A atualização KB4541335 é opcional e foi lançada no fim do mês passado para corrigir erros presentes no Windows 10 1909 e Windows 10 1903, as duas últimas grandes edições do sistema operacional. Certos usuários que realizaram a instalação, porém, acabaram sofrendo com paradas inesperadas, jogos que não abrem corretamente e até com a famosa "tela azul".
    A atualização problemática já está sendo distribuída, mas é opcionalFonte:  Mateus Mognon/Tecmundo 
    Além de problemas pontuais, a atualização também estaria atrapalhando o desempenho geral do computador ao rodar o Windows 10. De acordo com o Tech Radar, algumas partes do sistema simplesmente não respondem e funções como o Hub de Comentários geram picos de uso do processador ao carregar.
    A Microsoft não deu um parecer oficial sobre o assunto, mas o pessoal do Windows Latest conversou com um representante da empresa sobre as falhas trazidas na atualização. A companhia disse que não está ciente de problemas, possivelmente por causa do baixo número de instalações, visto que se trata de uma instalação opcional. Com isso em mente, uma solução ainda deve demorar para ser lançada pela fabricante.
    Para quem realizou a instalação e está enfrentando problemas, a maneira mais fácil de resolver a situação é desinstalando a atualização. Para fazer isso, basta entrar nas Configurações do Windows 10 (Botão Windows + I), ir para "Atualizações e Segurança", clicar em "Exibir histórico de atualizações" e depois "Desinstalar Atualizações". Em seguida, selecione a opção KB4541335 e siga o passo a passo do sistema.
  10. 173??   Novas imagens de The Last of Us: Parte 2 são impressionantes Embora a Sony e a Naughty Dog tenham anunciado o adiamento por tempo indeterminado de The Last of Us: Parte 2, um novo conjunto de capturas de tela foram lançadas, mostrando os lindos visuais do jogo.
    A maioria dessas novas imagens mostram Ellie, Joel, Tommy e Dina, e destacam novos personagens aos quais ainda não fomos apresentados. Capturadas em um PS4 Pro, as imagens mostram os detalhes impressionantes de The Last of Us 2 em tudo, desde a iluminação até as texturas da pele, cabelo e muito mais. Obviamente, não é o suficiente para consolar quem está desapontado em não poder jogar por vários meses, mas pelo menos dá uma ideia do que está por vir quando o game finalmente chegar às lojas.
    The Last of Us: Parte 2 foi anunciado em dezembro de 2016 e permaneceu grande parte da sua vida sem uma data de lançamento. Ano passado, o jogo tinha recebido uma data para 22 de fevereiro deste ano, contudo, a Naughty Dog anunciou, mais uma vez, que o jogo fosse adiado para 29 de maio. Mais recentemente, a desenvolvedora confirmou que a sequência teria sido atrasada “devido alguns problemas de logística”. E, por fim, em seu último ‘anúncio’, a mesma mencionou que o jogo estava ‘‘quase pronto’’ para ser lançado, mas que devido a disseminação do COVID-19, alguns países adotaram protocolos de bloqueio, o que levou mais uma vez à decisão de adiar.
    Confira o comunicado:
  11. Preparados para as novas informações? Resident Evil 8 é muito aguardado, após o sucesso de RE7 todos esperam para ver para onde a franquia caminhará, e parece que logo descobriremos.
    Conforme o que o Insider AestheticGamer, o jogo será revelado ainda esse mês. Ainda de acordo com o que ele disse, a Capcom irá revelar que o próximo título da franquia é sim o RE8 e que será um jogo cross-gen, ou seja, jogo que será lançado para duas gerações diferentes de consoles, o atual e para a próxima geração.
    AestheticGamer disse ainda que anteriormente o jogo era para ser o Revelations 3. Entretanto teremos mesmo um Resident Evil 8.
    Bom, respirem fundo, caso vocês estejam, como eu, esperando muito por esse novo jogo, vamos às informações reveladas abaixo.
    Muitas coisas vindo por aí
    Lembrando que as revelações ainda não são oficiais, mas entre elas temos o fato de que no começo a Capcom tinha planejado o lançamento de Revelations 3, entretanto ela decidiu o transformar em Resident Evil 8.
    Por um lado, falam que era para adiantar o lançamento de um título da franquia original, por outro falaram que era por tamanha qualidade que o jogo estava apresentando podendo sim ser um jogo da franquia original. Ainda seguindo essa linha de raciocínio, chegaram a comentar que o que já haviam começado a fazer de RE8, no futuro irá se tronar um RE9.
    Antes de mais nada, veja abaixo o Twitter falando sobre o Resident Evil 8:
     
    AestheticGamer aka Dusk Golem @AestheticGamer1     Okay, so the little game is done. This will be breaking this month with more details later not by myself, but I've needed to clear some stuff up. "Resident Evil 2021" is Resident Evil 8, but it wasn't always RE8. During most of its development it existed as Revelations 3.
    Lobisomens e Ethan em uma vila nevada
    Aliás, o fato de que o jogo estava sendo muito bem recebido é uma ótima notícia, não? Veremos continuação da história de RE7?
    RESIDENT EVIL 7 biohazard_20170124223509 Spin-off transformado em um título principal
    Temos o Resident Evil 8…
  12. Fonte: Freepik/Divulgação A Netflix divulgou um alerta global de segurança por meio do antivírus Bitdefender. A atitude da empresa foi por causa de um novo golpe na internet em que criminosos se passam por funcionários da plataforma para extrair dados dos usuários, como o número do cartão de crédito.
    Os primeiros ataques notificados começaram após uma campanha da Netflix sobre a redução na qualidade de reprodução de suas séries e filmes. Essa medida foi tomada por conta do aumento de acessos, resultado do isolamento social causado pela pandemia da covid-19.
    Em apenas 5 dias a Bitdefender identificou cerca de 180 mil mensagens falsas em nome da Netflix Brasil. Em um dos emails, os criminosos afirmam que a conta na plataforma foi suspensa e que os dados do usuário precisam ser reenviados. Outra mensagem usada diz que a conta está com algumas inconsistências e é necessário atualizar as informações do cartão de crédito.
    Foram mais de 180 mil mensagens falsas com o nome da Netflix Brasil.Fonte:  Soumil Kumar/Pexels 
    Como saber se a mensagem é verdadeira?
    Para saber se o email que você está recebendo é verdadeiro, existem algumas dicas simples de identificação. A atenção tem que ser redobrada se a mensagem tiver links de recadastramento.
    De acordo com o CEO da Securisoft e Country Manager da Bitdefender, Eduardo D’Antona, nenhum banco ou empresa de serviço coloca links de acesso no corpo do email. Ele indica que o ideal é o usuário entrar diretamente no site da empresa que "enviou" a mensagem e verificar se ali há alguma requisição de atualização no cadastro.
    O usuário também deve prestar atenção no endereço do link. Nesse tipo de email, as URLs aparecem com nomes alterados para enganar quem está lendo a mensagem. Para verificar se é legítimo, passe o cursor do mouse sobre o hiperlink e veja qual é o domínio que aparece ali.
  13. Fonte: Microsoft A Microsoft entregou sem querer algumas funções que serão adicionadas em atualizações futuras do Windows 10 e, possivelmente, farão parte do Windows 10X — a versão do sistema operacional para dispositivos dobráveis e de duas telas.
    Quem descobriu a informação foi o site Windows Latest, que leu atentamente uma descrição de vaga para Gerente de Engenharia de Software listada na página da companhia e descobriu que, entre as tarefas esperadas, estão recursos ainda não anunciados para o sistema operacional.
    A primeira novidade é uma repaginação do Explorador de Arquivos e da pesquisa. O candidato terá como uma das responsabilidades "melhorar o desempenho do Indexador do Windows, permitindo ao usuário final rapidamente encontrar seus arquivos e informações". Pela descrição, o sistema de busca interna será bastante modificado e otimizado, o que atenderia algumas reclamações atuais da comunidade.
    Notificações e "copia e cola" universal
    Outra novidade presente na vaga é um trabalho com o novo sistema de notificações do sistema operacional, que apoiaria também "as necessidades do Xbox e dispositivos móveis" e funcionaria ainda melhor com programas de outras desenvolvedoras além da Microsoft.
    Por fim, o engenheiro ainda terá que lidar com o suporte ao cloud-clipboard — ou seja, a habilidade de você copiar um conteúdo em um dispositivo e, se ele estiver sincronizado ou logado na mesma conta Microsoft, colar em outro a partir da computação em nuvem. O compartilhamento entre aplicativos, seja dados ou conteúdos, também está nos planos da empresa.
    Como a vaga ainda está em aberto, é possível que as novidades não cheguem tão cedo — como na grande atualização prometida para maio de 2020, que deve trazer um novo Menu Iniciar. Ainda assim, os recursos ao menos já passaram da fase de planejamento e de fato devem aparecer em alguma versão do sistema.
  14. Fonte: Microsoft O navegador Microsoft Edge, que pode ser considerando um "sucessor espiritual" do Internet Explorer para sistemas mais modernos, agora é o segundo navegador mais popular do mundo em desktops e notebooks. A informação é do Netmarketshare, que lançou nesta quinta-feira (2) o relatório desse segmento do mercado para março de 2020.
    Depois de anos na terceira posição, ele ultrapassou o Mozilla Firefox por muito pouco e deve deixar essa disputa ainda mais acirrada ao longo do ano. O fato de ele agora ser baseado no Chromium provavelmente é o grande responsável por essa guinada do navegador, já que muitos usuários devem ter ficado curiosos para experimentar essa versão do programa.
    O ranking dos principais navegadores de março de 2020.Fonte:  Netmarketshare 
    Em meses anteriores, essa retomada do Edge já havia sido notada, com ele "roubando" usuários dos demais concorrentes. Entretanto, o Google Chrome segue disparado como o mais popular, posto que ocupa desde 2016 quando deixou para trás o já decadente IE.
    Top 10
    Para março de 2020, o mercado de navegadores em desktop e notebooks está organizado da seguinte maneira:
    Chrome - 68,50% Edge - 7,59% Firefox - 7,19% Internet Explorer - 5,87% Safari - 3,62% QQ - 2,41% Sogou Explorer - 1,88% Opera - 1,14% Yandex - 1,01% UC Browser - 0,42% Entretanto, apenas nos próximos meses será possível saber se a base de usuários será mantida ou se muita gente apenas baixou o Edge por curiosidade e, em seguida, voltou ao seu navegador favorito.
  15. Ainda teremos que esperar, mas parece que vem coisa muito boa por aí PS5 está deixando não só nós, jogadores, ansiosos, parece que os desenvolvedores também não estão se segurando.
    Aliás, talvez isso mostre que o console realmente será sensacional. De acordo com um desenvolvedor de Quantum League a SSD do PS5 trará “uma mudança de paradigma na forma como estruturamos nossos mundos de jogo”.
    Não é de hoje que sabemos que os desenvolvedores sofrem para fazer o rodo ficar perfeito nos consoles, ao contrário do que vemos no PC, que recebe hardwares novos quase toda semana, os consoles fazem com que os desenvolvedores se desdobrem para utilizar o que eles oferecem.
    Às vezes, mais não é realmente melhor
    Bom, contudo, com um console novo, pode ser que eles tenham muito mais o que aproveitar do PS5. Aliás, parece que os desenvolvedores estão animados. Antes de mais nada veja o que outro desenvolvedor, Balthazar Auger, da Nimble Giant Entertainment, disse:
    Aliás, Balthazar Auger continuou falando mais sobre o que realmente poderemos esperar do PS5 e do futuro:
  16. A Intel apresentou novidades interessantes sobre sua linha de processadores móveis nesta quinta-feira (2). Foram lançados seis novos processadores Intel Core de 10ª geração da linha Comet Lake H com foco em desempenho para jogadores. Esta também é a primeira vez que um processador móvel da Intel ultrapassa os 5,0 GHz. O grande destaque é o novo i9-10980HK de 8 núcleos e 16 threads – o modelo é capaz de atingir 5,3 GHz.
    Segundo Frederik Hamberger, gerente geral de laptops premium e gamers da Intel, a "nova plataforma é otimizada para entusiastas e criadores, fornecendo a frequência mais rápida do setor".
    A Intel compara o i9-10980HK com um processador "de três anos" e garante 54% a mais de quadros por segundo (FPS), desempenho geral até 44% melhor e que, renderizando e exportando vídeos em 4K, ele fornece até duas vezes mais velocidade.
    Além disso, a Nvidia trouxe para o mercado as novas GPUs GeForce RTX 2080 Super e RTX 2070 Super. Empresas como Lenovo Legion, MSI e Gigabyte também anunciaram os seus primeiros notebooks gamers com estes componentes, prometendo altíssimo nível de desempenho.
    Lenovo Legion
    O Lenovo Legion 7i, por exemplo, traz o novo processador de 10ª geração da Intel e a GeForce RTX 2080 Super com Max-Q Design. Apesar do alto poder de processamento, a Nvidia destaca que sua GPU tem melhor gerenciamento energético e recursos que preservam a vida útil da bateria.
    Este notebook será lançado por US$ 1.199, ou cerca de R$ 6.300 em conversão direta (e livre de impostos). Um segundo modelo apresentado foi o Legion 5i, que traz uma GeForce RTX 2060 e seu preço estipulado é de US$ 999, ou cerca de R$ 5.200 em conversão direta.
    MSI
    A MSI foi outra empresa que aproveitou o momento para anunciar novas máquinas poderosas. O GS66 Stealth chega ao mercado com o i9-10980HK e, segundo a empresa, é indicado tanto para usuários corporativos quanto para o público gamer. Já o GE66 Raider, por outro lado, é voltado para jogadores que buscam uma melhor experiência.
    Os dois modelos têm telas de 14 polegadas e podem ser configurados com taxa de atualização de 300Hz e trazem baterias de 99,9Wh. O GS66 Stealth e GE66 Raider serão lançados em 15 de abril por US$ 1.599 e US$ 1.799, ou cerca de R$ 8.400 R$ 9.400 em conversão direta.
    Gigabyte
    Outras máquinas que são equipadas com o novo processador da Intel e GPU Nvidia são os Aorus 17X, Aorus 17G e Aorus 15G, da Gigabyte. Estes notebooks têm foco em potência e desempenho forte. A empresa destaca, por outro lado, o fato de serem dispositivos mais leves e contarem com teclado mecânico.
    A empresa permite que usuários optem pelos processadores Core i9-10980HK, Corei7-10875H e Core i7-10750H, além das novas GeForce RTX 2080 ou RTX 2070 Super. As telas destes modelos têm taxa de atualização de 240Hz.
    A Gigabyte vai comercializar os modelos Aorus 17G e 15G a partir de US$ 1.699 e US$ 1.799, respectivamente, ou cerca de R$ 8.900 e R$ 9.400 em conversão direta. O Aorus 17X, modelo topo de linha, será lançado por US$ 2.399, ou cerca de R$ 12.600 em conversão direta.
    Acer
    A Acer também aproveitou o momento para lançar os novos Predator Triton 500 e Nitro 5, ambos com os novos processadores Intel de 10a geração e GPUs Nvidia. No caso do Triton 500, o jogador opta por uma RTX 2080 ou RTX 2070 Super e sua tela tem atualização de 300Hz. Outro destaque do modelo está na bateria, que tem duração estimada de 7,5 horas.
    O Nitro 5, por sua vez, está equipado com o Intel Core i7 de 10a geração. As opções de GPU incluem a GeForce RTX 2060, GeForce GTX 1650Ti ou 1650. Sua tela tem atualização de 144Hz ou 120Hz e o notebook suporta até dois SSDs (M.2 PCIe).
    A Acer não confirmou uma data de lançamento para estes dois notebooks aqui no Brasil. Também vale considerar que as especificações podem variar de acordo com a região.
  17. Fonte: Intel Nesta quinta-feira (02), a Intel anunciou seis novos processadores Core de 10ª geração para dispositivos móveis. Além de ser os primeiros chips do mundo, para notebooks, a quebrar a barreira dos 5 GHz, eles trazem várias tecnologias que otimizam seu desempenho e consumo. Um deles, inclusive, é o mais poderoso do mundo nessa categoria, segundo a empresa.
    Processadores móveis Intel Core 10ª geração Série H
    Fonte: Intel/DivulgaçãoFonte:  Intel 
    Processadores para notebooks sempre são apresentados como chips que entregam desempenho otimizado, mantendo o foco na economia de energia. Afinal, para quem precisa se locomover, não adianta ter uma super máquina que precisa ficar ligada na tomada o tempo todo.
    Dessa vez, os novos chips móveis da Intel têm um apelo maior no desempenho. Isso não significa que eles não são econômicos, mas o fato é que a empresa parece ter focado na alta performance, inclusive, incluindo recursos para overclocking.
    Especificações dos chips
    São seis novos chips desta linha H, onde todos eles suportam memória DDR4 de 2933 MHz em dual channel. Os modelos Core i9 e i7 são compatíveis com a tecnologia Intel Thermal Velocity Boost, que aumenta a frequência turbo além do especificado (até 200 MHz), caso haja margem térmica (CPU com 65º ou menos) para o Intel TVB atuar.
    Fonte: Intel/DivulgaçãoFonte:  Intel 
    O chip mais poderoso é o Core i9-10980HK, que tem 8 núcleos, 16 threads e clock turbo que chega a incríveis 5,3 GHz. Vale lembrar que essa frequência não é atingida em todos os núcleos ao mesmo tempo. A marca diz que esse chip é o mais poderoso que se pode colocar em um notebook no momento.
    Esse processador também é desbloqueado para overclocking e suporta o recurso Intel Speed Optimizer, que pode elevar as frequências base de forma automática com apenas um clique, segundo a companhia.
    Intel Adaptix Dynamic Tuning
    Outra característica que ajuda a nova plataforma da Intel a ter desempenho otimizado, sem desperdiçar energia, é o Intel Adaptix Dynamic Tuning, uma ferramenta utilizada pelas fabricantes de dispositivos para extrair a máxima performance de um chip, por meio do monitoramento de variáveis como temperatura, rotação da ventoinha, modo de uso, estado atual do processador, etc., e ajustando o poder de processamento dinamicamente, de acordo com o design térmico do equipamento.
    Disponibilidade
    Nas próximas semanas, os parceiros da Intel devem começar a disponibilizar seus equipamentos baseados nos novos chips Intel Core 10ª geração Série H, que terão características como: modelos gamer com menos de 2 cm de espessura, modelos híbridos (com duas telas), e modelos com painéis que poderão ter 17” com bordas finas, além de HDR 1000 e taxa de atualização de até 300 Mhz.
    Todos eles serão compatíveis com as tecnologias Thunderbolt 3 e o Intel Wi-Fi 6 (Gig+).
  18. Fonte: ROG A ROG, divisão gamer da ASUS, apresentou um novo notebook que traz um recurso bastante utilizado por quem joga de forma intensa ou é multitarefas: uma tela secundária. Entretanto, aqui esse recurso não é um monitor a mais, e sim um painel acoplado no próprio dispositivo.
    O Zephyrus Duo 15 traz o chamado ROG ScreenPad Plus, um display que fica na outra metade do laptop, ocupando um pouco do espaço antes direcionado para o teclado e o trackpad. A superfície sensível ao toque ficou no canto direito do aparelho, e as teclas são menores e melhor selecionadas. Quando o notebook é aberto, o painel extra já fica em uma angulação perfeita para você — e a ideia é transformar ele em um acessório do que é exibido na tela principal.

    As utilidades na tela secundária serão muitas, mas isso vai depender da colaboração com desenvolvedoras de apps e games. Em Dying Light 2, por exemplo, será possível usar o chat dos modos cooperativos e o menu de troca de itens e missões no painel inferior, para deixar toda a tela principal dedicada ao game. Se preferir, o jogador pode manter serviços de comunicação e transmissão como Discord ou Twitch abertos, sem precisar trocar de aba ou utilizar outro dispositivo para isso.
    Especificações técnicas
    Sistema operacional: Windows 10 Pro ou Windows 10 Processador: Intel Core i9-10980HK ou  Intel Core i7-10875H Tela: 15.6” UHD (60Hz) ou 15.6" FHD (300Hz) Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2080 SUPER (8GB GDDR6) ou NVIDIA GeForce RTX 2070 SUPER (8GB GDDR6) RAM: 16GB (DDR4 de 3.200 MHz) Armazenamento interno: SSD de 512GB ou 512GB+512GB ou 1TB ou 1TB+1TB (M.2 PCIe) Modem: Intel AX201 2x2 802.11ax Gigabit WiFi 6 Conectividade: Bluetooth 5.0, Gigabit LAN, USB-C 3.2 (1), USB-A 3.2 (2), HDMI (1), entradas de 3,5 para microfone e fones de ouvido Bateria: Íon-lítio de 4 células (90 Whrs) Tamanho: 14,2" x 10,6" x 0,82" Peso: 2,5 kg O foco da ASUS aqui não é apenas em gamers, mas também profissionais de áreas de programação e criação visual. Por isso, é possível escolher nas configurações de compra entre uma tela para jogos com taxa de atualização de 300 Hz e latência de 3 ms ou um painel 4K com 100% de cobertura do padrão Adobe RGB. Ambos contam com a tecnologia G-SYNC, da NVIDIA, além de opções modernas de processadores e placas gráficas.
    O novo notebook com duas telas visto de frente.Fonte:  ROG 
    O sistema de resfriamento líquido melhorou e inclui também uma série de modos de funcionamento das ventoinhas, que podem agir mais silenciosamente em momentos em que não são muito exigidas. O jogador nem sequer entra mais em contato com os setores que mais esquentam do notebook graças ao redesign do teclado — que tem retroiluminação.
    Disponibilidade
    O Zephyrus Duo 15 será vendido a partir de maio deste ano, com a alternativa mais barata de configurações custando US$ 2.999 — cerca de R$ 15,73 mil na cotação atual da moda. Já a alternativa mais poderosa sai por US$ 3.699, aproximadamente R$ 19,4 mil.
  19. Nesta quinta-feira (02), a Intel anunciou seus novos processadores para notebooks. As CPUs de 10ª geração da linha H têm foco em altas frequências e são ideais para usuários e profissionais que precisam de desempenho topo de linha, tanto para criação de conteúdo quanto em jogos.
    Primeiros processadores móveis de 5 GHz
    Novo Core i7 com clock turbo de 5,1 GHz. (Fonte: Intel)Fonte:  Intel 
    A linha H de processadores móveis da Intel introduz os primeiros chips para notebooks que ultrapassam a barreira dos 5 GHz.
    Segundo a Intel, além de vários núcleos e threads, as altas frequências são importantes para os sistemas de alto desempenho, pois inúmeros tipos de aplicações, principalmente as que fazem uso intenso de poucos threads, se beneficiam de clocks altos.
    Os jogos são exemplos de aplicações que tiram proveito de altas frequências. Como a Intel é líder em desempenho para jogos, no segmento desktop, a companhia optou por utilizar a mesma fórmula para os chips móveis.
    Altas frequências fornecem menor latência em relação à memória RAM, o que significa uma maior geração de quadros por segundo. Essa característica é fundamental para jogadores que precisam de máximo desempenho em jogos com FPS alto, combinados com telas que possuem altas taxas de atualização.
    A Intel revelou comparações de desempenho entre dois dos novos chips, com relação aos chips equivalentes lançados há três gerações.
    Core i7-10750H
    O Core i7-10750H é um chip com 6 núcleos e 12 threads, clock base de 2,6 GHz, clock turbo de 5,0 GHz e cache de 12 MB. Veja como ele se sai em alguns jogos, comparado ao Core i7-7700HQ.
    Fonte: IntelFonte:  Intel 
    Core i9-10980HK
    O Core i9-10980HK é um chip com 8 núcleos e 16 threads, clock base de 2,4 GHz, clock turbo de 5,3 GHz e cache de 16 MB. Veja como ele se sai em alguns jogos, comparado ao Core i7-7820HK.
    Fonte: IntelFonte:  Intel 
    Há ainda dois outros chips que atingem frequências turbo de 5,1 GHz: são eles o Core i7-10875H (8 núcleos, 16 threads, clock base de 2,3 GHz e cache de 16 MB) e o Core i7-10850H (6 núcleos, 12 threads, clock base de 2,7 GHz e cache de 12 MB).
    Todos os novos chips de 10ª geração da linha H possuem TDP de 45 W e suportam memória RAM DDR4 de 2933 MHz.
    Thunderbolt 3, Wi-Fi 6 e Intel Optane
    Para melhorar ainda mais a experiência dos gamers e criadores, os chips suportam a tecnologia Thunderbolt 3, que tem banda quatro vezes maior que o USB 3.1, a conexão Intel Wi-Fi (Gig+), tem fornece latência até 75% inferior ao Wi-Fi da geração passada, e a já conhecida Intel Optane Memory, que acelera a abertura e carregamento dos jogos.
  20. A nova adaptação de ‘Resident Evil‘,que está sendo desenvolvida em forma de série pela Netflix e Constantin Film, ganhou novidades.
    O produtor Martin Moszkowicz, chefe da Constantin Film, revelou que as filmagens vão começar assim que o surto de coronavírus se estabilizar na Alemanha – e que a previsão de estreia da série é para NOVEMBRO deste ano.
    Recentemente, o jornalista Daniel Richtman, conhecido por vazar informações valiosas de Hollywood, revelou ter tido acesso ao roteiro do primeiro episódio da série.
      O jornalista elogiou o roteiro da produção e também afirmou que o novo reboot que está sendo desenvolvido para os cinemas será muito mais fiel aos jogos.
  21. A oitava geração de consoles foi marcada pela briga de três gigantes: o PS4, o Xbox One e o Nintendo Switch. Embora o PS4 já possa ser considerado o vencedor da referida geração, é inegável que o Switch, que tenta atingir um público-alvo diferente, foi um enorme sucesso. E isso só aconteceu, pois existem verdadeiras pérolas entre os melhores jogos de Nintendo Switch… Pensando nisso, resolvi montar uma lista apresentando alguns dos grandes títulos que o console da Nintendo gerou. Como irá perceber, são 12 provas claras de que o Switch tem um poder enorme. Não à toa, ele é o único console da 8ª geração que continua em alta. Aliás, ele poderá até roubar o segundo lugar (do Xbox One), se continuar assim. Enfim, vamos para a lista?
    Bayonetta 2
    Bayonetta 2 foi lançado em 2014, como um game exclusivo para o Wii U. O jogo, do gênero Hack and Slash, fez tanto sucesso que, em 2018, a Nintendo resolveu lançar uma versão para o Switch. Como não poderia deixar de ser, o game ficou incrível.
    A heroína (Bayonetta) enche a tela com seus movimentos insanos e seus poderes sobrenaturais. A aventura é repleta de ação e, sem dúvidas, é perfeita para abrir esta lista com os melhores jogos de Nintendo Switch com o “pé na porta”.
    Celeste
    Lançado no início de 2018, Celeste conseguiu encantar a comunidade gamer de inúmeras formas. Apesar do visual em pixel art, o game chamou atenção por seu level design, sua trama, pela personagem carismática e pela excelente trilha sonora.
    O game indie de plataforma foi um dos destaques do ano passado, chegando a ser indicado como “GOTY” e vencendo prêmios em outras categorias do The Game Awards. Resumindo, Celeste é um game aclamado, que está à disposição dos jogadores do Nintendo Switch também.
    Xenoblade Chronicles 2
    Se existe uma coisa que eu gosto em alguns consoles da Nintendo é a grande presença de jogos de RPG. Foi assim no DS e isso se repetiu no Switch. Como exemplo, temos Xenoblade Chronicles 2, lançado em 2017.
    O game é um exclusivo do Switch e mais um título na franquia Xeno, que dispensa comentários. A história se passa em um “oceano de nuvens” no qual as “ilhas” são feras gigantescas, conhecidas como Titãs. Isto é, aquele “tom épico e fantasioso” que qualquer fã de RPG adora.
    Yoshi’s Crafted World
    Nesta lista com os melhores jogos de Nintendo Switch, Yoshi’s Crafted World é um dos jogos mais recentes. Lançado em março de 2019, o game apresenta uma aventura de plataforma que coloca o carismático Yoshi no centro das atenções.
     
    O jogo tem uma interessante mecânica de rolagem lateral e seu visual é muito bonito. Apesar de não trazer grandes novidades, a aventura é perfeita para quem gosta da “Fórmula de Sucesso do Super Mario”. Vale a pena conferir…
    Donkey Kong Country: Tropical Freeze
    Donkey Kong Country: Tropical Freeze é mais um título original do Wii U que foi relançado para o Switch (em 2018). A aventura remete ao nosso amado Donkey Kong Country (do SNES), o que é ótimo.
    O game traz um visual muito bonito e coloca diversos personagens amados em cena (até mesmo o velho Cranky Kong). Além do mais, o enredo, envolvendo uma ameaça viking, é muito interessante. Se você procura por diversão entre os melhores jogos de Nintendo Switch, essa é a sua opção.
    Final Fantasy XII: The Zodiac Age
    Final Fantasy XII: The Zodiac Age é uma versão remasterizada do lendário Final Fantasy XII, lançado em 2006, para o PS2. Falar de Final Fantasy XII é “chover no molhado” e essa versão do game, que apareceu no Switch em abril de 2019, dispensa comentários.
    O game tem uma trama complexa e personagens que conseguem envolver os jogadores (apesar de o protagonista não ser tão interessante). De todo modo, trata-se de um título que foi citado pela mídia especializada como um dos melhores jogos do PS2. E como essa versão ainda inclui alguns sistemas e gráficos melhores, o game é imperdível.
    Mario Kart 8 Deluxe
    Segundo as informações da própria Nintendo, Mario Kart 8 Deluxe é o melhor entre os melhores jogos de Nintendo Switch. Pelo menos, é isso que o número de vendas diz. Pois é! Mario Kart 8 Deluxe é o jogo mais vendido do console, tendo alcançado (até agora) quase 17 milhões de cópias vendidas.
    O curioso é que o game é uma versão melhorada do clássico Mario Kart 8 do Wii U. No Switch, a corridas loucas do game foram lançadas em 2017 e seu gameplay divertido deixa claros os motivos que levaram o título a fazer tanto sucesso. Definitivamente, um “must-play”.
    Pokémon Let’s Go Eevee & Pikachu
    Continuando com a nossa lista dos melhores jogos de Nintendo Switch, temos Pokémon Let’s Go Eevee & Pikachu. Lançado em 2018, o game conseguiu alcançar um sucesso surpreendente, vendendo mais de 10 milhões de cópias.
    Além do mais, Pokémon Let’s Go Eevee & Pikachu conseguiu movimentar a internet ao levantar a dúvida: “Pikachu ou Eevee: qual escolher?”. O jogo lembra muito as aventuras da era do Game Boy. Obviamente, o visual é muito melhor.
    Super Mario Odyssey
    Super Mario Odyssey é um dos melhores jogos de Nintendo Switch, em termos de vendas (segundo mais vendido). O jogo marcou o retorno das aventuras de Mario para o formato “livre”, que marcou época em Super Mario 64.
    A presença do chapéu do encanador como um personagem (Cappy) foi uma das novidades, mas o fato é que a aventura tem o selo de qualidade da franquia. O visual é incrível, o gameplay é divertido e a história… bem, em síntese, todos já conhecemos a história, mas ela reserva boas surpresas.
    Super Mario Party
    Como sugere o nome (Party = Festa), Super Mario Party é uma verdadeira coletânea de minigames envolvendo os personagens mais famosos do universo do encanador. O game foi lançado em 2018 e traz uma experiência multiplayer sem igual.
    Seguindo o formato tradicional da série Party, o game inclui pequenos joguinhos que permitem disputas entre grupos de pessoas e, com certeza, garantem uma boa quantidade de risadas. São muitas opções diferentes e dá para gastar um bom tempo com elas.
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild
    Lançado em 2017, para o Wii U e para o Switch, The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi o responsável por recolocar a franquia Legend of Zelda no topo. O game foi eleito o GOTY de 2017 e foi aclamado pela crítica como um dos melhores jogos de todos os tempos. E, na boa, o game é incrível mesmo!
    A história do jogo é muito interessante e chegou a despertar a curiosidade dos fãs em relação à ordem cronológica da franquia. O gameplay é excelente, com muitas opções de exploração e um mundo de visual encantador. The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um dos melhores jogos de Nintendo Switch e um dos melhores da década, sem exagero!
     
    Super Smash Bros. Ultimate
    Fechando a nossa lista com os melhores jogos de Nintendo Switch, temos Super Smash Bros. Ultimate e sua constelação de personagens famosos. Lançado em dezembro de 2018, o game foi um dos responsáveis por recolocar o console da Nintendo em “fase de crescimento”.
    Trazendo combates insanos entre personagens icônicos do mundo dos games, Super Smash Bros. Ultimate consegue garantir boas doses de adrenalina e diversão. O maior crossover de todos os tempos é também um dos melhores jogos dos últimos tempos. Imperdível.
  22. Uma das tradições mais infames que a humanidade criou certamente é o famoso Dia da Mentira, conhecido lá fora por “April Fools”. Nesse dia as pessoas se esforçam para contar as mentiras mais cabulosas que conseguirem inventar.
    Pensando nessa data “especial”, separamos 5 trolladas absurdas do mundo dos games. Confira:
    Akuma em Resident Evil 2
    Em Abril de 1998, a revista EGM publicou uma matéria afirmando que era possível desbloquear o Akuma de Street Fighter em Resident Evil 2. Para isso, o jogador deveria realizar a seguinte façanha: completar todos os cenários seis vezes, conseguindo o rank A. Ah, e isso deveria ser feito utilizando apenas a pistola e a faca.
    Após isso, ao digitar “AKUMA” nos computadores do laboratório, Akuma seria desbloqueado. É claro que isso era uma grande piada da EGM, mas essa mentira não impediu que alguns poucos jogadores se empenhassem para tentar realizar esse feito.
    Hoje em dia, em Resident Evil 2 Remake, isso é “possível”. Mas claro, com a ajuda de alguns mods.
     
    Half-Life 3
    Essa provavelmente foi a pegadinha que mais partiu o coração dos fãs. Half Life é uma das franquias de maior sucesso do PC e até hoje os fãs aguardam pela sequência Half-Life 3, que, infelizmente, está cada vez mais longe de se tornar realidade.
    Aproveitando o hype que o jogo ainda causava, a Valve decidiu colocar Half-Life 3 em sua biblioteca da Steam. Claro que tudo não passava de uma brincadeira, alguns diriam de mau gosto. Essa mentira infame ocorreu em 1 de Abril de 2012.
     
    A fase da vaca de Diablo 1
    Essa brincadeira não ocorreu no dia 1 de Abril, mas foi um rumor muito popular na década de 90. Na época, surgiram na internet boatos que ao clicar uma certa quantidade de vezes em uma vaca de Tristan, um portal para o “Cow Level”, ou nível da vaca, seria aberto.
    Esse rumor ganhou mais força quando uma expansão do jogo trouxe a armadura “Bovine Plate”. Claro que isso não passava de uma brincadeira da Blizzard com os fãs que acreditavam nisso.
    De qualquer forma, esse boato ficou tão popular que a Blizzard resolveu inserir um mapa da vaca em Diablo II. Um nível lotado de vacas demoníacas aguardava os mais destemidos e fortes guerreiros.
     
    Sheng Long em Street Fighter 2
    Essa é mais uma pegadinha que ganhou força por causa da galera da EGM, que pelo visto gostava de testar a determinação dos jogadores. Em uma das frases de vitória de Ryu, nosso lendário soltador de Hadouken diz: “você deve derrotar Sheng Long para ter uma chance”.
    Mas quem diabos era Sheng Long? Foi a partir daí que começaram a surgir boatos de quem poderia ser o tal guerreiro lendário.
    A EGM entrou na brincadeira e até publicou uma matéria explicando como enfrentar Sheng. A façanha era jogar com Ryu e chegar até M.Bison vencendo sempre de perfect. Ao enfrentar o chefão da Shadaloo, o jogador deveria empatar 10 vezes sem golpes. A partir daí Sheng Long apareceria.
    E é claro que alguns poucos jogadores habilidosos conseguiram realizar a façanha e… nada aconteceu. A EGM depois revelou que tudo era uma brincadeira. A revista levou tão a sério a pegadinha que até publicou uma matéria com uma montagem de Ryu enfrentando o “lendário” Sheng Long.

    Optimus Prime em Titanfall
    Outro grande portal de games resolveu aderir à brincadeira de 1 de Abril. Dessa vez a IGN resolveu lançar em 2014 um trailer de uma suposta DLC de Titanfall.
    A surpresa fica por conta da aparição de ninguém menos que Optimus Prime, o famoso líder dos Autobots, dos Transformers. Convenhamos que ficou bem convincente.
    E vocês, conhecem alguma outra pegadinha? Algum “causo” bem cabuloso contado pelo seu primo gamer que tinha um amigo que morava no Japão e já jogava o Playstation 10? Conta aí pra gente.
  23. Para ajudar um pouco na quarentena Candy Crush é quase que sinônimo de vicio, mas e quando acabam suas vidas no jogo e você tem que esperar? Pois bem, agora as vidas são infinitas para te ajudar na quarentena.
    Mas não será por muito tempo, afinal, de acordo com as informações, as vidas infinitas duraram apenas até o dia 5 de abril.
    Portanto, caso queira bater o recorde de fases passadas, essa é a hora.
    Candy Crush é o jogo responsável por algumas marcas históricas, e acho que com essa parceria entre a Organização Mundial da Saúde e a King! O jogo acabará alcançando novos recordes.
    A iniciativa faz parte da campnha #PlayApartTogether.
    Aliás, alguns jogos da franquia estão nessa, são eles, Candy Crush e suas versões, Soda Saga, Jelly Saga, Friends Saga, Farm Heroes Saga, Bubble Witch 3 Saga e Pet Rescue Saga.
    Hoje Candy Crush já passou das 6 mil fases e possui jogadores frenéticos em todos os cantos do mundo.
      E já rendeu muito dinheiro para os seus desenvolvedores, afinal, lançado em 2012, em 2015, a empresa do jogo, King, foi comprada pela Activision Blizzard por US$ 5,9 bilhões. E ele, certamente, foi um dos responsáveis.
    Vício
    Fruto de estudos, pesquisadores já chegaram a diversas conclusões do porquê ele é tão viciante. Alguns motivos são simples, como a sensação de prazer e trabalho feito ao concluir algumas fases, isso estimulado pelas recompensas, sons, e expressões que nos prende ao jogo.
    Outro motivo citado é o fato de que nunca vemos um game over, ele é substituído em Candy Crush por um “Toque aqui para tentar de novo”.
    Enfim, quem aí joga ele ainda? Aliás, quais outros jogos viciantes vocês colocariam em uma lista dos jogos mais viciantes já jogados?
  24. Um belo teste para o PS5 PS5 já têm alguns jogos confirmados, e entre eles temos o Quantum Error. Jogo com uma pegada de ação e terror que noticiamos anteriormente aqui no combo.
    Agora a empresa responsável pelo jogo afirmou que ele irá rodar a 60 FPS 4K, estamos vendo a nova geração nascer, e veremos do que ela será capaz.
    Aliás, mesmo sendo um teste para o PS5, a notícia boa é de que o jogo também será lançado para o PS4.
    Os responsáveis pelo jogo, TeamKill Media também confirmaram que o jogo terá suporte para Ray-Tracing.
    Quem aí está ansioso para ver o poder do PS5?
    Enquanto não temos mais informações do novo console veja abaixo o teaser do game.
    Resta saber como ele se comportará no PS5. De acordo com que podemos ver, o jogo será um tiro em primeira pessoa voltado para o terror.
      No entanto, até o momento, ainda não temos confirmado a data de lançamento do jogo.
    Claro que ficaremos de olho para as novidades relacionadas ao jogo e ao PS5.
  25. Tirando uma explicação técnica voltada para desenvolvedores realizada online no início do mês, informações concretas e visuais a respeito do funcionamento do PlayStation 5 ainda não foram reveladas pela Sony.
    Mas ao menos um aspecto ainda misterioso da plataforma foi debatida no fórum Resetera por Jason Schreier, jornalista editor do site Kotaku e cheio de fontes importantes na indústria. Ele citou um plano da companhia de criar uma forma de navegação dinâmica, fluida e que traga experiências de diferentes durações para os jogadores.
    "Ouvi algumas coisas fascinantes sobre o sistema operacional do PlayStation 5 como isso — uma das propostas que eles têm feito aos desenvolvedores é que 'jogar um título no PS5 deveria ser tão fácil quanto assistir à Netflix'.
    Eles querem fazer com que jogadores sintam que eles podem carregar o jogo imediatamente e sabendo exatamente quanto tempo uma certa atividade vai durar para ele", afirma o jornalista.
    Além disso, ele sugere que a Sony está em busca de conquistar também os jogadores que têm pouco tempo livre e podem aproveitar a jogatina em alguns títulos específicos. "Eles querem que as pessoas se sintam inclinadas a jogar em tiros curtos, em vez de apenas querer ligar o console quando têm algumas horas para gastar", complementa.
    Cadê?
    Entretanto, como o próprio Schreier explica, esses são apenas "pitches" que a Sony lançou em reuniões — e podem ou não virar realidade no console final. A ideia da fabricante japonesa é começar a venda do PS5 no final de 2020, mesmo período de lançamento do Xbox Series X, da Microsoft.

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