Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

GGames Fórum

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Todas Atividades

Atualizada automaticamente

  1. Recentemente
  2. wendercsantos se registrou na comunidade
  3. Peixoto se registrou na comunidade
  4. Hoje
  5. Diegol se registrou na comunidade
  6. Se você já tem um PC forte e pretende jogar no lançamento, pode valer a pena, mas com uma ressalva importante: em jogos grandes da Rockstar, a versão de PC costuma depender bastante de patches e de drivers atualizados para ficar realmente redonda. Então, para quem quer a melhor experiência possível, às vezes compensa esperar um pouco depois do lançamento. Se o seu hardware é mais modesto, eu seria mais cauteloso. Em casos assim, o risco de enfrentar queda de FPS, stuttering e ajustes gráficos agressivos costuma ser maior, especialmente em jogos muito pesados e com recursos como ray tracing. Nessa situação, comprar no lançamento pode significar pagar caro para jogar com concessões demais. Quando vale a compraSeu PC já está acima dos requisitos recomendados.Você quer jogar no lançamento e aceita possíveis ajustes de desempenho.Você acompanha drivers, patches e otimizações com frequência.Quando é melhor esperarSeu PC está perto do mínimo ou abaixo do ideal.Você prioriza estabilidade acima de novidade.Você prefere esperar análises reais de desempenho e correções pós-lançamento.Resumo prático: para PC potente, a compra pode fazer sentido em 2026; para máquinas intermediárias ou antigas, esperar alguns meses costuma ser a decisão mais segura e econômica.
  7. pedroalcantararez alterou sua foto pessoal
  8. pedroalcantararez se registrou na comunidade
  9. Se eu tivesse que escolher um clássico da PlayStation que merece muito um remaster para PS5, eu apostaria em Metal Gear Solid 3: Snake Eater. É um jogo que já tem uma base histórica enorme, uma direção de arte marcante e uma atmosfera que combinaria muito bem com melhorias de iluminação, sombras e áudio no PS5. Outro nome fortíssimo é Bloodborne. Mesmo já sendo um jogo de PS4, ele continua sendo um dos pedidos mais constantes da comunidade, principalmente por causa do 60 FPS. Um remaster bem feito, com carregamentos rápidos, resolução melhor e suporte ao DualSense, faria diferença real na experiência. Outros clássicos que combinariam com o PS5Silent Hill 2: clima, neblina e tensão psicológica ganhariam muito com melhorias visuais e sonoras.God of War II: ação cinematográfica que poderia ficar incrível com 60 FPS e texturas atualizadas.Shadow of the Colossus: já teve versões modernas, mas ainda é um candidato perfeito para uma edição otimizada de nova geração.Jak and Daxter: plataforma e exploração com cara de clássico que merecia voltar com mais polimento.Na prática, os jogos que mais se beneficiariam do PS5 são os que têm boa direção de arte, gameplay ainda atual e limitações técnicas da época. Se for para escolher um só, eu diria que Bloodborne é o pedido mais urgente da comunidade; se for pensar em um clássico realmente “de PlayStation”, Metal Gear Solid 3 seria uma escolha excelente para um remaster de respeito.
  10. henriquesegades26 se registrou na comunidade
  11. Se você está vendo quedas de conexão e ping alto no Call of Duty: Modern Warfare 4 no PC, o mais provável é que o problema esteja ligado à rota até os servidores, à estabilidade da sua internet ou a algum gargalo local de rede, e não necessariamente ao hardware do computador. Em jogos online, CPU e GPU afetam desempenho gráfico, mas latência e desconexões dependem muito mais da conexão e do caminho até o servidor. Antes de mexer em configurações mais avançadas, vale testar o básico: usar cabo de rede em vez de Wi-Fi, reiniciar modem e roteador, fechar downloads e streams em segundo plano e verificar se outros dispositivos na casa estão consumindo banda. Também é importante manter drivers de rede atualizados e evitar sobrecarga no sistema com overlays, sincronizações em nuvem e aplicativos de voz mal configurados. Ajustes que costumam ajudarPrefira conexão por cabo sempre que possível.Desative downloads automáticos e atualizações durante as partidas.Teste DNS mais estável, se sua rede estiver com resolução lenta.Verifique se o NAT está aberto ou moderado, já que NAT restrito pode atrapalhar matchmaking e voz.Evite usar Wi-Fi em 2,4 GHz se houver muita interferência; 5 GHz tende a ser mais estável em curtas distâncias.Sobre VPN, ela pode ajudar em casos específicos, como rotas ruins até um servidor ou instabilidade causada pelo provedor, mas também pode piorar o ping se o túnel acrescentar distância ou sobrecarga. Em geral, VPN não é solução garantida para jogos competitivos; o ideal é testar apenas se você suspeitar de problema de rota, e sempre comparando com e sem VPN para medir diferença real. Atenção: mexer em portas, firewall, DNS ou configurações do roteador pode melhorar a conexão, mas mudanças erradas também podem piorar o acesso ao jogo. Se for alterar algo mais sensível, faça um ajuste por vez para identificar o que realmente ajudou.Se o problema for recorrente em horários específicos, isso reforça a hipótese de instabilidade do provedor ou sobrecarga dos servidores do jogo. Nesses casos, a melhor saída costuma ser combinar uma rede local mais limpa com testes de rota e, se necessário, trocar temporariamente de servidor/região quando o jogo permitir.
  12. lilking se registrou na comunidade
  13. O Nintendo Switch não é retrocompatível de forma nativa com mídias físicas ou digitais de consoles antigos da Nintendo, como cartuchos de NES, SNES, Nintendo 64, GameCube ou Wii. Na prática, isso significa que ele não roda esses jogos “originais” diretamente, como acontecia em alguns sistemas anteriores da marca. Para quem quer revisitar clássicos no Switch, as opções oficiais mais conhecidas são o Nintendo Switch Online, que oferece bibliotecas de jogos retrô em aplicativos dedicados, e as versões remasterizadas, relançamentos e coletâneas publicadas pela própria Nintendo ou por outras empresas. Em alguns casos, também há jogos clássicos disponíveis na eShop em edições adaptadas para o console. Emulação e preservaçãoSobre emuladores, existe uma diferença importante entre emulação como tecnologia e uso de software não autorizado. Emulação, por si só, é uma técnica legítima e muito usada para preservação, pesquisa e acesso a jogos antigos. O problema costuma estar na origem dos jogos, das BIOS e dos arquivos usados, especialmente quando há cópia, distribuição ou uso sem licença. No contexto do Switch, a Nintendo utiliza soluções oficiais de emulação para disponibilizar jogos clássicos dentro do serviço dela. Isso faz parte da estratégia de preservação e acesso controlado ao catálogo antigo. Já o uso de emuladores não oficiais no console entra numa área sensível: além de poder violar termos de uso, pode envolver arquivos protegidos por direitos autorais e não é algo que a Nintendo reconheça como preservação legítima. Resumo práticoRetrocompatibilidade nativa: limitada; o Switch não lê jogos antigos de cartucho ou disco de gerações anteriores.Opções oficiais: Nintendo Switch Online, relançamentos e coletâneas.Emulação: é uma tecnologia válida para preservação, mas o uso depende de legalidade e autorização dos conteúdos.Preservação no Switch: acontece principalmente por meio de serviços oficiais e relançamentos, não por suporte aberto a mídias antigas.Em resumo, o Switch é um bom ponto de acesso aos clássicos da Nintendo, mas não funciona como um console retrocompatível tradicional. Ele participa da preservação mais como plataforma de relançamento e emulação oficial do que como um sistema aberto para rodar jogos antigos diretamente.
  14. Se a VRAM está enchendo no Call of Duty: Modern Warfare 4, o caminho mais eficaz é reduzir primeiro os recursos que mais consomem memória de vídeo, sem mexer em tudo de uma vez. Em geral, os maiores vilões são texturas, streaming de texturas, sombras, reflexos e resolução de renderização. Uma boa base é começar com estas mudanças: Texturas em Médio ou Baixo, Texture Streaming desativado ou no mínimo, Shadow Quality reduzido, Screen Space Reflections desligado e Ambient Occlusion em baixo. Se o jogo tiver opção de VRAM target ou limite de uso de memória, deixe uma margem de segurança em vez de usar 100%. Ajustes que mais ajudamTexturas: baixe primeiro, porque são as que mais pesam na VRAM.Texture Streaming: desative se houver travamentos ou carregamentos agressivos.Sombras: reduza qualidade e distância de sombras.Reflexos e iluminação: diminua Screen Space Reflections e efeitos volumétricos.Resolução: use escala de renderização menor ou DLSS/FSR, se disponível.Outras medidas úteisAtualize o driver da GPU para a versão mais recente estável.Feche overlays e programas em segundo plano, como navegador, gravação e monitoramento pesado.Verifique se o jogo está usando a GPU dedicada correta, especialmente em notebooks.Limpe o cache de shaders do jogo e do driver, se houver corrupção ou engasgos persistentes.Evite rodar texturas em qualidade acima do que sua placa suporta com folga.Importante: se a VRAM da sua placa já fica no limite físico, não existe ajuste mágico que elimine totalmente o stuttering; o ideal é reduzir a carga gráfica até sobrar margem. Na prática, manter o uso abaixo do teto costuma dar mais estabilidade do que tentar preservar tudo no máximo. Se o objetivo for equilibrar qualidade e desempenho, a combinação mais segura costuma ser texturas médias, sombras baixas, reflexos desligados e upscaling ativado. Isso normalmente reduz bastante a pressão sobre a VRAM sem destruir a aparência geral do jogo.
  15. Na prática, as edições Deluxe e Ultimate quase nunca melhoram o desempenho competitivo em FPS como Counter-Strike, Valorant e Call of Duty. O que elas costumam trazer são itens cosméticos, moedas, passes de batalha, bônus de progressão ou acesso antecipado a conteúdos, mas isso não altera mira, recoil, hitbox, tempo de reação ou balanceamento. Para quem joga pensando em competitividade, a edição Standard normalmente já entrega tudo o que importa. O valor extra só costuma fazer sentido se você também liga para personalização, recompensas sazonais ou quer começar com alguns itens desbloqueados sem precisar grindar tanto. Diferenças na práticaStandard: jogo base, foco total no conteúdo principal.Deluxe: extras cosméticos e bônus de progressão, sem vantagem real de gameplay.Ultimate: pacote mais completo, geralmente com mais skins, moedas, passes ou acesso antecipado, mas ainda sem impacto direto na performance.Vale a pena para competitivo?Se o objetivo é subir rank, treinar e competir seriamente, o investimento mais útil costuma ser em periféricos, estabilidade de conexão e tempo de prática, não em edições mais caras do jogo. Já para quem gosta de colecionar skins, sentir que comprou uma versão “premium” ou quer um empurrãozinho de motivação, Deluxe e Ultimate podem valer pela experiência de consumo, não pela vantagem competitiva. Em resumo: para gameplay competitivo, Standard é suficiente; Deluxe e Ultimate são escolhas de conforto e conteúdo extra. Se a diferença de preço for alta, normalmente não compensa pensando em desempenho.
  16. renangatiboni se registrou na comunidade
  17. Sim, esse tipo de problema pode acontecer após atualizações, mesmo em um PC forte como o seu. Em jogos da franquia Call of Duty, a compilação de shaders pode voltar a ocorrer depois de patchs, troca de driver ou mudança de configuração gráfica, e isso costuma gerar stuttering, travadas e carregamento lento até o processo estabilizar. Como você já atualizou os drivers e verificou os arquivos, vale tentar algumas correções mais práticas. Primeiro, deixe o jogo concluir a compilação de shaders na tela inicial antes de entrar em partida. Depois, limpe o cache de shaders da GPU no Windows e, se possível, faça uma instalação limpa do driver de vídeo. Também ajuda desativar overlays como Discord, GeForce Experience, Steam Overlay e qualquer monitoramento em segundo plano, porque eles podem aumentar a instabilidade em alguns casos. Ajustes que costumam ajudarReiniciar a compilação de shaders dentro do próprio jogo após a atualização.Limpar o cache de shaders do DirectX e da GPU no Windows.Fazer instalação limpa do driver de vídeo, se o problema persistir.Desativar overlays e programas em segundo plano.Reduzir temporariamente algumas opções gráficas pesadas, como texturas muito altas, ray tracing e streaming de textura.Se o jogo estiver em SSD, melhor ainda, porque isso reduz o impacto do carregamento de shaders e de assets. Evite mexer em BIOS, overclock ou ajustes agressivos de energia antes de testar essas opções mais seguras, porque o problema pode estar apenas no cache corrompido ou na recompilação pós-update. Na prática, o que mais costuma resolver é: limpar cache, desativar overlays, reiniciar o processo de shaders e aguardar alguns minutos no menu principal até ele terminar. Se mesmo assim o stuttering continuar em todas as partidas, é bem provável que seja uma instabilidade do próprio patch e não falta de desempenho da sua RTX 3070 com Ryzen 7 5800X.
  18. 13gabrielcostamila alterou sua foto pessoal
  19. Ontem
  20. osvaldo alterou sua foto pessoal
  21. Alguns relatos de falhas no DualSense após atualizações do PS5 podem acontecer, mas isso não significa necessariamente um problema generalizado. Em muitos casos, os sintomas de desconexão ou de resposta tátil irregular estão ligados a emparelhamento, firmware do controle, interferência sem fio ou até configurações que foram alteradas após a atualização. O caminho mais seguro é começar pelo básico: reinicie o PS5, reconecte o DualSense com o cabo USB e verifique se há atualização disponível para o controle em Configurações > Acessórios > Controle (Geral). Também vale testar o controle com o console mais próximo, sem obstáculos, e desligar outros dispositivos Bluetooth por perto para reduzir interferência. O que vale verificarFirmware do DualSense: manter o controle atualizado costuma resolver falhas de conexão e comportamento estranho.Emparelhamento: remover o controle da lista de dispositivos Bluetooth e parear novamente pode corrigir instabilidades.Cabo USB: use um cabo que transmita dados, não apenas carregamento.Configurações do controle: confira intensidade da vibração e gatilhos adaptáveis nos menus do sistema e do jogo.Sobre desempenho e jogosQuanto a melhorias gerais de sistema ou desempenho em jogos, isso varia conforme a atualização específica e o jogo em questão. Nem toda atualização traz ganho perceptível de performance; muitas são focadas em estabilidade, compatibilidade e correções internas. Se algum jogo recebeu patch junto, aí sim pode haver melhora em carregamento, estabilidade ou uso dos recursos do DualSense. Atenção: se o controle continuar desconectando mesmo após atualização, pareamento מחדש e teste com outro cabo, o problema pode ser de hardware ou de interferência no ambiente, e não da atualização em si. Na prática, a melhor otimização após atualizar o PS5 é manter console e controle em dia, testar a conexão com fio para diagnóstico e ajustar as opções de vibração e gatilhos conforme o jogo. Se o comportamento persistir em vários títulos, o ideal é tratar como falha de conexão ou defeito do controle.
  22. sarai alterou sua foto pessoal
  23. Vale a pena se a sua ideia for revisitar a campanha, jogar casualmente ou aproveitar a nostalgia. Em hardware moderno, um Call of Duty antigo costuma rodar com folga, então o ganho principal não é “gráfico”, e sim a praticidade de jogar com FPS alto e carregamentos rápidos. O ponto de atenção é que, em jogos mais antigos, o que mais pesa hoje costuma ser compatibilidade, stuttering e suporte ao multiplayer, não desempenho bruto. Sobre DLSS e FSR, vale um ajuste importante: esses recursos normalmente não fazem parte de jogos antigos sem mods ou soluções externas. Então, na prática, o que mais ajuda é rodar em resolução nativa adequada, atualizar drivers, desativar overlays desnecessários e testar modo de compatibilidade se houver travamentos. Em muitos casos, o jogo já entrega FPS muito alto em PCs atuais, mas pode apresentar microengasgos por limitações do próprio motor ou por conflitos com Windows moderno. O que costuma funcionar melhorInstalar o jogo em SSD para reduzir carregamentos e pequenas pausas.Atualizar drivers de vídeo e o DirectX compatível com o título.Desativar overlays de Steam, Discord, GeForce Experience ou similares se houver stuttering.Limitar o FPS se o jogo ficar instável com quadros muito altos.Executar como administrador e testar modo de compatibilidade, se necessário.Se a sua prioridade for multiplayer competitivo, aí a resposta depende muito do estado da comunidade e dos servidores no momento. Em jogos antigos, isso pode variar bastante e nem sempre compensa como experiência principal. Já para quem quer uma campanha clássica com desempenho excelente em PC moderno, a volta costuma valer a pena sem grandes exigências de hardware. Atenção: antes de usar mods, patches não oficiais ou ajustes profundos, faça backup dos arquivos do jogo. Em títulos antigos, uma modificação errada pode causar corrupção de arquivos ou impedir a inicialização.Resumo direto: sim, vale a pena voltar se o foco for campanha, nostalgia e FPS alto; para multiplayer, só compensa se a comunidade ainda estiver ativa no seu horário e região.
  24. Sim, Call of Duty: Black Ops II é retrocompatível no Xbox Series X, então você pode jogar o título do Xbox 360 no console atual sem problemas de compatibilidade básica. Isso vale para a campanha e também para os modos multiplayer e Zombies, desde que você tenha o jogo original e acesso aos serviços necessários para os recursos online. Na prática, a experiência costuma ser boa, com carregamentos mais rápidos e maior estabilidade geral por causa do hardware do Series X. Como o jogo é antigo, ele não recebe melhorias oficiais específicas para a nova geração, então não espere upgrade gráfico nativo além do que o próprio sistema entrega por compatibilidade. O que observarCampanha: funciona normalmente em retrocompatibilidade.Multiplayer e Zombies: também são jogáveis, mas dependem da disponibilidade dos servidores e da base de jogadores.Desempenho: tende a ser estável, com tempos de carregamento menores.Limitações: não há remasterização nem melhorias oficiais de resolução ou taxa de quadros específicas para o Series X.Importante: se a sua intenção for jogar online, vale lembrar que a experiência pode variar bastante por causa da idade do jogo e da atividade dos servidores. Para jogar offline, a campanha e o Zombies local são a forma mais segura de aproveitar o clássico sem depender de terceiros.
  25. Se a ideia é discutir a campanha de Call of Duty: Modern Warfare 4, vale um ajuste importante: até onde vai o material oficial da série, não existe um Modern Warfare 4 lançado. O que existe é a trilogia original de Modern Warfare e, depois, os reboots mais recentes. Então, se você estiver se referindo a um possível “MW4” como continuação hipotética, a comparação precisa ser feita com base no que a franquia já construiu até aqui. Dentro desse contexto, os elementos que mais costumam marcar a série são ritmo cinematográfico, missões memoráveis, reviravoltas fortes e personagens com presença muito clara, como Price, Soap e Ghost. A narrativa funciona melhor quando mistura ação intensa com momentos de tensão e sacrifício, algo que a franquia faz muito bem. O ponto forte sempre foi fazer o jogador sentir que está no meio de uma operação global, mesmo que a história nem sempre seja profunda no sentido tradicional. O que mais pesa na narrativaPersonagens icônicos, que ajudam a dar identidade à campanha.Missões variadas, alternando stealth, combate aberto e set pieces.Clima de urgência, que mantém a história sempre em movimento.Reviravoltas e cenas marcantes, que ficam na memória do jogador.Comparando com outros jogos da franquia, a abordagem de Modern Warfare costuma ser mais cinematográfica e direta do que profunda em termos de desenvolvimento emocional. Quando a campanha acerta, ela entrega impacto, ritmo e personagens fortes; quando erra, pode parecer curta ou dependente demais de grandes momentos de ação. Em geral, a série se destaca mais pela execução das cenas e pela atmosfera do que por uma trama complexa ou totalmente inovadora. Então, se a pergunta é se uma eventual “MW4” superaria as expectativas, a resposta dependeria de manter esse equilíbrio: bons personagens, missões memoráveis e uma história com peso real. Sem isso, a campanha corre o risco de parecer só mais uma sequência de ação. Com isso, ela pode facilmente entrar entre as mais lembradas da franquia.
  26. Sim, vale a pena começar The Last of Us Part II no PS5 em 2026, especialmente se você gosta de jogos narrativos fortes, com boa direção de arte e combate bem polido. No console, a experiência fica mais confortável graças ao 60 FPS, aos tempos de carregamento menores e à apresentação visual mais limpa, o que ajuda bastante em um jogo tão focado em imersão. O principal ponto não é só técnico: a campanha ainda é muito relevante para quem quer uma história intensa, com personagens marcantes e clima pesado do início ao fim. Se você ainda não jogou, entrar agora não faz o título parecer “datado”; pelo contrário, ele continua sendo uma das experiências mais fortes do catálogo do PlayStation. Quando vale mais a penaSe você prioriza narrativa e atmosfera acima de mundo aberto ou multiplayer.Se quer jogar com melhor fluidez no PS5, aproveitando 60 FPS.Se já tem acesso pelo PS Plus ou encontra o jogo em promoção.Quando talvez não seja a melhor escolhaSe você não curte histórias mais pesadas e emocionalmente desgastantes.Se prefere jogos com ritmo mais leve e menos foco em drama.Se espera uma experiência totalmente nova em vez de um jogo já bastante conhecido.Resumo direto: para quem ainda não jogou, The Last of Us Part II segue sendo uma ótima escolha no PS5 em 2026. A versão no console melhora a experiência e a qualidade do jogo continua forte o bastante para justificar começar agora.

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.