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Sistemas Operacionais

  1. Clique no botão de pesquisa do Windows, depois digite "Executar" e clique sobre o aplicativo "Executar", que aparecerá como resultado da pesquisa. Outra opção que você tem é simplesmente pressionar as teclas Windows+R.
     
    No campo "Abrir", digite "%AppData%MicrosoftWindowsStart MenuProgramsStartup" (sem aspas) e depois clique em "OK". Uma nova janela do explorador de arquivos irá surgir, no entanto, vamos ignorá-la  por enquanto.
     
    Escolha um programa do seu computador que você queira abrir juntamente com a inicialização do Windows, clique com o botão direito sobre ele e então em "Copiar". Se você preferir, pode apenas selecioná-lo e pressionar as teclas Ctrl+C.
     
      Na pasta que abrimos com o aplicativo de execução do Windows, vamos colar o atalho para o aplicativo que queremos abrir juntamente com a inicialização do Windows, portanto, clique com o botão direito no diretório de arquivos dela e então clique em "Colar" ou, se você preferir, apenas pressione os botões Ctrl+V.
     
    Agora vamos verificar se o software está de fato na lista de programas a inicializar com o Windos, para isso, basta clicarmos com o botão direito sobre a barra de tarefas do Windows e então clicar sobre "Gerenciador de Tarefas".
     
    Como você pode perceber, o aplicativo já está na lista de softwares a inicializarem com o Windows 10. Caso você queira que ele não mais seja executado com o sistema operacional, basta clicar sobre ele e então sobre o botão "Desabilitar".
       
    Pronto! Agora você já sabe como habilitar a execução de aplicativos juntamente com a inicialização do Windows 10.
     
     
     
     
     
     
     
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    Por Chakal
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  2. A primeira coisa a descobrir é se você está ou não pronto para usar o Linux. Que você está lendo isso, é um bom sinal de que você tem forte inclinação para experimentar o Linux, e o lugar ideal para começar é com o Ubuntu.
      Embora o Linux não seja idêntico ao Windows, o Ubuntu é a distribuição Linux mais acessível, oferecendo uma interface de usuário intuitiva e um gerenciador de pacotes sólido.
    Se você está se sentindo corajoso para desbravar o sistema de código aberto, pode ter passado algum tempo pensando em como usar o Ubuntu em seu sistema operacional principal, ou até term cogitado substituir o Windows por completo. Mas migrar todos os seus dados do Windows para o Ubuntu não é muito simples, porém, com essa ferramenta, você pode manter os dois, e assim testar o Linux antes de tomar uma decisão definitiva ou não, se você quiser, pode ficar usando ambos os sistemas pelo tempo que desejar.
     
    Instalando o Ubuntu no Windows 10
    1) Ative o modo de desenvolvedor
    Clique em Iniciar > Pesquise "Windows Update" e abra o aplicativo. Clique em "Para desenvolvedores" e Ativar "modo de desenvolvedor". clique em Sim para aceitar a alteração;
     
     
    Reinicie sua máquina para instalação concluir.
     
      2) Instale o Subsistema do Windows para Linux
    Antes de instalar qualquer distribuições do Linux para WSL, você deve garantir que o "Windows subsistema para Linux" recurso opcional está habilitado:
    1. Abra o PowerShell como administrador;
     
     
     
    2. Execute o seguinte comando:
     
     
    3. Tecle 'Y' e Depois 'Enter' no seu teclado. Seu computador será reiniciado.
     
     
    4. Agora, para ativar esse recurso, vá o Painel de Controle > Programas e Recursos e Clique em "Ativar ou desativar recursos do Windows". Agora selecione "Subsistema do Windows para Linux", clique em OK e reinicie sua máquina.
     
       
     
     
    3) Instale o Ubuntu usando o comando bash
    Baixe o Ubuntu na Windows Store;
     
     
    Aguarde a instalação. Depois que a instalação for concluída, siga o aviso para inserir o nome de usuário e a senha. Após isso, você está pronto para rodar seus comandos linux.
    Instalar o comando Git como uma demonstração
    Vamos instalar a ferramenta git para confirmar se você pode realmente executar um comando linux.
     
     
    Como você pode ver, foi instalado com sucesso o git, e agora é possível executar um comando git. Existem outros comandos que você pode instalar ou ativar antes de começar a usá-los.
     
    Não gostei: como desinstalar o Ubuntu
    No caso improvável de você perceber que o Ubuntu Linux não ajuda em nada e foi um erro terrível instalá-lo, a melhor coisa que você pode fazer é voltar a usar apenas o Windows.
    O processo envolve fazer o backup de seus dados do Linux em um dispositivo externo e, em seguida, alternar para o Windows para excluir a partição e restaurar o MBR.
     
     
     
     
     
     
     
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    Por Chakal
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  3. Game mode do Windows 10
    Modo de jogo é um termo cunhado pela Microsoft para jogadores de computador. Este modo ajuda os usuários a usar a maior parte do recurso do sistema para o jogo, para que o jogador possa ter uma experiência de usuário muito melhor. Para se livrar de lags indesejadas, falta de velocidade de fotogramas, etc., este modo foi introduzido a partir da versão Windows 10 V1703.
    Depois de ativar o modo de jogo, seu computador usará a maior parte da CPU e GPU para rodar o jogo. Processos em segundo plano indesejados e não prioritários serão interrompidos automaticamente. Processos em segundo plano indesejados incluem varreduras aleatórias de antivírus, etc. - infelizmente, não há nenhuma opção para um usuário parar ou executar um processo em segundo plano específico, mas o modo de jogo ativado resolverá esse problema.
        Como ativar o Game Mode
    Passo 1. Aperte a combinação de teclas WinKey + G para abrir a barra de jogos (Game Bar). Aparecerá uma janela perguntando se você quer abrir a barra de jogos. Marque a opção "Sim, isso é um jogo";
    Passo 2. Depois que a barra de jogos for aberta, clique no ícone de engrenagem para acessar as configurações;
     
     
     
    Passo 3. Na aba "Geral" da tela de configurações, marque a opção "Lembre-me de que isso é um jogo".
    Agora feche a caixa de diálogo, dispense a Barra de Jogos, se você não estiver usando para mais nada, e pronto. A partir de então, o Modo Jogo estará ativo toda vez que você iniciar o jogo.
     
    Como desativar o Game Mode
     1. Na barra de pesquisa do sistema, digite "regedit" (sem as aspas) e aperte Enter. Isso abrirá o editor de registro do Windows 10;
     
     
     
    2. Navegue até a pasta
    ComputadorHKEY_CURRENT_USERSOFTWAREMicrosoftGameBar
      Será necessário criar uma nova chave. Para fazer isso, clique com o botão direito no painel direito, selecione "Novo" e depois "Valor DWORD (32 bits)". Chame o novo valor de "AllowAutoGameMode" (atenção às maiúsculas);
     
     
     
    3. Clique com o botão direito no novo valor e selecione a opção "Modificar". No campo "Dados do Valor", você verá o número 1 ou 0. Se você quiser desativar o Game Mode, basta colocar "0" nesse campo e confirmar a alteração.
     
     
    Em seguida, você pode fechar todas as janelas e reiniciar o computador para que o "Modo Jogo" seja desativado. Caso algum dia você queira reativá-lo, basta voltar até esse lugar e mudar o valor de volta para 1.
    O Game Mode é eficiente?
    O modo de jogo não tem um grande impacto nos sistemas mais avançados, mas se você está propenso a várias tarefas ou tem muitos processos em execução em segundo plano, o Modo de jogo pode ser útil para você. 
    Além disso, a Microsoft tem planos para melhorar o recurso em atualizações subseqüentes, então vale a pena saber utilizar esta ferramenta.
    Embora o Modo de Jogo não faça uma grande diferença para a maioria dos jogos, se você estiver propenso a realizar tarefas pesadas em segundo plano, ou se estiver usando um PC de baixas especificações, sem muita sobrecarga para jogos, o Modo de Jogo poderá ser útil.
     
     
     
     
     
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    Por Chakal
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  4. Dual Boot
    Existe uma alternativa aos emuladores do Android que oferece versões mais recentes do Android, mas a configuração é um pouco mais complexa. Chamado de "Dual Boot" (inicialização dupla), esse recurso transforma efetivamente o seu computador Windows em um dispositivo Android. Você terá a opção de inicializar no Android quando ligar o computador, e o Android funcionará exatamente como no seu smartphone ou tablet.
    Entretanto, não é tão simples quanto instalar o Android nativo. Como o hardware de computador como processadores Intel, placas gráficas e discos rígidos físicos precisam ser adicionados por um desenvolvedor de terceiros no Android, você precisará encontrar uma distribuição personalizada que suporte sua máquina.
      Phoenix OS
     
     
     
    Como o Remix OS, agora extinto, o Phoenix OS é um sistema operacional Android 7.1 ou 5.1 completo, que roda em sua máquina Windows. Isso oferece a funcionalidade de um sistema operacional de desktop, além de toda a compatibilidade com aplicativos Android. Veja como se preparar para usá-lo.
    Etapa 1: Vá na página de downloads do Phoenix OS e baixe o instalador mais recente para o seu PC. Escolha o arquivo .exe ou .ISO para a versão do Android que você preferir.
    Etapa 2: Crie uma nova partição para a instalação do Phoenix OS. 
    Etapa 3: Execute o instalador do Phoenix OS e instale-o na nova partição. Como alternativa, crie uma unidade USB inicializável e instale-a na inicialização.
      Etapa 4: Escolha uma letra do volume e o tamanho do volume que você deseja criar.
     
     
     
    Etapa 5: Aguarde a conclusão do processo de instalação. Em seguida, reinicie e escolha Phoenix OS no menu de inicialização. As versões mais recentes do Phoenix OS vêm pré-carregadas com a Google Play Store, então faça o download de seus aplicativos a partir de lá e pronto!
    Android-X86
     
     
     
    O Android-x86 é um projeto de código aberto que busca suportar a versão mais recente do Android no hardware do Windows.
      A versão mais recente do Android-x86 adiciona um suporte aos recursos de notificação do Google, gerenciamento mais inteligente de aplicativos em segundo plano, seleção inteligente de texto e aceleração de hardware do OpenGL ES 3.x para gráficos Intel, AMD e Nvidia.
    Embora as personalizações no sistema operacional Android sejam mínimas, a equipe do Android-x86 adicionou alguns ajustes significativos para fornecer ao Android uma interface semelhante à da área de trabalho. Esta versão vem com recursos como um novo iniciador da barra de tarefas, e os aplicativos também podem ser iniciados em janelas redimensionáveis, em vez de apenas em tela cheia.
    O Android-x86 também permite que você personalize o Android ao seu gosto. Você pode instalar temas de terceiros, telas iniciais e muito mais sem ter que se preocupar se eles funcionam bem juntos - ao contrário do Remix OS.
     
     
    Etapa 1: Primeiro, verifique se o disco rígido do seu computador possui pelo menos 2 GB de espaço livre. Para isso, vá em Configurações > Sistema > Armazenamento e confira o espaço livre (à direita);
     
     
     
    Se o espaço estiver OK, faça o download da ISO Android-x86 mais recente.
    Etapa 2: Faça o download do Unetbootin. Abra o UNetbootin e selecione o arquivo ISO do Android-x86 que você baixou anteriormente. Selecione a unidade USB na lista de opções e clique em OK.
     
     
     
    Etapa 3: Reinicie o computador e selecione Inicializar na tela de Seleção de dispositivo de inicialização. Em seguida, selecione sua unidade flash. No menu UNetbootin, selecione Instalar Android-x86 no disco rígido.
    Etapa 4: Selecione a partição ou o local no qual você deseja instalar o Android-x86. O programa perguntará se você deseja formatar o disco; se você não tiver certeza, não formate.
    Etapa 5: Você será perguntado se deseja instalar o GRUB. Selecione Sim e Sim novamente. Você será questionado agora se deseja "tornar o sistema r / w", que permite ao Android-x86 ler e gravar dados no seu disco rígido. Selecione Sim.
    Etapa 6: Reinicie o computador pela segunda vez. Depois de instalado, use a loja Google Play para instalar aplicativos Android como desejar.
    Como executar aplicativos Android no Windows 10 usando o Google Chrome e o plug-in ARC Welder
     
     
     
    Este método executa aplicativos Android usando um plug-in no navegador Chrome do Google. Os aplicativos são abertos diretamente em uma nova janela, como se fossem aplicativos nativos do Windows 10.
    Etapa 1: O plug-in do Chrome que você precisa se chama ARC Welder. 
    Etapa 2: Em seguida, clique em Adicionar ao Chrome e confirme. Isso fará o download e instalará o ARC Welder.
     
     
     
    Etapa 3: Quando terminar de instalar o aplicativo no Chrome App Launcher, você também pode procurá-lo diretamente na barra de pesquisa do Windows. Quando você tiver seus arquivos APK disponíveis, basta instalar.
     
     
     
    Etapa 4: Para executar aplicativos Android, basta iniciar o ARC Welder e escolher Adicionar seu APK para selecionar seu arquivo.
    Etapa 5: O ARC Welder detecta o aplicativo e oferece algumas opções simples, como orientação, fator de formulário e acesso à área de transferência.
    Etapa 6: Clique em Iniciar aplicativo e ele será iniciado instantaneamente em uma nova janela.
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    Por Chakal
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  5. Como criar um novo usuário no macOS com as Preferências do Sistema
    Não importa se você é novo ou é um usuário experiente do Mac, criar outra conta ou alterar privilégios é um processo muito simples. Para criar uma nova conta de usuário no macOS, basta seguir as etapas abaixo para adicionar rapidamente um novo usuário.
    Etapa 1. Clique no ícone da Apple. Se você tiver problemas para encontrá-lo, procure no canto superior esquerdo da tela.
     
     
     
    Etapa 2. No menu suspenso, selecione Preferências do Sistema.
     
     
    Etapa 3. Clique em Usuários e Grupos.
     
     
     
    Etapa 4. Para fazer alterações no menu Usuários e grupos, primeiro é necessário desbloqueá-lo. Para fazer isso, clique no botão do cadeado localizado no canto inferior esquerdo da janela.
     
     
     
     
    Etapa 5. Digite a senha associada à sua conta de administrador e pressione o botão Desbloquear quando estiver pronto.

     
      Etapa 6. Para adicionar um novo usuário no Mac, clique no botão pequeno mais. Você o encontrará no lado esquerdo das janelas Usuários e Grupos, abaixo do pictograma da casa.
     
     
     
    Etapa 7. Selecione o seu tipo de conta. Você pode escolher entre somente compartilhamento, grupos, padrão e gerenciados com o controle dos pais.
     
     

     
    No modo Padrão, o novo usuário poderá instalar aplicativos e alterar as configurações gerais. Ainda assim, o usuário não poderá criar outras contas de usuário, desinstalar aplicativos ou mexer nas configurações dos outros usuários. Em Gerenciado com Controle Parental, você estará no controle total do que acontece nessa conta de usuário. Por exemplo, o recurso de controle dos pais permitirá definir limites de tempo, barrar o acesso a determinados sites ou restringir ações específicas definidas pelo usuário, como adicionar um novo contato sem a pré-aprovação do administrador. Use esse tipo de conta se desejar que seu filho use a máquina com segurança. No modo Apenas compartilhamento, o usuário recém-criado poderá visualizar e acessar arquivos compartilhados de longe apenas. Não é possível efetuar login no computador, alterar as configurações do usuário, criar novas contas ou executar outras ações. No modo Grupo, você poderá conceder os mesmos privilégios de acesso a mais de um usuário. Por exemplo, se seus colegas de trabalho precisarem de acesso rápido a alguns de seus documentos, você poderá criar um grupo "ausente do escritório" para eles com privilégios limitados. Etapa 8. Quando terminar de selecionar o tipo de conta, escreva os nomes completo e da conta nos campos apropriados.
     
     
     
    Etapa 9. Defina uma senha apropriada. Agora, se você já possui uma conta Apple ID, pode optar por entrar na sua conta Mac local recém-criada.
    Etapa 10. Revise os detalhes. Quando terminar, clique no botão Criar Usuário para concluir o processo.
    Parabéns! Você criou um novo usuário no seu computador Mac.
    Mais sobre o Controle Parental
    O controle parental não é apenas para crianças; é uma ótima maneira de controlar o uso de seu computador por qualquer pessoa, inclusive os adultos. Com esse recurso, você pode barrar determinados sites, restringir o acesso a algumas funções ou até impedir a instalação de alguns aplicativos.
    Para usar o controle parental, quando você terminar de criar a conta, basta pressionar o botão rotulado como controle parental na janela direita, e escolher as opções adaptadas às suas necessidades.
    No Mojave, o menu de controle parental ainda possui uma permissão para jogar multiplayer. Se ativado, o titular da conta pode jogar qualquer tipo de jogo online, obviamente.
    Algumas outras coisas que você pode controlar no modo de controle parental:
    Permitir ou bloquear o uso da câmera embutida. Limite o uso de correio na lista de contatos. Use o botão Gerenciar para escolher contatos confiáveis. Limite de aplicativos no seu Mac. Use o menu suspenso Permitir aplicativos para selecionar os aplicativos que seu novo usuário poderá gerenciar, acessar e controlar. Outras funções: páginas da web, lojas, cronômetro e privacidade.  
     
     
    Você sempre poderá atualizar o tipo de conta, seja ela de administrador, padrão, controle parental, apenas compartilhamento ou de grupo. Para isso, vá em "Usuários e grupos", selecione a conta recém-criada e marque a caixa ao lado da opção "Permitir que o usuário administre este computador".
     
     
     
    Você deve inserir o nome de usuário e a senha associados a uma conta de administrador ativa. Não se esqueça de clicar no botão de cadeado desbloqueado no canto inferior esquerdo da tela para confirmar as alterações.
    Como criar um novo usuário no Mac pelo Terminal
    Há mais de uma maneira de criar um novo usuário no Mac. Assim como no Windows, onde você pode usar o CMD, no Mac pode usar o chamado "Terminal" para criar uma conta de usuário, como você pode conferir no tutorial abaixo.
    Etapa 1. Abra o Terminal indo em Launchpad > Outros > Terminal.
     
     
     
    Etapa 2. Digite a seguinte linha:
    sudo dcsl. -criar Usuários Nome de usuário Usershell / bin / bash Pressione Enter para continuar.
    Etapa 3. Digite a seguinte linha:
    sudo dscl. -criar / Usuários / nome de usuário RealName "Nicky Summer" Obviamente, você precisará alterar a string "Nicky Summer" pelo nome real do usuário. Quando estiver pronto, pressione o botão Enter para continuar.
    Etapa 4. Digite ou cole a seguinte linha:
    "Sudo dscl. -criar / Usuários / nome de usuário UniqueID 1001 Etapa 5. Digite ou cole a seguinte linha:
    sudo dscl. -create / Users / nome de usuário PrimaryGroup ID 1000 Pressione Enter para continuar.
    Etapa 6. Digite ou cole esta linha:
    sudo dscl. - create / Users / nome de usuário NFSHomeDirectory / Local / Usuários / nome de usuário Este comando permitirá que você crie uma pasta inicial para o usuário recém-criado.
    Etapa 7. Digite ou cole a seguinte linha:
    sudo dscl. -passwd Users nome de usuário senha Obviamente, você precisará substituir a string de "senha" por qualquer coisa que quiser. Quando estiver pronto, pressione "Enter" para continuar.
    (Opcional) Para conceder os privilégios de administrador do usuário recém-criados, você precisará digitar ou colar a seguinte linha:
    sudo dscl. -append / Groups / admin Nome de usuário do GroupMembership Pressione Enter para continuar.
    Parabéns! Agora você sabe como criar um novo usuário de Mac usando o Terminal.
    Bônus
    Se você sair da sua conta de administrador e não conseguir entrar, a maneira mais rápida de voltar a usar seu computador é usar uma conta de administrador reserva.
    Não se preocupe; você ainda poderá criar uma conta sobressalente do Mac, mesmo se estiver bloqueado. No entanto, isso requer a execução de um ambiente de inicialização chamado Modo de Usuário Único; pense nisso como a versão do Mac do modo de segurança do Windows com prompt de comando, apenas que, nesse caso, o CMD é substituído pelo Terminal. Aqui está o que você precisa fazer.
    Etapa 1. Reinicie o seu Mac.
    Etapa 2. Durante a tela boo, mantenha pressionadas as teclas CMD + S.
    Etapa 3. Aguarde o Terminal terminar de exibir as linhas de comando.
    Etapa 4. Role para baixo e digite a seguinte vida após ": / root #":
    / sbin / mount -uw / Pressione Enter para continuar. Este comando permitirá montar ou carregar os arquivos e pastas no seu computador.
    Etapa 5. Agora é hora de iniciar o seu Mac no modo de usuário único. Com isso você vai enganar o seu computador, informando que essa é sua primeira inicialização. Para fazer isso, você precisará excluir um arquivo especial, que informa ao Mac se esta é sua primeira inicialização ou não. Não se preocupe - a remoção deste arquivo não vai estragar seu Mac.
    Etapa 6. Digite ou cole a seguinte linha:
    rm / var / db / .applesetupdone Quando estiver pronto, pressione a tecla Enter.
    Etapa 7. Reinicie o seu Mac.
    Etapa 8. Pressione a tecla Enter para continuar com o processo de inicialização.
    Etapa 9. Quando o carregamento for concluído, a tela de criação da conta será exibida, solicitando que você preencha os detalhes da sua nova conta de administrador. Digite seu nome completo, nome da conta, senha + confirmação e uma dica de senha. Quando terminar, pressione Enter para entrar na seção de seleção de contas.
    Etapa 10. Clique na conta de usuário recém-criada.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
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    Por Chakal
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  6. Onde e como baixar fontes no Mac
    Antes de instalar novas fontes no Mac, você precisará localizá-las e baixá-las no seu Mac. Existem muitos sites de fontes online. A maioria é grátis, mas algumas fontes são realmente raras e legais, e podem ter um custo. Aqui estão alguns bons sites de fontes:
    MyFonts - Aqui você encontra centenas de fontes para Mac, livres de royalties e não.
    Fontes do Google - Aqui está uma rica coleção de fontes gratuitas para Mac.
    FontSquirrel- Pesquise e revise centenas de fontes grátis para Mac.
    1001freefonts - Existem fontes mais bonitas para Mac, gratuitas para uso pessoal.
    Importante: Ao baixar fontes gratuitas, leia o Contrato de Licença. Se estiver escrito "apenas para uso pessoal", você não poderá usá-lo legalmente em projetos comerciais.
    Ao pesquisar novas fontes para Mac, verifique se são compatíveis com o macOS. Para isso, observe o nome do arquivo e, se terminar com ".ttf" ou ".otf" ou ".ttc", é compatível.
    Depois de encontrar as fontes que você gosta, faça o download delas como qualquer outro arquivo. Geralmente, as fontes vêm em arquivos .zip compactados, que você pode descomprimir com um clique duplo.
      Após o download dos arquivos com novas fontes no seu Mac, é só instalá-las.
    Veja como instalar uma nova fonte no seu Mac usando o Font Book
    Antes de instalar qualquer fonte, você precisa baixá-las. Alguns já estão disponíveis para download no aplicativo Font Book. Você pode baixar outros arquivos de fonte de sites como DaFont (sobre o qual falamos mais abaixo), FontSquirrel e muitos outros.
     
       
     
    Depois de baixar um arquivo de fonte:
    1. Clique duas vezes na fonte que você baixou no Finder - isso abrirá uma nova janela de visualização.
    2. Clique em "Instalar fonte".
    O seu Mac validará a fonte e, se for bem-sucedida, será instalada no seu Catálogo de Fontes. Em seguida, você poderá usar essa fonte com qualquer um dos seus aplicativos.
    Se você quiser voltar e verificar a quais fontes você tem acesso ou disponibilizá-las para outras contas de usuário no seu computador, precisará voltar ao Catálogo de Fontes. Você pode chegar lá através da barra de ativação, localizada na barra de aplicativos, na parte inferior da tela.
    A partir daí, você pode acessar as Preferências do livro de fontes para permitir que outro usuário acesse as fontes recém-baixadas.
    Como instalar fontes no Mac usando o Catálogo de Fontes
    Quando os arquivos com novas fontes são baixados, você pode adicioná-las ao sistema Mac para começar a usá-las. A maneira mais fácil (e recomendada) de adicionar fontes ao Mac é usar o Font Book - um aplicativo de gerenciamento de fontes pré-instalado no macOS.
    1. Abra o Spotlight (Command + Barra de espaço) e pesquise por Font Book. Clique duas vezes em cima do aplicativo para abrí-lo.
     
     
     
    2. quando a janela do Catálogo de fontes for aberta, você poderá explorar todas as fontes atuais, observando-as em ordem alfabética, uma das opções na seção "Coleção inteligente" ou em uma das categorias gerais do Font Book. Ao encontrar uma font que não esteja instalada, basta clicar em "Transferir".
     
     
     
     
    Instalando novas fontes no seu Mac usando o Da Font
    O DaFont é um banco de dados de fontes popular e gratuito. Para aqueles com Mac OS X 10.3 ou superior, a instalação é fácil:
    1. Acesse dafont.com.
    2. Procure ou pesquise sua fonte preferida.
     
     
    3. Clique duas vezes em "Download" para obter o arquivo da fonte - isso solicitará o download de uma unidade zip, clique duas vezes para abri-lo.
    4. Clique duas vezes na nova pasta em seus downloads e clique duas vezes no nome da fonte - outra janela pop-up aparecerá com uma visualização da fonte.
    5. Clique em "Instalar fonte" na parte inferior da visualização.
     
     
     
    Esse processo também fará o download da nova fonte para o Catálogo de Fontes, tornando-a facilmente acessível para todos os aplicativos do seu Mac.
    Como visualizar fontes no Mac
    Ao instalar muitas fontes no seu Mac, nem sempre é fácil escolher a correta para o seu projeto de negócios ou para suas necessidades pessoais. É aí que a visualização da fonte entra em cena. A melhor maneira de visualizar novas fontes para Mac é usar o aplicativo Font Book:
    1. Use o Spotlight para localizar e executar o Font Book.
     
     
     
    2. Clique na fonte que você deseja visualizar (as fontes estão listadas na coluna central da janela). A visualização será exibida na parte direita da janela.
     
     
     
     
    Para alternar entre os diferentes modos de visualização, clique nos botões de linhas, grade ou tipo letra no canto superior esquerdo da janela.
    Como desativar e remover fontes no Mac
    Ter mais fontes para Mac instaladas fornece mais opções estilísticas, mas quando em demasia, fica mais difícil e mais demorado escolher a fonte correta e, por fim, causa confusão no seu trabalho.
    É por isso que saber gerenciar com eficiência as fontes no Mac é tão importante quanto saber instalá-las. Para evitar a confusão do sistema, sugerimos que você desative ou remova completamente as fontes que você não usa.
    Lembre-se de que você não tem permissão para remover ou desativar as fontes do sistema. Você pode gerenciar apenas as fontes que você adicionou.
    Então você tem duas opções: desativar e excluir.
    Remover fontes no Mac significa excluí-las do seu sistema. Caso precise de uma fonte removida posteriormente, será necessário instalá-la novamente. Entretanto, ao desativar fontes no Mac, elas permanecerão no seu sistema, mas não serão mais listadas nos aplicativos
    Para remover ou desativar as fontes no Mac, faça o seguinte:
    1. Inicie o Font Book.
     
    2. Escolha a fonte / fontes que você deseja remover.
     
    3. Clique com o botão direito do mouse sobre ela.
     
    4. Clique em "Desativar" ou "Remover" na janela pop-up.
     
       

     
     
     
     
     
     
     
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    Por Chakal
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  7. Usando comandos do teclado
    Os atalhos do teclado MacOS são a maneira mais fácil e rápida de fazer diversas coisas no macOS, e se você é um novato, recomendo a leitura do artigo. Dentre essas coisas, incluí-se a captura de tela, seja a tela inteira ou apenas uma parte dela.
    Por padrão, todos as capturas de tela são salvas na área de trabalho (Mesa), mas se você deseja apenas copiar a tela para a área de transferência, não se preocupe, pois há uma maneira de fazer isso também. Para isso, mantenha pressionada a tecla Control enquanto executa qualquer uma das combinações de teclas que vamos explicar melhor abaixo.
    5 Maneiras diferentes de capturar a tela no macOS (Print Screen)
    1. Captura de tela inteira e salve na área de transferência
    Se você quer capturar toda a área da tela e salvá-la na área de transferência, clique em "Command + Control + Shift + 3".
     
     
    2. Captura de parte da tela e salve na área de transferência
    Este método o ajudará a capturar uma área selecionada da tela, ou seja, você pode capturar apenas uma parte da tela, e não ela inteira. Esse é um método um pouco mais "avançado", mas é muito útil se você se acostumar.
    Capture a área de tela selecionada e salve-a na área de transferência (Mesa) para uso posterior em aplicativos. Clique em Command + Control + Shift + 4 + e arraste com o mouse. Capture a área selecionada da tela e salve-a na área de transferência.
    Pressione o Command + Control + Shift + 4 (para versões mais antigas do Mac, use a tecla Apple ⌘ + Control + Shift + 4), tudo ao mesmo tempo. Você notará que o cursor do mouse muda para "+" com coordenadas de pixel no lado direito. Clique e arraste a caixa ao redor da seção que você deseja capturar, e solte o botão do mouse quando terminar. Agora a captura de tela é salva na área de transferência, podendo ser colada (Command + V) em aplicativos. 3. Capture parte da tela e salve na Mesa
    Para fazer a captura de apenas uma parte da tela e salvar ela na Mesa, use a combinação de teclas Command + Shift + 4. Ao fazer isso, arraste com o mouse e capture a área selecionada da tela. Ela ficará salva como uma imagem na sua área de trabalho.
    Pressione Command + Shift + 4 (para versões mais antigas do Mac, use a tecla Apple ⌘ + Shift + 4) ao mesmo tempo. Você notará que o cursor do mouse muda para "+" com coordenadas de pixel no lado direito. Clique e arraste uma caixa ao redor da seção aonde você deseja capturar, e solte o botão do mouse quando terminar. A captura de tela é salva em um arquivo PNG na área de trabalho. 4. Capture a tela de uma janela de aplicativo específica e salve na área de transferência
    Este comando salvará a captura de janela específica para cópia em um aplicativo. Para isso, use a combinação de teclas Command + Control + Shift + 4 + Barra de espaço + Clique do mouse.
     
    Use o atalho Command + Control + Shift + 4. Você notará que o cursor do mouse muda para "+" com coordenadas de pixel no lado direito. Agora com a barra de espaço (esse botão muito amplo no teclado). A janela aonde você passa o mouse fica avermelhada, isso significa que esta área está selecionada. Para capturá-la, basta clicar com o mouse. A captura de tela está salva na sua área de transferência para uso posterior em aplicativos.  
     
     
     
    5. Capture a tela de uma janela específica e salve na Mesa
     
      Usando o atalho Command + Shift + 4 + Barra de espaço + Clique do mouse você captura uma janela específica da tela e salva como um arquivo de imagem na área de trabalho.
     
      Clique ao mesmo tempo em Command + Shift + 4. Você notará que o cursor do mouse muda para "+" com coordenadas de pixel no lado direito. Agora com barra de espaço. Você notará que a janela fica avermelhada quando você passa o mouse sobre ela. Basta um clique para capturar esta janela. A captura de tela é salva em um arquivo PNG na área de trabalho. Você não precisa memorizar todos esses métodos, basta escolher a melhor solução para você e gravar os comandos. Eu por exemplo, gosto muito do terceiro método, que captura parte da tela e salva como imagem. Mas, se você quer ter o domínio de diversos métodos, basta escrevê-los em um pedaço de papel e deixar este bilhete visível quando estiver usando seu Mac.
    Como mudar o formato padrão das capturas de tela no macOS?
    Alguns dos métodos mencionados acima salva as capturas de tela como imagens em PNG. Este formato de arquivo proporciona a melhor qualidade de imagem, mas as imagens ficam grandes e pesadas. Se a ideia é enviar as imagens por e-mail, por exemplo, isso pode ser um problema.
    Existe uma solução para isso, pois você pode alterar o tipo de arquivo padrão para capturas de tela usando um simples comando de terminal. Toda instalação do macOS inclui o terminal, que você pode encontrar em Aplicativos > Utilitários. Ou use a pesquisa do Spotlight para encontrar o "Terminal" mais rapidamente.
    A maioria dos principais formatos de imagem é suportada por essa função do seu Mac, incluindo PNG, PDF, GIF, TIFF e JPG. O JPG é um formato comum, e produzirá um tamanho de imagem menor que o PNG, mas ainda com boa qualidade.
     
     
     
     
     
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    Por Chakal
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  8. Por que você precisa fazer backup?
    Uma cópia dos seus dados não possui cópias. Isso ocorre porque os discos rígidos e as unidades de estado sólido (SSD) falham. Duas cópias dos seus dados são basicamente uma cópia, pois existe a chance de ambas falharem ao mesmo tempo.
    Para garantir a segurança dos seus dados, você deve fazer backup deles de maneira a minimizar a chance de perdê-los. Realisticamente, isso significa um backup local, bem como um backup na nuvem.
      Backup local
    Um backup salva os dados no seu Mac e copia eles em outra unidade física. Ambas as cópias estão no mesmo local, para que você possa facilmente fazer o backup quando precisar, e mantê-lo atualizado ou restaurá-lo se acontecer um imprevisto. Existem algumas maneiras de fazer um backup local. Aqui vamos usar o Time Machine, uma ferramenta embutida da Apple.
    O que é o Time Machine?
    O Time Machine é a maneira mais fácil de fazer um backup local. Como está embutido no macOS, não há software adicional para comprar; você só precisa de uma unidade externa (pen drive ou HD externo) para começar. O Time Machine ainda é suportado por dispositivos populares de armazenamento em massa (NAS), para que possa ter acesso quando precisar.
    O Time Machine faz do backup do seu Mac uma espécie de experiência de configurar e esquecer. Uma vez ativado, você literalmente não precisa fazer mais nada. Você só precisa de um disco rígido externo para armazenar os backups.
    Como fazer backup com o Time Machine
    1. Conecte um disco rígido externo ao seu Mac
    Você precisará de uma unidade com pelo menos o mesmo tamanho da unidade interna do seu Mac. Atualmente, com o armazenamento bastante barato, tente usar uma unidade de duas a quatro vezes o tamanho da unidade que você está fazendo backup. Conecte seu disco rígido externo (via USB, FireWire ou Thunderbolt, dependendo da sua unidade). Você também pode usar o Time Machine com um disco rígido externo conectado a um roteador Airport Extreme, com um dispositivo de rede AirPort Time Capsule ou com outras unidades de rede.
      2. Abra o Time Machine depois que a unidade externa estiver conectada, indo em Preferências do Sistema > Time Machine e escolha o destino do backup em "Selecionar Disco".
     
     
     
    O Time Machine perguntará se você deseja usar o disco como destino de backup, e terá a opção de criptografar os backups com uma senha.
     
     
     
      A unidade precisa ser formatada como Mac macOS Extended (Journaled); caso contrário, o Time Machine solicitará que você reformate a unidade (o que apagará todos os arquivos nela!).
     
     
     
    3. (Opcional): exclua itens ou seja notificado sobre exclusões antigas de backup. O botão "Opções" no Time Machine permitirá excluir volumes dos backups ou receber notificações quando os backups antigos forem excluídos.
    4. Aguarde e o Time Machine vai fazer seu trabalho. O tempo pode ser visto na janela.]
     
     
     
    Com essas opções selecionadas, os backups acontecem automaticamente a cada hora. O Time Machine mantém:
    Backups por hora nas últimas 24 horas Backups diários do último mês Backups semanais para todos os meses anteriores Backup na nuvem
    Vivemos na era da Internet e, embora os backups locais e externos sejam uma solução boa o suficiente para recomendá-los, há vantagens consideráveis em ir para a nuvem.
    Semelhante ao Time Machine, o backup online "simplesmente funciona". Você paga por uma assinatura, faz o download de um utilitário, inicia-o e, em seguida, despeja em segundo plano, copiando seus dados para os servidores gigantes, e atualizando-os conforme e quando necessário. Normalmente, também existe uma opção para enviar ou receber discos rígidos, se você tiver uma grande quantidade de dados, para começar ou no caso de precisar se recuperar.
    O BackBlaze (US$ 6 / mês) e o Carbonite (US$ 6 / mês para um PC) são como clonagem de disco na nuvem. Já o iCloud, o Dropbox, o Google Drive são como copiar alguns arquivos importantes. A maioria deles possui planos gratuitos e baratos. Eles são muito úteis para manter seus arquivos em segurança, mas não servem necessariamente para um backup completo.
    Entretanto, se você quer apenas salvar seus arquivos no iCloud, basta logar sua conta em Preferências do Sistema > iCloud.
    Verifique se o iCloud Drive está ativado e clique em Opções.
     
     
     
    Selecione "Pastas Mesa e Documentos".
     
       

     
     
     
     
     
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  9. Uma senha ou um código PIN podem ser difíceis de serem descobertos, mas ao mesmo tempo, pode ser custoso de lembrar deles. Hoje em dia são tantos sites e apps com senhas que fica difícil de lembrar a password de cada um deles (caso você não pratique o mal hábito de colocar o mesmo código em tudo). E o pior cenário possível é quando você esquece uma combinação de números que é fundamental para acessar o conjunto de ferramentas que é essencial para o seu trabalho, um exemplo disso é quando você vai acessar o Windows 10 e esquece o código para acessar o sistema operacional.
    Caso você tenha perdido o papel onde você anotou a senha para acessar o Windows em seu computador ou não lembre dela, saiba que é possível alterá-la para recuperar o acesso. Veja como abaixo:
     
    Redefinindo o PIN do Windows 10 quando não está logado
    Caso você tenha adicionado um código PIN à sua conta pessoal da Microsoft, para facilitar o login nos dispositivos, mas esqueceu a combinação de caracteres para acessar o desktop, por exemplo, siga os seguintes passos:
    Passo 01: Acesse a tela de login do Windows e selecione "Esqueci meu PIN" ("I Forgot My PIN")
       
       
    Passo 02: Insira a senha da sua conta da Microsoft. É possível inserir o password da conta existente ou pedir para que a Microsoft envio um novo código por e-mail.
     
       
    Passo 03: Coloque o código de segurança no campo de texto e selecione "Verificar" ("Verify"). Em seguida, coloque o seu novo código PIN duas vezes. Com o PIN redefinido, você poderá utilizar o dispositivo.
     
    Redefinindo o PIN do Windows 10 quando já esta logado
    Caso você já tenha acesso ao dispositivo, mas mesmo assim, ainda queira redefinir o código PIN, siga os passos abaixo:
      Passo 01: Clique no menu iniciar e selecione a engrenagem (configurações do Windows) no lado esquerdo.
       
    Passo 2: Com a janela de configurações do Windows aberta, selecione "Contas" ("Accounts"). Em seguida, selecione "Opções de entrada" ("Sign-In Options") > PIN do Windows Hello > Esqueci meu PIN ("I Forgot My PIN").
       
    Passo 03: Agora basta digitar a sua senha da Microsoft para poder ser autorizado pelo Windows a fazer a alteração e logo em seguida inserir o novo código PIN duas vezes para concluir a alteração.
     
     
     
     
     
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    Por Chakal
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  10. A luz azul emitida por smartphones, tablets, notebooks e outros dispositivos do tipo, pode ser muito prejudicial e está relacionada à insônia, pois, além de querer convencer nosso cérebro que ainda é dia, ela causa fadiga ocular,cansaço e estresse. Por esta razão, diversas empresas já estão implantando em seus dispositivos uma funcionalidade chamada modo escuro, que serve para diminuir a luz da tela do seu , tablet, notebook. Apple é uma delas e neste tutorial, você vai aprender como usar o modo escuro no macOS.
    Diminuir o brilho do Mac apertando o botão F1 pode ajudar, evitando que você force os olhos, porém, com o modo escuro, você pode resolver este problema nas mais diferentes interfaces, que na sua maioria, possuem fundo branco.
    Como usar o modo escuro no macOS
    O modo escuro foi adicionado ao sistema a partir do macOS Monjave (2018) e se manteve no Catalina (sistema atual). Com esse modo, o sistema é ajustado completamente e todos os elementos ficam escuros na tela, sendo muito mais agradáveis aos olhos.
    Com o Modo Escuro ativado, o aplicativo Calendário reverterá para um plano de fundo preto e o tipo será um tom semelhante à cor da caixa, as bolhas de Mensagens ficarão cinzas com texto em branco e o plano de fundo do Finder ficará preto. Abaixo você confere o passo a passo de como utilizar o modo escuro no macOS.
    Usar o modo escuro nomacOS Monjave e Catalina
    Passo 1
    Abra a opção ''Preferências do Sistema'' em seguida, clique em ''Geral''.

     
    Passo 2
    Clique na opção de Aparência ''Escura''.
     
       
    Passo 4
    Selecione uma cor de destaque para partes do menu e uma cor para quando o texto estiver destacado.
    Usar o modo automático
    Ainda existe uma terceira opção que o usuário pode escolher. Trata-se do modo automático. Escolhendo esta opção, o sistema deixa no modo claro quando há mais luz no ambiente ou muda para o modo escuro em ambientes com pouca luz. Para escolher esta opção, o procedimento é o mesmo citado acima, entretanto, ao invés de escolher o modo escuro, vá na opção ''Automática''.
     
       
    Outras Alternativas para deixar o seu Mac mais ''escuro''
    Inverter cores
    Você pode criar seu próprio modo escuro, ativando cores invertidas. Isso pode ser feito acessando as Preferências do sistema. Mais abaixo, confira o passo a passo de como proceder.
    Passo 1
    Abra a opção ''Preferências do Sistema'' e clique em ''Acessibilidade''.
     
    Passo 2
    Clique em Exibição e escolha Inverter cores. Isso transformará os fundos brancos em suas janelas em preto e o tipo preto em branco.
     
    Como ativar o modo escuro em macOS anteriores ao Monjave
    Em Macs com o macOS anterior ao Monjave, a Apple havia adicionado uma função parecida com o modo escuro que já era de grande ajuda para os usuários. Esta função chama-se Night Shift, que após o pôr do sol, ajusta a iluminação na tela do seu Mac, para que fique mais agradável aos olhos. Para ativar o Night Shift, siga os procedimentos abaixo.
    Passo 1
    Abra as ''Preferências do sistema'' e em seguida, vá em ''Monitores''. Por fim, clique no guia Night Shift.
    Passo 2
    Clique na caixa ao lado de Agendar e escolha Nascer do sol até o pôr do sol, ou personalizado, se desejar escolher seus próprios horários.
     
     
     
     
     
     
     
     
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  11. Às vezes ocorrem alguns problemas com nosso Macbook ou iMac que acabamos não conseguindo resolver e a única coisa que resta é restaurar os padrões de fábrica. Mas nem sempre é por conta de um problema, muitas vezes estamos vendendo nosso dispositivo para adquirir um mais moderno e também precisamos redefinir as configurações para que não fique nenhum rastro dos nosso dados pessoais. Bem,seja qual for o seu caso, neste tutorial você vai aprender a redefinir as configurações de fábrica do seu Mac.
    Devemos que antes de seguir o nosso passo a passo para redefinir as configurações de fábrica do seu Mac, você deve fazer o backup de todos os seus arquivos, pois, serão perdidos no processo. As instruções abaixo funcionam em qualquer MacOS, mas podem haver pequenas alterações dependendo da versão do seu sistema. Além disso, não importa se você possui um Macbook, iMac ou Mac Mini, o procedimento irá funcionar em qualquer um desses dispositivos.
     
    Como redefinir as configurações de fábrica do Mac
    Passo 1
    Com o Mac desligado, pressione as teclas Command e R. Em seguida, ligue o Mac pressionando essas teclas até que o logotipo da Apple apareça,então, pode soltá-las.
    Passo 2
    Escolha o idioma desejado e continue.
    Passo 3
    Escolha o Utilitário de Disco e clique em continuar.
    Passo 4
    Escolha o disco de inicialização (chamado Macintosh HD por padrão) na barra lateral e clique no botão Apagar.
    Passo 5
    Escolha Mac OS Extended (Journaled) no menu suspenso e clique em Apagar. (Se você deseja criptografar seu disco para obter segurança extra, escolha a opção "Registrado em diário, criptografado". Você será solicitado a criar uma senha).
    Passo 6
    Clique em Concluído e saia da janela.
    Passo 7
    Se ainda não o fez, conecte-se ao Wi-Fi no canto superior direito, como faria normalmente no seu Mac.
    Passo 8
    No menu principal, escolha Reinstalar o macOS e clique em continuar.
    Passo 9
    Pressione Continuar . Um pop-up aparecerá. Escolha Continuar lá também.
    Passo 10
    Leia o contrato de licença do software e clique em Concordo.
    Passo 11
    Escolha o seu disco de inicialização e selecione "Instalar".
    Passo 12
    Aguarde a primeira etapa da instalação. Pode ser que demore um pouco.
    Passo 13
    O Mac irá reiniciar e continuar a instalação. Enquanto não termina, aguarde um momento ou vá realizar outras tarefas, pois, pode demorar um pouco para finalizar.
    Pronto, agora seu Mac está redefinido com as configurações originais de fábrica. Agora, se você deseja vender seu Mac, ele está pronto. Se você quiser voltar para a área de trabalho, siga as instruções como se estivesse configurando o seu MacBook pela primeira vez.
     
     
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    Por Chakal
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  12. O macOS é um dos sistemas operacionais mais estáveis do mercado. A Apple consegue entregar aos seus usuários um sistema leve e com muitos recursos, além é claro, de ser bastante intuitivo. Seja no seu Macbook, iMac ou Mac Mini, o macOS sempre dá conta do recado. Entretanto, ele não é 100% perfeito e também pode apresentar problemas e bugs. Muitas vezes quando o correm esses problemas, o usuário acaba ficando desesperado sem saber o que fazer. Porém, existe um método que pode ajudar vocâ a descobrir o problema no sistema e resolvê-lo de maneira bem mais fácil. Estamos falando do famoso modo de segurança. Neste artigo você vai aprender como iniciar no modo de segurança do macOS para resolver problemas.
    Iniciar o macOS no modo de segurança
    Para quem não sabe, o modo de segurança permite que você inicialize o Mac de maneira segura, carregando apenas apenas as extensões necessárias do kernel, desabilitando fontes e opções de inicialização de terceiros. Ele funciona praticamente da mesma forma que o modo de segurança do Windows. Desta forma, você consegue acessar o sistema podendo corrigir os problemas que impediam seu Mac de inicializar normalmente. Não tem nenhum mistério, normalmente o modo de segurança é utilizado em casos nos quais o Mac não inicializa normalmente.
    Como mencionado acima, quando se entra no modo de segurança, algumas coisas não podem ser feitas no Mac, como por exemplo:
    Reproduzir filmes em seu DVD player (se você tiver um). Capturar vídeo no iMovie. Acessar as opções de acessibilidade do VoiceOver. Usar o compartilhamento de arquivos. Alguns dispositivos USB, Firewire e Thunderbolt também podem não funcionar, e seu acesso à Internet pode ser limitado (ou até indisponível). Se você precisar acessar os sistemas que não estão disponíveis no Modo de Segurança, basta reiniciar o Mac normalmente.
    Mais abaixo, você confere passo a passo como proceder:
      1. Clique no ícone Apple no canto superior esquerdo e selecione "Desligar" ou "Reiniciar".
     
    2. Enquanto o seu Mac inicia ou reinicia, pressione e segure a tecla Shift imediatamente, você verá o logotipo da Apple aparecer na tela (se não estiver, pode ser um problema de energia ).

    3. Quando vir a janela de login, solte a tecla Shift (pode ser solicitado que você faça o login duas vezes se o seu Mac estiver criptografado com o FileVault).
      Se depois de passar por esse processo, o problema que o seu Mac estava enfrentando desaparecer, tente reiniciá-lo novamente normalmente (ou seja, não no modo de segurança). Se o problema não persistir, certamente foi resolvido. Entretanto, se persistir, poderá haver itens de login incompatíveis. Em outras palavras, um dos programas iniciados quando o Mac é ligado está impedindo a inicialização normal.
    Este método pode ajudar você a resolver uma grande quantidade de problemas relacionados ao macOS.
     
     
     
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  13. Os notebooks Windows têm como padrão entrar no modo suspender quando você fecha a tampa. Na maioria das condições, isso faz muito sentido. Você está navegando na internet do trabalho, por exemplo, e é hora de ir para casa. Então você fecha seu laptop e coloca na sua bolsa. Ele vai dormir, economizando energia da bateria e dando a chance de esfriar enquanto você viaja. Mas muitas vezes você pode desejar que ele continue ligado com a tampa fechada. Por exemplo, se você está fazendo downloads grandes e quer ir dormir. Seria bom poder deixar seu PC ligado, baixando seus arquivos, com a tampa fechada (para fins de proteção), não é mesmo. Pois saiba que isso é possível, basta você seguir nosso tutorial de como manter o notebook ligado com a tampa fechada.
    Alterando as configurações, você pode programar seu computador para hibernar, desligar ou permanecer ligado quando você fecha a tampa.
    Como manter o notebook ligado com a tampa fechada?
    Passo 1. Clique no menu iniciar e pesquise "Painel de Controle", clique nesta opção;
       
    Passo 2. Agora, clique em "Sistema e Segurança";
     
     
    Passo 3. Clique em "Opções de Energia";
       
    Passo 4. No menu lateral, clique na opção "Escolher a função do fechamento de tampa";
     
      Passo 5. Agora, basta você configurar as opções do fechamento de tampa do notebook. Geralmente é definido como "suspender", já que essa é a opção padrão. Se você selecionar a opção "Não fazer nada", seu notebook será impedido de acessar o modo suspensão ou outros modos inativos. Ele continuará funcionando normalmente quando você fechar o notebook. Você pode configurar o notebook para suspender, hibernar, desligar ou não fazer nada quando ele estiver conectado a uma tomada elétrica e quando ele estiver gastando sua própria bateria. Após deixar as configurações ao seu gosto, clique na opção "Salvar".
     
       
     
    Como manter a tela do notebook sempre ligada
    Se o seu notebook entra em mode de suspensão sozinho após um tempo sem uso, mesmo com a tampa aberta, veja como alterar as configurações para que seu notebook fique com a tela sempre ligada.
    Passo 1. No painel de controle > Sistema e segurança > Opções de energia, clique na opção "Alterar configurações de plano";
     
    Passo 2. Agora, configure as opções ao seu gosto e depois, clique em "Salvar";
     

     
     
     
     
     
     
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  14. O macOS é um dos melhores sistemas operacionais que existem, se destacando pela sua fluidez e diversos recursos que facilitam bastante a vida dos usuários da Apple. Alguns desses recursos são os itens de inicialização, ou seja, você pode escolher aplicativos, documentos, entre outros itens para iniciarem automaticamente após fazer login do sistema. Neste artigo, nós ensinaremos como você pode adicionar esses itens de inicialização ao seu Mac.
    Os itens de inicialização podem ser muito úteis para os usuários do Mac, por exemplo, você de adicionar o Safari para iniciar automaticamente após seu login, assim, não é preciso abrir manualmente, o sistema fará isso para você. Mas atenção, s informações neste artigo se aplicam a Macs executando o OS X Lion (10.7) e macOS Catalina (10.15).
    Como adicionar itens de inicialização ao seu Mac
    Existem algumas maneiras de adicionar itens de inicialização no seu Mac, podendo fazer nas preferências de sistema ou no próprio dock. Entretanto, nas preferências de sistema as opções para adicionar itens de inicialização são bem maiores. Mais abaixo ensinaremos as duas maneiras para adicionar itens de inicialização.
    Adicionar itens de inicialização pelas Preferências do Sistema
    1. Selecione a opção Preferências do Sistema no menu Apple ou clique no ícone Preferências do Sistema no Dock para abrir a janela Preferências do Sistema.
     
      2. Clique no ícone Usuários e grupos (ou Contas em versões mais antigas do OS X).
     
    3. Clique no nome de usuário apropriado na lista de contas. Após, selecione a guia Itens de início.
     
    4. Clique no botão + (mais) abaixo da janela Itens de início para abrir uma tela de navegação padrão do Finder. Vá para o item que você deseja adicionar e clique nele para selecioná-lo. Em seguida, clique no botão Adicionar.
     
     
    5. Note que o item que você selecionou é adicionado à lista Itens de início. Na próxima vez que você iniciar o Mac ou efetuar login na sua conta de usuário, os itens da lista serão iniciados automaticamente.
     
      Arrastando itens de inicialização
    Como a maioria dos aplicativos para Mac, a lista de itens de inicialização suporta arrastar e soltar. Você pode clicar e segurar um item e arrastá-lo para a lista. Esse método alternativo de adicionar um item é útil para adicionar volumes compartilhados, servidores e outros recursos do computador que podem não ser fáceis de encontrar em uma janela do Finder. Quando você terminar de adicionar itens, feche a janela Preferências do Sistema. Na próxima vez que você inicializar ou efetuar login no seu Mac, os itens da lista serão iniciados automaticamente.
    Adicionando itens de inicialização no Dock
    Esta maneira é ainda mais rápida para adicionar itens de inicialização, porém, está esta opção estará disponível apenas se o aplicativo ou item já estiver localizado no Dock. Você pode usar os menus do Dock para adicionar o item à lista de itens de inicialização sem abrir as Preferências do Sistema.
    1. Clique com o botão direito do mouse no ícone no aplicativo desejado que está localizado no Dock. Em seguida, seleciona ''Opções''. Por fim, marque a opção ''Abrir no Início da Sessão''.
     
    2. Pronto, agora quando você ligar o Mac ou fazer login, o aplicativo selecionado irá iniciar automaticamente.
    Ocultar itens de inicialização
    Você deve ter percebido que cada item da lista Itens de início inclui uma caixa de seleção com a opção ''Ocultar''. Colocar uma marca de seleção na caixa Ocultar faz com que o aplicativo seja iniciado, mas não exibe nenhuma janela que normalmente está associada ao aplicativo.
    Ocultar um aplicativo é útil quando você precisa executá-lo, mas não precisa ver a janela do mesmo. Por exemplo, um usuário pode querer que o aplicativo Activity Monitor seja iniciado automaticamente, mas não precisa da janela aberta. O ícone do Dock do aplicativo é exibido rapidamente quando as cargas da CPU se tornam excessivas. A janela sempre pode ser aberta quando necessário, clicando no ícone Dock.
    Conclusão
    Os itens de inicialização podem facilitar muito a vida dos usuários do Mac. Entretanto, existem consequências para isso. Se vários itens de inicialização forem adicionados, o desempenho do seu Mac pode cair drasticamente.
     
     
     
     
     
     
     
     
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  15. Nesse artigo eu abordo a praga dos otimizadores de PC que há décadas iludem os usuários com funcionalidades inúteis e desnecessárias, sendo que algumas delas inclusive mais atrapalham do que ajudam em relação a desempenho do Windows.
    Infelizmente muitos jornalistas, gamers e youtubers utilizam e recomendam esse tipo de programa por não entenderem o funcionamento básico de alguns componentes do Windows. O resultado é o que vemos por aí: a disseminação dessas pragas, sendo que muitos usuários até mesmo jogam dinheiro no lixo comprando a versão paga dessas tranqueiras.
    Quando surgiram esses otimizadores?
    Os primeiros programas de otimização do sistema operacional surgiram há mais de 30 anos, na época do DOS, antes mesmo do aparecimento do Windows – e naquela época alguns realmente ajudavam no gerenciamento da memória RAM (como o QEMM-386), e também ajudavam a aumentar a eficiência do disco rígido, como o Stacker, que implementou compressão de dados em tempo real.
    Isso acontecia pois sistemas operacionais 16-bits como o DOS e Windows 3.x eram extremamente limitados, e por causa disso eles podiam ser aprimorados por aplicativos externos.

    Em 1995 a Microsoft lançou o Windows 95, que era um sistema operacional híbrido  16/32-bits, que foi seguido pelo Windows 98 que tinha uma essa mesma arquitetura híbrida, embora mais evoluída e robusta – e obviamente o gerenciamento de memória deles ainda era limitado, também havendo espaço para melhorias e aprimoramentos.
    Na época do Windows 98, alguns programas de otimização do DOS já tinham uma versão para esse Windows, embora a usabilidade desses programas era questionável pois tanto o Windows 95 quanto o Windows 98 tinham kernel de 32-bits e suportavam drivers 32-bits, permitindo maior controle da memória RAM e dos componentes do computador em geral.
    Como nessa época as pessoas ainda estavam acostumadas a usar “otimizadores” no DOS, elas achavam que isso também era necessário no Windows – e as empresas que desenvolveram esses produtos não perderam tempo para lançar suas versões para Windows, sendo elas úteis ou não.

    O resultado é que apareceram no mercado todo tipo de programa que melhorava ou otimizava alguma coisa no Windows, sendo que a grande maioria deles eram totalmente desnecessários e muitos causavam instabilidade e travamentos no Windows.
     
    Obviamente isso tudo era uma farsa e cinco meses depois do lançamento a empresa foi obrigada a tirar o produto do mercado – mas nesse período ela já tinha vendido mais de 600 mil cópias do produto, faturando 48 milhões de dólares às custas da total falta de conhecimento e bom senso do usuário.
    Em 2001 a Microsoft lançou o Windows XP, que era totalmente 32-bits, permitindo que ele controlasse e aproveitasse com muito mais eficiência a memória RAM, o processador e também o hardware instalado no computador.
    Com o sucesso estrondoso do Windows XP e o fato do seu sucessor, o Vista, ter sido lançado somente 5 anos depois, nesse período os otimizadores de PC ganhavam cada vez mais usuários que acreditavam nas promessas desses aplicativos – e novas empresas apareceram no mercado para aproveitar isso. Entre elas estavam:
    IOBit, empresa chinesa fundada em 2004 conhecida pelo Advanced System Care
    WiseCleaner, também chinesa fundada em 2005 conhecida pelo WiseCare e GameBooster
    GlarySoft, empresa chinesa fundada em 2004 e conhecida pelo Glary Utilities
     
    Embora tanto o Windows XP quanto o Vista tinham uma versão 64-bits, na prática foi o Windows 7 de 2009 que popularizou essa arquitetura. Por ser um sistema operacional 64-bits, o gerenciamento de memória e hardware do Windows 7 era bastante avançado, aonde nesse cenário o sistema operacional exerce um controle muito mais intenso da memória RAM, processador e do hardware instalado.
    Depois do lançamento do Windows 8, chegamos finalmente chegamos no Windows 10, que é um sistema operacional bastante otimizado, dinâmico e inteligente  (e eu sugiro você ler meu artigo sobre Consumo de Memória RAM A FUNDO para compreender mais).
    Como o Windows 10 é o sistema operacional que serve de base para diversos dispositivos (desktop, ultrabook, tablets, XBOX, smartphones…), a Microsoft se preocupou em aprimorá-lo ao máximo. Além de novas funcionalidades no gerenciamento de memória, o Windows 10 foi otimizado para ter a melhor performance em qualquer cenário – tanto que em pouco mais de dois anos ele se tornou o sistema operacional mais utilizado na Steam, uma plataforma focada principalmente em games:

     
    E mesmo hoje em dia existem dezenas de programas que “otimizam” o Windows mesmo que eles sejam totalmente desnecessários! Da mesma maneira que as versões 64-bits do Windows 7 e 8.1, o Windows 10 não precisa de nenhum aplicativo gerenciando o que ele faz e “melhorando” suas tarefas para aumentar a sua performance.
    Quem compreende o funcionamento do Windows a fundo sabe que esses otimizadores de PC são uma farsa que continua enganando o usuário que não conhecem a fundo o Windows (ou seja, a quase totalidade da população) desde a época do Windows 98. Não é à toa que esses aplicativos são coloridos com um visual atraente e utilizando linguagem simples e direta, e listando um monte de funcionalidades para convencer que eles são úteis, pois esse tipo de marketing falacioso tem funcionado muito bem. Para mim os “otimizadores de PC” são sinônimo de “171 digital”.
    Pense bem: você REALMENTE acha que essas empresas contratam GÊNIOS da tecnologia moderna que pesquisam por anos e fazem constantes descobertas extraordinárias para deixar o Windows mais rápido? É claro que não!
    Essas empresas criam um aplicativo que faz tarefas simples e desnecessárias no Windows (normalmente utilizando funções internas do próprio Windows) e distribuem uma versão gratuita para “convencer” que estão melhorando algo – mas o pior mesmo é que esses programas mostram estatísticas e informações fictícias e mentirosas, como eu vou mostrar daqui a pouco, para convencer o usuário a comprar a versão paga do produtos, que normalmente é tão inútil quanto a versão gratuita em relação a ganho de performance no Windows.
    A cada nova versão, esses otimizadores de PC adicionam novas funcionalidades como reconhecimento facial, proteção contra ameaças externas, proteção de privacidade, atualizações automáticas, inventário de hardware, “modo silencioso” e outras novidades que são absolutamente inúteis em relação a ganho de performance no Windows – que deveria ser a razão desses produtos existirem.
    Como essas empresas sabem que não há nada REAL que elas possam fazer para deixar o Windows mais rápido e eficiente, elas apelam e desviam a atenção do usuário com novas funcionalidades supérfluas e dispensáveis que não têm nenhuma relação com “otimização” do PC.
     
    1. Três argumentos fantasiosos desses otimizadores de PC
    Na prática esses “otimizadores” sempre utilizam os mesmos três argumentos fantasiosos para seduzir o usuário incauto:
     
    ? Limpeza e Otimização de Registro
    Esses aplicativos simplesmente mentem ao vender a ideia de que as chaves do Registro que não são usadas deixam o Windows mais lento ou fazem ele travar, além de “desfragmentar” o Registro do Windows, que é outra aberração.
    Os arquivos que compõem o Registro do Windows totalizam em média 150 MB, ou seja, ele é lido em cerca de um segundo em um disco rígido comum. Limpa-lo ou desfragmentá-lo não serve para absolutamente NADA em relação a performance, pois a grosso modo o Registro do Windows é apenas um banco de dados com as configurações do Windows e de aplicativos.

    Como eu já citei em outros artigos, o Registro é a “espinha dorsal” do Windows, tendo cerca de 2,5 milhões de chaves únicas com informações e configurações de arquivos, DLLs, executáveis, configurações do sistema operacional e também de todos os aplicativos instalados nele. Se algumas dessas informações são inúteis, como por exemplo configuração de um programa que foi desinstalado, mas a desinstalação dele não removeu as suas configurações no Registro, isso não vai afetar EM NADA a performance do Windows.
    Um detalhe final nesse primeiro item é que mesmo que o Registro esteja absolutamente perfeito depois de uma instalação limpa do Windows, esses aplicativos sempre mostram algum “erro” ou “problema” que precisa ser corrigido, enganando o usuário:

     
    ? Limpeza, Otimização ou Desfragmentação da memória RAM
    Esses “otimizadores” reforçam o conceito incorreto que “quanto mais memória RAM livre, melhor” – que é algo grotesco que eu explico em detalhes no meu artigo sobre Consumo de Memória RAM A FUNDO. Ali eu mostro que quanto mais memória RAM livre, PIOR é a performance do computador.
    Usando nomes atraentes como RAM Booster, Smart RAM ou Game Booster, esses aplicativos que “otimizam” a memória RAM fazem essa besteira monumental de dois modos diferentes:
    O primeiro é quando eles executam uma função do Windows que obriga os programas a salvarem no disco rígido os arquivos de cache que estão na memória RAM, liberando espaço na memória RAM – mas ao fazer isso o acesso a esses arquivos fica muito mais lento por agora eles estarem no disco rígido (cujo acesso é muito mais lento do que a memória RAM) do que aonde estavam antes: na memória RAM:

    O segundo é quando o próprio “otimizador” aumenta artificialmente a necessidade de uso memória RAM, fazendo com que o Windows salve no disco rígido arquivos que estavam na memória, liberando mais memória RAM para o próprio otimizador – e assim que o otimizador ocupa o máximo de memória RAM disponível, ele automaticamente apaga esse arquivo da memória RAM, liberando todo espaço dali para o Windows usar:

     
    Nesses dois casos o o Windows fica mais lento, pois os arquivos que estavam carregados na memória RAM agora estão no lento disco rígido.
    A conclusão óbvia é que é você jamais deve utilizar qualquer programa que “otimiza” a memória RAM.
    ? Reparo e correção do Windows
    Você realmente acha que programas que fazem isso tem algum módulo avançado que magicamente descobre se o Windows tem algum problema e repara ele automaticamente, criados pelos mesmos GÊNIOS da tecnologia moderna que eu ironizei antes? É evidente que não!
    O próprio Windows tem duas ferramentas que fazem exatamente isso: são os comandos SFC e DISM que eu abordei no início do meu artigo sobre as 27 soluções para o problema do disco a 100%.
     

     

    ? Mais promessas…
    ?Além desses três argumentos fantasiosos, existem outros que fazem parte desse pacote de “milagres” prometidos por esses programas:
    ?Internet mais rápida
    ?Desempenho máximo do disco rígido
    ?Otimização em tempo real
    ?Limpeza automática de cache e rastros do navegador (que se for feito continuamente o resultado será páginas da web sendo carregadas mais lentamente),
    ?Inicialização do PC até 3x mais rápido
    ?Aumento da performance de games
    etc.
    O pior de tudo é que esses programas ficam instalados na memória RAM com um monte de módulos inúteis monitorando tarefas que não precisam ser monitoradas, além de executar tarefas que atrapalham o Windows (como “limpeza a memória RAM”) deixando ele mais instável. Para completar esse teatro de horror digital, vários deles são chineses – e quem entende de segurança JAMAIS utiliza qualquer software chinês.
    Aliás, um detalhe curioso: as três empresas chinesas que eu citei anteriormente (IOBit, Wise e Glarysoft) escondem a todo custo o fato delas serem chinesas, pois não existe nenhuma informação disso em seus sites. Por que será? Eu sugiro você ler o meu artigo sobre antivírus chineses para você compreender em detalhes.

     
    Bem, como a internet é livre e não tem nenhum controle, sendo basicamente o Velho Oeste do século 21, qualquer um pode anunciar e vender o que quiser, pois no fundo o que interessa é apenas ganhar dinheiro.
    Infelizmente até mesmo antivírus vendem produtos para otimizar o PC, e desfragmentadores tentam fazer o mesmo aterrorizando o internauta com informações distorcidas para que ele comprar algum produto desnecessário para resolver um problema que não existe.

     
    Embora você já notou que eu sou radicalmente CONTRA o uso de otimizadores de PC, existem algumas poucas tarefas que podem beneficiar o Windows – mas entenda que nenhuma delas depende ou exige o uso desse tipo de programa.
    Não existe nenhuma necessidade de transformar o Windows em um laboratório de testes, instalando todo tipo de tranqueira que promete milagres.
    As duas únicas tarefas que um usuário comum precisa fazer uma vez por mês para deixar seu Windows mais rápido é apagar arquivos temporários (eu sugiro o CCleaner para isso) e desfragmentar o disco rígido (eu indico o Defraggler) no mínimo a cada 15 dias.
     


     
    Como eu comentei no meu vídeo sobre Windows 10 LTSB/LTSC x Pro x Home, o Windows não precisa de nenhum programa para deixá-lo mais rápido ou eficiente.
    Enquanto um Windows “limpo” funciona com o melhor desempenho possível, conforme você vai instalando essas porcarias ele vai se transformando em uma tranqueira desfigurada realizando tarefas totalmente desnecessárias e atrapalhando o desempenho.
    A Microsoft tem aprimorado e melhorado o Windows sem considerar que o usuário vai instalar alguma porcaria que vai interferir no funcionamento do próprio sistema operacional.
    Nos próximos itens seu vou comprovar porquê você não deve acreditar nas análises e resultados desses otimizadores de PC.
     
    2. Teste dos otimizadores de PC em ambiente controlado
     
    Eu preparei uma máquina virtual, aonde eu segui essas etapas:
    1. Windows 10 Pro foi instalado
    2. Todas as atualizações disponíveis no Windows Update foram instaladas
    3. A Limpeza de Disco foi executada
    4. O disco foi desfragmentado pelo próprio desfragmentador do Windows.
    Eu não instalei manualmente NENHUM driver, programa ou aplicativo, pois eu quero manter o Windows mais original possível para os testes – e como eu executei a Limpeza de Disco e desfragmentei o disco rígido, o Windows está basicamente otimizado para ser utilizado pela primeira vez.
    E como o Windows está pronto para ser utilizado, eu fiz um backup completo dessa VM para que eu possa restaurá-la nessas mesmas condições durante esse teste.
    IOBit Advanced System Care
    O primeiro teste foi instalar a versão mais recente do IOBit Advanced System Care Free. Ela foi instalada, eu cliquei na opção EXAMINAR e é claro que o resultado foi patético: ele encontrou inacreditáveis 1.007 problemas sendo 9 problemas de privacidade, aonde 4 deles são relacionados ao cache, histórico e sessão do Edge (sendo que o Edge sequer foi executado), além de ter encontrado 240 MB de arquivos inúteis, e, espantosamente, 381 erros no Registro.

     
    Lembre-se: esse é um Windows sem NENHUM programa externo e que NENHUM aplicativo foi instalado ou executado.
    Wise Care 365 Free
    Finalizado esse teste, eu restaurei a VM para as mesmas condições que ela tinha antes do teste, instalei o Wise Care 365 Free e cliquei na opção VERIFICAR.
    Além dele ter encontrado espantosos 2.717 Problemas, ele também encontrou 521 MB de arquivos inúteis, 104 problemas no Registro e 11 entradas de um histórico de navegação, sendo que nenhuma navegação foi realizada nesse Windows.

     
    Mais fictício, impossível.
    Glary Utilities
    Após novamente restaurar a VM, eu instalei e executei o Glary Utilities, que encontrou 77 problemas no Registro, 58 rastros e 184 MB de arquivos temporários, ou seja, resultados que não fazem sentido algum em um Windows instalado “do zero”.

    Como você notou, cada otimizador de PC encontrou números totalmente diferentes de problemas, arquivos temporários, arquivos inúteis e erros no Registro, provando que nada do que eles mostram é confiável.
    E, já que eu sujei minhas mãos instalando essas porcarias, eu resolvi “chutar o balde” e fazer um teste final para destruir de vez a credibilidade desses programas inúteis.
    Ao invés de realizar testes individuais na VM, eu instalei 5 otimizadores de PC em uma mesma máquina virtual e executei todos eles. Eu testei as versões mais recentes destes produtos:

     
    Como todos estão funcionando ao mesmo tempo no mesmíssimo ambiente, sem nenhuma variável externa que possa justificar diferenças notáveis nos resultados deles, é de se esperar que esses resultados tenham pouca diferença entre si, certo?
    É claro que isso não acontece nos otimizadores de PC, sendo que eu criei essa tabela abaixo mostrando o resultado de cada um deles. Perceba que cada um mostrou resultados totalmente diferente dos demais, algo que JAMAIS deveria acontecer se esses programas fossem minimamente confiáveis:

     
    Conclusão óbvia: não perca tempo e muito menos dinheiro com esses otimizadores de PC, pois eles são uma verdadeira enganação. Além disso, o Windows não precisa dessas tranqueiras atrapalhando o seu funcionamento.
     
     
    3. Otimizadores em servidores e videntes
     
     
    Existe um cenário aonde um otimizador de CPU e de memória RAM seria fantástico e extremamente útil, aonde empresas pagariam sem pensar duas vezes nisso: em servidores.
    Nesse ambiente, qualquer ganho de performance é crucial e muito bem-vindo até por questões financeiras, pois isso pode evitar o gasto de milhares de dólares na substituição de um único servidor por outro mais potente, e evitar o gasto de milhões de dólares no caso de empresas que utilizam centenas ou milhares de servidores.
     
     
    E porque será que não existem versões para servidores desses otimizadores de PC, sabendo que seus desenvolvedores lucrariam muitos milhões de dólares todos os anos vendendo licença dos seus produtos?
    Por um motivo muito simples: as empresas que criam esses otimizadores de PC sabem muito bem que um bom profissional de TI não é enganado tão facilmente quanto as pessoas comuns, pois ele tem conhecimento técnico mais profundo sobre o Windows e está imune à farsa desses 171 digitais.
    Há décadas empresas disponibilizam otimizadores de PC somente para computadores de usuários, mantendo distância dos servidores, pelo mesmo motivo que videntes enganam milhões de pessoas comuns, mantendo distância da área científica: para não serem desmascarados.
     

    4. 5 tarefas que você não deve fazer no seu computador
    Para finalizar, aí vai uma lista de 5 tarefas relacionadas a otimizadores de PC que você NÃO DEVE FAZER:
    ❌ Não instale nenhum aplicativo de atualização de drivers
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Você deve utilizar o MELHOR driver para o seu trabalho (seja uso no dia-a-dia, edição de vídeo, games, o que for…), e não obrigatoriamente o driver mais recente disponibilizado pelo fabricante.
    Além disso, a atualização desenfreada de drivers só porque um driver novo foi lançado é até perigoso em alguns cenários – e por esse motivo eu recomendo que você não utilize nenhum programa de atualização de drivers tipo Driver Booster, Driver Fusion, SlimDrivers, DriverEasy, DriverMax, entre outros.
    ❌Não instale nenhum programa de monitoramento de CPU ou memória RAM
     
    A quantidade de CPU e memória RAM variam muito dependendo da tarefa que o Windows está realizando, e como tanto você quanto os programas de monitoramento não fazem ideia do motivo da CPU ou RAM estarem variando, na prática não faz NENHUM sentido monitorá-los a todo momento.
    Além disso, quanto mais aplicativos carregados na memória RAM que realizam alguma tarefa ininterruptamente, como esses programas de monitoramento, mais CPU e memória RAM estão sendo utilizado sem nenhuma necessidade real.
    Somente quando a CPU, HD ou rede estiverem constantemente atrapalhando o desempenho do Windows, daí sim obviamente algo está errado e deve ser analisado – e nesse caso o Gerenciador de Tarefas e o Monitor de Recursos do próprio Windows ajudam muito nisso.
     
    ❌Não instale nenhum programa de “limpeza automática”
    Tenha muito cuidado com programas que limpam arquivos automaticamente, pois qualquer arquivo temporário, cache, cookie ou log é considerado um “problema” por esses programas – algo totalmente enganoso.
    Além disso, arquivos de cache são criados justamente para deixar o Windows mais rápido, e apaga-los a todo momento sem nenhum motivo real para isso apenas deixará o sistema operacional mais lento. Isso acontece, pois uma vez que o Windows cria um arquivo de cache, esse arquivo é acessado constantemente (seja na memória RAM ou no disco rígido) justamente para o sistema operacional trabalhar mais rápido – se os arquivos de cache são constantemente apagados sem nenhuma necessidade, o Windows sempre perderá tempo criando-os novamente.
    É por esse motivo que você não deve apagar arquivos de cache a todo instante, e agora você entende por que é um erro esses programas considerarem os arquivos de cache como “problema”. Além disso, esse é mais um aplicativo carregado na memória RAM que realiza ininterruptamente uma tarefa inútil sem trazer nenhum benefício ao usuário.
     
    ❌ Não instale nenhum “desfragmentador automático de HD”
    A desfragmentação do disco rígido é importante, mas você jamais precisa fazer isso constantemente. Na prática, a diferença de performance entre um disco rígido que tenha 1% de fragmentação e outro disco rígido igual com 5% ou até 10% de fragmentação é imperceptível.

     
    Você deve achar que eu estou delirando e completamente errado, mas por incrível pareça eu não estou: o mais importante não é saber QUANTOS arquivos estão fragmentados, mas sim QUAIS arquivos estão fragmentados.
    Um computador com apenas CINCO arquivos fragmentados pode ser muito mais lento do que outro computador idêntico com MIL arquivos fragmentados, se no primeiro computador os cinco arquivos fragmentados são acessados constantemente pelo Windows, enquanto no segundo computador os mil arquivos fragmentados são raramente acessados.
    Eu abordo o assunto desfragmentação nesse artigo, mas em geral é importante evitar que a fragmentação esteja sempre abaixo de 20%. Embora eu usualmente recomendo o uso do CCleaner para apagar arquivos temporários, é importante que a opção de monitoramento em tempo real dele (opção “Limpeza Inteligente”) esteja desativada, pois agora você sabe que isso é totalmente desnecessário.
     
    ❌ Não instale nenhum programa que prometa milagres
    Não acredite nos exageros e milagres prometidos por programas tipo “fazer um PC antigo parecer um novo”, “internet 300% mais rápida”, “aumento de 100% na duração da bateria”, além de termos atraentes mas enganosos como “limpar a bagunça oculta”, “limpeza profunda”, “desempenho máximo” ou qualquer outra expressão que faça você achar que o seu PC lento ficará miraculosamente mais rápido.
     
     
     
     
    Fonte: baboopro
     
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  16. 1º Passo:

     
    X64 e x86
    São arquiteturas de sistemas operacionais, em resumo simples, quem trabalha como T.I já sabe que a versão x86 é para computadores com 3GB de memória abaixo, e a versão x64 é para computadores com 4GB acima. No site da Microsoft é possível baixar Windows legalmente, no entanto você só encontra as arquiteturas separadas para fazer o download, se o usuário usar a ferramenta da Media Creators Tool é possível baixar por ela uma ISO DualBoot ou com as duas arquiteturas juntas (veja essa dica no final desse artigo).

     
    DualBoot
    Para criar uma ISO DualBoot você vai precisar baixar a pasta base no link abaixo. Também é necessário ter as duas ISOs separadas. E por fim baixe junto o programa Dism++ nesse link.

    Depois de baixar a pasta base, extraia o conteúdo dela em uma pasta. Note que a pasta base tem subpastas (x86 e x64).

    Agora você deve copiar todo o conteúdo de cada ISO para as pastas x86 e x64. Se a ISO for x64 cole o conteúdo na pasta base x64, se a ISO for x86 cole o conteúdo na pasta x86. Dica, você pode copiar a ISO completa para a pasta base correspondente a arquitetura da sua imagem e extrair com Winrar ou 7zip, depois basta excluir o arquivo ISO original.

     
    Criando a ISO DualBoot
    Agora que você já copiou todo o conteúdo de suas ISOs para as pastas x86 e x64, abra o Dism++ de acordo com a versão em bits do seu sistema. Na página home do Dism clique na opção Ferramentas.

    No primeiro campo “Procurar” (na imagem abaixo marcado de verde) você deve selecionar a pasta onde está os arquivos da pasta base usada para copiar o conteúdo das ISOs. O segundo campo “Procurar” (na imagem abaixo marcado de vermelho) escolha um local para salvar a ISO DualBoot, em seguida clique ok, agora é só aguardar.


    Agora é só ciar um pen drive boot com sua nova ISO DualBoot do Windows. O método acima funciona em todas as versões do Windows a partir do Windows Vista.
     
    Media Creation Tool
    Entre no site da Microsoft baixe a ferramenta assim como mostra a imagem abaixo.

    Depois de baixado o programa clique para executar o mesmo, aceite os termos.

    Escolha criar mídia (DVD/ISO). Em arquitetura escolha “Ambas” e avance.

    Por fim escolha um local para salvar a ISO DualBoot e aguarde o processo ser finalizado.

     
     
     
     
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    Por IT TECH
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  17. Equilibrado: Oferece um equilíbrio entre o desempenho e o consumo de energia.
    Economia de energia: Economiza energia ao reduzir o desempenho do computador onde for possível.
    Alto desempenho: Dá prioridade ao alto desempenho e por isso o computador pode consumir mais energia.
    Os três planos acima podem ter suas opções alteradas pelo usuário. Se você não quiser alterá-los, crie seu próprio com base em um deles. Como criar um Plano de Energia personalizado no Windows 10
    Para criar um Plano de Energia personalizado no Windows 10 com base em um dos três planos acima, siga estes passos:
    Acesse as opções de energia do computador a partir do Painel de Controle clássico:


     
    Clique no link Criar um plano de energia no painel do lado esquerdo:

     
    Selecione o plano que servirá como base para o seu plano de energia personalizado, defina seu nome e clique em Avançar:

     
    Confirme a criação clicando no botão Criar e seu novo plano personalizado passará a ser o ativo:

     
    Clique no link Alterar configurações do plano e depois no link Alterar configurações de energia avançadas para ajustar suas opções de acordo com sua necessidade:


     
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  18. Essa dica é rápida e muito útil:

    Acesse a pasta: C:\Windows\SoftwareDistribution\Download e delete tudo que estiver lá.
    Trata-se de arquivos de atualização do Windows e demais programas que só ocupam espaço.
    No meu caso, já liberei alguns gigas e criei um atalho no meu desktop com o endereço da pasta, onde acesso periodicamente para excluir os arquivos.
     
     
     
    É só isso, aproveite a dica! ✌️
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  19. Ola a todos!
    Bom nesse tutorial tentarei ser o mais sucinto possível para que todos entendam como ativar o cache L2 do seu processador dentro do ambiente windows (lembrando que esse tutorial foi executado dentro do windows 10).
    Então sem mais delongas vamos ao tutorial!
    A 1ª coisa a fazer é conhecer os recursos da CPU (processador), para isto:
     
    Baixe o CPU – z: a http://www.cpuid.com/softwares/cpu-z.html
    Instalá-lo e abri-lo
    Para ver os diferentes níveis de cache, você tem 2 possibilidades: Level 2 e ou Level 3, porem usaremos somente a informação do Level 2;

     
     
    1º No menu Iniciar, localize e abra o "regedit" (banco de dados do registro) (como em qualquer manipulação no banco de dados do registro, é aconselhável realizar um backup do seu computador em caso de problemas)
    2º Clique duas vezes em *HKEY_LOCAL_MACHINE *; *SYSTEM *; *CurrentControlSet*; *Control*; *Session Manager*; gerenciamento de memória
    na janela da direita, você tem que encontrar uma chave chamada "SecondLevelDataCache", clique com o botão direito nele e clique em 'Editar'
    Clique em "Decimal"
    (Não esqueça de mudar para Decimal, pois o valor sera alterado sozinho para Binário assim que salvar )
    E substitua o valor real do seu processador. No meu caso, CPU – Z  2 x 256, então o valor para colocar no meu caso é 512. (Use sua calculadora para fazer a multiplicação do seu cache, sendo que a formula sempre sera a mesma, somente substituindo os valores pelo que aparece no seu cpu-z)
    Clique em "Ok"

    E pronto, você já pode fechar a janela do registro, assim que reiniciar o PC as novas configurações já estarão em vigor!
    Espero que tenha ajudado aos colegas aqui da comunidade, fiz no meu PC tudo testado e aprovado, caso queiram posso ajudar a ativar a Cache L3 do seu processador!
     
    Espero que gostem! 
    Duvidas e sugestões deixem nos comentários!
     
     
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  20. Esta opção permite que os usuários façam o download de uma imagem do Windows a partir dos servidores da Microsoft para restaurar o sistema operacional ao invés de usar uma imagem local, que é o método disponível atualmente no Windows 10 May 2019 Update, por exemplo.
     
    Como usar a nova opção Download da nuvem no Windows 10 para restaurar o PC
    Se você estiver executando o build 18970, você pode testar a nova opção Download da nuvem no Windows 10 seguindo os passos abaixo:
    Abra o aplicativo Configurações e clique em Atualização e Segurança:

     
    Agora clique em Recuperação e depois no botão Começar agora abaixo da opção Restaurar o PC:

     
    Nesta tela você poderá escolher entre remover aplicativos e configurações enquanto mantém seus arquivos pessoais ou remover tudo:

     
    MPORTANTE: Se seu PC tiver mais de uma unidade de disco e você escolheu a opção Remover tudo, lembre-se de selecionar a opção para remover apenas os arquivos da unidade onde o Windows está instalado antes de prosseguir.
    Depois de escolher a opção desejada, você agora poderá optar por usar a nova opção Download da nuvem ou usar a Reinstalação local. Neste exemplo será usada a opção apara download:

     
    Clique em Avançar para prosseguir:

     
    Quando você estiver pronto para começar, clique em Restaurar para iniciar o processo:

     
    Dependendo da velocidade da sua conexão, o download da imagem do Windows pode demorar algumas horas.
     
     
     
     
     
     
     
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