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Chakal

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Tutoriais postados por Chakal

  1. A escalada para esse padrão começou alguns anos antes, em 2013, quando algumas empresas que fazem parte da VESA planejaram uma nova interface de vídeo digital.
    Esse padrão veio para substituir o DVI, que, embora, também seja digital, ainda pode atuar também como analógico no modo DVI-I (Integrated), e é proprietário. No caso do DisplayPort ele nasceu pra ser apenas digital e é um formato livre de licenciamento. De cara o Display Port mostrou ao que veio em sua primeira versão (1.0) a largura de banda teórica era de 10,8 Gbps, enquanto a DVI prometia 4,95 Gbps.
    Mesmo ultrapassados, tanto o VGA (introduzido em 1987) e o DVI (introduzido em 1999) continuam coexistindo com o HDMI e o DisplayPort, os dois padrões realmente relevantes atualmente. Essa compatibilidade se mantém mais por uma questão de de legado, para manter a interoperabilidade com dispositivos antigos ou de baixo orçamento.
    O HDMI e o DisplayPort disputam o posto de interface mais relevante em termos de aplicação. Podemos enquadra-los em categorias distintas. O HDMI é mais focado em sistemas de entretenimento doméstico, é amplamente utilizado no universo HDTV. No caso do DisplayPort sua concepção e revisão em termos de especificações estão sempre pensando em atender os requisitos mais elevados dos computadores. Ambos conseguem transmitir imagem e som.

    No lado dos fabricantes a implementação e venda de monitores com DisplayPort é bem mais simplificada, por se tratar de um padrão aberto, isento de royalties. No caso do HDMI é preciso pagar uma taxa de US$ 10 mil para o processo de licenciamento, aprovado pela HDMI Alliance, e ainda paga uma taxa por cada dispositivo. Curiosidade: já reparo que boa parte dos produtos que trabalham com HDMI fazem questão de destacar o logo dessa interface na embalagem? Isso tem um motivo. Quando o fabricante faz essa inserção o custo de licenciamento por aparelho diminui!
    Além de computadores, o conector DisplayPort também pode ser encontrado em tablets, placas de vídeo, monitores e até em algumas TVs. Seu conector tem 20 pinos (32 quando a conexão é interna, voltada para notebooks). Assim como com o HDMI, o conector também versões com variação na dimensão e termos.
    A Apple foi uma das companhias responsáveis por disseminar os benefícios do DisplayPort como opção para o universo digital nos computadores, a aposta foi tão grande que a companhia acabou definindo o que viria ser tornar parte oficial do padrão DisplayPort.
    Em 2008 a gigante de Cupertino anunciou a versão miniaturizada do conector DisplayPort, o Mini DisplayPort (capaz de suportar resoluções de até 2560 x 1600 pixels) para uso em seus dispositivos – a companhia já tinha adotado tal estratégia ano antes com o mini-DVI e micro-DVI.  A partir da versão DisplayPort 1.2, a VESA reconheceu o Mini DisplayPort como padrão.

    Um produto que adotou uma solução ousada no uso do Mini DisplayPort foi a placa de vídeo Radeon HD 5970 da PowerColor, anunciada em 2010. Esse modelo que chegou a ser exibido em eventos tinha 12 conectores Mini DisplayPort.

    Em 2014, a partir do padrão USB 3.1, também foi introduzido o que a VESA chama de  modo DisplayPort Alternate Mode, permitindo que o USB com conector Tipo-C seja capaz de suportar vídeo/áudio. A VESA garante que cabos DisplayPort de até 3 metros trabalham sem perdas.

     
    A evolução do DisplayPort

    A interface DisplayPort conta com 6 padrões regulares. A mais recente, até a publicação deste artigo, é o DisplayPort 2.0. A mudança de padrões garante à interface ganhos na largura de banda e outros recursos. A escalada na largura de banda entre as versões do DisplayPort é impressionante. Enquanto a primeira versão oferecia na prática 8.64 Gbps a versão 2.0 entrega 77.4 Gbps. Confira abaixo as diferenças entre largura de banda e taxas de atualização de acordo com a resolução nos variados padrões do DisplayPort:

     
    › DisplayPort 1.0/1.1
    A primeira versão do DisplayPort, anunciado em 2006, contou com a participação de Sony, Philips, Maxell and Lattice – alguns dos membros da VESA,  para o desenvolvimento. A largura de banda para a transmissão bidirecional era de 10,08 Gbps (efetiva de 8,64 Gbps). A resolução máxima suportada era o 4K Ultra HD (3840 x 2160 pixels) com taxa de atualização de 30 Hz, ou então Full HD (144 Hz), WFHD (100 Hz), QHD (75 Hz), WQD (60 Hz).
    Assim como o DVI e o HDMI o DisplayPort também conta com suporte para proteção de conteúdo contra pirataria. Além do HDCP (High-babdwidth Digital Content Protection) o DisplayPort introduziu o DPCP (DisplayPort Content Protection), introduzido com o DisplayPort 1.1, lançado em 2007.
    › DisplayPort 1.2
    Em 2010 foi a vez da segunda versão do padrão, o DisplayPort 2.0 A evolução foi significativa. A largura de banda saltou de 8,64 Gbps da primeira versão para 21.6 Gbps (efetiva de 17.28 Gbps). O leque de resoluções suportadas também foi ampliado, alcançando o 5K – primeira interface a cumprir tal requisito. Nesta resolução a taxa de atualização era de 30 Hz. O padrão também suporta o Full HD (240 Hz), WFHD (200 Hz), QHD (165 Hz), WQD (120 Hz) e 4K (75 Hz).
    Nesta versão, como comentamos anteriormente, a VESA adotou como padrão o Mini DisplayPort, criado pela Apple. Com o DisplayPort 2.0 a associação de padronagem também adotou o suporte a 3D. A compatibilidade com o padrão anterior foi mantida – programa de interoperabilidade chamado pela VESA de DisplayPort Compliance.  Também foi adicionado o suporte a multi-telas por meio da tecnologia Multi-Stream Transport  (MST).
    A partir da variação do padrão, o DisplayPort 1.2a, foi introduzido o suporte a tecnologia de sincronia adaptativa da VESA, o Adaptative-Sync, que também é a base para o FreeSync da AMD.
    › DisplayPort 1.3
    Lançado em 2014, o DisplayPort 1.3 elevou a largura de banda para 32.4 Gbps(efetiva de 25.92 Gbps) – 8,1 Gbps por cada uma das quatro vias, dando conta da resolução 5K utilizando um único cabo sem a necessidade de compactação. O DisplayPort 1.3 também permite o gerenciamento de resoluções mais altas quando é necessário acionar vários monitores – como duas telas 4K UHD – através de uma única conexão usando o recurso MST. Também foi adicionado o suporte a outros padrões de interface – HDMI, DVI e VGA – mediante ao uso de adaptadores.
    O DisplayPort 1.3 foi a primeira versão da interface com suporte a resolução 8K (7680 x 4320 pixels). A taxa de atualização prometida era de 30 Hz. As demais resoluções suportadas são: Full HD (240 Hz), WFHD (240 Hz), QHD (240 Hz) WQHD (165 Hz), 4K (120 Hz) e 5 K (60 Hz).
    › DisplayPort 1.4
    A VESA anunciou em 2016 as especificações do novo padrão para a interface DisplayPort, a versão 1.4. Essa é a primeira versão da interface a aproveitar o DSC ( Display Stream Compression ), tecnologia de compressão de dados, oferecendo uma taxa de compactação de até 3: 1, em conjunto há o Forward Error Correction (FEC), que gerencia qualquer erro no transporte de dados e vídeos compactado. Esse padrão também adotou o HDR (High Dynamic Range). O DisplayPort 1.4 também é mais aprimorado em áudio,  permitindo até 32 canais com frequência de amostragem de 1536 kHz. A largura de banda é de 32,4 Gbps.
    Assim como no padrão anterior a resolução máxima suportada é o 8K, porem dobrando a taxa de atualização, passando para 60 Hz – via SDC. Também é suportado o Full HD (240 Hz), WFHD (240 Hz), QHD (240 Hz), QHD (240 HZ), 4k (120 Hz) e 5 K (120 Hz).
    › DisplayPort 2.0
    Até o momento esta é a versão do DisplayPort mais recente, introduzido em junho de 2019. Além de ser o primeiro padrão com capacidade de lidar com a resolução 16K (15260 x 8460 pixels) o DisplayPort 2.0 oferece até três vezes mais largura de banda que o antecessor. A largura de banda é de até 80 Gbps,  efetiva de 77,4 Gbps. Os primeiros produtos a implementar esse padrão devem chegar até o final de 2020.
    Para alcançar o suporte a essa resolução absurda que é o 16K (com taxa de atualização de 60 Hz) o novo padrão se beneficia do salto da largura de banda e da evolução do DSC. Também há suporte para HDR e no modo DisplayPort Alternate Mode, além do conector USB Tipo-C, também será possível utilizar o conector Thunderbolt 3 para a passagem de vídeo e áudio. Evidentemente que também está mantida a compatibilidade com a tecnologia de sincronia adaptativa da VESA, o Adaptative-Sync (FreeSync) apoio a interface HDMI e também ao DVI e VGA, além de também ter suporte para a tecnologia de proteção de conteúdo mais recente, o HDCP 2.2.
    O suporte a multi-monitores em altas resoluções também impressiona. Esse novo padrão é capaz de lidar, por exemplo, com três monitores 4K com taxa de atualização de 90 Hz ou dois monitores 8K a 120 Hz, alémde lidarr com um único monitor com resolução 16K ((15360 a partir de 8460 pixels) a 60 Hz.
     
    DisplayPort: interface ideal para PCs

    O DisplayPort ao longo dos anos se mostrou um padrão ideal para uso em computadores. Enquanto o HDMI reinava no campo das TVs e home theater o DP por sua capacidade em termos de resolução e taxa de atualização acabava sendo a referência para uso em monitores. Nos últimos anos o HDMI encostou em recursos e até mesmo em resolução, a versão 2.1, embora esteja atrás, já mira os 10K.
    Mesmo encostando o DisplayPort ainda se mantém relevante no universo dos computadores, principalmente em dois aspectos: o excelente e facilitado suporte a multi-monitores, ideal para produtividade, e no campo do PC Gaming, com os monitores que operam em altas taxas de atualização.
    Outo fator é que a tecnologia de sincronia adaptativa da NVIDIA, o G-SYNC só funciona com DisplayPort. No caso do HDMI, é possível fazer uso apenas do FreeSync, que passou a ser suportado nesse padrão a partir de 2015. Evidentemente o FreeSync também é suportado pelo DisplayPort, já que a tecnologia tem como base o Adaptative-Sync, da VESA.
     
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  2. Pra deixar bem claro o que é HDMI ARC irei dar um exemplo pessoal. Em 2016 resolvi abandonar home-theater e dar uma chance para as soundbar. Evidentemente que senti o baque em passar de 5.1 canais para 2.1, da JBL SB 350, soundbard que comprei, no entanto, pela questão de espaço e menos cabos jogados pelo ambiente, a barra de som caiu como uma luva no meu caso.
    Essa soundbar está ligada numa TV de 40 polegadas, comprada na mesma época, a Samsung KU6000. Embora a soundbar da JBL ofereça a conexão auxiliar e óptica a interligação com o televisor foi feita por HDMI, graças ao suporte à tecnologia ARC. Comumente associamos o HDMI apenas como uma forma de transmissão de vídeo, mas a partir da versão 1.4 do HDMI o retorno de áudio foi introduzido. ARC é uma sigla que simboliza justamente essa possibilidade. Audio Return Channel – canal de retorno de áudio.
    Graças ao ARC a minha soundbar pôde ser conectada ao televisor por HDMI, e esse mesmo cabo cuida da transição do áudio, a passagem do som, que, por padrão, seria emanado pelos alto-falantes da TV, para a soundbar. A imagem abaixo, retirada do guia de produto da soundbar JBL Bae 2.1 ilustra essa integração.

    Além do seu sistema de som, a TV também tem que oferecer a compatibilidade com o HDMI ARC para que tudo funcione perfeitamente. Pode ficar tranquilo, todas as TVs que você encontrar no mercado atualmente irão oferecer essa possibilidade. O HDMI ARC foi introduzido em 2009, já está há um bom tempo no mercado, e todos os fabricantes já oferecem esse tipo de solução, mesmo em televisores de entrada ou intermediários.
    Na hora da conexão você terá que se atentar, a porta HDMI voltada para esse retorno de áudio terá um destaque em relação às demais em seu televisor. Vou citar novamente o meu caso. A TV KU6000 da Samsung oferece 3 portas HDMI. A porta número 3 tem entre parênteses a palavra ARC, indicando que será especificamente nela que a conexão com a soundbar ou receiver, por exemplo, será realizada. Alguns fabricantes podem utilizar outras formas de destacar o HDMI ARC, usando o termo “TV ARC”. Independente de como estiver escrito você já sabe que a porta HDMI que tiver alguma menção ao ARC será a que você realizará a conexão com o seu sistema de som.
    Outra vantagem oferecida pelo HDMI e que está em sintonia com o ARC é que com o próprio controle da televisão você regula o volume da soundbard, por exemplo. A JBL SB350 conta com um controle remoto dedicado, mas eu aumento o volume diretamente pelo controle da TV. Isso é possível devido a uma outra particularidade do HDMI, o CEC (Consumer Electronics Control) – lembrando que cada fabricante adota o nome comercial que acha melhor. Exemplo: Samsung chama de Anynet+, LG de SimpLink, Sony de Bravia Sync, e por aí vai. Evidentemente que o uso do controle dedicado continua tendo o seu valor, já que há funções mais específicas, no caso da JBL SB350 o ajuste dos graves do subwoofer é feito por esse controle.
    Além do comodismo, o ARC via HDMI também promoveu um salto técnico em especificações que vale a pena comentar. Antes do HDMI ARC, o RCA, com seus cabos coaxiais e o TOSLINK, que utiliza cabos de fibra ótica, eram as formas mais comuns para essa transferência de áudio. Mesmo no caso do TOSLINK, que usa fibra, a diferença entre a largura de banda para transmissão, comparado ao HDMI ARC é brutal: 384 Kbps x 1 Mbps.
     
    HDMI ARC x HDMI eARC
    Agora tem um detalhe importante: no próprio padrão ARC há diferenças, há uma versão melhorada, o eARC. A partir do HDMI 2.1, anunciado em 2017, a tecnologia ARC foi melhorada, dando origem ao eARC. Assim como há diferenças consideráveis entre a largura de banda do TOSLINK e do HDMI ARC há também uma discrepância entre o ARC e o eARC nesse quesito. Enquanto o ARC oferece uma largura de banda de 1 Mbps o eARC eleva para 37 Mbps. Mas pra que diabos esse salto tão agressivo? A resposta fica clara numa tabela compartilhada pelo HDMI.org, responsável pela licenciar as especificações do HDMI e promover a tecnologia.

    A tabela mostra que enquanto o ARC lida apenas com áudio 5.1 compactado, o eARC consegue atender o 5.1 sem compactação, além do 7.1. Esse padrão também consegue segurar as pontas em tecnologias de som surround modernas; tais como Dolby Atmos ou DTS:X. O eARC é adequado para quem irá montar uma configuração de ponta, que provavelmente irá passar por algum receiver bem robusto. Atente para a resolução e taxa de amostragem que o eARC suporta: 24-bit, 192 kHz!
    Assim como no caso do HDMI ARC, para fazer uso do eARC você irá precisar que tanto a TV quanto o receptor do áudio sejam compatíveis, isto é, ofereçam suporte ao HDMI 2.1. Até o momento poucos produtos atendem esse pré-requisito. O cabo também precisa ser parrudo, a HDMI.org fala que você precisa de um cabo HDMI High-speed com Ethernet.  Vale também comentar que o eARC é totalmente compatível com ARC. Caso você compre uma nova TV, que tenha suporte ao eARC, mas mantenha um equipamento de áudio que lide apenas com ARC a integração irá ocorrer.
     
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  3. 1985 é um ano importante para a Intel e para a indústria dos computadores. Foi neste ano que a gigante de Santa Clara, responsável por criar o que ficou conhecido como microprocessador, lançou o 386, primeiro processador de 32-bits, um salto e tanto considerando o próprio feito que a empresa conseguira em 1982, com o 286, primeiro chip de 16-bits. Com o 386 a Intel popularizou uma forma de classificação comercial de seus chips que é mantida até hoje, o uso de sufixos alfabéticos ao final do nome do processador.
    Na era do 386, tinha o 386 propriamente dito, uma versão mais modesta, o 386SX, uma versão mais parruda, voltada para servidores e máquinas de trabalho, o 386DX e até uma variante para uso em notebooks, o i386SL, lançado em outubro de 1990. Este foi o primeiro chip voltado especificamente para computadores portáteis. Abaixo você confere uma imagem de um anúncio da época do notebook Dell 325 NC, este modelo trazia o processador i386 SL.

    Com esses sufixos a Intel conseguia entregar uma classificação que ficasse mais fácil para consumidores e imprensa distinguir o foco de prático de cada um deles. Essa tradição se mantém, tanto nos processadores voltados para desktop quanto para portáteis. É comum encontrar na internet pessoas colocando no mesmo saco todos os Core i7 ou Core i5, por exemplo, como se apenas a chancela Core i7 ou i5 resumisse o poderio do processador, e isso está completamente errado. Além da questão das gerações de processadores há esse ponto do sufixo, que determina para qual público-alvo ele foi projetado.
    Neste artigo listamos os sufixos dos processadores Intel encontrados atualmente para notebooks e outros portáteis. Com essa informação você terá o conhecimento necessário para o momento que desejar adquirir um novo notebook com processador da Intel.
    Antes de partirmos para o que cada letra que acompanha alguns processadores Intel você precisa entender a composição como um todo do nome do processador – como eu disse acima não é porque é Core i7 que todos os chips com essa chancela são iguais -. Vou me ater neste artigo a família Core i que é a mais famosa do mercado e é dessa linha que você encontrará os principais notebooks vendidos atualmente.
    Após a sua classificação – Core i3, Core i5 e Core i7 – , o primeiro (caso seja um chip da 10ª geração Core são os dois primeiros) número que compõe o nome do processador é referente a sua geração. Abaixo coloquei duas imagens de notebooks que podem ser encontrados no mercado brasileiro, o Acer Aspire 3 A315-53-333H, e o Samsung Odyssey. No caso do modelo da Acer o processador que o equipa é o Core i3-7020U, enquanto no modelo da Samsung o processador é o Core i7-770HQ.
    Aspire 3 A315-53-333H – processador Core i3-7020U Samsung Odyssey (Core i7-7700HQ) Sei que a comparação entre ambos é absurda, já que o modelo da Acer é um notebook com configuração padrão, voltado para o uso do dia a dia, enquanto o modelo da Samsung traz uma configuração e ajustes de um produto destinado ao público gamer, mas citar essa diferença abissal foi proposital. Ambos contam com processador de sétima geração, repare no número 7 que inicia o nome de cada um dos chips. Há também a questão de um ser Core i3 o outro ser Core i7, e o detalhe final, o sufixo.
    O modelo da Acer traz o sufixo U enquanto o da Samsung o HQ. O sufixo U nos processadores Intel indica que se trata de um processador que não entrega uma performance tão elevada, em contrapartida seu consumo energético é baixo. Já no caso do HQ indica que aquele processador é um quad-core de alta performance, indicado para máquinas voltadas para jogos, por exemplo.
    Você também pode se deparar com o seguinte cenário. Dois notebooks da mesma família de processadores – Core i5, por exemplo, que são da mesma geração, mas que tem essa variação no sufixo. Será justamente o sufixo que irá clarear o caminho para você, uma forma de entender o comportamento prático daquele processador.
    Abaixo segue a lista completa de sufixos que você pode encontrar em notebooks com processador Intel atualmente:
    • G – Essa é a letra mais recente que a Intel passou a adotar em seus processadores para dispositivos móveis. Ela indica o poderio gráfico que aquele chip pode oferecer em comparação a outro modelo da mesma linha. Exemplo, o Core i7-1065 G7 utiliza o sufixo G7, isto indica que ele é entrega uma performance gráfica mais aprimorada quando comparado ao Core i5-1035G4 e o Core i5-1035G1.
    • H – Essa é a indicação da Intel para processadores móveis de alta performance. Chips acompanhados por essa letra tem o compromisso em entregar mais desempenho do que eficiência energética. Há também as variações HK e HQ que iremos comentar abaixo.
    • HK – O K que complementa o significado do H que vimos acima tem a mesma indicação de processadores para desktop que também recebem essa letra. O K no universo de chips Intel significa que o multiplicador é desbloqueado, o que possibilita um maior potencial em overclock. Então, para dispositivos móveis, o HK representa chips de alta performance que também oferecem esse maior liberdade para quem deseja se aventurar na arte do overclock.
    • HQ – Os processadores móveis com sufixo HQ também entregam chips de alta performance, mas diferentemente do HK, não há multiplicador desbloqueado.
    • U – Esse é o sufixo que domina a maioria dos processadores Intel voltados para notebooks. Caso você esteja procurando um notebook de entrada ou intermediário com certeza irá se deparar com um processador que utiliza este sufixo. Processadores classificados dessa maneira garantem uma boa eficiência energética, ainda mais se você puder comprar um notebook com processador da geração mais atual. No caso dos notebooks, além da inclusão de novas tecnologias, a troca de geração também representa um salto interessante no consumo energético.
    • Y – Os processadores Intel com sufixo Y representam o que de melhor a empresa pode oferecer em termos de eficiência energética. É muito comum processadores dessa categoria serem aplicados em híbridos (2 em 1).
     
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  4. WampServer 2.5
    Este é o aplicativo que vamos utilizar para criar nosso servidor WEB, ele instala de maneira automática os três aplicativos acima citados, bastando apenas algumas configurações no aplicativo para que ele rode muito bem o seu servidor na rede.
    Note que existem outros aplicativos para o mesmo fim, eu particularmente gosto deste, mas você é livre em sua escolha.
      Baixando o WampServer 2.5
    Basta acessar o Google e digitar "WampServer" no campo de busca e escolher o local de onde quer baixar o aplicativo para o seu computador.
    Instalando o WampServer 2.5
    Acesse o local onde baixou o arquivo de instalação, posicione o cursor de seu mouse sobre este arquivo e clique com o botão da direita em Executar como administrador.

    Um aviso de segurança passa a ser exibido pedindo a sua permissão para abrir o arquivo. Clique em Sim.
      A tela de boa vinda do WampServer passa a ser exibida. Clique em Next.

     
    Nesta tela é exibido o termo de uso do aplicativo, leia-o, selecione a opção de aceitação do termo e clique em Next.

    Nesta tela é exibido o local onde o Wamp Server será instalado em seu PC, não altere nada e clique em Next.
      Selecione os dois itens indicados e clique em Next.

     
    Esta nova tela apenas mostra as configurações escolhidas para a instalação, clique em Install.


     
    Nesta janela que passa a exibir o andamento da instalação apenas aguarde pois tudo é feito automaticamente.

     
    Nesta janela você pode escolher o navegador padrão para o aplicativo usar, note que ele por padrão escolhe o Explorer. Deixe como está e clique em Abrir.

     
    A finalização da instalação é concluída automaticamente e um aviso do Windows é exibido perguntando se o Firewall pode permitir o acesso deste aplicativo. Configure como mostrado na figura abaixo e clique em Permitir Acesso.

     
    Nesta nova tela é onde se pode configurar os parâmetros para e-mail deixe como está e clique em Next.

     
    Pronto, a tela avisando que a instalação foi concluída passa a ser exibida, clique em Finish.

    Observe que o ícone do WampServer passa a ser exibido em verde no canto inferior direito de sua tela, indicando com isto que o aplicativo se encontra ativo em seu computador, o seja seu servidor WEB se encontra funcionando.
     
    Observações
    Inicialmente o ícone é mostrado em vermelho, após alguns segundos passa para amarelo e na sequência para verde.
    Se você tem Skype instalado no seu computador e ele se inicia junto com o Windows isso pode gerar conflito e impedir que o WanpServer se inicie corretamente, consegui resolver este problema iniciando primeiro o WampServer e depois o Skype, dessa forma não tive mais problemas, observe ainda que mais adiante vamos reconfigurar a porta de entrada e este problema acaba, mas por enquanto experimente fechar o skype que tudo deve se resolver.   Configurando o WampServer
    Uma vez que o WampServer se encontre devidamente instalado temos fazer uns pequenos ajuste para que este servidor atenda as nossas necessidades e que será mostrado passo a passo a seguir.
    Configurando a língua a ser utilizada
    Posicione o cursor seu mouse sobre o ícone do WampServer e clique com o botão da direita.
     

     
    No menu que se abre selecione as opções Language > Portuguese como indicado na figura abaixo.

     
    Colocando o Servidor Online
    Esta é configuração necessária caso queira acessar este servidor outra máquina, ou seja, caso queira que este servidor possa ser acessado por qualquer máquina que se encontre em sua rede. Caso contrário poderá ser acessado apenas do computador em que foi instalado.
    Clique com o botão da esquerda no ícone do WampServer e selecione a opção Colocar Online como indicado na figura abaixo.
     
    Short open tag

    Sem esta configuração alguns scripts PHP que usam tags curtas não rodarão em seu servidor WEB.
    Posicione o cursor do mouse Sobre o ícone do WampServer e clique com o botão da esquerda. Na sequência selecione PHP > Opções PHP > short open tag.
     
     
    Desativando a exibição de erros
    Em determinado momento a exibição de erros pode atrapalhar por isto desabilito estas mensagens como é mostrado a seguir, mas muita atenção, agora você vai entrar em programação e qualquer erro aqui pode arruinar todo o trabalho já feito. Acesse WampServer > PHP > php.ini.
     

     
    Observe que o arquivo php.ini foi aberto no bloco de notas, selecione o Menu Editar e na sequência Localizar.

     
    Preencha o campo localizar, digite "display_errors" como mostrado na figura abaixo.

     
    Clique em Localizar Próxima tantas vezes quantas necessário para localizar: display_errors = on ou display_errors = off. Esta configuração deve estar como mostrado na figura abaixo.

     
    Volte a posicionar o cursor bem no início do documento. Na caixa Localizar digite "error_reporting = E_ALL" como mostrado na figura abaixo. Note que deve existir um espaço antes e depois do sinal de igual.

     
    em localizar próxima tantas vezes quantas necessário para localizar "error_reporting = E_ALL". Esta linha deve estar comentada, ou seja precedida do ponto e vírgula como mostrado na figura abaixo.

    Feche o php.ini não se esquecendo de salvar as alterações feitas. Reinicie também o seu WampServer.
     
    Seu servidor web está quase pronto para ser acessado, acesse o seu navegador e em sua barra de endereços digite http://localhost. A figura abaixo mostra a tela inicial deste servidor.

     
    É importante notar que se você estiver em outra máquina de sua rede, ou seja, diferente da máquina que foi instalado o servidor web este deve ser acessado pelo IP desta, ou seja pelo IP da máquina em que está rodando o servidor Apache. Sendo assim, a máquina em que está instalado o servidor Apache deve ter o IP fixo. Note que caso a placa de rede da máquina que foi instalado o servidor Apache não estiver configurado com IP fixo não irá funcionar para o Arduino e seus comandos.

    Feche o seu Navegador.
     
    Configurando a porta de acesso
    Em muitos casos é necessário que se altere a porta de acesso do servidor apache, por padrão ele vem configurado para usar a porta 80. Mas, isto pode gerar conflito com algum outro aplicativo, como o Skype por exemplo, e ainda se você quiser acessar o seu servidor apache da internet, ou seja, de qualquer lugar que se tenha um ponto de acesso à internet, uma grande parte dos provedores de internet bloqueiam esta porta 80 ou 8080 dentre outras. Por isto a necessidade de alterar esta porta de acesso como será feito a seguir.
    Acesse WampServer > Apache > httpd.conf conforme indicado na figura abaixo.

     
    Localize a linha de código indicado na figura abaixo digitando em Localizar "Listen".

     
    Altere a porta usada para 8585, como é mostrado na figura abaixo.

     
    Faça também uma segunda alteração como indicado na figura abaixo.

    Feche o arquivo httpd.conf e salve as alterações feitas, não se esqueça de reiniciar o WanpSeerver para que as alterações tenham efeito.
    Uma vez alterada a porta de acesso sempre que for acessar o servidor deve ser digitado dois pontos (:) e na sequência a porta que acabou de ser digitada no arquivo httpd.conf conforme mostrado na figura abaixo. Note que o endereço neste caso ficou http://192.168.1.4:8585 ou também http://localhost:8585.
    Nunca é demais lembrar que o endereço IP a ser digitado deve ser o da sua máquina e não o mostrado acima.
    Obs.: nunca é demais lembrar que sem estas configurações o seu servidor só poderá ser acessando da máquina em que estiver instalado, sendo assim as configurações são necessárias e atribuição de um IP fixo para a placa rede usada na máquina que o WampServer foi instalado.
    Esta aula chegou ao final, seu servidor WEB com suporte a PHP está pronto para ser acessado de qualquer lugar que você tenha acesso a internet, bastando apenas um pequena configuração no seu no seu Roteador, mas, este é um assunto que ficará para uma aula futura.
     

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  5. A dificuldade que a Intel tem no momento para continuar provando sua imposição perante aos processadores Ryzen da AMD, que tornaram a gigante de Sunnyvale relevante novamente no mercado, também aconteceu em meados dessa década, com o lendário Atholon X2 superando o Pentium D. A gigante de Santa Clara teve que se mexer, e usou sua expertise, poder de investimento em processo tecnológico e marketing para dar uma virada. A aposta funcionou muito bem.
    Um dos passos essenciais na retomada da Intel na época foi mudar radicalmente a comunicação dos seus produtos. O carro-chefe dessa mudança foi o que a companhia chamou de “tick-tock, termo que passou a ser utilizado em 2005 e que perdeu completamente seu valor a partir de 2016, com uma nova reestruturação, mas isso é papo pra outra hora. Em relação ao tick-tock, esse termo virou um modo fácil de explicar as mudanças e renovações que a Intel promoveria aos seus processadores para um público mais amplo. Funcionava assim. Quando a Intel reduzisse a litografia do processador estaríamos no tick, enquanto o tock simboliza o lançamento de uma nova microarquitetura.

    Foi com esse “lema” já em execução que a Intel lançou em 2008 a microarquitetura que deu origem ao que conhecemos como família Core i. Essa microarquitetura foi batizada de Nehalem, ela manteve o mesmo processo de fabricação da Penryn – 45 nm, lançada em 2007, em contrapartida, a Intel promoveu diversas mudanças estruturais e fundamentais, uma delas foi a inclusão do controlador de memória triple-channel DDR3 integrado diretamente no die do processador.

    Está lembrado que um dos pontos que eu citei no início foi que a Intel reformulou a sua maneira de comunicação,  a forma como esses chips eram vendidos? Então, é neste ponto que passa a fazer sentido as diferenças entre Core i3, Core i5, Core i7, e mais recentemente o Core i9.
    Os três primeiros processadores dessa família foram lançados em novembro de 2008: Core i7: Core 920, Cor i7-940 e Core i7-965 Extreme Edition. Esses processadores mantiveram a palavra Core, herdada dos Core 2, mas o 2 foi abandonado, dando lugar a uma nova forma de comunicação, com sub-classificações. Ao Core i7, se juntaram a família Core i5, em 2009, Core i3, em 2010 e Core i9 em 2017.
    Ao longo dos anos, as classificações foram mantidas pela Intel, mas os chips foram mudando, renovações em funcionalidades, microarquiteturas e gerações, tanto que atualmente estamos na 10ª geração Intel Core i, chamada de Ice-Lake, com o tão aguardado, e inúmeras vezes adiado, processo de fabricação de 10nm. Em 11 anos de família Core i a Intel saltou de 45nm para 10nm, porém o entendimento das classificações, de acordo com suas sub-categorias, pode-se dizer que foi mantido quase que em sua totalidade.

     
    As principais diferenças entre Core i3, i5, i7 e i9 são as seguintes
    Intel Core i3 – são processadores que chegaram ao mercado como dual-core mas evoluíram e hoje em dia conseguimos encontrar modelo com quatro núcleos,  como, por exemplo, i3- 9 100 e i3-8350K. Essa classe de chip é mais indicada para computadores de baixo orçamento e que irão lidar com tarefas mais rotineiras, no entanto isso não é uma regra fechada, é naturalmente possível ter um computador intermediário para jogos, por exemplo, com um Core i3, ainda mais se for um modelo recente, com quatro núcleos. Intel Coe i5 – no mercado, você encontrará processadores equipados com dois, quatro e até seis núcleos físicos (a partir da oitava geração). O fabricante recomenda-os para computadores domésticos intermediário, dando conta de se comunicar com mais tranquilidade com placas de vídeo mais poderosas. Intel Core i7 – a diversidade nesta série é ainda maior. Sua composição é de oito a até dez núcleos físicos, e, mantendo o posicionamento de mercado desde que foi lançado, seu público-alvo é o público mais exigente, que precisa de “poder de fogo”, tanto na hora da jogatina, empurrando as placas top do mercado, como também em produtividade, com softwares de modelagem, edição, etc. Intel Core i9 –  esta série é dedicada aos profissionais e aos jogadores mais exigentes, aos entusiastas. É composto por processadores com 10, 12, 14, 16 e até 18 núcleos físicos. Então eles garantem um desempenho realmente grande. Agora é hora de passarmos adiante, em relação ao fator geração. O primeiro dígito que forma o nome do processador simboliza a que geração na família Core i ele está inserido. Abaixo colocamos alguns exemplos. O processador Core i5-3470, faz parte da terceira geração, enquanto o modelo i5-1035 G7, faz parte da décima. A geração do processador Intel é muito importante, já que simboliza a passagem para um novo processo de fabricação ou aprimoramento da mesma. No mundo dos notebooks os processadores de gerações mais novas são ainda mais importantes, já que com uma nova geração a Intel promove em seus processadores melhorias na autonomia da bateria, por exemplo.
    Core Core i5-3470 – processador de terceira geração; Core i5-4570 – processador de quarta geração; Core i5-5500 – processador de quinta geração; Core i5-6500 – processador de sexta geração; Core i5-7500 – processador de sétima geração; Core i5-8500 – processador de oitava geração; Core i5-9500 – processador da nona geração; Core i5-1035G7 – processador de décima geração. Fechando outra característica importante que você precisa levar em consideração é o sufixo do processador. Alguns chips recebe letras ao final do nome, uma forma direta de mostrar o que ele se propõe:
    S – baixo consumo de energia, T – consumo de energia muito baixo (geralmente são modelos para desktop), Y – consumo de energia muito baixo (para processadores dispositivos móveis), U – consumo de energia ultrabaixo; F – requer uma placa gráfica dedicada; G– placa gráfica integrada (é o sufixo mais recente, passou a ser utilizado na 10ª geração Intel Core) H – placa gráfica integrada; HK – placa gráfica integrada e multiplicador desbloqueado; HQ – placa gráfica integrada (alta qualidade, 4 núcleos); Q -quad-core; C – processador para desktop desbloqueado baseado no socket LGA 1150 com gráficos de alto desempenho R –processador para desktop baseado no socket BGA1364 (portáteis) com gráficos de alto desempenho K – multiplicador desbloqueado (voltado para overclock), M – processadores móveis MQ – quad-core para portáteis; MX – Extreme Edition para portáteis.  
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  6. Circuito proposto­
    Já velho conhecido e é mostrado na figura abaixo dispensando maiores comentários.

    Note que este circuito foi usado na aula 6 e que nesta aula e que nesta aula transferimos para o Arduino um sketch que possibilitou ligar desligar a carga a partir da Serial, nesta aula iremos partir do ponto que paramos na aula 6, ou seja com o sketch transferido para o Arduino. É aconselhável uma revisão rápida nesta aula.
    Abra o seu Explorador de Arquivos e crie uma pasta de nome Controle em C:wampwww.
    A seguir iremos criar a página que irá comandar o acionamento da carga, como esta página envolve conhecimentos de HTML e PHP não será detalhado as linhas de códigos, pois fogem do foco deste curso. Basta digitar exatamente como será mostrado passo a passo.
    Para a digitação do código até o bloco de notas do Windows serve, agora, o Notepad++ é muito melhor e totalmente gratuito, basta executar uma busca e baixá-lo e, claro instalá-lo. É bastante simples a sua instalação, se chegou até aqui não irá encontrar dificuldades.
    A figura abaixo mostra o ícone para a inicialização deste aplicativo depois da instalação.

     

     
    A figura abaixo mostra a tela inicial deste Editor.

     
    Inicialmente deve ser selecionada a linguagem com a qual vai trabalhar, selecione Linguagem > P > PHP.

      Digite o código que começa na linha 1 e termina na linha 22 exatamente como mostrado na figura abaixo.

     
    Salve o código digitado acima com o nome de index.php na pasta controle que foi criada no início da aula.
     
    Inicie a IDE do seu Arduino e também a Serial exatamente como foi feito na Aula 6.
    Obs.: Não existe a necessidade de enviar sketch algum pois isto já foi feito na Aula 6, este é o sketch que irá ser usada agora.
    Uma vez iniciada a serial, esta deve ser fechada, mas atenção a IDE do Arduino deve permanecer iniciada (aberta).

     
    Na aula 6 você digitava o numeral 1 ou 0 para ligar ou desligar a carga, nesta você usará um página com código PHP para isto.

     
    Acesse o seu navegador e digite o endereço http://localhost:8585/controle ou substitua o localhost pelo endereço IP do servidor web de sua rede.

    Observe que existem dois links nesta página, um para ligar o Led e outro para desligar, teste-os a vontade e note que eles irão realmente apagar e acender o led.
    Nunca é demais lembrar que neste caso a serial deve ser iniciada antes de acessar a página com os links e na sequência deve ser encerrada, mas, a IDE do Arduino deve permanecer aberta caso contrário não irá funcionar. Também deve ser lembrado que esta é uma página com código PHP e sendo assim só irá funcionar se salva no local indicado nesta aula e acessada através de um navegador, não existe outra possibilidade.
    Caso queira comandar uma carga externa tipo Lâmpada, Ventilador, abaixo segue um esquema usando relé. Mas cuidado, toda atenção é pouca, pois agora existe a possibilidade choque elétrico, e estes sempre podem trazer algum risco. Portanto se não estiver acostumada a trabalhos com 110 ou 220v consulte algum eletricista antes de começar.
    Note que a ligação que saia da porta 12 para alimentar o Led agora deve alimentar a base do Transistor BC 548 que é um NPN e note ainda que existe um resistor de 1k limitando a corrente desta alimentação.
    Ainda que a alimentação da bobina do relé está sendo feita por uma fonte externa e ainda que o terra desta fonte deve também ser ligado por meio de jumper ao terra do Arduino, e tenha muita atenção pois uma ligação errada pode causar danos irreversíveis ao seu Arduino, mas, deve ser feito para um melhor funcionamento.
    Quanto a fonte de 5v e 12v é fácil de conseguir uma em sucata de computador e fornecimento destas tensões é mostrado na figura abaixo.

     
    Observe que nada impede de usar um relé para 12 volts, basta que o seu relé suporte estas tensão. É aconselhável que a partir deste momento não alimente mais nada a partir do Arduino, toda alimentação externa deve ser feita por uma fonte externa como mostrado no esquema.
    Em uma aula futura voltaremos a falar sobre acionamento de carga com uso de relé com explicações mais detalhadas.
    Tudo se encontra pronto para o Arduino comandar a carga de qualquer dispositivo como: computadores, notebooks e smartphones que se encontrem conectados a sua rede, mas, por enquanto apenas da sua rede local a seguir irá aprender a configurar o roteador para que este acesso possa acontecer de qualquer dispositivo que se encontre conectado à internet, mas, este é um assunto que fica para a próxima aula.
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  7. Configurando o roteador D-Link DI-524
    A seguir será mostrado como configurar um modelos de roteador, mas, deve ser levado em consideração que existem muitos modelos no mercado, aqui, será mostrado como configurar 3 modelos, de maneira geral as configurações são próximas e pesquisando na Internet ou nas configurações do seu modelo irá encontrar a solução. Mas, vamos a prática.
    A figura abaixo mostra a tela inicial do painel de configuração do modelos D-link DI-524. Observe-a com atenção.

     
    Selecione a opção Wizard e Advanced como mostrado na figura abaixo.

     
      A figura abaixo mostra a tela que passa a ser exibida.

     
    Selecione a opção Virtual Server HTTP como indicado na figura abaixo.

     
    Observe que toda a linha passa a ficar marcado em amarelo, na parte superior configure exatamente como mostrado na figura abaixo.

    Observe que desta forma está sendo configurada para que quando uma requisição chegar pela internet indicando que a porta de entrada desejada é a 8585 o roteador encaminha o pedido para sua placa de rede interna que é a 192.168.1.4, que, como deve lembrar é o computador de sua rede que está instalado o seu servidor apache.
    Observe ainda que tanto o IP como a porta de entrada podem ser diferentes em seu sistema e é estes endereços que devem estar colocados no local indicado na figura acima.
     
    Uma vez que tudo foi configurado clique em Apply.

     
    Uma nova tela passa a ser exibida avisando que a configuração foi salva, nesta clique em Continue.

     
    Observe que você volta a tela anterior e que agora o seu Servidor Virtual se encontra devidamente configurado para atender as requisições que chegarem via internet.

     
    Está tudo pronto agora é só fechar o seu navegador.
     
    Descobrindo o seu IP
    Note que agora estamos falando no seu IP externo e não no seu interno, aquele usada para configurar o seu servidor apache.
    Existem muitos sites que informam o seu IP externo, para descobrir basta realizar uma busca no Google digitando "Meu IP" no campo de buscas.
    Abra novamente o seu navegador e acesse o site: "http://www.meuip.com.br". Note que o IP passa a ser exibido como indicado na figura abaixo.

     
    No caso do IP mostrado na figura acima para que se possa acessar a página de controle de carga feita na aula anterior bastaria em seu navegador acessar o endereço: http://187.57.76.235:8585/controle/.
    Atenção de maneira geral os IPs são dinâmicos, ou seja, a cada conexão um novo IP é atribuído ou a cada 12 horas os IPs são alterados, sendo assim este número IP sempre deve ser verificado, pois, eles tem uma vida útil.

    Existem diversos sites que roteiam o seu IP de formas que você passa a ter um comportamento semelhante a quem tem IP fixo, basta um pesquisa no Google por "dns dinâmico grátis" que alguns resultados serão obtidos e poderá instalar o aplicativo necessário e criar uma conta no site desejado, o que testei funciona, mas, as vezes demora um pouco, não vi muita vantagem em continuar usando estes gratuitos, mas, isto é com você.
    Existem também sites para este fim que são pagos, devem ser melhores, nunca testei, é uma questão de pesquisar, e nunca é demais falar que consultar seu provedor quanto a um IP fixo pode ser o canal, eu tenho uma internet via rádio e meu provedor me forneceu IP fixo, que chamam de IP válido sem custo adicional. Com IP fixo tudo vai funcionar de uma maneira muito mais rápida e confiável.
     
    Configurando o roteador TP-Link TL-MR3220
    Com a página de administração aberta acesse a opção Forwrding.

     
    Clique no botão Add New...

    Configure a tela aberta como mostrado na figura abaixo e clique em Save.
    Note que a tela anterior passa a ser exibida, mas agora com o IP configurado.
     
    Configurando o roteador Pacific PN-WR542G

     
    Despensa maiores comentários, pois uma vez acessado o Forwrding como mostrado na figura abaixo é exatamente igual ao roteador TP-Link TL-MR3220 mostrado logo acima.

     
    Deixando de lado o incomodo de ficar acessando o site que mostra o seu IP você se encontra pronto para acessar os comandos para ligar e desligar a carga de qualquer local que se tenha acesso a um ponto de Internet.
    Deve ser notado que o primeiro roteador mostrado só permite a configuração de um redirecionamento e é este o último roteador comprado, enquanto os outros dois já permitem a configuração de diversos redirecionamentos.
    Nas duas próximas aula vamos ver como mais detalhe como acionar uma carga usando relê, sendo que na Aula 10 irá ver com mais detalhes os componentes usados neste circuito e na Aula 11 o circuito propriamente dito mais detalhadamente explicado.
    Assim está aula chega ao seu final, até a próxima e sempre lembrando que a prática leva a perfeição, portanto, ponha a mão na massa.
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  8. Antes de explicar o passo a passo para habilitar o HDR no Windows 10 é necessário verificar se o seu computador ate os requisitos necessários para a tecnologia:
     
    Requisitos para HDR no Windows 10
    – Windows 10 versão 1803 (update de abril de 2018) ou superior;
    – Placa de vídeo compatível com o gerenciamento de direitos autorais PlayReady (para conteúdo HDR protegido), além de suporte para codecs necessários para a decodificação de vídeo de 10-bits (HEVC ou VP9). Este PlayRead é um DRM via hardware da própria Microsoft, placas de vídeo da NVIDIA a partir da série GTX 1000 suportam. Assim como a linha RX 5700 da AMD, RX 400 e 500, que recentemente receberam a compatibilidade via driver.
    Em relação ao processadores com chip de vídeo integrado, a Microsoft fala que dispositivos com Intel Kaby Lake ou superior podem dar conta da tarefa;
    – Também é necessário uma tela que tenha no mínimo a resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e 300 nits de brilho. Essa questão dos nits é determinante para o resultado do HDR, assim como a taxa de constaste. A saída de luz do display é medido em quantidade de nits (candela por m2), quanto mais alto for a taxa de nits que o painel consegue alcançar melhor é o rendimento com o HDR. Embora a Microsoft fale em 300 nits, o mais “aceitável”, por assim dizer, é que você busque pelo menos uma tela com 400 nits.
    Como o HDR, além do padrão proprietário,  o Dolby Vision, pode ser implementado de forma livre, com os padrões abertos da UHD Alliance (HDR 10 /HDR 10+) há uma verdadeira farra do boi no mercado, com diversos modelos incapazes de oferecer algo próximo ao que realmente deveria ser o HDR. Vide o caso de um modelo de TV UHD que é popular no Brasil, a Samsung RU 7100. A Samsung usa o termo coméstico HDR Premium, mas esse televisor está longe de entregar HDR, entregando no máximo 269 nits, de acordo com a análise do site RTings.
    Requisitos para um monitor externo HDR para uso no Windows 10 
    – Monitor com suporte ao HDR  – a Microsoft recomenda os modelos com certificação DisplayHDR;
    – Suporte para DisplayPort 1.4 / HDMI 2.0, ou superior;
    – A placa de vídeo offboard ou o chip gráfico integrado precisam oferecer compatibilidade com o PlayRead 3.0. Pode ser utilizado GeForce série 1000 ou superior, AMD Radeon RX série 400 ou superior ou Intel UHD Graphics série 600 ou superior. Recomendamos uma placa gráfica compatível com decodificação de vídeo de 10 bits com aceleração de hardware para codecs de vídeo HDR, diz a Microsoft em seu site.
    – O computador Windows 10 deve ter os codecs necessários instalados para decodificação de vídeo de 10 bits (por exemplo, os codecs HEVC ou VP9).
    – É recomendado que você tenha os últimos drivers WDDM 2.4 instalados no computador Windows 10. Para obter os últimos drivers, acesse o Windows Update em Configurações ou confira o site do fabricante do computador.
     
    Como ativar o HDR no Windows 10

    Pronto, agora que conhecemos os requisitos para que o conteúdo em HDR no Windows 10 seja habilitado vamos para o passo a passo sobre como ativar a tecnologia no sistema. Ah, um detalhe: caso você pretenda ativar o HDR em um notebook verifique se ele está conectado na tomada antes de iniciar o procedimento, devido ao alto consumo de energia que o HDR demanda.
    – Clique em iniciar e em seguida em configurações;
    – Agora clique na primeira seção exibida na tela, Sistema;
    – A primeira opção do grupo sistema é justamente a que precisamos tratar para lidar com o HDR, a opção vídeo;
    – Abaixo de Windows UHD Color ative a chave deslizante em que está escrito “Reproduzir jogos e aplicativo HDR”.
    – Ao ativar o recurso, ficará disponível alguns ajustes, através da opção “Configurações do Windows UHD Color”, clique nela;
    – Agora você consegue ter uma visão geral de como a tecnologia está ativa na sua tela. É possível comprovar que o Windows 10 ativou o HDR tanto para jogos e aplicativos, quanto para a transmissão de vídeos em HDR, utilizar um vídeo de referência para notar a diferença entre o HDR ligado e desligado, além de ajustar o brilho para um conteúdo SDR.
     
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  9. Antes de se partir para o circuito propriamente dito existe a necessidade de se conhecer três novos elementos que são:
    Relê; Diodo; Transistor. Se você fez todas as aulas até agora deve ter notado que Arduino obriga a um conhecimento bastante amplo e que envolve:
    Programação; Elétrico; Eletrônico; Mecânico; Internet e Intranet. Sendo assim, nesta aula vamos estudar um pouco mais de eletromecânica que é o relê e eletrônica envolvendo um conhecimento sobre semicondutores que são os diodos e transistores. 
      Conhecendo um pouco mais sobre Relê
    É um dispositivo comutador e eletromecânico usado pelo homem a muito tempo, e com toda a certeza o mais antigo dos três a ser estudado nesta aula.
    A figura abaixo nos mostra uma figura simplificada de um relê, observe-a com atenção.

    Um relê é composto por um núcleo de material ferroso (2 da figura acima) que recebe uma bobina (1 da figura acima) de fio de cobre, note que bobina nada mais é que uma sequência de voltas deste fio em torno do núcleo.
    Ao ser percorrida por uma corrente elétrica a bobina gera um campo magnético que irá transformar o seu núcleo em um imã temporário, ou seja será imã enquanto tiver corrente percorrendo a bobina. Este núcleo transformado em imã pela corrente que percorre a bobina atrai a armadura do relê (3) que irá fechar os contados(4) e os manterá fechado enquanto o núcleo exercer atração sobre a armadura(3), ou seja enquanto existir corrente percorrendo a bobina(1).
      A figura abaixo mostra a ligação de um relê com a bobina energizada, observe-a com atenção.

    Ao ser interrompida a corrente que percorre a bobina(1) o núcleo (2) deixa de se comportar como imã e libera a armadura(3) interrompendo assim o contato(4), observe com atenção a figura abaixo.

    Note que desta forma podemos comandar a carga que no caso é uma lâmpada, mas claro, poderia ser outra qualquer cujo consumo seja suportado pelo relê com uma chave que suporte apenas o consumo da bobina que maneira geral é menor que o consumo da carga principal, mas, na maioria dos casos o relê ainda pode oferecer algum risco a placa de Arduino por seu consumo, então é interessante ainda usar um sistema independente para energizar esta bobina que será mostrado detalhadamente na próxima aula.
      Relê de Três Pontos
    Difere do rele acima por ter dois contatos:
    O normalmente fechado: que se mantem um contado fechado enquanto a bobina não está energizada e se abre quando esta é energizada.
    O normalmente aberto: que se fecha quando a bobina é energizada ao mesmo tempo em que o contado normalmente fechado passa a se abrir. 
    A figura abaixo mostra um relê deste tipo, que aliás é mais comum de ser encontrado em lojas especializadas. Note que mostrado tanto no estado em que a bobinas esta energizada quanto no estado em que a bobinas está sem energia percorrendo sua bobina.

    Note que enquanto o primeiro relê oferecia a possibilidade de ligar ou desligar uma carga este oferece a possibilidade de ao mesmo tempo que liga uma carga simultaneamente outra carga seja desligada.
    A seguir iremos entrar no estudo dos outros dois componentes usados no circuito que são os diodos e os transistores, mas para um melhor entendimento e aprendizado sobre este componente é importante relembrarmos o que é condutor, semicondutor e isolante, vamos lá.
     
    Materiais condutores
     São os materiais que oferecem uma resistência muito baixa à passagem de uma corrente elétrica, resistência esta que pode ser considerada como inexistente quando a fonte está a alguns metros da carga.
     
    Materiais isolantes
     São os materiais que oferecem um resistência muito alta à passagem de uma corrente elétrica, resistência esta que impede a passagem da corrente, ou seja não permitem a passagem de corrente elétrica.
     
    Semicondutores
     Resumidamente podemos dizer que um semicondutor é algo que está entre um material condutor e um material isolante, ou seja, é um material que possui valor típico de condutibilidade e de resistência elétrica que se posiciona entre a condutibilidade de um material condutor e a não condutibilidade e um material considerado isolante.
    O cristal de silício que é de longe o mais utilizado na eletrônica é encontrado na natureza de maneira não pura e sendo assim fica difícil controlar a natureza destes cristais, então, é aplicado um processo de purificação deste cristal.
    Uma vez atingido o nível de pureza desejado é injetada de maneira controlado impurezas neste cristal com a intenção de se gerar elétrons livres ou lacunas. A este processo é dado o nome de dopagem.  A impurezas que se utiliza em uma dopagem podem ser de natureza doadora ou de natureza aceitadora.
    Natureza doadora: é inserido átomos de matéria que tenha 5 elétrons em sua camada de valência (fósforo e antimônio), desta forma criar um cristal negativo (N) pois a impureza inserida no cristal produz um elétron livre na camada de valência quando submetido a uma pequena diferença de potencial.
    Natureza aceitadora: é inserido átomos de matéria que tenha 3 elétrons em sua camada de valência (alumínio e gálio), desta forma criar um cristal positivo (P) pois a impureza inserida no cristal produz uma lacuna na camada de valência que irá aceitar um elétron livre quando submetido a uma pequena diferença de potencial.
    É exatamente a junção do cristal positivo com o cristal negativo que possibilita toda está eletrônica que existe nos dias atuais, com toda a certeza não fosse isto estaríamos parados na época da válvula e ainda impossibilitado de tudo o que ai está.
    Abaixo temos a figura de uma junção de cristais P e N que nada mais que um diodo que iremos estudar a seguir.

    Não se preocupe se tudo isto lhe parece um pouco confuso, ao avançar em seu estudos verá que tudo ficará mais claro. Tudo o que foi dito sobre semicondutores e para que tenha a noção de como polarizar um diodo para que conduza corrente ou a polarização correta de um transistor para que este funcione como uma chave interruptora para a energização da bobina de um relê como será na próxima aula. 
     
    Conhecendo um pouco mais sobre Diodo
    O diodo é o mais simples exemplo de uso de cristal positivo e negativo, ou seja, nada mais é que a junção de um cristal negativo com um cristal positivo como é mostrado na figura abaixo. É um dispositivo no estado sólido simples: o diodo semicondutor de junção.

    Note que quando o diodo é polarizado inversamente, ou seja o cristal tipo P é ligado do lado negativo da fonte e o cristal tipo N do lado positivo da fonte não irá permitir a passagem de corrente elétrica, já, quando invertemos a situação ligando o cristal tipo P do lado positivo da fonte e o cristal tipo N do lado negativo da fonte dizemos estar polarizado diretamente e irá permitir a passagem de corrente elétrica.
    É esta característica que faz do diodo um dos componentes mais utilizados no mundo da eletrônica, pois ele atua como retificador de corrente, ou seja, transforma a corrente alternada em corrente continua permitindo assim que se possa ligar um  computador na tomada de sua casa, a televisão, enfim todo e qualquer aparelho eletrônico por pequeno que possa ser depende de diodos para que possa ser ligado à rede elétrica que alimenta as casas, comércios e industrias existentes em qualquer lugar do mundo.
     
    Conhecendo um pouco mais sobre Transistor Bipolar
    Fazendo uma analogia podemos dizer que um transistor bipolar seria como a se ligássemos dois diodos, mas, Catodo com Catodo e ou Anodo com Anodo.
    Na figura 1 temos um sanduiche de cristal formando a estrutura de transistor PNP onde temos dois cristais positivos e de recheio um cristal negativo, por isto PNP. Mas vale dizer que isto é apenas uma analogia não funcionário como transistor de maneira alguma. Pois, o transistor mesmo tem o cristal de sua base muito  mais estreito que os cristais que formam o emissor e o coletor, como um sanduiche mesmo, onde de maneira geral o recheio é sempre mais fino.

     
    A figura 2 mostrada abaixo faz uma analogia dos diodos ligados Anodo com Anodo representando um transistor bipolar NPN e as explicações aqui são as mesmas dadas acima. Olhe com atenção a figura e será fácil de entender.

    A seguir temos a imagem mais realista de um sanduiche de cristal representando primeiramente o transistor NPN e depois o PNP e como pode ser notado a base é muito mais fina que o emissor e o coletor.

     
    Abaixo temos um dos símbolos mais usados para representar estes dois tipos de transistores bipolares e de maneira geral é estes símbolos que encontrará nos digramas.

     
    Polarização de transistores bipolares
    O transistor é um componente polarizado, ou seja, tem maneira certa de ligar para que funcione corretamente como será mostrado a seguir.
     
    Polarização de um transistor NPN
    O emissor base: deve ser polarizado no sentido direto, ou seja o emissor deve estar ligado ao terminal negativo da fonte e a base ao terminal positivo da fonte.
    Base coletor: deve ser polarizado no sentido inverso, a base deve estar negativa em relação ao coletor e este deve estar ligado ao terminal positivo da fonte.
    Note que este processo de colocar a base positiva em relação ao emissor e negativa em relação ao coletor consiste no processo de ligar a base no terminal positivo da fonte através de um resistor. 
    Observe com atenção a figura abaixo que mostra esta ligação:

     
    Polarização de um transistor PNP
    O emissor base: deve ser polarizado no sentido direto, ou seja o emissor deve estar ligado ao terminal positivo da fonte e a base ao terminal negativo da fonte.
    Base coletor: deve ser polariza no sentido inverso, a base deve estar positiva em relação ao coletor e este deve estar ligado ao terminal negativo da fonte.
    Note que este processo de colocar a base negativa em relação ao emissor e positiva em relação ao coletor consiste no processo de ligar a base no terminal negativo da fonte através de um resistor. 
    Observe com atenção a figura abaixo que mostra esta ligação:

    Obs.: Note que o foco deste curso é estudar a polarização de um transistor como chave interruptora e nada mais, e esta é apenas uma das funções que transistor bipolar pode desempenhar, mas, este é foco que nos interessa neste momento.
    Não se preocupe se tudo isto parece um pouco confuso na próxima aula irá partir para prática com relação polarização de transistor bipolar para que funcione como chave interruptora e verá que tudo ficar muito mais claro.
    Esta aula chegou ao final, até a próxima e bom estudo.
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  10. Usando o NPN BC548
    A figura abaixo mostra a posição do emissor, base e coletor deste transistor, observe-a com atenção. 

     
    Como o transistor NPN tem o seu emissor constituído por um cristal negativo deve ser ligado como mostrado na figura abaixo.

    Obs: É importante que tanto o Arduino como a fonte que alimentar o sistema e consequentemente o transistor tenham o mesmo potencial negativo, por isto o emissor deste transistor deve ser ligado aos dois GND, do contrário não irá funcionar muito bem.
    Já a base do transistor que deve estar positiva em relação ao emissor e negativa em relação ao coletor deve ser ligado como mostrado na figura abaixo.

     
    Agora só falta ligar o coletor do transistor que deve ser da forma indicada na figura abaixo. Note que a base vai estar negativa em relação ao coletor que deve estar polarizado no sentido inverso. O coletor é constituído por um cristal negativo e deve estar em contato com positivo da fonte de alimentação.

      Obs: Os dois pinos a serem usados para a alimentação da bobina do rele estão indicados na figura abaixo observe-a com atenção. Note que não existe polarização, aqui, o lado não importa, o importante é que um deste dois pinos se encontre no VCC da fonte e outro no coletor do transistor.

     
    Proteção para o transistor
    Sempre que a bobina do rele for alimentada ou que tiver sua alimentação cortada, ela irá gerar por uma fração de segundo um tensão em sentido contrário ao da alimentação e isto pode queimar o transistor, dai, a necessidade de um diodo ligado como mostrado na figura abaixo.

    Obs.: O Catodo que é o cristal negativo do diodo deve ficar ligado ao VCC da fonte externa, ele deve estar polarizado inversamente, pois, assim só irá permitir a passagem da corrente gerada pela bobina do rele não permitindo que esta chegue ao transistor, promovendo assim a proteção necessária.
    Agora só falta ligar os contatos do rele como mostrado na figura abaixo, mas atenção, aqui irá trabalhar com diferença de potencial mais alto, 110 ou 220V, tome cuidado para evitar riscos de choque elétrico.

    Obs.: Note que o circuito que será alimentado com 110 ou 220v está completamente isolado do circuito que irá alimentar a bobina do rele e ainda que os contatos do rele irão funcionar como uma chave interruptora comum, destas usadas para ascender e apagar uma lâmpada comum.
    Deve também ser observado que este circuito serve para alimentar qualquer dispositivo que não ultrapasse a corrente suportada pelo rele. 
     
    Ligando os contatos do rele
    A figura abaixo mostra todos os pinos existente em um rele de três pontos, observe-a com atenção.

     
    A figura abaixo mostra como devem ser ligados os pinos do rele e carga na rede de corrente alternada de 110 ou 220v, mas atenção o choque nestas redes oferecem algum risco, por isto, toda atenção ainda é pouco.

    Obs.: Nunca é demais lembrar que no lugar da lâmpada pode ser colocado qualquer dispositivo cuja corrente necessária para o seu funcionamento não ultrapasse o limite permitido pelo rele, eu particularmente costumo não ultrapassar 50% da corrente recomendada pelo seu fabricante.
     
    Usando o PNP BC558
    A figura abaixo mostra a posição do emissor, base e coletor deste transistor, observe-a com atenção. Observe que é exatamente igual ao BC548.

     
    Como o transistor PNP tem o seu emissor constituído por um cristal positivo deve ser ligado como mostrado na figura abaixo.

     
    Já a base do transistor que deve estar negativa em relação ao emissor e positiva em relação ao coletor, e, deve ser ligado como mostrado na figura abaixo.

     
    Agora só falta ligar o coletor do transistor que deve ser da forma indicada na figura abaixo. Note que a base vai estar positiva em relação ao coletor que deve estar polarizado no sentido inverso. O coletor é constituído por um cristal positivo e deve estar em contato com negativo da fonte de alimentação fonte de alimentação externa e também deve estar em contado com o GND da placa de Arduino.

     
    Obs: Os dois pinos a serem usados para a alimentação da bobina do rele estão indicados na figura abaixo observe-a com atenção. Note que não existe polarização como já foi explicado anteriormente.

     
    Proteção para o transistor
    Sempre que a bobina do rele for alimentada ou sua alimentação for cortada ela irá gerar por uma fração de segundo um tensão em sentido contrário ao da alimentação e isto pode queimar o transistor, dai, a necessidade de um diodo ligado como mostrado na figura abaixo.

    Obs.: O Catodo que é o cristal negativo do diodo deve ficar ligado ao coletor do transistor, enquanto que o Anodo (cristal positivo) deve estar ligado ao GND da fonte e do Arduino promovendo assim a proteção necessária.
     
    Agora só falta ligar os contatos do rele como mostrado na figura abaixo, mas atenção, aqui irá trabalhar com diferença de potencial mais alto, 110 ou 220V, tome cuidado para evitar riscos de choque elétrico.

    Obs.: Note que o circuito que será alimentado com 110 ou 220v está completamente isolado do circuito que irá alimentar a bobina do rele e ainda que os contatos do rele irão funcionar como uma chave interruptora comum, destas usada para ascender e apagar uma lâmpada comum.
    Deve também ser observado que este circuito serve para alimentar qualquer dispositivo que não ultrapasse a corrente suportada pelo rele. 
     
    Ligando os contatos do rele
    A figura abaixo mostra todos os pinos existente em um rele de três pontos, observe-a com atenção.

     
    A figura abaixo mostra como devem ser ligados os pinos do rele e carga na rede de corrente alternada de 110 ou 220v, mas atenção o choque nestas redes oferecem algum risco, por isto, toda atenção ainda é pouco.

    Obs.: Nunca é demais lembrar que no lugar da lâmpada pode ser colocado qualquer dispositivo cuja corrente necessária para o seu funcionamento não ultrapasse o limite permitido pelo rele, eu particularmente costumo não ultrapassar 50% da corrente recomendada pelo seu fabricante.
    A figura abaixo mostra alguns tipos de rele.
     
    Todo o circuito mostrado acima, tanto o que usa transistor PNP como o que usa NPN pode ser encontrado pronto no Mercado Livre, mas sai um pouco mais caro, e mesmo que opte por usar o comprado pronto vejo que deve também executar o circuito proposto nesta aula, pois, assim conseguirá gravar melhor estes conhecimentos.
    Assim como os transistores usados aqui custam na casa de alguns centavos, sendo assim desenvolva os dois sistemas aqui mostrados para que entenda melhor todo este conhecimento.
    A figura abaixo mostra um circuito com rele completo e encontrado no Mercado Livre. 

    Obs.: para encontrar o Normalmente aberto e o Normalmente Fechado no conjunto mostrado na figura acima basta usar o teste de continuidade do seu Multímetro, com ele totalmente desligado o teste de continuidade ira acusar passagem de corrente no contato normalmente fechado. Assim, esta aula chegou ao fim, até a próxima.
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  11. Este modelo é uma multifuncional, com suporte ao Wi-Fi e que tem o sistema de tanque de tinta, a melhor alternativa hoje aos tradicionais modelos de cartucho. De acordo com a IDC o mercado de impressoras segue crescendo no Brasil, no terceiro trimestre deste ano, a alta foi de 3,3%.
    Devido a algumas ações dos fabricantes em torno dos modelos de cartucho, neste período analisado (abril, maio e junho) as que são de tanque de tinta perderam um pouco do destaque. Foram vendidas 656.537 impressoras multifuncionais, deste montante, 261.556 (39,8) foram de cartucho de tinta, 260.353 (39,7%) foram tanque de tinta, 133.178 (20,3%) modelos a laser e 1.448 (0,2%) matriciais. Mesmo assim os modelos tanque de tinta representam o melhor custo x benefício atualmente para o uso doméstico.
    Como comentamos no início, para este tutorial realizamos o procedimento no modelo L3150 da Epson, que faz parte da linha de impressoras EcoTank, que está presente no Brasil desde 2012. Já foram vendidas mais de 40 milhões de unidades dos modelos que compõe essa família de impressoras.
     
    Configurando a Epson L3150 para impressão por Wi-Fi
    Bom, com a impressora devidamente instalada, você poderá realizar a parte inicial do procedimento de configuração diretamente por botões físicos localizados na própria impressora, uma configuração chamada de Wi-Fi Direct, ou então até mesmo pelo WPS, que depende de uma integração direta com o roteador.
     
    Wi-Fi Direct
    Essa é a maneira mais fácil de realizar o procedimento de configuração para a impressão via Wi-Fi, via tecnologia chamada Wi-Fi Direct. Graças a essa tecnologia você dispensa o roteador como intermediário nessa comunicação entre os dois pontos, é realmente integração mais direta, e sem a necessidade que o dispositivo que irá mandar algo para a impressão tenha que entrar na sua rede local, a comunicação é pura e simples com a impressora.
    Embora você possa realizar a integração diretamente com o celular para realizar a impressão de um arquivo, recomendo que você também baixe o aplicativo EPSON iPrint (disponível para Android e iOS), já que a impressão fora do app deu erro em todas as tentativas que realizei, tanto em um Galaxy S8 quanto num Huawei Y9 Prime 2019.
    Após baixar o aplicativo no seu celular, vamos retornar nossa atenção para a impressora. No painel da Epson L3150 há uma sequência de botões, para a configuração da impressão sem fio, iremos utilizar o botão Wi-Fi, e o que está ao lado dele, o estado de rede. Segure o botão Wi-Fi e aperte o botão estado de rede até que as luzes de ambos pisquem alternadamente. Depois solte os dois botões. Agora apenas a luz do Wi-Fi Direct (segundo LED, de cima pra baixo) continuará acesa. Agora aperte e segure o botão estado de rede por cerca de 7 segundos, automaticamente será impressa a folha de estado de rede, que reúne todas as informações necessárias para que você faça a ligação por Wi-Fi com a impressora.

    Na página que foi impressa, busque a seção <Wi-Fi Direct>. Agora você precisa se atentar ao SSID, que é o nome do ponto de acesso gerado pela impressora, aquele que você deverá se conectar, e o password, a senha que será usada para a conexão com esse ponto de acesso, já que por padrão a impressora já vem configurada com o padrão de segurança WPA2.
    Agora vá até o seu celular, nas configurações de Wi-Fi, e conecte ao ponto de acesso que você vu na folha do teste de impressão e insira em seguida a senha. Pronto, conectado. Agora retornaremos ao aplicativo EPSON iPrint. Na seção local, no app, você irá clicar sobre o nome listado abaixo, que será o mesmo do SSID da impressora configurada previamente. O aplicativo irá fazer uma nova checagem e mostrará que a impressora está como operacional, pronta para receber o arquivo que será impresso. Lembrando que para quem busca velocidade, ou até mesmo irá realizar a impressão de arquivos mais pesados, como fotos em alta resolução, a impressão via cabo ainda é a mais indicada, já que por Wi-Fi é uma lentidão absurda!

     
    Configuração via WPS
    Você também pode recorrer a uma configuração via WPS, que é uma maneira de à adição de um novo dispositivo em sua rede. O procedimento de configuração é bem simples: aperte o botão WPS em seu roteador e em seguida – em até 2 minutos após ter acionado o botão no roteador, aperte e segure o botão Wi-Fi na impressora por aproximadamente cinco segundos até que as luzes relacionadas ao Wi-Fi no painel da impressora pisquem alternadamente. Quando a luz ficar acessa de forma ininterrputa é o indicativo que a conexãoi foi realizada.
    A partir desse momento a impressora passou a integrar sua rede local, e um endereço IP foi atribuido a ela. Uma forma de verificar isso, no caso da impressora da EPSON, é baixar o software Epson Connect Print Setup. Abaixo você pode ver a tela do software indicando o reconhecimento da L3150 em rede, com o endereço IP correspondente:

    Após o reconhecimento você poderá prosseguir com o registo da impressora no Epson Connect. Prossiga digitando um endereço de e-mail e criando uma senha. Após o cadastro será gerado um endereço único que poderá ser utilizado como um meio remoto para realizar impressões. 
     
    Como imprimir por Wi-Fi numa impressora que não conta com esse recurso de forma nativa
    No caso da Epson L3150 estamos falando de um modelo que possui o recurso Wi-Fi integrado. Para modelos que não oferecem essa possibilidade você pode recorrer ao Google Cloud Print, impressão via nuvem.
    Nesse caso, no entanto, você sempre deve ter o computador conectado à impressora e o Google Chrome aberto com o usuário conectado. A configuração é muito simples.
    Com a impressora conectada ao PC, inicie o navegador Google Chrome e clique no no canto superior direito nos três pontos e depois em Configurações; Em seguida, clique em Avançado na parte inferior da página; No campo impressão, clique em Google Cloud Print; Na próxima janela, clique em Gerenciar dispositivos Cloud Print;  A janela deve exibir uma impressora disponível que esteja na mesma rede. Caso não tenha sido reconhecido, clique em adicionar impressoras; Pegue o seu celular e abra um documento ou imagem que deseja imprimir; Clique nos três pontinhos no navegador, que corresponde a área de configurações e depois em imprimir; Toque no nome da impressora que você configurou e realize a impressão.  
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  12. Existem muitos aplicativos que ajudam a digitalizar, compartilhar e armazenar documentos. Entre eles está o Adobe Scan ( iOS , Android ) , o Office Lens  ( iOS , Android ) ou o CamScanner  ( iOS , Android ).
    Neste breve guia, usarei o aplicativo Office Lens, da Microsoft, como exemplo. Eu o escolhi por causa de ser gratuito, tem um amplo apoio  multiplataforma (disponível no Windows, Windows Mobile, Android e iOS), além de ser gratuito e funcionar muito bem.

    O Office Lens não exige a configuração de uma conta em nenhum serviço, mas eu recomendo fortemente que você faça isso. Se decidirmos vincular o aplicativo a uma Conta Microsoft gratuita, ele ganhará algumas funções adicionais e bastante úteis relacionadas à computação em nuvem.
    Você pode estar se perguntando por que é necessário um aplicativo especial ao invés de somente o uso da câmera. A resposta é simples – os aplicativos possuem funções que permitem digitalizar documentos muito mais rapidamente e facilitar seu gerenciamento. Por isso é bem mais viável partir para uma solução dedicada.  Além do fato de que realizar pelo app da câmera do celular devemos ajustar cuidadosamente o sensor na folha de papel digitalizada, para que não haja problemas com sua perspectiva, elementos que não devem ser enquadrados ou até mesmo problemas na sua legibilidade.
    Os scanners de telefone são extremamente fáceis de usar, e a digitalização não difere do nível de dificuldade em tirar uma foto normal. Basta apontar a câmera para o documento e o aplicativo cortará automaticamente a imagem, omitindo tudo o que estiver fora do item que você deseja digitalizar.
    O aplicativo recortará e melhorará automaticamente a qualidade do documento para que ele fique adequado quando você realizar o compartilhamento.Você pode melhorar a borda do documento, alterar sua cor e contraste, girar o documento e fazer outras modificações básicas. É possível pode salvar o documento finalizado no formato necessário, por exemplo, em um arquivo PDF , atribuindo qualquer nome ao arquivo.
    A digitalização de um documento não é o fim das possibilidades oferecidas pelos aplicativos dedicados a esta função. Por exemplo, o formulário digitalizado pode ser preenchido no Adobe Acrobat e o documento pode ser assinado. Se você digitalizar um cartão de visita, poderá transferir os dados da digitalização para seus contatos. Você também pode compartilhar e copiar materiais digitalizados.
    Os aplicativos de digitalização são ótimos não apenas para cartões em vários formatos, como também para digitalizar livros, cartões de visita ou documentos de identidade . Essas digitalizações são feitas exatamente da mesma forma que para documentos regulares, tudo o que você precisa fazer é selecionar a opção apropriada e o restante do trabalho será realizado pelo programa.
     
    Digitalizando documentos com o Office Lens
    O objetivo principal do uso de um aplicativo Office Lens é reduzir ao mínimo o número de etapas necessárias para realizar uma digitalização. No entanto, não faz mal ajudar o aplicativo a funcionar, né?. Se as condições permitirem, tente realizar a captura em um ambiente claro e tente não projetar sombra à mão nos documentos digitalizados.
    Vale a pena prestar atenção nos modos de operação do aplicativo. O modo padrão e a parte inferior da captura de tela´é a sessão Documento,  particularmente adequados para digitalizar documentos de texto 0, assim como o modo Foto para fotografias. O modo Quadro de Comunicações também tenta remover os reflexos da luz característicos. Por sua vez, o modo Cartão de Visita pode importar imediatamente os dados de um cartão digitalizado para a lista de contatos do telefone.

    Depois de pressionar o botão do obturador, a primeira digitalização será feita e apresentada na tela. Nesta tela, podemos adicionar outro documento à digitalização (botão no canto inferior esquerdo) ou confirmar a digitalização (no canto inferior direito), assim como aplicar alguns filtros.
    Também podemos fazer pequenos ajustes – é para isso que serve a linha de botões no canto superior direito. Você pode: modificar o enquadramento, girar a imagem digitalizada, e adicionar  anotações de texto ou desenhar no documento, respectivamente.
    Depois de digitalizar todos os seus documentos, é hora de recebermos o arquivo finalizado e concluir todo o processo. O aplicativo solicitará que você nomeie o documento e indique onde salvá-lo. Você pode escolher entre uma galeria de fotos no seu telefone ou salvá-lo como um arquivo PDF.

    Além disso, se vincularmos o aplicativo a uma Conta da Microsoft, também poderemos enviar o documento para a nuvem do OneDrive na forma de uma imagem, ou também em um arquivo do PowerPoint, ou um arquivo do Word.
     
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  13. Recupere mensagens pelo iCloud
    Se você já fez backup do seu iPhone no iCloud ou no iTunes , pode recuperar todas as mensagens excluídas do backup – é claro, apenas as que estavam no seu telefone quando você o criou estarão lá. Lembre-se de que algumas coisas mudaram e as Mensagens entraram no iCloud há algum tempo. Você pode iniciar a sincronização entre todos os dispositivos que usam o mesmo ID Apple . No entanto, sincronização significa que as mensagens de cada uma delas serão excluídas. Portanto, a única maneira de recuperar mensagens via iCloud é limpar completamente o iPhone e recuperar uma cópia salva anteriormente na nuvem.
    Portanto, lembre-se de fazer backups regulares. Suas configurações podem ser encontradas em Configurações -> nome do proprietário -> iCloud -> Gerenciar Armazenamento -> Backups . Ao fazer um backup, você deve executar uma redefinição de fábrica antes de restaurar o backup criado no iCloud . Observe que os backups são marcados com hora e data – você pode escolher o mais apropriado.
     
    Recupere mensagens pelo iTunes
    Quando o método acima não funcionou, você tem duas outras opções. A primeira é uma tentativa de recuperar mensagens excluídas via iTunes . Às vezes, é uma maneira mais rápida e melhor do que outras. Se a sincronização com o iTunes não estiver desativada, um backup será criado sempre que você sincronizar seu iPhone com um PC ou Mac. Para usar este método:
    Conecte o iPhone ao PC com o qual está sincronizado O iTunes deve abrir – caso contrário, abra-o manualmente seu iPhone será exibido – selecione-o Clique na opção Restaurar backup Os dados de backup substituirão os presentes no telefone. Isso pode levar alguns minutos. Se durante o backup houver mensagens na memória do telefone que você excluiu após a conclusão – elas voltarão ao telefone.
    Recupere dados excluídos usando um aplicativo de terceiros
    Se os dois métodos acima não forem bem-sucedidos, é hora de recorrer a aplicativos especializados. Existem vários aplicativos disponíveis na rede que permitem recuperar mensagens excluídas no iPhone . Os melhores são:
    EaseUS MobiSaver Free PhoneRescue Enigma Recovery WonderShare Dr.Fone para iOS iMyFone D-Back Data Recovery Tenorshare iPhone Data Recovery. Abaixo você confere o passo a passo da recuperação utilizando o EaseUS MobiSaver e o PhoneRescue
     
    EaseUS MobiSaver

    Este software é capaz de recuperar até 12 tipos de arquivos do iPhone/iPad/iPad Touch. Este software está disponível tanto numa versão gratuita (permite a recuperação de uma foto 1 vídeo de cada vez) e também no modo pago (recupera fotos e vídeos ilimitados e ainda consegue recuperar mensagens, mensagens do app Kik, além do histórico de bate-papo do WhatsApp).
    Após realizar o download do EaseUS MobiSaver, conecte seu iPhone ao computado e inicie o software.
    Com a tela do software aberta, você terá que clicar no primeiro quadrado no canto superior esquerdo, que está escrito o seguinte: “Recuperar do Dispositivo iOS”. Seu iPhone ou qualquer outro dispositivo iOS reconhecido será listado numa caixa ao centro da janela. Clique no botão “Digitalizar”
    Agora o software irá listar todos os arquivos que ele conseguiu recuperar. A lista de arquivos que o EaseUS MobiSaver é capaz de encontar passa por fotos e vídeos, a contatos e mensagens. À esquerda da tela você verá todas as categorias de arquivos que o software listou, clique na que você quer recuperar. Por exemplo, caso queira restaurar mensagens, marque a caixa de seleção mensagens. Agora você pode começar a selecionar e restaurar as mensagens que deseja recuperar.
    O EaseUS MobiSaver também é capaz de realizar a restauração via backup do iTunes e do iCloud, os dois métodos que mostramos inicialmente, e que você também pode recorrer sem precisar da instalação de um software extra.
     
    PhoneRescue

    Também separamos nesta matéria o passo a passo de um outro software muito bom e conhecido para recuperar dados de dispositivos iOS (ele também consegue restaurar dados de aparelhos Android), estamos falando de PhoneRescue. Este software é capaz de encontrar até 31 tipos de arquivos. O download pode ser realizado aqui. O funcionamento é bem simples.
    Ao iniciar o software você tem que definir qual será o método de backup. Se a restauração será feita diretamente pelo dispositivo, pelo backup do iTunes ou do iCloud. Depois você terá que marcar os tipos de arquivo que deseja recuperar (fotos, mensagens, vídeos, etc). Depois é só marcar os arquivos que você deseja recuperar (lembre-se que eles estarão divididos em suas respectivas categorias) e então clicar em algum dos dois botões na parte inferior direita da tela do PhoneRescue. O primeiro botão representa que os dados serão armazenados diretamente no seu aparelho, enquanto que ao clicar no segundo botão os dados serão salvos no seu computador.
     
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  14. No caso do nosso contato com o mundo online, com a maior rede de todas, a web, navegamos com base em nosso endereço IP público. Esse endereço público é atribuído diretamente pelo seu provedor de acesso. Na rede interna, a comunicação entre dispositivos, por exemplo, na sua rede doméstica, o que manda é o endereço IP privado.
    Portanto, ao navegar na web pelos seus inúmeros serviços, o seu endereço IP público está exposto. Além da sua identificação estar escancarada para a identificação, dependendo do seu endereço IP, que carrega a base geográfica da onde foi reservado, você terá restrições em termos de conteúdo, bloqueados com base na localização de determinada faixa IP.

    Felizmente é possível contornar isso, você pode navegar de forma mais anônima e não ter restrições de conteúdo, camuflando e alterando o seu endereço IP público.
    Antes de mostrar como é possível colocar em prática essa ocultação e camuflagem, é preciso saber como identificar o seu endereço IP Público. Você pode realizar essa consulta de forma muito fácil, usando um próprio site da web. Acesse meuip.com.br. Pronto, seu endereço IP público será exibido em destaque na página. 
    O que faremos agora é a troca, deixar com que os sites e serviços da web, e possíveis bisbilhoteiros se deparem com uma sequência camuflada, que mascare seu endereço real e sua localização. 
    Para isso existem alguns métodos, os mais comuns são o Proxy e a VPN, ambos são intermediários entre seu dispositivo e um servidor na web, a principal diferença entre ambos é que a VPN oferece mais segurança por criptografar o conteúdo a ser trafegado, um encapsulamento de pacotes – técnica conhecida como VPN Tunneling.

    É bom destacar que, embora a VPN possa sim ser utilizada gratuitamente, a melhor opção é realmente partir para o modo pago desses serviços, já que a versão gratuita conta com diversas limitações, como, por exemplo, em relação à quantidade de dados que podem ser trafegados por dia – VPNs gratuitas costumam oferecer uma média de 500 MB de dados. Há também um número menor de servidores disponíveis para a conexão.
    Para mascarar e ocultar meu endereço IP utilizei o ProtonVPN. Esse serviço, mesmo na sua versão gratuita, não impõe restrições de banda, porém há limitações em outros pontos, como o uso de apenas um dispositivo e escolha de três regiões para a conexão, e limitação na velocidade. O ProtonVPN está disponível para Windows, MacOS, Android e Linux.

    Após criar um cadastro no site da ProtonVPN, você poderá baixar a versão correspondente ao seu dispositivo. No meu caso realizei esse teste no Windows 10. Ao baixar a versão gratuita, você tem direito a 7 dias de teste do modo pago. O procedimento para mascarar o IP é bem simples, com a interface do ProtonVPN aberta basta clicar no botão Quick Connect. Pronto, seu endereço IP público já foi alterado. 
    Também é possível escolher na parte inferior da tela do software a localização do servidor que ele usará para a conexão – lembrando que após o modo trial expirar, os usuários da versão gratuita do ProtonVPN terão menos opções de escolha neste quesito. 
    Para confirmar que seu endereço IP foi alterado visite novamente o site meuip.com.br e veja que agora a sequência está diferente.
    Outro método muito simples para você ocultar seu endereço IP público durante a navegação é através do navegador Tor. Navegar usando este browser significa que o tráfego será colocado em um pacote criptografado e que seus dados passarão por muitos servidores, tornando muito difícil a sua localização.
     
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  15. Ao longo dos últimos anos os SSDs passaram por uma mutação fantástica, uma evolução impressionante de tipos de memória utilizados, capacidades disponíveis e fatores de forma. O mercado hoje consegue atender muitíssimo bem todos os perfis de usuários, àqueles que buscam o nível mais absurdo de performance como também quem quer apenas um uprade natural para o HD em uma unidade mais compacta.
    Nesse quesito SSDs compactos, o mSATA é o menor, porém, atualmente está praticamente obsoleto. O formato que realmente tomou as rédeas de um contraponto aos SSDs de 2,5 polegadas, é o M.2. Esse SSD em formato de uma pequena régua é amplamente utilizado em desktops quanto em dispositivos mais compactos como ultraportáteis.

    Esse padrão surgiu em 2013 com um outro nome – Next Generation Form Factor ou NGFF, rebatizado posteriormente para M.2. Um dos primeiros modelos com esse formato foi o Intel 530 da Intel. Este modelo tinha a mesma largura que é comumente utilizada hoje em dia nos SSDs M.2 – 22mm, enquanto a largura era de 42 mm. Esse fator da largura varia muito com a forma como M.2 será utilizado. Atualmente os SSDs M.2 para o consumidor final costuma ter 22mm de largura e 80mm de altura, o padrão M.2 2280. No caso de placas Wi-Fie Bluetooth é mais comum encontrar SSDs com 30m de altura, o padrão M.2 2230.
    Falando especificamente de um SSD M.2 que você está pensando em adquirir para o seu desktop ou notebook o que realmente irá importar são as unidades com fator de forma M.2 2280. Além de diferenças físicas, os SSDs M.2 são distintos no que podem ou não oferecer em termos de performance.
     
    SATA (AHCI) x PCIe (NVMe)
    Da mesma forma como um SSD convencional de 2,5 polegadas tem variações na taxa de leitura e escrita, durabilidade, padrão de memória utilizado, entre outros pontos, o M.2 também tem. Entre tantas diferenças uma das mais importantes é em relação ao protocolo e barramento que a unidade irá trabalhar.
    Atualmente há SSDs M.2 SATA III com base no protocolo AHCI como também há SSDs M.2 que fazem uso do protocolo NVMe e interface PCI-Express. Essa segunda opção é mais cara e garante uma performance mais aprimorada. O M.2 NVMe tomará cada vez mais espaço dos SSDs convencionais com padrão SATA. De acordo com dados da Intel, 90% do mercado de SSDs em 2021 será comandado por unidades PCIe.

    Essa adoção em larga escala de SSDs PCIe será cada vez mais notável pelo suporte dos principais players e de novas opções de tipos de memória. Mas isso não necessariamente é uma coisa boa para a performance. Um exemplo é com o padrão mais recente de memórias Flash NAND, o QLC, utilizado em alguns modelos de SSDs no mercado.
    Esse tipo de memória armazena quatro bits de memória por célula. Por um lado abre margem para que os SSDs de maiores capacidades se tornem mais populares e com preços mais em conta, em contrapartida a adição de mais bits por célula faz com que os fabricantes sejam obrigados a utilizar cada vez mais recursos para contrabalancear a queda da performance, comparado com SSDs com as gerações anteriores de Flash NAND, e durabilidade.
    Perceber num anúncio se você está diante de um SSD M.2 SATA (ACHI) ou M.2 PCIe NVMe não é muito difícil. Essa diferença salta aos olhos através de algumas especificações, como a taxa de leitura e escrita prometida. No caso do SSD SATA III, seja ele M.2 ou outro fator de forma como o de 2,5 polegadas, você irá encontrar unidades que entregam taxas de transferência na casa dos 550 MB/s. Um valor que é praticamente o limite para essa interface.
    Quando passamos para os SSDs M.2 NVMe PCIe, até o marketing que as empresas utilizam é tremendamente mais agressivo. Vide o exemplo abaixo da divulgação do SSDs Extreme Pro da SanDisk.“Com velocidades de até 3.400 MB/s, é 6 vezes mais rápido que os SSDs SATA e 25 vezes mais rápido que os discos rígidos internos de notebooks tradicionais”

    O salto de performance é realmente significativo, que chega a tal ponto do usuário se perguntar se precisa investir tanto em um SSD com esse poderio, já que ele acaba sendo indicado para tarefas mais específicas e no Brasil a diferença de preço ainda é bem significativa.
    A velocidade também varia bastante de acordo com a versão da interface. Exemplo, os SSDs NVMe 1.3 PCIe 3.0 nos modelos mais aprimorados prometem taxas de leitura de 3.500 MB/s, quando passamos para PCI-Express 4.0, e o padrão NVMe 1.4, que ainda está amadurecendo no mercado, é possível encontrar no mercado atualmente unidades que prometem 5.000 MB/s..
    Há até casos especialíssimos, como o Aorus Gen4 IAC, da Gigabyte. Este modelo  faz uso de uma placa PC PCIe para conectar 4x SSDs NVMe Aorus Gen4, que utiliza a interface PCI-Express 4.0, em RAID 0, isto é, combinar para elevar a performance final. Esse metaformo dos SSDs promete leitura e escrita sequencial de até 15.000 MB/s/.

    Lembrando que independente se você vai utilizar um SSDs M.2 convencional, baseado em SATA, ou um modelo M.2 NVMe PCIe, é preciso que sUA placa-mãe ofereça a compatibilidade. O chipset da mobo, entre outras coisas, determina a compatibilidade com unidades de armazenamento. Atualmente os SSDs PCI-Express 4.0 podem ser utilizados apenas por processadores Ryzen 3000 em conjunto com uma placa-mãe baseada no chipset X570.
    Os conectores M.2 nas placas-mãe podem suportar ambos os padrões – SATA e PCIe/NVMe, portanto, vale a pena conferir antes de comprar a unidade, para não instalar um SSD NVMe em um slot que suporta apenas o padrão SATA, por exemplo.
    Você também precisa se atentar ao fator da temperatura. SSDs M.2 são mais quentes que os de 2,5 polegadas, os NVMe então, nem se fala. Alguns podem chegar há 80 graus! Por isso que em muitos casos SSDs NVMe de alta performance são equipados com dissipador, ou então são vendidos em duas versões, uma com dissipador e outra sem. Temperaturas elevadas podem ser responsáveis por quedas na performance durante uso intenso da unidade.
    Abaixo você confere um print do SSD NVMe WD Black SN750 de 1 TB da Western Digital. Em modo ocioso a temperatura, registrada pelo programa Crystal Disk Info, estava em 44ºC. Assim que rodamos o software de benchmark Crystal Disk Mark a temperatura passou rapidamente para 51ºC.

    E é possível ir mais além. Após o benchmark ser encerrado, com a temperatura da unidade estabilizada em 55ºC rodamos novamente o Crystal Disk Mark, a temperatura saltou para 65ºC durante o teste.

    Lembrando que o modelo que usamos para esse exemplo é a versão do SN750 sem dissipador, a WD também vende o modelo com esse artifício passivo para o resfriamento. Além do dissipador na própria unidade, você também pode recorrer a uma placa-mãe com portas M.2 com heatsink. Abaixo está uma imagem da placa-mãe X570 Aorus Xtreme da Gigabyte, os slots M.2 contam, com o que a companhia chama de Thermal Guard, dissipador para manter sob controle a temperatura das unidades conectadas.

    Resumindo o assunto: você tem quer um SSD portátil que entregue uma boa relação custo x benefício? Vá de um M.2 Sata convencional. Agora se o seu objetivo é ter ainda mais performance escolha um modelo M.2 NVMe, que faz uso da interface PCI-Express 3.0 ou 4.0, evidentemente levando em consideração a compatibilidade.
    Outra coisa que você precisa internalizar é que não é saudável entrar nesse ciclo louco e viciante de especificações e upgrade. Em quase todos os casos você não irá precisar de um SSD NVMe, um SSD M.2 ou de 2,5 polegadas SATA é suficiente, ainda mais se o seu objetivo é apenas dar um up no tempo de boot da máquina e na inicialização de programas.
    O vídeo abaixo deixa isso bem claro. O canal no Youtube hYpers testou o tempo de carregamento em jogos nos mais variados tipos de unidade de armazenamento. Foram usados no teste um SSD NVMe M.2 PCIe 3.0 (Samsung 970 EVO), um SSD de entrada SATA III (Kingston V300), uma unidade híbrida, o SSHD, também SATA III (Seagate FireCuda) e por último um HD SATA III (Seagate Barracuda).
     
    A conclusão que se tem é que nesse quesito, o tempo de carregamento, a diferença entre o SSD SATA III de entrada e o NVMe é bem pequena, em GTA V, por exemplo, a diferença foi de um pouco a mais de 1 segundo. Agora quando comparamos com um HD a diferença pode ser esmagadora. No jogo de sobrevivência Rust o tempo de carregamento foi o seguinte:
    Samsung 970 Evo (SSD NVMe PCIe)- 00:01:04.652 Kingston V300 (SSD SATA III)- 00:01:10.757 Seagate FireCud (SSHD SATA III) – 00:02:46.819 Seagate Barracuda (HD SATA III)- 00: 03:12807. Esses números refletem que passar de um HD para um SSD é uma escolha essencial, não somente para máquinas novas, até mesmo como um upgrade básico para “salvar” um computador já mais antigo, mas também mostra que a diferença entre categorias completamente distintas de SSDs não significa um salto tão brutal em performance em todos os modos de uso. Além de se atentar a números frios de taxas de leitura e escrita que a unidade pode oferecer você tem que considerar outros critérios tão importantes quanto, como o tempo de garantia da unidade no Brasil e sua resistência, o TBW.
     
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  16. O que é XMP?
    No mesmo ano em que chegaram ao mercado, as memórias DDR3 foram contempladas com uma nova tecnologia desenvolvida pela Intel, o XMP, sigla para Extreme Memory Profiles. O primeiro módulo de memória compatível com esse recurso foi anunciado pela OCZ em 2007.
    Como comentamos mais acima, o XMP é uma maneira de facilitar o processo de overclock da memória RAM, além de tornar o processo mais seguro e fora totalmente do padrão tentativa/erro que é um cenário completamente comum no overclock manual, em que o usuário que ajustar de forma individual frequência, latência e tensão, o que deixa a operação como um todo bem mais complexa, ainda mais se estivermos falando de uma subida de clock bem agressiva.
    Com o XMP há esse mesmo conjunto de definições que teriam que ser ajustadas de forma manual, mas é entregue tudo de forma automática, ao setar o perfil XMP, a memória (ou o kit instalado na máquina) teoricamente passará a operar daquela maneira. Graças ao XMP os fabricantes de RAM conseguem vender módulos que vão muito acima do que é padronizado pela JEDEC, organização responsável pela padronização de dispositivos semicondutores.
    Caso o perfil XMP não seja habilitado, a memória RAM irá operar com o padrão da JEDEC.
    Tudo ocorre de forma bem prática, basta apenas acessar a BIOS e escolher algum dos perfis disponíveis. Mas antes de mostrarmos como ocorre esse processo de configuração do perfil XMP é necessário esclarecer mais alguns pontos sobre esse recurso.

    Beleza, você entendeu por alto como funciona o perfil XMP, vamos agora nos aprofundar um pouco mais no tema.
    Durante o processo de boot, que é iniciado assim que você liga o computador, uma das atribuições é a leitura dos parâmetros especificados no módulo de memória RAM. Esses parâmetros, isto é, todas as características técnicas definidas sobre a forma como aquela memória RAM irá operar, ficam armazenadas num chip EEPROM, esse chip é conhecido como SPD (Serial Presence Detect).
    Os módulos de RAM têm, a partir da DDR3, pelo menos 256 bytes para armazenar as informações do SPD. As informações referentes ao que é estipulado pela JEDEC ficam nos primeiros 64 bytes, o XMP explora  espaço entre 176 a 255 bytes.
    Dentre as informações que esse chip armazena estão: códigos de identificação do módulo, detalhes sobre a frequência, tempos de acesso e CAS latency. Esse conjunto de especificações que será lido durante o processo de boot fará com que a memória RAM opere com aqueles parâmetros. No caso de um módulo compatível com XMP, mas que está com o recurso desativado, o que será lido são as informações referente ao que foi estabelecido junto a certificação da JEDEC.
    Quando você realiza a ativação de algum do perfis XMP disponíveis no seu módulo ou kit o que acontece são perfis especiais, com configurações bem acima do padrão JEDEC, ativando aquele salto na frequência de operação da memória.
    Há também duas classificações distintas relacionadas ao XMP: Certified e Ready. Módulos Certified tiveram seu funcionamento verificado diretamente pela Intel, já o XMP Ready, esse processo de teste coube somente ao fabricante da memória, sua equipe de engenheiros definiram os parâmetros e realizaram os testes de estabilidade, porém não foram submetidos diretamente à Intel.

    Agora vamos pra uma parte nada legal. O XMP também exige um pouco de sorte. O objetivo do XMP é que os módulos operam com aquilo que foi definido pelos fabricantes, mas isso nem sempre ocorre, principalmente em módulos que operam com frequências bem elevadas.
    Como o controlador de memória está presente no processador – é ele que determina, por exemplo, qual tecnologia de memória RAM (DDR3, DDR4, etc) sua máquina irá suportar, a forma como o XMP irá performar tem relação total com a sua CPU, e por mais que você esteja usando um processador super poderoso, pode ocorrer variações bruscas de performances com o mesmo processador,  tudo depende de… sorte, isso mesmo, se o controlador interno de memória (Integrated Memory Controller) daquele seu processador é bom ou não.
    Vale destacar que essa capacidade do overclock automatizado via perfil também pode ser ativado numa plataforma com processador e placa-mãe voltada para AMD. A operação é semelhante, mas o nome que costuma ser chamado é diferente: AMP´(AMD Memory Profiles).
    Como ativar o perfil XMP?
    Bom, após todos esses esclarecimentos sobre o que é e como funciona os perfis XMP chegou a hora de ver como ativar esse recurso em um módulo de RAM e placa-mãe compatível.
    Para esse procedimento, utilizamos o kit de memória Hyperx Predator RGB de 16 GB (2x 8GB) em conjunto com a placa-mãe X370 XP-SLI. O processador é o Core i7-8700K. Antes de entrarmos na BIOS e realizar o processo de ativação do XMP, iniciamos normalmente o PC e abrimos o CPU-Z, que revela algumas informações interessantes sobre o tema que vale a pena mencionar.

    Na aba SPD do CPU-Z temos informações completas sobre as diferenças entre os perfis de operação definidos pela JEDEC e os que foram implementados pela HyperX, via perfis XMP. Repare que nas duas últimas fileiras da sessão Timings Table, temos o perfil XMP-2936 e o XMP-2666. Na BIOS poderemos ativar um desses dois para que a memória adote como o padrão para seu funcionamento.
    Para ativar o XMP a primeira coisa a ser feita é reiniciar o computador e acessar a BIOS. No caso desse modelo da placa-mãe que estamos utilizando, a opção para encontrar o XMP é a primeira, Advanced  Frequency Memory.

    Na parte inferior da página, há a sessão Extreme Memory Profile (X.M.P), repare que está Disabled (desabilitado). Ao clicar, surge Profile 1 e Profile 2, ambos com configurações distintas para o funcionamento da RAM. No Profile 1 a memória passa a operar em 2933 MHz, enquanto no Profile 2 ela vira 2667 MHz.

    Após definir a configuração adequada e salvar, a máquina será reiniciada já com o padrão XMP estabelecido.
     
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  17. Por que não consigo ver um novo disco no Windows? 
    Os fabricantes não sabem qual sistema de arquivos o usuário final desejará usar, portanto, cabe ao dono da unidade pôr em execução uma formatação de alto nível, que pode ser feita diretamente pelo próprio Windows, numa ferramenta nativa do próprio sistema da Microsoft.
    Através dessa formatação de alto nível, você poderá atribuir a letra da unidade, que irá servir como referência em relação às demais, definir o sistema de arquivos e se a unidade adotará o esquema de particionamento MBR ou GPT.  Só após esse processo de mapeamento, o disco será devidamente habilitado no sistema para que você interaja com ele, permitindo a adição de arquivos ou a instalação de programas e jogos.
    Abaixo você confere o passo a passo sobre como fazer o Windows reconhecer corretamente a nova unidade de disco que você adicionou ao computador. Para este teste utilizei um SSD de 256 GB da Pichau Gaming, modelo PG256X.

    Para verificar que fisicamente a unidade foi corretamente reconhecida pelo Windows, basta que você digite no menu iniciar “Gerenciador de Dispositivos”. Na última sessão desta tela temos o grupo “Unidades de Disco”, expanda essa opção e verifique se a unidade que você conectou antes de ligar o computador foi reconhecida, caso ela não apareça na lista pode estar havendo algum problema com o cabo de dados ou até mesmo com o cabo de energia da fonte, que alimenta o disco.

    Bom, feita essa checagem, vamos agora para o processo da formatação de alto nível que fará com que o Windows reconheça normalmente aquela sua unidade de disco. Para isso, no campo de busca do menu iniciar digite a palavra disco. De cara você verá a opção “criar e formatar partições do disco rígido”, clique nela.
    Automaticamente somos levados para o gerenciamento de disco do Windows, é nesta área que você tem um panorama sobre as unidades conectadas e devidamente reconhecidas e as que estão conectadas, mas que ainda precisam passar pelo processo de atribuição do mapeamento, que passa pela definição do sistema de arquivos, atribuição da letra da partição e o esquema de particionamento. Além desse processo de reconhecimento, o gerenciamento de disco nativo do Windows pode ser utilizado para criar partições lógicas a partir de uma partição física (o disco), reduzir ou aumentar partições existentes, entre outras funções.
    Assim que você iniciar o gerenciamento de disco com a nova unidade conectada ao PC, o utilitário do Windows irá pedir para que você escolha qual será o estilo de partição dessa unidade, a escolha é entre o MBR (Master Boot Record), criado pela IBM há 35 anos, e que era bem comum no passado, mas devido suas restrições, deu lugar aos sistemas mais novos ao GPT (GUID Partition Table), que está totalmente alinhado com a transição da BIOS para UEFI.

    Como estou utilizando o Windows 10, irei marcar o GPT. Atualmente o MBR é “viável” apenas em versões masi antigas do Windows, já que, por exemplo, se você ainda utiliza o Windows XP de 32-bits, não tem escolha, o GPT não é reconhecido, nem como partição do sistema nem como partição de dados. Após definir o sistema de particionamento, o disco irá passar da classificação “desconhecido” no gerenciamento de disco para “online”.
    No entanto, observe que uma das unidades, a que você ainda não formatou e que foi conectada ao PC exibe o rótulo “não alocado” abaixo do tamanho da unidade. Unidades alocadas são representadas por uma linha azul acima da descrição, enquanto unidades ainda não configuradas corretamente recebem uma linha preta.
    Para iniciar o processo de mapeamento dessa unidade, clique com o botão direito do mouse sobre a área desse SSD ou HD ainda não alocado no sistema e escolha a opção “novo volume simples”, para que o assistente de novas partições seja iniciado. Ao avançar, você terá que definir qual será o tamanho do volume isto, é o espaço da unidade que será alocado – caso você não altere o valor exibido a unidade será iniciada como uma partição única em sua totalidade. A opção de reduzir o volume é útil quando você deseja dividir a capacidade do disco em múltiplas partições.

    Na próxima etapa selecione a letra sob a qual a unidade reportará no sistema. Mais uma vez, você pode deixar a seleção padrão e clicar em “Avançar” para continuar.
    Em seguida defina o sistema de arquivos – por padrão é o NTFS, e você pode até escolher como irá ficar o nome da unidade quando ela aparecer no Windows, determine o nome no campo rótulo de volume. Clique novamente em avançar, e em concluir.
    Pronto, sua unidade está alocada, e devidamente reconhecida pelo Windows.
     
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  18. Para fazer isso, verifique primeiro se a Ferramenta de Criação de Mídia do Windows está instalada no sistema operacional. 
    O segundo passo será criar um disco de inicialização, ou seja, um disco de inicialização que permita reiniciar o computador em caso de problemas. De fato, mesmo que o disco de inicialização não seja necessário, é sempre melhor ter um em mãos, apenas por precaução. 

    Para fazer isso, após iniciar a Ferramenta de criação de mídia, selecione o item criar uma mídia de instalação para outro PC, depois escolha o tipo de mídia que será usada para criar o disco de inicialização, entre o pendrive e o CD. A versão  do Windows 10 que você possui, entre as duas disponíveis, que é Home e Pro, também deve ser indicada. O próximo passo será clicar no menu Iniciar do Iniciar e clicar em Configurações, em seguida clique em Atualização e segurança.
    Aqui, entre as várias opções disponíveis no menu no lado esquerdo da janela, você deve clicar em recuperação, depois em restauarar o PC e em seguida na opção começar agora.

    Nesse ponto, o sistema operacional perguntará se você deseja manter os arquivos ou removê-los. Você deve escolher remover tudo e continuar o procedimento.
    O Windows verificará o disco rígido e, se encontrar a presença de várias partições, além da do sistema operacional, perguntará se você deseja limpar apenas a partição do sistema operacional ou as demais. Dependendo do seu desejo, escolha quantos arquivos serão excluídos, no entanto, você só precisará limpar a partição do sistema operacional.
    Novamente, o Windows oferecerá duas opções diferentes, remova apenas arquivos pessoais ou limpe a unidade. A diferença entre um e outro é que, com a segunda opção, o Windows substitui renove completamente a unidade, removendo todos os arquivos. A segunda opção é, portanto, útil caso você deseje vender seu computador e verifique se os dados presentes não são mais recuperáveis. Depois de fazer sua escolha, você pode clicar em Redefinir.
    O procedimento de recuperação será iniciado, o que, de maneira totalmente automática, excluirá o sistema operacional e o instalará novamente do zero. Durante o procedimento, você será solicitado a responder a algumas perguntas sobre a configuração que deseja dar ao seu sistema operacional e precisará reiniciar o PC.
    Não se preocupe com as perguntas que você terá que responder: são perguntas muito simples, relacionadas, por exemplo, ao uso do PC, se for para fins pessoais ou comerciais, bem como o nome do proprietário e os dados relacionados à conta da Microsoft à qual o associar. Também é possível evitar associar a conta de usuário no PC à conta da Microsoft clicando no item ignorar esta etapa .
    No final do procedimento, seu computador estará como novo e o Windows 10 será instalado, completo e funcional novamente. Todas as configurações pessoais, bem como os arquivos, na ausência de outras partições, serão excluídas e não será necessário inserir novamente a licença de usuário da Microsoft, pois ela será automaticamente copiada da instalação anterior do sistema operacional.
    Também é possível restaurar o Windows 10 fazendo o down grade para uma versão anterior. Sabemos que a atualização para o Windows 10 é oferecida gratuitamente a quem já possui uma licença do Windows 7 ou 8.1. O Windows também oferece a possibilidade, para aqueles que não estão satisfeitos com o produto, executar a etapa inversa, ou seja, voltar ao Windows 7 ou Windows 8.1, desinstalando o Windows 10.
    Para fazer isso, você deve clicar no menu Iniciar do Windows e em Configurações . Portanto, você deve acessar a seção Atualização e segurança e clicar em Restaurar no menu à esquerda da janela. Aqui você encontrará a opção Voltar ao Windows 7 ou Voltar ao Windows 8.1, dependendo da versão do Windows que você instalou anteriormente. No entanto, é necessário considerar que a restauração para a versão anterior do Windows 10 só é possível dentro de um mês após a atualização gratuita.
     
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  19. Como ativar o AirDrop em um iPhone
    Vamos agora ao cerne da questão, descobrir em detalhes como ativar o AirDrop em um iPhone. Primeiro de tudo, você deve se preocupar em ativar o Bluetooth e o Wi-Fi no seu “iPhone”. O mesmo vale para o dispositivo para o qual você deseja transferir arquivos.
    Deslize para baixo no canto superior direito para abrir a Central de Controle (ou deslize de baixo para cima no iPhone 8 e versões anteriores) e toque nos ícones Wi-Fi e Bluetooth para ativá-los.
    Para escolher quem pode encontrá-lo usando o AirDrop, mantenha pressionadas as configurações de rede na seção superior esquerda do Centro de Controle para exibir mais opções. Em seguida, toque em AirDrop e escolha Apenas contatos (somente contatos poderão encontrar o dispositivo) ou Todoso (todos os dispositivos Apple no alcance do que o seu aparelho pode detectar poderão enxergar o dispositivo), Há também a opção recepção inativa, que garante que você não receberá qualquer tipo de solicitações no AirDrop.

    Para compartilhar conteúdo usando o AirDrop do iPhone , basta abrir o aplicativo em que você deseja compartilhar o conteúdo, selecionar o item de interesse, pressionar o ícone de compartilhamento (aquele que possui um quadrado e uma flecha para cima ) e selecione no menu que será aberto a foto do usuário para quem você deseja enviar dados. Caso a pessoa que você irá enviar o conteúdo não esteja na sua lista de contatos a foto não será exibida, apenas o nome dela.

    Depois de iniciar o compartilhamento, o remetente receberá um alarme sonoro e uma tela com uma visualização do conteúdo compartilhado que você pode aceitar ou rejeitar pressionando os botões correspondentes. O mesmo vale para quando você receber algum conteúdo, será exibida uma tela com um preview do que foi recebido; a partir deste ponto você pode aceitar o conteúdo enviado (que será enviado diretamente para o app correspondente, como fotos aparecendo no app fotos e sites no navegador padrão do iPhone, o Safari) como também recusar.

    Quando o envio do conteúdo for realizado entre dispositivos do seu próprio ecossistema Apple, como, por exemplo, do seu iPhone para o seu Mac, ou vice-versa, a possibilidade de aceitar ou declinar o envio não serão exibidas.  Nesse caso, o conteúdo é enviado automaticamente para o dispositivo. A única coisa que você deve ter certeza é que os dois dispositivos estão conectados ao mesmo ID da Apple.
     
    O que fazer se o AirDrop não conseguir detectar seu iPhone / iPad?
    Se, depois de selecionar os arquivos apropriados e pressionar a opção de compartilhamento, os dispositivos desejados não aparecerem, verifique se:
     O Bluetooth e o Wi-Fi estão conectados Verifique se o modo avião não está ativado O seu dispositivo pode estar sendo utilizado como um um ponto de acesso  
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  20. Como utilizar os códigos na Netflix?
    Os códigos são uma série de números atribuídos a diferentes subconjuntos do site (por exemplo, “filmes africanos” ou dramas independentes”) e podem ser inseridos no URL do site para acessar a seção atrelada ao código que foi digitado.
    Para usar códigos ocultos da Netflix, basta seguir as seguintes recomendações:
    Quando a página for carregada você verá as classificações habituais da Netflix, como populares e em alta, mas a lista de conteúdo exibido estará em conformidade com a categoria do código que você digitou. Por exemplo, ao digitar o código 1365 você terá acesso às produções relacionadas ao gênero ação e aventura.

    Além de saber como inserir os códigos você precisa saber quais são os códigos, certo? Abaixo separamos os códigos das quase 200 categorias disponíveis na Netflix.
     
    Categorias e seus respectivos códigos
     
    Abra o seu navegador. Acesse o Netflix e faça login na sua conta. Digite netflix.com/browse/genre/code na barra de endereços. Substitua  Pressione Enter. Ação e aventura: 1365 Anime de ação: 2653 Anime de terror: 10695 Anime de ficção científica: 2729 Anime de fantasia: 11146 Anime: 7424 Clássicos do cinema de arte: 29764 Filmes asiáticos de ação: 77232 Séries britânicas: 52117 Filmes chineses: 3960 Humor ácido: 869 Disney: 67673 Documentários sobre música e shows: 90361 Documentários biográficos: 3652 Documentários sobre ciência e natureza: 2595 Documentários sobre viagens e aventuras: 1159 Documentários históricos: 5349 Documentários sobre crimes: 9875 Documentários com temática militar: 4006 Documentários políticos: 7018 Documentários socioculturais: 3675 Documentários: 6839 Animes com drama: 452 Dramas Biográficos: 3179 Dramas teen: 9299 Dramas policiais: 6889 Dramas baseados em livros: 4961 Dramas independentes: 384 Drama sobre entretenimento: 5012 Dramas LGBTQ: 500 Dramas militares: 11 Dramas sobre questões sociais: 3947 Dramas baseados na vida real: 3653 Dramas românticos: 1255 Filmes de ficção científica: 3916 Séries dramáticas: 11714 Dramas: 5763 Romances insólitos: 36103 Educacionais e vocacionais: 10659 Épicos: 52858 Filme noir: 7687 Filmes baseados em livros infantis: 10056 Filmes africanos: 3761 Filmes militares de ação e aventura: 2125 Ação, ficção científica e fantasia: 1568 Animes-longa metragem: 3063 Séries e filmes de animação para adultos: 11881 Filmes australianos: 5230 Filmes belgas: 262 Filmes britânicos: 10757 Filmes para 0 a 2 anos: 6796 Filmes 11 a 12 anos: 6962 Filmes para 3 a 4 anos: 6218 Filmes para 5 a 7 anos: 5455 Filmes para 8 a 10 anos: 561 Histórias com animais: 5507 Documentários sobre espiritualidade: 2760 Filmes para toda a família: 783 Filmes de fantasia: 9744 Filmes franceses: 58807 Filmes sobre máfia: 31851 Filmes indianos: 10463 Filmes em espanhóis: 58741 Filmes holandeses: 10.606 Filmes irlandeses: 58750 Filmes japoneses: 10398 Filmes bregas: 1252 Filmes clássicos: 31574 Filmes coreanos: 5685 Obras de época: 12123 Filmes latino-americanos: 1613 Música para crianças: 52843 Filmes alemães: 58886 Filmes sobre beisebol: 12339 Boxe: 12443 Country e folk: 1105 Filmes sobre futebol americano: 12803 Jazz e Easy Listening: 10271 Filmes sobre basquete: 12762 Filmes sobre futebol: 12549 Filmes sobre monstros: 947 Filmes sobre artes marciais: 8985 Fé e espiritualidade: 26835 Aventuras de ficção-científica: 6926 Aventura: 7442 Filmes românticos: 8883 Sátiras: 4922 Ficção científica e fantasia: 1492 Ficção científica e aliens: 3327 Mistério: 9994 Ação e aventura sobre espionagem: 10702 Filmes italianos: 8221 Filmes da Europa Oriental: 5254 Sudeste Asiático: 9196 Filmes do Oriente Médio: 5875 Filmes neozelandeses: 63782 Filmes de super-heróis e quadrinhos: 10118 Histórias satânicas: 6998 Terror adolescente: 52147 Filmes de terror B: 8195 Comédias de terror: 89585 Criaturas e monstros: 6895 Terror com vampiros: 75804 Filmes de terror sobrenatural: 42023 Filmes de terror com zumbis: 75405 Filmes de terror com ficção científica: 1694 Séries de terror: 83059 Terror sobre mar aberto: 45028 Filmes de terror: 8711 Filmes independente: 7077 Filmes escandinavo: 9292 Clássicos de ação e aventura: 46576 Ficção científica e fantasia clássicos: 47147 Filmes de guerra clássicos: 48744 Comédias clássicas: 31694 Musicais clássicos: 32392 Séries clássicas: 46553 Clássicos do suspense: 46588 Faroestes clássicos: 47465 Dramas clássicos: 29809 Filmes clássicos românticos: 31273 Comédias pastelão: 10256 Comédias de ação: 43040 Anime – Comédia: 9302 Comédias teen: 3519 Comédias independentes: 4195 Comédias pastelão: 9702 Filmes sobre esporte: 4370 Comédias políticas: 2700 Comédias românticas: 5475 Séries coreanas: 67879 Filmes sobre serial killers e de terror sangrento: 8646 Ação e aventura policial: 9584 Cults de ficção científica e fantasia: 4734 Filmes cult: 7627 Filmes de terror cult: 10944 Comédias de culto: 9434 Séries cult: 74652 Minisséries: 4814 Pseudodocumentários: 26 Aqui tem muita música: 13335 Música: 1701 Urbano e dança: 9472 World Music: 2856 Filmes independentes de ação e aventura: 11804 Filmes românticos independentes: 9916 Originais Netflix: 839338 Românticos favoritos: 502675 Séries teen: 60951 TV sobre amigos: 27027 Séries com temática militar: 25804 Comédias para TV: 10375 Séries irreverentes: 75480 Reality Show: 9833 Série de ação e aventura: 10673 Série de Anime: 6721 Programas infantis: 27346 Série documentais: 10105 Séries: 83 Séries policias: 26146 Ensemble TV Comedies: 70228 TV sobre culinárias e viagens: 72436 Programas sobre ciência e natureza: 52780 Séries de ficção científica e fantasia: 1372 Séries de mistério: 4366 Esporte e boa forma: 9327 Stand-ups: 11559 Artes marciais, boxe e luta: 6695 Desenhos animados: 11177 Suspenses de ação: 43048 Suspenses policiais: 10499 Thrillers independentes: 3269 Suspense sobrenaturais: 11140 Thrillers políticos: 10504 Thrillers psicológicos: 5505 Suspenses e ficção científica: 11014 Thriller de espionagem: 9147 Filmes de suspense: 8933 Faroestes: 7700 Filmes românticos sensuais: 35800 Suspenses tórridos: 972
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  21. Como baixar todas as fotos publicadas no Instagram
    Se você deseja baixar todas as fotos publicadas no Instagram pode recorrer a uma possibilidade oferecida de forma nativa pela própria rede social. Para usá-lo, primeiro faça login no Instagram em um computador ou na versão via aplicativo disponível para Android e iOS.
    Caso você esteja realizando o procedimento pelo smartphone, toque no ícone do perfil no canto inferior direito, depois no menu, no canto superior direito (representado pelos três traços na horizontal), e em configurações. Na nova tela que está aparecendo, clique na opção segurança. Repare que na seção dados e histórico há a opção baixar dados. Clique nela.

    Automaticamente o Instagram irá apresentar uma nova tela com a seguinte mensagem: obtenha uma cópia do que você compartilhou no Instagram.
    Essa cópia que a plataforma se refere é um arquivo que será repassado via link, enviado para o seu e-mail, contendo suas fotos, comentários, informações do perfil e outras coisas. É importante também destacar que o Instagram pode levar até 48h para coletar e enviar esses dados para você.
    Para que o processo de coleta e o envio aconteça, basta que você defina para qual o e-mail o link gerado será enviado.  Preencha com o e-mail e depois clique em solicitar download. Na próxima etapa você tem que inserir a senha da sua conta no Instagram para confirmar a operação.
    Pronto, o Instagram irá mostrar em seguida que o o download foi solicitado e que o arquivo com as coisas que foram compartilhadas por você na plataforma está sendo gerado.

    Na versão web do Instagram também é possível fazer essa solicitação. Basta que você acesse o Instagram pelo seu navegador, clique no ícone perfil no canto superior direito e depois no botão de configurações, ao lado do botão editar perfil. No menu exibido, selecione privacidade e segurança, em seguida, role a página e clique na opção solicitar downlod.
     
    Baixando conteúdo do Instagram via soluções de terceiros
    Acima vimos um procedimento nativo do Instagram que permite o download do seu conteúdo postado na plataforma, porém, o envio não é imediado, como o próprio Instagram explica, o link para download é disponibilizado em até 48 horas. Caso você não queira esperar pode recorrer a uma solução de tercerios para salvar algum conteúdo postado no Instagram, seja da sua conta ou do perfil de um amigo seu.
    Aqui no Hardware.com.br já temos uma matéria que trata sobre uma dessas opções, o SwiftSave, com esse aplicativo disponível para Android, você pode baixar fotos e vídeos do Instagram.
    Após logar na sua conta do Instagram, via SwiftSave, será possível iniciar o processo de dowload facilmente. Processo que vale tanto para o seu perfil quanto para qualquer outro na plataforma. O download pode ser feito de forma individual, uma foto ou vídeo, por exemplo, ou em blocos, a partir da seleção de um conjunto de arquivos,  função chamada de QuickTip pelo SwiftSave.
    Vamos começar por uma única imagem ou vídeo. Em nosso perfil ou no feed global do app, clique sobre uma imagem ou vídeo. Repare que no canto inferior esquerdo há um círculo com uma seta, ícone que indica o botão de download. Basta clicar sobre ele para que o download da imagem ou vídeo aconteça.

     
    Para salvar imagens ou vídeos em blocos basta que você clique e mantenha pressionado em cada um dos itens do seu interesse. As mpidias marcadas com terão um símbolo de check ao centro. Feita a seleção, clique no canto inferior direito da tela na seta branca envolta por um círculo em degradê.

    Além de vídeos e fotos no feed, também é possível realizar o download do conteúdo postado no stories usando o SwiftSave. Você também pode utilizar alguns serviços online para baixar conteúdo postado no Instagram. O mais interessante deles é o Instawload. Cole o link da foto ou vídeo que você queira baixar e em seguida clique em download.

     
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  22. Como fazer chamada de vídeo com até 8 participantes no WhatsApp?
    Bom, assim como qualquer outro recurso implementado no WhatsApp, para que seja acessado é necessário que você tenha a versão mais recente do aplicativo. Portanto, acesse a Google Play, caso esteja utilizando um aparelho Android, ou a Apple Store, se o seu aparelho é um iPhone, e, caso esteja disponível, atualize o app.  Se essa opção não aparecer, é porque o seu app já está atualizado ?
    Pronto, com o app devidamente atualizado já é possível acessar as três maneiras de promover uma chamada em vídeo com até 8 participantes no WhatsApp.
     
    Chamada em grupo
    Neste primeiro cenário, vamos supor que você tenha um grupo no WhatsApp com até 8 membros (contando com você). Ao clicar no ícone da ligação, e escolher se a chamada será por vídeo ou de voz, automaticamente a chamada será iniciada com todos os participantes.
    Dica: não tem um grupo mas deseja criar? Blz, o passo a passo é o seguinte: abra o WhatsApp > clique nos três pontinhos no canto superior direito da tela > escolha a opção “Novo Grupo” > selecione os participantes > defina um nome para o grupo e sua imagem de exibição > clique em avançar e criar.
    Já que neste tópico estamos tratando de grupos, caso você queira manter mais controle sobre ele, determinando que o envio de mensagens de voz, texto, fotos e vídeo fique apenas com o administrador, basta que você faça o seguinte: você deve pressionar o nome do bate-papo em grupo e, assim, o menu de opções será inserido. Então, quando você estiver na lista de usuários, clique no nome da pessoa da qual deseja remover as permissões de administrador e escolha a opção “remover como admin “.
    Feito isso, você deve entrar no menu de configuração desse bate-papo. Para isso, novamente você deve pressionar o nome do bate-papo em grupo e, em seguida, onde diz configurações do grupo / enviar mensagens. Agora clique em “enviar mensagens”. Mude de “todos os participantes”, para “Somente admins”. Isso significa que apenas aqueles que foram designados para essa função poderão enviar mensagens. Nos demais membros, eles poderão ler o conteúdo compartilhado, mas não poderão enviar nada.
     
    A partir de um contato
    Neste segundo caso você irá iniciar a chamada a partir da lista de contatos, respeitando o limite de 8 participantes imposto pelo app.
    Para isso, clique no ícone da câmera (para chamada de vídeo) ou do telefone (para chamada de áudio). Depois é só clicar sobre o ícone para adicionar contato à chamada, no canto superior direito.
    A partir da seção “Chamadas” do WhatsApp
    Neste terceiro método, basta que você clique na seção chamadas do WhatsApp, em seguida toque no botão do telefone dentro de um círculo verde, no canto inferior da tela, e em seguida na opção “Nova ligação em grupo”. Escolha até sete contatos que irão compor a chamada com você e depois é só marcar o ícone da câmera (para uma chamada de vídeo) ou do telefone (para chamada de voz).
     
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  23. Passo 1. Abra o app "Ajustes" e toque em "Face ID e Código".
     
    Acesse as configurações do Face ID — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
     
    Passo 2. Confirme o código de bloqueio do iPhone. Em seguida, toque em "Redefinir Face ID".
     
    Redefina o Face ID do iPhone — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
     
    Passo 3. Agora, pressione "Configurar Face ID" e toque em "Começar".
     
    Configurando o Face ID — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
     
    Passo 4. Faça dois escaneamentos do Face ID com a máscara dobrada sobre a metade do rosto. Caso a mensagem "rosto obstruído" seja exibida, arraste a máscara um pouco para o lado para mostrar a ponta do nariz. Quando terminar, pressione "OK".
     
    Configurando o Face ID — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
     
    Passo 5. Voltando às configurações do Face ID, toque em "Configurar um Visual Alternativo" e pressione "Começar".
     
    Configure um visual alternatio — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
     
    Passo 6. Dessa vez, faça os dois escaneamentos do Face ID com a máscara dobrada sobre a outra metade do rosto. Caso a mensagem "rosto obstruído" seja exibida, arraste a máscara um pouco para o lado para mostrar a ponta do seu nariz. Por fim, pressione "OK".
     
    Escaneie o outro lado do rosto com a máscara — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
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  24. O erro 502 Bad Gateway é um código que indica um problema de acesso a um site ligado a uma falha de servidor. Ele surge quando há falha na comunicação entre dois ou mais servidores que retransmitem dados entre si para carregar a página. As causas estão ligadas, entre outros fatores, a uma possível sobrecarga de acessos no site acessado. Ou seja, o erro não se refere a problemas no computador do usuário. Apesar disso, é possível tentar algumas providências para se certificar que, de fato, não se trata de um alarme falso. Veja, a seguir, seis soluções possíveis para o erro 502 Bad Gateway.
     
     
    1. Atualize a página
     
    Mesmo que haja uma falha no site, ela pode ser temporária. O erro 502 Bad Gateway pode ser ocasionado quando um servidor recebe uma resposta ruim de outro, mas a requisição seguinte pode funcionar. Nesse caso, simplesmente atualizar o site pode dar resultado. Vale clicar no botão diretamente no navegador ou pressionar a tecla F5 seguidas vezes para checar se o problema foi resolvido.
     
    Atualizar a página pode driblar um problema temporário de gateway — Foto: Reprodução/Paulo Alves
     
    2. Confirme se há um problema no site
     
    Caso o problema não seja resolvido, é possível checar se a falha ocorre também com outras pessoas. Monitores como o IsItDownRightNow (isitdownrightnow.com) podem dizer se há um volume considerável de reclamações sobre o mesmo site em outros locais. Em geral, se há algum problema, a ferramenta irá mostrar um sinal laranja ou vermelho que confirma a existência de alguma falha.
     
    Site Is it down right now mostra queda de sites e aplicativos — Foto: Reprodução/ Isitdownrightnow
     
    3. Troque de navegador e limpe o cache
    Se o site aparentemente está funcionando para outras pessoas, é preciso de buscar soluções no computador. Comece limpando o cache e os cookies do navegador. No chrome, basta ir até o menu “Histórico” nas configurações e iniciar uma limpeza marcando apenas as opções de cookies e cache. Depois, tente acessar o site mais uma vez. Se, ainda assim, ele não voltar, tente abrir em outro navegador, como Edge, Firefox ou o Safari no macOS.
     
    Limpar cookies e cache do Chrome pode resolver erro 502 — Foto: Reprodução/ Carolina Ribeiro
     
    4. Reinicie o roteador
    Caso a página insista em exibir o mesmo erro em múltiplos navegadores com cookies e cache limpos, é preciso verificar o roteador. Reinicie o aparelho para renovar a conexão e eliminar eventuais problemas na rede que possam impedir o carregamento do site. Alguns dispositivos contam com chave liga-desliga. Se não houver, basta retirar o equipamento da tomada e voltar a ligar alguns segundos depois.
     
    Reiniciar modem ou roteador pode resolver erro de gatewaey — Foto: Luciana Maline/TechTudo
     
    5. Troque o DNS
    Outra solução possível envolve a troca do DNS. Esse serviço é o responsável por traduzir o endereço do site para o IP do servidor correspondente. Se houver uma falha no processo, é possível que o usuário caia em um servidor errado que esteja apresentando falha de comunicação. Em geral, a conexão vem configurada com o DNS usado pelo provedor de internet, mas é possível alterá-lo nas configurações do adaptador de rede. O DNS do Google (8.8.8.8 e 8.8.4.4), o da Cloudfare (1.1.1.1 e 1.0.0.1) são duas opções conhecidas pela eficiência.
     
    Altere o DNS para tentar solucionar o problema — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
     
    6. Atualize e reinicie o computador
     
    Se nada funcionar, é possível que haja algum conflito no próprio PC. Falhas de rede podem ser corrigidas por um simples reset no computador. Além disso, é possível tentar baixar as atualizações pendentes do Windows 10. Se houver muitos pacotes não instalados, um deles pode resolver um problema conhecido e já corrigido, mas que ainda precisa ser aplicado.
       

     
     
     
     
     
     
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    Atualizado
  25. No Android
     
    Passo 1. No celular que você usar o WhatsApp Web, acesse (web.whatsapp.com) pelo Google Chrome. Abra o menu do navegador e ative a opção "Versão para computador";

    Acesse o WhatsApp Web no celular pelo Google Chrome — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
    Passo 2. Agora, no celular com o WhatsApp, abra o aplicativo e acesse as configurações. Por lá, vá em "WhatsApp Web" e toque em "Escanear código QR". Feito isso, escaneie o QR Code que aparece na tela do outro celular;

     
    Passo 3. O WhatsApp Web será carregado. Como o aplicativo não é otimizado para celulares, os textos poderão ficar pequenos. No entanto, o mensageiro é completamente funcional. Basta tocar sobre uma conversa, à esquerda, para abrir o teclado e enviar mensagens. Lembre-se de manter o celular original conectado à Internet.
     
    No iPhone
    Passo 1. No caso do Safari no iPhone, pressione o botão à esquerda da barra de endereços e toque em "Versão para Computador";
    Passo 2. Agora, no celular com o WhatsApp, abra o aplicativo e acesse as configurações. Por lá, vá em "WhatsApp Web/Computador" e toque em "Escanear código QR". Feito isso, escaneie o QR Code que aparece na tela do outro celular;

    Veja como conectar WhatsApp Web no celular — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
     
    Passo 3. O WhatsApp Web será carregado. Como o aplicativo não é otimizado para celulares, os textos poderão ficar maiores que a tela. No entanto, o mensageiro é completamente funcional. Basta tocar sobre uma conversa, à esquerda, para abrir o teclado e enviar mensagens. Lembre-se de manter o celular original conectado à Internet.

     
     
    Como sair do WhatsApp Web no celular
    Passo 1. Para sair do WhatsApp Web no Android, acesse as configurações do aplicativo e abra "WhatsApp Web". Nesta tela, escolha a sessão que você quer desconectar e pressione "Sair". Se preferir, toque em "Sair de todas as sessões?" e confirme;

    Desconectando o WhatsApp Web pelo celular Android — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
     
    Passo 2. Para sair do WhatsApp Web no iPhone, acesse as configurações do aplicativo e abra "WhatsApp Web/Computador". Nesta tela, escolha a sessão que você quer desconectar e pressione "Sair". Se preferir, toque em "Sair de todas as sessões" e confirme.

    Saindo do WhatsApp Web no celular — Foto: Reprodução/Helito Beggiora
    Pronto. Aproveite as dicas e saiba como usar o WhatsApp Web no celular Android ou iPhone (iOS).
       
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