<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Análise de Jogos, Lojas, Serviços & Unboxing Últimos Tópicos]]></title><link>https://g.ggames.com.br/forum/192-an%C3%A1lise-de-jogos-lojas-servi%C3%A7os-unboxing/</link><description><![CDATA[Análise de Jogos, Lojas, Serviços & Unboxing Últimos Tópicos]]></description><language>pt</language><item><title>Vale a pena sair de uma cadeira gamer de R$1000 para uma DT3 Frost? Minha experi&#xEA;ncia real</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/24325-vale-a-pena-sair-de-uma-cadeira-gamer-de-r1000-para-uma-dt3-frost-minha-experiencia-real/</link><description><![CDATA[<p>Se você está comparando uma cadeira topo de linha como a DT3 Frost com uma cadeira gamer na faixa de R$1000, a diferença vai muito além de preço — é basicamente outra categoria de produto.</p><p>A DT3 Frost é uma cadeira ergonômica premium, pensada para uso prolongado. Ela traz materiais de alto nível, como estrutura em alumínio e revestimento em mesh respirável, além de vários ajustes avançados (lombar, braços multidimensionais, encosto com suporte dinâmico, assento deslizante). Isso faz com que ela se adapte melhor ao corpo e ajude na postura durante longas horas.</p><p>Já uma cadeira gamer na faixa de R$1000, ou modelos similares, normalmente foca mais em estética do que ergonomia. Em geral, usam espuma e courino, têm menos ajustes e um suporte lombar mais simples (ou até almofada solta). Isso pode até ser confortável no início, mas tende a cansar mais em uso prolongado.</p><p>Outro ponto importante é a durabilidade. Modelos mais caros como a Frost usam materiais mais resistentes e mecanismos mais robustos, enquanto cadeiras gamer mais baratas costumam apresentar desgaste mais rápido, principalmente no revestimento e nas espumas.</p><p>No meu caso, a diferença foi muito clara. Eu sentia muitas dores na coluna usando cadeira comum/gamer mais barata, principalmente depois de várias horas no computador. Depois que comecei a usar a DT3 Frost, isso melhorou bastante. A postura ficou mais natural e o suporte lombar faz diferença de verdade no dia a dia.</p><p>"Se você chegou até aqui, faz um comentário no post ou dá um upvote — porque tem um detalhe importante que pouca gente fala..."</p><p>Muita gente acha que qualquer cadeira “confortável” resolve, mas ergonomia de verdade só aparece quando a cadeira se ajusta ao seu corpo, e não o contrário. Esse foi o ponto que mais mudou minha experiência.</p><p>Resumindo: cadeira gamer de R$1000 é mais voltada para custo-benefício e uso casual, enquanto a DT3 Frost entrega ergonomia de verdade e conforto para longas horas. Se você passa muito tempo sentado, seja trabalhando ou estudando, o investimento em uma cadeira melhor faz bastante diferença.</p>]]></description><guid isPermaLink="false">24325</guid><pubDate>Sat, 21 Mar 2026 06:42:00 +0000</pubDate></item><item><title>[AN&#xC1;LISE] The Evil Within (PC/PS/Xbox) &#x2013; terror psicol&#xF3;gico tenso, mas com controles &#x201C;duros&#x201D;</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/24276-analise-the-evil-within-pcpsxbox-terror-psicologico-tenso-mas-com-controles-duros/</link><description><![CDATA[<p>Fala, pessoal! Vim compartilhar minha análise de <strong>The Evil Within</strong> na plataforma <strong>(coloque aqui: PC / PS4 / PS5 / Xbox / etc.)</strong>. Eu comprei porque estava procurando um <strong>survival horror</strong> mais “raiz”, com clima pesado e sensação constante de perigo — e esse jogo entrega bem essa proposta.<br><br>The Evil Within é um terror psicológico com foco em <strong>tensão, recursos limitados, stealth e combate difícil</strong>, com cenários bem perturbadores e uma direção artística marcante.</p><ol><li><p><strong>Atmosfera excelente</strong>: o jogo te deixa desconfortável o tempo todo (no bom sentido).</p></li><li><p><strong>Boa variedade de situações</strong>: momentos de fuga, stealth e combates intensos.</p></li><li><p><strong>Design de inimigos e cenários</strong> bem criativo e macabro.</p></li><li><p><strong>Sensação de sobrevivência real</strong>: munição e itens fazem diferença.<br><br>porém.. eu acho que..<br><br>5. <strong>Controles e movimentação</strong> podem parecer travados/“duros”.<br>6. Algumas partes têm <strong>dificuldade desbalanceada</strong> ou repetição<br>7. Dependendo da plataforma, pode ter <strong>problemas de performance}</strong><br><br>Eu daria <strong>Nota: 8/10</strong>, recomendo muito para quem curte terror com pressão e sobrevivência, mas é bom ir sabendo que <strong>não é um jogo “confortável”</strong> e pode irritar em alguns trechos.</p><p><strong>Pergunta pra vocês:</strong> vocês preferem survival horror mais ação (tipo RE4) ou mais tensão/stealth (tipo Outlast / TEW)?</p></li></ol>]]></description><guid isPermaLink="false">24276</guid><pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:31:04 +0000</pubDate></item><item><title>Nova IA com maior capacidade de gera&#xE7;&#xE3;o de contexto que o ChatGPT?</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/24225-nova-ia-com-maior-capacidade-de-geracao-de-contexto-que-o-chatgpt/</link><description><![CDATA[<p>Olá, pessoal!</p><p>Hoje quero compartilhar uma descoberta interessante no campo da inteligência artificial: uma IA que, segundo benchmarks preliminares, apresenta desempenho até <strong>20 vezes superior ao ChatGPT</strong> em tarefas específicas de <strong>compreensão e geração de contexto</strong>.</p><h3>O que isso significa na prática?</h3><p>A geração de contexto é a habilidade da IA de:</p><ul><li><p>Manter coerência ao longo de interações longas;</p></li><li><p>Referenciar informações passadas corretamente;</p></li><li><p>Entender nuances, ambiguidade e dependência de histórico no diálogo ou no texto.</p></li></ul><p>Muitos modelos de linguagem têm dificuldade em manter esse tipo de consistência, especialmente em conversas mais extensas ou com múltiplos tópicos entrelaçados. Essa nova IA, no entanto, foi projetada com foco explícito em <strong>contexto de longo prazo</strong> e <strong>memória estendida</strong>, o que a torna altamente eficaz em:</p><ul><li><p>Resumos de documentos extensos;</p></li><li><p>Assistência técnica contínua;</p></li><li><p>Geração de código com múltiplas dependências;</p></li><li><p>Interações complexas em chatbots e agentes autônomos.</p></li></ul><h3>Comparação técnica (exemplo):</h3><div class="ipsRichText__table-wrapper"><table style="min-width: 60px;"><colgroup><col style="min-width:20px;"><col style="min-width:20px;"><col style="min-width:20px;"></colgroup><tbody><tr><th colspan="1" rowspan="1"><p>Característica</p></th><th colspan="1" rowspan="1"><p>ChatGPT (GPT-4)</p></th><th colspan="1" rowspan="1"><p>Nova IA</p></th></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Context Window</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Até 128k tokens</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>+1M tokens (estimado)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Retenção em sessões longas</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Alta</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Muito alta (persistente)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Velocidade de inferência</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Boa</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Otimizada via novo backend</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Treinamento multimodal</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Sim</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Sim (com maior integração)</p></td></tr></tbody></table></div><blockquote class="ipsQuote" cite="" data-ipsquote=""><div class="ipsQuote_contents" data-ipstruncate=""><p>Obs.: Os dados acima são baseados em testes de laboratório e publicações preliminares de desenvolvedores. Ainda aguardamos benchmarks padronizados independentes (ex: MMLU, ARC, HELM).</p></div></blockquote><h3>Considerações</h3><p>Mesmo que a afirmação de “20x mais poderosa” deva ser tratada com cautela (afinal, depende do caso de uso), é inegável que o avanço mostra como o ecossistema de IAs está evoluindo rapidamente para além do que modelos generalistas como o ChatGPT oferecem.</p><p>Assim como vimos alternativas como Claude, Gemini, LLaMA e Mistral ganharem destaque, essa nova IA representa mais um passo importante rumo a agentes autônomos com capacidade de raciocínio contextual realmente aprofundado.</p><hr><p>Se alguém já testou esse novo modelo em projetos práticos (como análise de logs, revisão de código, interpretação legal etc.), compartilha aí a experiência! Seria interessante comparar.</p><hr><p>Se você quiser, posso complementar com os nomes das IAs mais promissoras de 2025, benchmarks atualizados ou casos de uso reais. </p><p>Deseja isso também?</p>]]></description><guid isPermaLink="false">24225</guid><pubDate>Sat, 18 Oct 2025 16:01:38 +0000</pubDate></item><item><title>Hist&#xF3;ria e desafios do Winamp</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/24224-historia-e-desafios-do-winamp/</link><description><![CDATA[

<p>Boa tarde a todos,</p><p>Gostaria de compartilhar um panorama técnico sobre o player Winamp, suas origens, apogeu e os problemas que enfrentou — especialmente no que se refere a disputas judiciais envolvendo codecs e decodificação de áudio.</p><h3>1. Origem e ascensão</h3><p>O Winamp foi criado pela empresa Nullsoft, fundada pelos ex‑estudantes da Universidade de Utah, Justin Frankel e Dmitry Boldyrev, com o lançamento em 21 de abril de 1997. [Conteúdo Oculto]<br>Na virada dos anos 1990/2000, graças à popularização do formato MP3, o Winamp se tornou um dos players mais usados em computadores pessoais, oferecido gratuitamente e com extensiva customização via skins e plugins. [Conteúdo Oculto]</p><h3>2. Arquitetura técnica relevante</h3><ul><li><p>O Winamp suportava múltiplos formatos de áudio, incluindo MP3.</p></li><li><p>Era extensível via plugins, o que permitia adicionar funcionalidades — como visualizações gráficas, suporte a vídeo ou novos formatos de decodificação.</p></li><li><p>A aparência podia ser alterada por skins, o que ajudou na adoção por usuários que gostavam de personalizar. [Conteúdo Oculto]</p></li><li><p>O componente crítico neste processo era o <em>decoder</em> (decodificador de áudio) que permitia converter os dados codificados (por ex., no formato MP3) em áudio reproduzível.</p></li></ul><h3>3. Problemas judiciais com decodificação</h3><p>Apesar da popularidade, a Nullsoft enfrentou uma disputa legal referente a esse decoder. Segundo o relatório, a empresa americana PlayMedia Systems (ou Playmedia) reclamou que o decoder utilizado no player estaria baseado em sua tecnologia ou que havia violação de acordo/licença. O caso se acertou extrajudicialmente, com termos e valores não divulgados. [Conteúdo Oculto]<br>Esse tipo de litígio é comum em softwares que dependem de codecs, especialmente formatos proprietários ou licenciados:</p><ul><li><p>Licenças de decodificação de áudio (ou vídeo) frequentemente exigem pagamento ou royalties.</p></li><li><p>Se um software usar um decoder sem a devida licença, pode haver risco de litígio.</p></li><li><p>Para usuários e desenvolvedores, isso implica que a disponibilidade ou continuidade de suporte de um software pode ser afetada por questões de licenciamento.</p></li></ul><h3>4. Desdobramentos e consequências</h3><ul><li><p>Após esse e outros fatores, a Nullsoft acabou sendo adquirida pela AOL (por cerca de US $ 80 milhões) em 1999. [Conteúdo Oculto]</p></li><li><p>O Winamp sofreu forte impacto com o lançamento da versão 3 (Winamp 3) em 2002, que foi considerada pesada e com menor compatibilidade com plugins/skins da versão 2 — o que levou muitos usuários a permanecerem na versão antiga ou migrarem para concorrentes. [Conteúdo Oculto]</p></li><li><p>Em 2013, a AOL anunciou a descontinuação do Winamp, e em seguida ele foi vendido para a belga Radionomy em 2014. [Conteúdo Oculto]</p></li></ul><h3>5. Lições técnicas e para o setor de desenvolvimento</h3><ul><li><p>A escolha de codecs e decodificadores em um software de mídia deve levar em conta não só a performance e compatibilidade, mas também o licenciamento, riscos legais e suporte futuro.</p></li><li><p>A arquitetura extensível (plugins, skins) pode gerar forte adoção, mas também requer que a compatibilidade seja mantida com versões futuras — uma falha nisso pode resultar em perda de base de usuários, como no caso do Winamp 3.</p></li><li><p>Mesmo softwares populares e bem adotados podem ter sua trajetória afetada por disputas jurídicas ou mudanças de mercado (por exemplo, migração para streaming, smartphones, etc.).</p></li><li><p>Para usuários finais: é importante ter consciência de que software livre ou gratuito não significa automaticamente “sem risco” — licenciamento de codecs, direitos autorais e suporte longo‑prazo são fatores que podem causar abandono ou descontinuação.</p></li></ul><hr><p>Se quiser, posso preparar <strong>uma linha do tempo completa</strong> com as versões do Winamp, ou <strong>um estudo de caso</strong> sobre como a disputa de codecs afetou o produto. Você prefere qual?</p>

]]></description><guid isPermaLink="false">24224</guid><pubDate>Sat, 18 Oct 2025 15:54:02 +0000</pubDate></item><item><title>Minha an&#xE1;lise sobre o jogo age of Alder</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/24049-minha-analise-sobre-o-jogo-age-of-alder/</link><description><![CDATA[<p>Vim aqui expressar minha avaliação sobre o jogo age of Alder.</p><p>O jogo se situa no mundo fictício de Alder, envolvendo temas de fantasia punk diesel, mechs, cavaleiros, zumbis, ORKs e monstros. Sendo o uso da estratégia essencial para a vitória.</p><p>O jogo tem 3 facões por enquanto, mais duas facções vão ser lançadas em breve, sendo as facções jogáveis:</p><p>Humanity, wartide e fallen.</p><p>Cada facção tendo suas respectivas habilidades e jogabilidade únicas.</p><p>HUMANITY</p><p>Tendo uma boa variedade de unidades e subfacção, conta com uma boa quantidade de veículos e tanques pesados.</p><p>Tendo também as unidades imperiais e seus mechas altamente úteis.</p><p>FALLEN</p><p>Tendo uma grande variedade em infataria, unidades mágicas e tecnológicas. Conta também com uma tremenda variedade nas unidades zumbis/Zed tendo evoluções nelas. Tendo sub facções bem fortes também.</p><p>WARTIDE</p><p>Sendo os ORKs do jogo, contam com uma mesclagem boa de infataria, armas de longo alcance, unidades pesadas e também mechas pesados. Sendo uma facção bem caótica, digna dos orks.</p><p>MODO CAMPANHA</p><p>O jogo conta com um modo campanha bastante desafiante e divertido, tendo cenários, situações e unidades interessantes. O modo campanha é um ótimo jeito e forma de conseguir entender melhor o jogo e se aprofundar no conteúdo dele, além de conseguir os Gold necessários para liberação das melhorias.</p><p>MODO ONLINE</p><p>O jogo contém um sistema de partida online, possibilitando o jogo online contra um adversário humano, tendo mais tensão e estratégias a casa turno jogado. Aconselho jogar com no mínimo uma facção totalmente liberada.</p><p>ANÁLISE GERAL</p><p>• jogo com gráficos e pixel art agradáveis.</p><p>• jogabilidade fácil e simples de entender.</p><p>• jogo com constantemente atualização e updates.</p><p>• conteúdo diverso, tendo PvP, pve e campanhas.</p><p>MINHA OPINIÃO</p><p>Espero que adicionem mais unidades e facções. O jogo lembra muito warhammer40k, coisa que eu particularmente gosto bastante. Aqui vão ficar algumas screenshots minhas</p><p><img src="https://i.imgur.com/GJEc8sQ.png" alt="GJEc8sQ.png" class="ipsRichText__align--block" width="1200" height="540" loading="lazy"></p><p><img src="https://i.imgur.com/oQ9nlPn.png" alt="oQ9nlPn.png" class="ipsRichText__align--block" width="1200" height="540" loading="lazy"></p>]]></description><guid isPermaLink="false">24049</guid><pubDate>Mon, 19 May 2025 20:06:09 +0000</pubDate></item><item><title>The Evil Within - ANALISE - GAMEPLAY</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/20569-the-evil-within-analise-gameplay/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	The Evil Within 1 e 2 são jogos de survival horror desenvolvidos pela Tango Gameworks e dirigidos por Shinji Mikami, conhecido por seu trabalho na série Resident Evil. Abaixo está uma análise completa de ambos os jogos:
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	The Evil Within 1: The Evil Within (também conhecido como Psycho Break no Japão) é um jogo de terror psicológico lançado em 2014. O jogo segue a história de Sebastian Castellanos, um detetive que se vê preso em um mundo distorcido e assustador, cheio de criaturas grotescas e cenários macabros. O enredo complexo é repleto de reviravoltas e mistérios, e a atmosfera opressiva contribui para a experiência de terror.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	<img alt="The Evil Within Game Download – My Blog" width="550" src="https://downloadpcgames25links.xyz/wp-content/uploads/2019/05/The-Evil-Within-game-550x330.jpg" loading="lazy" height="330">
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Jogabilidade: A jogabilidade de The Evil Within é centrada na sobrevivência, com ênfase na furtividade e no combate estratégico. Os jogadores precisam gerenciar recursos limitados, como munição e itens de cura, enquanto enfrentam inimigos assustadores. O jogo também apresenta quebra-cabeças desafiadores, que acrescentam uma camada extra de complexidade à experiência.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	<img alt="The lovely horror of The Evil Within (warning: many pics and location ..." width="1200" src="https://farm8.staticflickr.com/7442/16187943310_72951d4363_o.png" loading="lazy" height="1044">
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Ambiente e atmosfera: The Evil Within é conhecido por sua ambientação sombria e atmosfera opressiva. Os jogadores são constantemente mergulhados em cenários perturbadores, com ambientes repletos de detalhes grotescos e uma trilha sonora arrepiante. A combinação desses elementos contribui para criar uma sensação constante de tensão e medo.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	The Evil Within 2: The Evil Within 2 foi lançado em 2017 e continua a história de Sebastian Castellanos. Desta vez, ele se aventura em uma realidade virtual chamada Union, em busca de sua filha desaparecida. O jogo expande ainda mais o enredo e aprofunda a história dos personagens, proporcionando uma experiência emocional e intensa.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	<img alt="The Evil Within 2 Details - LaunchBox Games Database" width="474" src="https://th.bing.com/th/id/OIP.zwrQxdeJ7nTdon0N89wprgHaKk?pid=ImgDet&amp;rs=1" loading="lazy" height="673.08">
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Jogabilidade aprimorada: Em The Evil Within 2, a jogabilidade é refinada e aprimorada em relação ao primeiro jogo. Os jogadores têm mais opções estratégicas, incluindo a capacidade de se esconder e abordar os desafios de maneira furtiva. O mundo aberto de Union oferece maior liberdade de exploração, permitindo aos jogadores realizar missões secundárias e descobrir segredos ocultos.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	<img alt="The Evil Within 2 - boss fight - Stefano - akumu - YouTube" width="1200" src="https://i.ytimg.com/vi/Al8P8qs4b3c/maxresdefault.jpg" loading="lazy" height="720">
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	<img alt="the evil within 2 GIF by Bethesda" title="the evil within 2 GIF by Bethesda" width="356" src="https://media2.giphy.com/media/xUOxeZqKfQa12le5Bm/200.gif" loading="lazy" height="199.36">
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Narrativa e personagens: The Evil Within 2 se destaca pela narrativa envolvente e pelos personagens bem desenvolvidos. A história mergulha nas profundezas da psique dos personagens, explorando temas como culpa, redenção e loucura. Os personagens encontrados ao longo do jogo são memoráveis e adicionam camadas de complexidade à trama.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Conclusão: Tanto The Evil Within 1 quanto 2 são jogos de terror psicológico envolventes, que proporcionam experiências assustadoras e emocionantes. Ambos os jogos têm atmosferas sombrias, enredos complexos e jogabilidade desafiadora. Se você é fã de survival horror e aprecia jogos com histórias profundas e perturbadoras, vale a pena explorar a série The Evil Within.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Nota para a franquia: 8,8
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	História: 8.0
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Gameplay: 9.5
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Gráficos: 8.5
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Trilha sonora: 9.5
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	| GAMEPLAY |
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	TEW 2
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="113" src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/E8iYMQIY9dk?feature=oembed" title="The Evil Within 2 (PS5) 4K 60FPS HDR Gameplay - (Full Game)" width="200" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	TEW 1
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="113" src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/Re3IOPO4KUI?feature=oembed" title="THE EVIL WITHIN - O INÍCIO DA HISTÓRIA! (Em Português)" width="200" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">20569</guid><pubDate>Mon, 15 May 2023 20:38:25 +0000</pubDate></item><item><title>Sonic Superstars &#xE9; cativante, mas n&#xE3;o mais do que isso</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21282-sonic-superstars-e-cativante-mas-nao-mais-do-que-isso/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	É muito comum que franquias com décadas de história recorram à nostalgia frequentemente para agradar o público antigo. Não é de hoje que a SEGA inclui diferentes fases ou cenas nos jogos do Sonic que remetem a outros títulos da série, algo que também acontece em Sonic Superstars.
</p>

<p>
	A insistência em apostar na nostalgia não é um problema em si. Como um fã de longa data de Sonic, fiquei muito animado ao ver resquícios de um cenário clássico do primeiro jogo em fases maravilhosas do título 2D mais recente da franquia, em que há uma série de molas e dispositivos de pinball em um ambiente que remete a um cassino.
</p>

<p>
	O problema ocorre quando o saudosismo representa o que há de melhor em um game inédito. Talvez você se anime com o que será dito agora, mas não é, exatamente, um elogio: Sonic Superstars é uma ótima nova opção para quem quer ver conceitos tradicionais da série implementados em um novo contexto no qual os personagens e os cenários estão lindos. Contudo, não há muito mais do que isso no título inédito.
</p>

<p>
	Por exemplo: quando Superstars foi anunciado, muitos jogadores se animaram com a possibilidade de jogar o game junto de outras pessoas cooperativamente. De fato, as imagens de Sonic, Tails, Knuckles e Amy juntos em ação eram promissoras.
</p>

<p>
	No entanto, na prática, o modo co-op se torna um tanto frustrante quando você percebe que a principal dificuldade está em manter até quatro personagens próximos uns dos outros. Se uma das pessoas que está jogando sai correndo e deixa as outras para trás, alguma delas será teletransportada para perto da outra, e isso tira a sensação de controle sobre o personagem escolhido.
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<p>
	Também há outro modo que envolve mais jogadores, o Modo Batalha. Nele, diferentes pessoas competem, online, em minigames que rendem pontos. Ao final, quem tem mais pontos vence o Torneio. Isso até é legal na primeira vez que você joga. Na segunda, já começa a parecer um tanto repetitivo. Na terceira, a preguiça vem forte.
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<p>
	Para não dizer que todas as tentativas de inovação fracassaram, devo reconhecer que a utilização das Esmeraldas do Caos nesse jogo foi inteligente. No caso, cada Esmeralda do Caos conquistada garante uma habilidade especial. Existe a Esmeralda que transforma o personagem do jogador em água, por exemplo, além de Esmeraldas que permitem invocar um exército de clones ou mesmo desvendar itens escondidos.
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<p>
	Se, por um lado, essa escolha de dar importância a cada Esmeralda do Caos individual merece admiração, por outro, é uma pena que jogadores não sintam necessidade real de utilizá-las para passar de fase. É plenamente possível conquistar os poderes de cada Esmeralda e depois... Se esquecer de que você tem esses poderes.
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	Há ainda a questão de que todas as Esmeraldas do Caos, assim como no primeiro jogo do Sonic e em tantos outros, são opcionais. Então, você pode simplesmente ignorar os grandes anéis brilhantes que garantem acesso às fases bônus nos quais se conquista as Esmeraldas do Caos — mas devo dizer que as fases bônus estão bem divertidas, principalmente, por incrível que pareça, jogando em grupo, já que, a cada movimento, o personagem que persegue a Esmeralda do Caos muda.
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	É excelente que a SEGA não tenha abandonado para sempre os jogos 2D do Sonic, que são os favoritos de grande parte dos jogadores. Os personagens estão lindos, os cenários são coloridos e inventivos, há muito o que se explorar em cada fase, não faltam caminhos alternativos para percorrer e existem camadas diferentes dignas de atenção, quase como se as fossem divididas em andares. Além disso, a maneira como a história é contada é absolutamente cativante.
</p>

<p>
	Todos os pontos positivos dos jogos antigos do Sonic estão em Sonic Superstars. Só é uma pena que as inovações sejam tão limitadas. Os poderes garantidos pelas Esmeraldas do Caos são algo positivo a se destacar, mas, de resto, não há nada de muito especial.
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<p>
	Posso fazer parte de um grupo minoritário quando digo que me animo mais com o futuro do modelo apresentado em Sonic Frontiers do que com os próximos jogos 2D do Sonic, mas esse é exatamente o caso. A obsessão com nostalgia em relação ao mascote da SEGA já serviu como desculpa por tempo demais. Espero que a franquia seja mais ousada de agora em diante.
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]]></description><guid isPermaLink="false">21282</guid><pubDate>Sun, 19 Nov 2023 21:44:14 +0000</pubDate></item><item><title>The Pirate: Caribbean Hunt um excelente jogo de estrat&#xE9;gia pirata gratuito</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/23988-the-pirate-caribbean-hunt-um-excelente-jogo-de-estrategia-pirata-gratuito/</link><description><![CDATA[<p>
	
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	The Pirate: Caribbean Hunt é uma boa imersão no mundo da pirataria, oferecendo uma experiência rica para os entusiastas da história naval. Diferente de títulos como <em>Assassin's Creed IV: Black Flag</em>, o foco aqui está inteiramente na gestão e no comando de navios, lembrando muito mais uma mistura da série <em>Port Royale</em> com Sid Meier's: Pirates.
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	A jogabilidade se destaca pela sua profundidade e dinamismo. O jogador pode comandar uma frota variada de navios simultaneamente, exigindo estratégias bem elaboradas para superar inimigos mais poderosos. O mapa do jogo inicia-se na América Central e, com o progresso, expande-se para regiões da América do Norte e do Brasil. A administração de vilas também é um elemento fundamental, permitindo o desenvolvimento econômico por meio da produção de recursos essenciais para a guerra e o comércio.
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	<img alt="ss_376e6ae4d6e278ea007dd6d0eea888ad825f8" width="1024" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/ss_376e6ae4d6e278ea007dd6d0eea888ad825f899c.1920x1080.jpg?w=1024" loading="lazy" height="573.44">


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	Um dos aspectos mais envolventes do jogo é a possibilidade de se aliar a grandes potências coloniais da época, como França, Holanda, Espanha e Inglaterra. Essa escolha permite ao jogador lutar sob a bandeira de uma nação, participando de conflitos e recebendo recompensas por seus feitos.
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	Os pontos positivos são evidentes: as batalhas navais são desafiadoras e empolgantes, com uma excelente variedade de navios. A longevidade do jogo é garantida por um extenso sistema de progressão, permitindo alcançar o conteúdo pago de forma free no game e a presença de um modo multiplayer, que proporciona desafios adicionais.
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	<img alt="ss_9ba8ecde7e31a8e1691d7ea3937158b5150d4" width="1024" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/ss_9ba8ecde7e31a8e1691d7ea3937158b5150d4836.1920x1080.jpg?w=1024" loading="lazy" height="573.44">


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<p>
	Contudo, há alguns pontos que merecem atenção. O modo multiplayer apresenta dificuldades na conexão, tornando desafiadora a localização de jogadores brasileiros. A mecânica de abordagem de navios também se mostra desbalanceada, exigindo ajustes para tornar as interações mais justas.
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	<img alt="ss_20f846558c104a10d18329c37da6bbfcdd8f5" width="1024" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/ss_20f846558c104a10d18329c37da6bbfcdd8f5417.1920x1080.jpg?w=1024" loading="lazy" height="573.44">


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	No geral, o jogo se mostra uma excelente opção para aqueles que desejam explorar o mundo da pirataria de forma aprofundada e realista. Com um vasto mapa, missões envolventes e uma mecânica de combate robusta, é uma aventura que pode facilmente prender o jogador por dezenas de horas. E o melhor de tudo: é gratuito, oferecendo uma experiência de qualidade sem custos adicionais.
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	Se você é apaixonado por barcos, batalhas e a era das explorações marítimas, este jogo certamente merece sua atenção.
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]]></description><guid isPermaLink="false">23988</guid><pubDate>Thu, 23 Jan 2025 02:17:29 +0000</pubDate></item><item><title>Quando a Criatividade N&#xE3;o Basta: A Jornada Inacabada de Red Hood&#x2019;s Hunt for the Wolf</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/23970-quando-a-criatividade-nao-basta-a-jornada-inacabada-de-red-hoods-hunt-for-the-wolf/</link><description><![CDATA[<p>
	
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	Desenvolvido independentemente por Lola Fisher e distribuído pelo selo independente <em>My Way Games</em>, <em>Red Hood's Hunt for the Wolf</em> transforma o clássico conto de Chapeuzinho Vermelho em um jogo de plataforma com uma excelente proposta. No entanto, apesar de sua beleza e conceito, o jogo parece inacabado, com vários aspectos que necessitam de polimento e refinamento.
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	<img alt="845009.1.webp?w=600" width="600" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/845009.1.webp?w=600" loading="lazy" height="900">


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	A mecânica central do jogo envolve explorar florestas e cavernas, enfrentando inimigos como elfos e caveiras com uma espada, enquanto supera obstáculos para alcançar o temido lobo maligno. Apesar do conceito atrativo, a execução deixa a desejar em vários aspectos.
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<p>
	Os controles sofrem com problemas graves de responsividade, especialmente durante o combate e a movimentação precisa. Isso torna a experiência frustrante, principalmente em momentos em que movimentos finos são cruciais. Além disso, o <em>hitbox</em> dos inimigos e da personagem é confuso: os pontos de dano não são claros, a vida dos inimigos é indeterminada, e a falta de feedback visual torna o combate pouco satisfatório.
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	<img alt="screen-2.webp?w=711" width="711" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/screen-2.webp?w=711" loading="lazy" height="398.16">


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	Outro ponto problemático é o sistema de salvamento automático, que frequentemente salva em momentos inadequados. Em duas ocasiões, perdi todo o progresso de uma <em>run</em> porque o jogo salvou em pontos de morte certa, impossibilitando qualquer chance de recuperação.
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<p>
	
</p>

<p>
	Ademais, a coleta de moedas continua sem propósito prático, já que não há contador, loja ou utilidade dentro da jogabilidade. Isso, combinado com a ausência de marcadores de tempo, torna a experiência pouco recompensadora. Apesar de ser possível zerar o jogo em cerca de 15 minutos, dependendo da sorte com os controles e os combates, o fato de não haver marcador de tempo tira um elemento competitivo ou motivador.
</p>

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<p>
	Um dos momentos mais decepcionantes do jogo é o confronto com o lobo. A expectativa de uma <em>boss fight</em> épica é frustrada pela ausência completa de combate: ao encontrá-lo, o jogador simplesmente é levado para uma tela de finalização com links e dados do jogo. Isso reforça a impressão de que <em>Red Hood's Hunt for the Wolf</em> funciona mais como um prólogo ou demonstração do que um jogo comercial completo
</p>

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	<img alt="screen-3.webp?w=711" width="711" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/screen-3.webp?w=711" loading="lazy" height="398.16">


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</p>

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	Apesar das falhas, é importante destacar os méritos do jogo. A arte é bonita e envolvente, com cenários que capturam a atmosfera sombria e mágica da jornada de Chapeuzinho Vermelho. A ideia de transformar a personagem em uma heroína caçadora é original e cheia de potencial, sendo um dos maiores atrativos do jogo.<br>
	<br>
	<em>Red Hood's Hunt for the Wolf</em> é um projeto que apresenta uma base sólida e um conceito interessante, mas carece de desenvolvimento mais robusto para alcançar seu potencial. O jogo se perde em mecânicas mal aproveitadas, controles inconsistentes e uma experiência geral que parece inacabada.
</p>

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</p>

<p>
	A desenvolvedora Lola Fisher demonstra um grande potencial criativo e técnico, mas talvez precise de mais tempo para refinar suas ideias e lapidar a execução. Com os ajustes necessários, este jogo pode se transformar em uma experiência memorável e digna de sua proposta.
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]]></description><guid isPermaLink="false">23970</guid><pubDate>Thu, 09 Jan 2025 04:12:38 +0000</pubDate></item><item><title>Review de 1 Screen Platformer: Um Desafio Retr&#xF4; com F&#xF4;lego Curto e muito rage</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/23968-review-de-1-screen-platformer-um-desafio-retro-com-folego-curto-e-muito-rage/</link><description><![CDATA[<p>
	Desenvolvido pelo estúdio Return To Adventure Mountain, 1 Screen Platformer apresenta uma premissa simples, você lidera uma equipe de caçadores de recompensas interestelares em busca do Crânio Dourado de um deus ancestral, enfrentando desafios em uma única fase de plataforma repleta de perigos e obstáculos. Combinando elementos de jogos "soulslike" e uma estética retrô em pixel art, o título promete uma experiência intensa e desafiadora, mas esbarra em algumas limitações que comprometem sua longevidade.
</p>


	<img alt="670463_front.jpg?w=460" width="460" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/670463_front.jpg?w=460" loading="lazy" height="211.6">


<p>
	
</p>

<p>
	Os gráficos são simples e encantadores, característicos da pixel art, com o uso inteligente de cores para diferenciar os cenários e fases. Apesar da simplicidade, o jogo demonstra cuidado visual e atenção aos detalhes. A trilha sonora também merece elogios, sendo imersiva e condizente com a atmosfera do jogo, contribuindo para manter o jogador engajado.
</p>

<p>
	
</p>

<p>
	Na jogabilidade, o título brilha com seus três personagens jogáveis, cada um com habilidades distintas que trazem variedade à experiência. No entanto, essa diversidade de personagens acaba ofuscada pela limitação de conteúdo, já que o jogo oferece apenas uma única fase, mesmo com variações de dificuldade (modo normal e hard). Essa restrição torna o jogo repetitivo com o tempo, o que pode frustrar jogadores que buscam maior profundidade.
</p>

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	<img alt="ss_f8e9e3c3171a74f059ea420ba18742ba246d0" width="1024" src="https://wsdailyorg.wordpress.com/wp-content/uploads/2025/01/ss_f8e9e3c3171a74f059ea420ba18742ba246d0a9a.1920x1080.jpg?w=1024" loading="lazy" height="573.44">


<p>
	
</p>

<p>
	Outro ponto a ser considerado é a dificuldade. Os comandos são bastante sensíveis, especialmente no modo "hard", onde qualquer erro pode resultar em morte imediata. Isso torna o jogo desafiador e, ao mesmo tempo, punitivo. Para fãs de jogos em que basicamente você "morre e tenta novamente", esse aspecto pode ser um atrativo; para outros, pode ser uma fonte de frustração (eu). Além disso, a dificuldade em criar vínculo com os personagens, que possuem descrições superficiais, enfraquece a conexão emocional com a trama.
</p>

<p>
	
</p>

<p>
	O sistema de conquistas é bem-planejado, sendo acessível e intuitivo. Não é necessário "quebrar a cabeça" para completá-lo, o que pode agradar a jogadores casuais. No entanto, essa simplicidade pode desanimar aqueles que buscam desafios mais profundos e gratificantes.
</p>

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</p>

<p>
	<strong>Pontos positivos</strong>:
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<ul>
	
	<li>
		Gráficos pixel art bem feitos e atraentes.
	</li>
	
	<li>
		Trilha sonora imersiva e de boa qualidade.
	</li>
	
	<li>
		Jogabilidade desafiadora e mecânicas consistentes.
	</li>
	
	<li>
		Variedade nas habilidades dos personagens.
	</li>
	
</ul>

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</p>

<p>
	<strong>Pontos negativos</strong>:
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</p>

<ul>
	
	<li>
		Limitação a uma única fase, tornando o jogo repetitivo.
	</li>
	
	<li>
		Comandos muito sensíveis, especialmente no modo hard.
	</li>
	
	<li>
		Dificuldade em criar conexão com os personagens.
	</li>
	
	<li>
		Falta de conteúdo adicional, prejudicando a longevidade do jogo.
	</li>
	
</ul>

<p>
	
</p>

<p>
	"1 Screen Platformer" é uma experiência divertida para quem aprecia jogos rápidos e desafiadores, mas peca pela falta de conteúdo e pela repetitividade. O jogo demonstra qualidade técnica e mecânica, mas seria ainda mais envolvente com a adição de novas fases, desafios e maior profundidade narrativa. Para fãs de plataformas minimalistas e de alta dificuldade, o título oferece entretenimento por um curto período, mas pode não prender a atenção por muito tempo.
</p>

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]]></description><guid isPermaLink="false">23968</guid><pubDate>Wed, 08 Jan 2025 03:09:40 +0000</pubDate></item><item><title>The Witcher 3 o rei do mundo aberto</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/20560-the-witcher-3-o-rei-do-mundo-aberto/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	The Witcher 3: Wild Hunt é um jogo de RPG de mundo aberto desenvolvido pela CD Projekt Red, lançado em 2015. O jogo é conhecido por sua história cativante, personagens complexos e um mundo aberto vasto e imersivo. Abaixo, está uma análise completa de The Witcher 3 comparado a outros jogos de mundo aberto:
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Mundo aberto: O mundo de The Witcher 3 é vasto, variado e imersivo. Os jogadores podem explorar uma grande variedade de áreas, incluindo cidades, vilas, florestas, montanhas e rios. O mundo é detalhado e cheio de vida, com personagens e criaturas que reagem às ações do jogador.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	História e personagens: A história de The Witcher 3 é complexa e cativante, com personagens bem desenvolvidos e interessantes. O protagonista, Geralt de Rivia, é um caçador de monstros experiente, mas também tem um coração bondoso. O jogador pode interagir com uma variedade de personagens, cada um com sua própria personalidade e história de fundo.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Jogabilidade: A jogabilidade de The Witcher 3 é focada em combate em tempo real, com uma variedade de opções de habilidades e armas. O jogo também apresenta elementos de RPG, incluindo a progressão de personagens, sistema de escolhas e consequências e um sistema de crafting.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Comparação com outros jogos de mundo aberto: The Witcher 3 se destaca de outros jogos de mundo aberto em sua narrativa e personagens. A história e os personagens são bem desenvolvidos, e o jogador é constantemente desafiado a tomar decisões difíceis que afetam o mundo ao seu redor. Além disso, o mundo aberto de The Witcher 3 é um dos mais detalhados e imersivos, com muita variedade e vida.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Comparado com outros jogos de mundo aberto, como Skyrim e Assassin's Creed, The Witcher 3 se destaca pela profundidade de sua narrativa e a complexidade de seus personagens. Enquanto Skyrim tem um mundo aberto vasto e imersivo, a história e os personagens são menos desenvolvidos em comparação com The Witcher 3. Assassin's Creed, por outro lado, é focado em sua jogabilidade de parkour e combate furtivo, mas não apresenta a mesma profundidade narrativa que The Witcher 3.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	Conclusão: The Witcher 3 é um excelente exemplo de um jogo de mundo aberto que se destaca pela qualidade de sua narrativa e personagens, além de um mundo aberto vasto e imersivo. Enquanto outros jogos de mundo aberto têm suas próprias qualidades únicas, The Witcher 3 se destaca por sua profundidade e riqueza de conteúdo. Para jogadores que procuram um jogo de mundo aberto com uma narrativa envolvente e personagens complexos, The Witcher 3 é uma escolha altamente recomendada.
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	 
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	gameplay: 10
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	história: 10
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	trilha sonora: 10
</p>

<p style="background-color:#444654;border:0px solid #d9d9e3;color:#d1d5db;font-size:16px;">
	gráficos: 9.5
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">20560</guid><pubDate>Fri, 12 May 2023 21:10:40 +0000</pubDate></item><item><title>O Impacto Revolucion&#xE1;rio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/22091-o-impacto-revolucionario-de-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	Lançado em 1998, *Ocarina of Time* marcou uma revolução na indústria dos games, redefinindo não só a série *Zelda* como o gênero de ação e aventura em geral. Na época, os jogos tridimensionais ainda estavam dando seus primeiros passos, e <strong>Ocarina of Time</strong> trouxe inovações que estabeleceram novos padrões para a jogabilidade e a narrativa. Entre essas inovações, vale destacar o sistema de "Z-targeting", que facilitou o combate em um ambiente 3D, permitindo que os jogadores focassem em inimigos ou objetos de forma intuitiva — uma mecânica que se tornaria referência e seria adaptada em diversos jogos futuros.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<strong>Exploração e Narrativa</strong>
</p>

<p>
	O mundo de Hyrule é vasto e cheio de segredos, mistérios e personagens que enriquecem a narrativa. *Ocarina of Time* soube como poucos jogos equilibrar a liberdade de exploração com uma história linear e emocionante, criando uma sensação de descoberta que ainda hoje impressiona. Os jogadores percorrem diferentes localidades, enfrentam inimigos, resolvem puzzles em templos desafiadores e exploram o impacto do tempo e das mudanças na vida de Link e dos personagens ao redor. Essa mecânica de viagem no tempo, onde o jogador alterna entre a juventude e a fase adulta de Link, intensifica a profundidade emocional e narrativa, além de criar uma conexão única entre o personagem e o jogador.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<strong>Trilha Sonora Memorável</strong>
</p>

<p>
	A trilha sonora de Ocarina of Time, composta por Koji Kondo, é até hoje considerada uma das melhores já feitas para videogames. Desde temas icônicos como "Zelda’s Lullaby" até as melodias do Ocarina, que são usadas pelo jogador para resolver puzzles e avançar na história, a música desempenha um papel fundamental na experiência do jogo. Essa interatividade musical foi algo inovador e adicionou um elemento emocional e quase místico à narrativa, tornando cada momento único e inesquecível.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<strong>Gráficos e Estilo Visual</strong>
</p>

<p>
	Para a época, os gráficos de *Ocarina of Time* eram impressionantes. Embora hoje possam parecer ultrapassados, o estilo visual e a direção de arte permanecem impactantes devido à forma como foram bem projetados para o hardware limitado do Nintendo 64. O jogo trazia ambientes detalhados e variados, além de criaturas e personagens carismáticos que ainda hoje são lembrados com carinho pelos fãs.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<strong>Legado e Influência</strong>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Ocarina of Time não foi apenas um jogo, mas um marco que influenciou gerações de desenvolvedores e jogadores. Ele continua sendo celebrado e estudado como um exemplo de como um jogo pode oferecer uma experiência profundamente envolvente, misturando gameplay inovador, narrativa impactante e um mundo vibrante e repleto de mistério. Mesmo após décadas, ele ocupa o topo das listas de "melhores jogos de todos os tempos", o que demonstra seu impacto duradouro e a capacidade de se manter relevante.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Assim, <strong>The Legend of Zelda: Ocarina of Time</strong> não é apenas um dos melhores jogos do século passado, mas uma obra-prima que moldou o futuro da indústria de jogos. É uma experiência que transcende o tempo, capturando a essência de uma aventura épica e proporcionando uma conexão única entre o jogador e o mundo de Hyrule.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">22091</guid><pubDate>Mon, 11 Nov 2024 17:39:58 +0000</pubDate></item><item><title>Like a Dragon Gaiden &#xE9; vers&#xE3;o compacta do que h&#xE1; de melhor da s&#xE9;rie</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21281-like-a-dragon-gaiden-e-versao-compacta-do-que-ha-de-melhor-da-serie/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	Eu entendo a Sega: é difícil abandonar Kazuma Kiryu.
</p>

<p>
	Mesmo tendo superado todas as expectativas na criação de um sucessor à altura com Ichiban Kasuga em Yakuza: Like a Dragon – sem falar em várias outras mudanças incluindo o próprio nome da franquia no Ocidente, todas as tretas envolvendo o spin-off Judgement, até a saída do criador para a Tencent –, o pessoal do RGG Studio ainda consegue achar jeitos de trazer o Dragão de Dojima de volta.
</p>

<p>
	E dá para entender porque: além de ser a cara da franquia por décadas, o personagem não só mantém o carisma, como é associado a um outro estilo de jogo.
</p>

<p>
	Yakuza 6 era para ser o capítulo final da saga de Kiryu, mas ele deu as caras em uma participação especial no jogo seguinte, e vai ter um papel de destaque como companheiro de Ichiban em Like a Dragon: Infinite Wealth.
</p>

<p>
	Inclusive com um novo penteado (e problemas de saúde)
</p>

<p>
	Como o trailer de história daquele jogo mostrou, desta vez é possível (possível) que Kiryu não volte para uma próxima aventura, nada mais justo do que um jogo (possivelmente) final estrelando o antigo protagonista da série.
</p>

<p>
	E, apesar de não trazer muito de novo em termos de gameplay, Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name é um ótimo epílogo para a história de Kiryu, mostrando não só o que ele estava fazendo durante os eventos de Like a Dragon, como também explorando as repercussões da conclusão de Yakuza 6 – um jogo que eu curti, mas que em retrospecto talvez precisasse de um embate final mais apropriado para o personagem.
</p>

<p>
	Tudo isso enquanto revisita não só as mecânicas de combate clássicas, como também alguns dos melhores minigames e atividades da série.
</p>

<p>
	À Serviço Secreto de sua Corporatividade
</p>

<p>
	A história de Like a Dragon Gaiden começa mostrando as consequências da decisão de Kiryu de fingir a própria morte ao final de Yakuza 6.
</p>

<p>
	Para proteger seus amigos e família, Kiryu faz um acordo com o Grupo Daidoji, responsável pela grande conspiração da trama daquele jogo.
</p>

<p>
	Deixando sua vida antiga para trás, Kiryu passa a viver uma espécie de servidão por contrato, tendo que viver em um templo de fachada, enquanto ocasionalmente cumpre serviços especiais como agente da Daidoji.
</p>

<p>
	E por "serviços especiais" entenda-se "trabalhar de segurança para nepobabies" e "trabalhar de segurança em um porto durante uma negociação secreta".
</p>

<p>
	Isso é, até o Daidoji cair em uma cilada organizada por um grupo de mascarados com ligações com a yakuza – o que pode ter estragado o disfarce do supostamente falecido Dragão de Dojima.
</p>

<p>
	Com seu segredo em risco, Kiryu – sob o nome Joryu, e um disfarce digno de Clark Kent – parte em uma nova jornada para descobrir quem estava por trás do ataque.
</p>

<p>
	... Que em certo momento o leva para uma certa reunião que vimos em Yakuza: Like a Dragon.
</p>

<p>
	Quando vi Like a Dragon Gaiden pela primeira vez, minha impressão é de que ele seria uma espécie de "Kiryu 007", o que não é exatamente verdade: não apenas a estrutura, como a narrativa do jogo seguem um padrão parecido com o de outros jogos da série.
</p>

<p>
	A parte 007 da equação vem de um dos dois estilos de combate disponíveis para Kiryu, conhecido como Agente, em que ele tem vários itens especiais à sua disposição, desde uma corda especial para amarrar e lançar inimigos – e pegar itens escondidos pelo mapa –, até um cigarro explosivo.
</p>

<p>
	O outro estilo, Yakuza, é bem mais tradicional, com uma movimentação mais lenta e golpes mais pesados, sendo muito mais útil em situações de luta um contra um.
</p>

<p>
	A comparação mais próxima para mim é, curiosamente, outro spin-off, Judgement, já que Yagami também tem dois estilos ao menos filosoficamente parecidos com esses.
</p>

<p>
	Tenho que admitir, por mais que goste do sistema de RPG por turnos dos jogos do Ichiban, e achar que se encaixa perfeitamente com a vibe do personagem, há uma simplicidade em só sentar a mão em um grupo de babacas/valentões/criminosos com Kiryu – e por mais que ainda prefira o combate de jogos anteriores (saudades, Yakuza 0), conectar um golpe, contra-golpe, ou ação especial continua sendo extremamente satisfatório.
</p>

<p>
	A exploração também não tem muito segredo para quem está acostumado com um jogo estrelado pelo Kiryu, tirando uma leve mudança de hub: a ação não se passa em Kamurocho, e sim principalmente em Sotenbori, conhecida de jogos como Yakuza 2 e 0.
</p>

<p>
	Além disso, há uma "centralização" de certos elementos de jogo na forma da personagem Akame, uma "faz-tudo" de Sotenbori que vira sua principal aliada no decorrer da história.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Ao invés de descobrir missões secundárias andando por aí, essas histórias agora aparecem sob o guarda-chuva da chamada "Rede Akame", com você geralmente tendo que falar diretamente com ela para ativá-las.
</p>

<p>
	Não diria que é uma mudança ruim, necessariamente, mas tira um pouco da espontaneidade de trombar com algum evento maluco enquanto caminha pela cidade.
</p>

<p>
	Há também missões menores envolvendo habitantes de Sotenbori espalhados pelo mapa, que geralmente são simples fetch quests para encontrar determinados itens, tirar fotos de certos objetos ou (é claro) cair na porrada com alguém.
</p>

<p>
	Ao menos, algumas delas te incentivam a fazer mais atividades paralelas, que vão desde golfe e (obviamente) karaokê até o retorno do glorioso autorama, com vários rivais só podendo ser encontrados pela Rede Akame.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	E é importante fazer pelo menos algumas dessas missões, já que a progressão das habilidades do Kiryu requer que você tenha tanto dinheiro (lembrando um pouco o sistema de Yakuza 0) quanto pontos por completar essas missões para desbloquear ou melhorar habilidades.
</p>

<p>
	Talvez soe um pouco burocrático vindo de mim, mas é um sistema relativamente simples, e eu sempre sou partidário de ao menos encorajar as pessoas a jogar as missões paralelas de Yakuza/Like a Dragon, já que boa parte do charme da franquia chega por meio delas.
</p>

<p>
	Falando em dinheiro, as missões dão uma quantidade considerável de grana, mas a melhor forma de enriquecer é dando um pulo no outro lugar central do jogo: um castelo-cassino em alto-mar.
</p>

<p>
	Castelo no mar
</p>

<p>
	Em certo momento da narrativa, você passa ter acesso ao Castle, um local que dança no limite da lei ao ser não só um ponto central de diversos jogos de azar, como também do Coliseu, onde ocorrem lutas especiais – e que provavelmente vai servir como sua principal fonte de renda.
</p>

<p>
	O Coliseu é, em essência, uma versão expandida dos antigos coliseus da franquia. Além de batalhas especiais entre Kiryu e outro(s) oponente(s), há também um modo conhecido como "Briga Infernal em Equipes", em que você deve recrutar e criar um time (ou times) para batalhas contra grupos de oponentes especiais.
</p>

<p>
	De certa forma, é uma versão mais direta do Clan Creator de Yakuza 6, com você liderando um grupo na hora de entrar na pancada contra vários inimigos. Além disso, também é possível aumentar passivamente as habilidades e vínculos com os lutadores por meio de presentes ou favores.
</p>

<p>
	O modo não é tão inventivo ou alcança o mesmo ápice de outras atividades, como o gerenciamento de cabarés, corridas de kart e o próprio autorama, mas ao menos consegue implementar e aprofundar as mecânicas de combate.
</p>

<p>
	Além do Coliseu e dos jogos de azar, o Castle também conta com outras atividades e elementos, incluindo até uma butique especial para customizar o visual de Kiryu/Joryu tanto enquanto explora a cidade quanto dentro do ringue do Coliseu.
</p>

<p>
	Não é um sistema tão robusto quanto, digamos, Saints Row (RIP), mas há opções suficientes para deixá-lo tão estiloso (ou ridículo) quanto você quiser que ele fique.
</p>

<p>
	Epílogos
</p>

<p>
	De acordo com o próprio diretor do RGG Studio, Masayoshi Yokoyama, Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name levou apenas seis meses para ser feito. Ele, tal qual jogos como Assassin's Creed Mirage, foi pensado inicialmente como um DLC.
</p>

<p>
	A história principal pode ser completada em cerca de 20 horas, e em termos puramente mecânicos, não há nada aqui que vá trazer muitas surpresas para quem curte Yakuza/Like a Dragon.
</p>

<p>
	Mas este pequeno pacote reúne o que torna a série tão especial: da trama cheia de reviravoltas, pontuadas com o melhor melodrama possível; as lutas épicas contra chefes, cheias de momentos impactantes (metafórica e literalmente); o humor absurdo que permeia as sidequests, e que às vezes salta para a história principal; o fato de que, depois de uma batalha brutal contra dezenas de capangas, você pode ir para um karaokê ou jogar Daytona USA 2 Sega Racing Classic 2.
</p>

<p>
	Mais do que isso, o jogo também reflete sobre as decisões e momentos que levaram Kiryu a este ponto, com diversas cenas grandes e pequenas envolvendo memórias e pessoas que saíram da sua vida – e como isso acaba pesando até no psicológico geralmente estoico dele.
</p>

<p>
	Sendo assim, é impossível não recomendar Like a Dragon Gaiden para os fãs da série, especialmente para quem quiser um pouco mais do gameplay pré-Ichiban.
</p>

<p>
	Mas justamente por isso, também é bem difícil recomendar o jogo para quem não tiver familiaridade com a franquia, já que todo esse impacto emocional deve se perder em quem não sabe muito da jornada do Kiryu até aqui.
</p>

<p>
	Se este for de fato o último jogo protagonizado pelo Dragão de Dojima, é um bom jeito de... não necessariamente dar adeus, já que ele vai estar em Infinite Wealth, mas de aproveitar mais uma chance de andar pelo mundo da franquia com ele.
</p>

<p>
	Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name sai em 8 de novembro para PC, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series, e estará disponível no lançamento para o Game Pass.
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21281</guid><pubDate>Sun, 19 Nov 2023 21:42:24 +0000</pubDate></item><item><title>Ghostrunner 2 brilha quando &#xE9; mais Ghostrunner, e trope&#xE7;a quando n&#xE3;o &#xE9;</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21284-ghostrunner-2-brilha-quando-e-mais-ghostrunner-e-tropeca-quando-nao-e/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	Ghostrunner 2 é mais Ghostrunner.
</p>

<p>
	Mais em termos de ação, mais habilidades, mais ambientações, mais história, até mais modos de jogo. Ele também é um Ghostrunner maior, especialmente quando os portões da Torre Dharma se abrem para a exploração do mundo ao seu redor com uma moto futurista.
</p>

<p>
	O que eu levei um tempo considerável para decidir é, se no geral, esse mais e maior significava necessariamente melhor.
</p>

<p>
	E, em alguns aspectos, a resposta acabou sendo não.
</p>

<p>
	Mas, quando voltei a jogar o Ghostrunner original, deu para ver o quanto o estúdio One More Level refinou a jogabilidade nesta sequência, especialmente com mecânicas simples, mas que mudam radicalmente o que você consegue fazer durante o combate.
</p>

<p>
	Tudo isso enquanto mantém sendo um incrível exercício filosófico sobre dar murro em ponta de faca até ela quebrar – seja por força bruta ou engenhosidade da sua parte.
</p>

<p>
	Por isso, nos seus elementos fundamentais, Ghostrunner 2 melhora muito em relação ao seu predecessor, sendo constantemente uma experiência catártica. E frustrante.
</p>

<p>
	E catártica. E frustrante.
</p>

<p>
	E por aí vai.
</p>

<p>
	A Ira de Asura
</p>

<p>
	O primeiro Ghostrunner foi uma das surpresas mais legais de 2020, e – pelo menos para mim –, o melhor jogo com estética cyberpunk feito na Polônia que saiu naquele ano.
</p>

<p>
	(Soube que outro que saiu naquele ano melhorou bastante recentemente)
</p>

<p>
	Enfim, obviamente o sucesso abriu as portas para uma inevitável sequência. O que por si só é um desafio, já que a narrativa do jogo original era relativamente redonda, com o final dando a entender que os habitantes da Torre Dharma finalmente estavam livres para definir o seu futuro depois da derrota da Guardiã das Chaves e do Arquiteto.
</p>

<p>
	Bom, aparentemente nem tanto.
</p>

<p>
	O segundo jogo começa com várias facções diferentes lutando pelos territórios e recursos da Torre, e uma das principais delas são os Escaladores, que tem como arma principal nosso protagonista, o ciborgue Ghostrunner 74 – ou Jack, como ele prefere ser chamado.
</p>

<p>
	E como não tem nada tão ruim que não possa piorar, um grupo conhecido como Asura, formado por outros Ghostrunners até então desaparecidos, surge pra causar ainda mais problemas para todo mundo.
</p>

<p>
	A narrativa de Ghostrunner 2 segue um caminho parecido com o jogos como Doom Eternal e Wolfenstein 2, se aprofundando mais na história e no mundo, até contando com um hub entre as fases pra você conversar com seus companheiros de revolução.
</p>

<p>
	É um jogo com bem mais narrativa que o primeiro, mas neste caso não achei que o "mais" é necessariamente "melhor". Não que a história de Ghostrunner 1 fosse incrível ou coisa assim, mas o escopo menor dava espaço para as coisas respirarem, especialmente tudo relacionado aos vilões. Além disso, o fio condutor de subir a Torre de baixo até o topo era simples, mas funcionava bem em termos de progressão.
</p>

<p>
	Aqui? Há um ou outro personagem mais aprofundado ou um conceito legal levantado, mas no geral essas coisas acabam ou sendo pouco desenvolvidas, ou até indo em uma direção menos interessante do que poderia ter seguido à primeira vista.
</p>

<p>
	O estilo dos diálogos também me deixou meio
</p>

<p>
	Mas, pra ser justo, não acho que muita gente jogue Ghostrunner esperando por uma história super complexa, e o melhor que dá pra dizer é que ela faz o seu trabalho – que, no caso, é dar desculpas pra cortar inimigos ao meio, ou morrer tentando.
</p>

<p>
	E, geralmente, você vai morrer tentando.
</p>

<p>
	Corte. Morra. Repita.
</p>

<p>
	Para quem não conhece, o combate de Ghostrunner funciona da seguinte maneira: com exceção de chefes, todos os personagens são derrotados com um golpe.
</p>

<p>
	Isso vale tanto para os inimigos, quanto para o próprio protagonista.
</p>

<p>
	Na linha de jogos como Hotline Miami e Katana Zero, cada batalha é um quebra-cabeças a ser resolvido – com a solução sendo geralmente desmembramentos e decapitações.
</p>

<p>
	Para vencer as batalhas, o jogador precisa estar atento a tudo ao seu redor, já que é só fazer um erro e você morre e é mandado de volta para o último checkpoint pra tentar de novo.
</p>

<p>
	Era uma fórmula que os desenvolvedores já trabalharam bem no primeiro jogo, e aqui ela ganha contornos ainda melhores graças a novas mecânicas, com a principal delas sendo o bloqueio.
</p>

<p>
	Em Ghostrunner 1, era tecnicamente possível bloquear e aparar os golpes inimigos, mas pra isso você precisava de um nível de precisão especial na hora de usar o botão de ataque.
</p>

<p>
	Em Ghostrunner 2, há um botão específico para levantar a espada e segurar alguns golpes. Não só isso, ao apertar ele no momento exato, dá pra jogar um projétil de volta pro inimigo, ou aparar um golpe, e derrubar o oponente.
</p>

<p>
	Só esta mecânica já te dá mais jeitos de pensar em como atacar cada grupo de inimigos, e neste sentido foi até difícil voltar pro primeiro jogo.
</p>

<p>
	O que não mudou é a sensação de velocidade e o ritmo do combate, que é sempre extremamente acelerado, com breves momentos de câmera lenta.
</p>

<p>
	Essa sensação de velocidade e rapidez é essencial pra que a estrutura do jogo funcione, já que se o gameplay ou o tempo de carregamento dos checkpoints fossem um pouco mais lentos, você ficaria mais frustrado com as mortes, e menos aliviado quando finalmente vencesse.
</p>

<p>
	Especialmente jogando pela primeira vez, você vai morrer muito – às vezes literalmente dezenas de vezes –, e por isso é importante ter um tempo bem pequeno entre uma tentativa e outra, mas também o suficiente pra te repensar a sua estratégia.
</p>

<p>
	De certa forma, o mesmo vale para as sessões focadas no parkour, sendo preciso de observação e tempo de reação rápido pra saber quando correr, saltar ou usar alguma habilidade para abrir caminho.
</p>

<p>
	Minha crítica maior é que, embora os controles costumem ser precisos e ter um bom tempo de resposta, às vezes eles te "traem", seja dando um salto em falso no fim de uma travessia, ou especialmente ao mirar em alguma coisa pra enganchar, só que o gancho acaba indo pra um objeto mais próximo.
</p>

<p>
	Admito que vacilei várias vezes e pulei na hora errada ou no ângulo errado, mas juro que muitas das vezes que morri foi porque o jogo, por algum motivo, fez algo que eu não pretendia.
</p>

<p>
	Mas isto é mais a exceção do que a regra, e em geral poucos jogos conseguem executar o ciclo "Viva. Morra. Repita." tão bem quanto Ghostrunner 2.
</p>

<p>
	Falha de memória
</p>

<p>
	É claro que, conforme o jogo progride, Jack vai ganhando novas habilidades que podem ser usadas durante o combate e para a solução de quebra-cabeças mais tradicionais, que vão desde shurikens até um modo de invisibilidade.
</p>

<p>
	Honestamente, usei eles bem menos do que gostaria ou até deveria. Parte disso é porque eu joguei esse jogo pra review, e nesses casos a sua cabeça acaba ficando focada demais em certas coisas pra acabar a campanha o mais rápido possível.
</p>

<p>
	Mas, também, há uma limitação de energia nessas habilidades que não me incentivou a usar mais a não ser que fosse absolutamente necessário, com o modo de invisibilidade sendo o que mais sofreu com isso.
</p>

<p>
	Dá pra diminuir um pouco desse tempo de carregamento por meio de upgrades, mas o próprio sistema de upgrades tem suas próprias questões.
</p>

<p>
	No primeiro jogo, você melhorava certas habilidades e criava um build próprio encaixando blocos de Tetris em um retângulo – um sistema tão qualquer coisa que eu genuinamente tinha esquecido que ele existia.
</p>

<p>
	Em Ghostrunner 2, você modifica e melhora suas habilidades por meio de chips instalados na sua memória interna. Para desbloquear os chips, você gasta pontos adquiridos durante o combate. Para ter mais memória, você precisa procurar por fragmentos escondidos pelo mapa.
</p>

<p>
	É um sistema melhor que o primeiro, mas sofre com o problema da tirania da escolha, trazendo atributos demais pra pouco espaço. Alguns upgrades são essenciais, como a habilidade de bloquear golpes de inimigos mais fortes, enquanto outros são bem mais abstratos.
</p>

<p>
	Isso sem falar que, até você comprar um chip específico, só dá pra colocar chips de um determinado tipo em cada coluna, o que é bem limitante.
</p>

<p>
	Em teoria há mais escolhas para fazer builds diferentes, mas na prática eu acabei ficando entediado com esse sistema inteiro quanto mais habilidades e espaço de memória eu desbloqueava.
</p>

<p>
	Afinal, pra quer ficar fazendo isso quando eu poderia estar cortando mais gente no meio ou pilotando uma bike?
</p>

<p>
	Estrada da fúria
</p>

<p>
	De todas as adições de Ghostrunner 2, a mais vendida no marketing foi a motocicleta, que te permite explorar o mundo devastado fora da Torre Dharma.
</p>

<p>
	É, ao mesmo tempo, uma ótima novidade, e também uma que não parece ter atingido seu potencial no jogo.
</p>

<p>
	As fases dedicadas a correr com ela pela torre ou dentro de um bicho gigante – longa história – são excelentes, e dão ainda mais uma sensação de velocidade e movimentação rápida pro gameplay.
</p>

<p>
	(Incluindo as múltiplas mortes, dessa vez derivadas de encontros inesperados com paredes)
</p>

<p>
	Já as partes de exploração do mundo em si acabam sendo menos interessantes, em parte porque os mapas são de um pós-apocalipse meio genérico, e em parte porque, tirando alguns momentos, os devs não conseguiram integrar e misturar o combate à pé com o combate na moto.
</p>

<p>
	Aliás, pelo contrário, há uma clara delimitação nas partes em que você pode ir de moto, e nas que você tem que descer e seguir o caminho a pé.
</p>

<p>
	Sem falar que, nas partes de exploração, não foram poucas as vezes que eu fiquei preso na geometria do mapa.
</p>

<p>
	Pelo menos dá pra fazer umas manobras divertidas, tipo saltar pra fora da moto enquanto ela atravessa um buraco gigantesco, e voltar pra ela via gancho.
</p>

<p>
	Para fechar, vale falar que a One More Level colocou alguns extras especiais pra quem quiser testar ainda mais suas habilidades com as mecânicas de Ghostrunner, que vão desde desafios especiais escondidos pelo mapa até mesmo um modo roguelike que você pode acessar tanto do menu quanto do seu QG.
</p>

<p>
	São quatro níveis com várias fases diferentes, e você vai desbloqueando ou habilidades ou ganhando mais vidas conforme escolhe o caminho de cada uma.
</p>

<p>
	Não é nada de revolucionário, mas é divertido pra quem quiser a experiência de gameplay de Ghostrunner em outro contexto.
</p>

<p>
	Enfim, levei algum tempo para definir se achei a experiência de Ghostrunner 2 melhor do que a do primeiro. De certa forma, seria impossível capturar a mesma sensação de surpresa que tive anos atrás, jogando o original pela primeira vez.
</p>

<p>
	Mas, mesmo com todos os poréns, é impossível para mim não recomendá-lo, seja se você curtiu o primeiro jogo, ou se tem interesse em jogos de ação de ritmo rápido.
</p>

<p>
	Em certos pontos dá pra sentir que a ambição dos desenvolvedores em querer fazer algo maior para a sequência não foram tão bem-sucedidas em certos aspectos. Mas o combate, que já era excelente, conseguiu ser aperfeiçoado, e você não vai encontrar muitos jogos de ação mais desafiadores do que este em 2023.
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21284</guid><pubDate>Sun, 19 Nov 2023 22:08:09 +0000</pubDate></item><item><title>An&#xE1;lise do jogo Crackdown 3 - Um desperd&#xED;cio de Espa&#xE7;o no HD!</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/3464-analise-do-jogo-crackdown-3-um-desperdicio-de-espaco-no-hd/</link><description><![CDATA[
<p style="text-align: center;">
	<img alt="Resultado de imagem para crackdown 3 logo" width="1920" src="https://compass-ssl.xbox.com/assets/d3/40/d3406318-3aca-49d0-811d-424d09731730.jpg?n=Crackdown3_GLP-Hero-1084_1920x1080_04.jpg" loading="lazy" height="1075.2"></p>

<p>
	Fala galera, estou aqui com mais uma análise de jogo, dessa vez é o jogo CRACKDOWN 3. Disponível exclusivamente para PC e XBOX ONE. Lembrando que quem deseja compra-lo para computador, só vai encontra-lo na Loja da Microsoft.
</p>

<p>
	Bem, eu adoraria resumir a história dele e contar em detalhes como o jogo é, mas confesso que não entendi 'bulhufas'. Apesar de ser dublado, as conversas são vagas e sem sentido. Pelo que entendi, eu sou um super soldado que parece muito o Terry Crews <em>(dá para escolher outros personagens)</em> que precisa recuperar seus poderes, invadindo uma ilha controlada por um governo opressor que 'escraviza' sua população. Eu sigo as ordens de uma mulher e de um cara, eles narram TUDO. Inclusive no vídeo fui atrapalhado mil vezes por eles de tanto que falam rsrs - parecem até o GPS do GOOGLE.
</p>

<p>
	<img alt="Resultado de imagem para crackdown 3" width="1920" src="https://sm.ign.com/ign_br/screenshot/default/crackdown-3-terry-crews_71kk.jpg" loading="lazy" height="1075.2"></p>

<p>
	O jogo é bonito, porém ficaria perfeito se fosse lançado a pelo menos 5 anos atrás.  jogabilidade lembra bastante um jogo de celular de ação ou o Gunz: The Dual (Sim, de 2003) - Aonde o personagem corre e atira freneticamente. A cidade lembra muito a DLC do filme TRON lançado para GTA 5 misturado com Saint Row - Bastante NEON e prédios vazios.
</p>

<p>
	<img alt="Resultado de imagem para crackdown 3 screenshot" width="1917" src="https://www.gry-online.pl/galeria/galeria_duze3/315308312.jpg" loading="lazy" height="1073.52"></p>

<p>
	Um ponto bacana são as armas e suas variáveis, porém esse ponto deixa de ser bom quando a mira é AUTOMÁTICA (e ainda mira no PEITO, não na cabeça) e o dano é sofrível. Talvez upando o personagem melhora. 
</p>

<p>
	<img alt="Resultado de imagem para crackdown 3 screenshot" width="1280" src="http://dl.freegamesdl.net/images/Crackdown-3_screen.jpg" loading="lazy" height="716.8"></p>

<p>
	Resumidamente lançaram o JOGO CERTO para a época errada. 
</p>

<p>
	O modo ONLINE é a pior coisa que já joguei. Existem dois modos: O primeira é TEAM vs TEAM aonde quem matar mais vence. O segundo é capturar a bandeira. O estranho é que a MIRA É AUTOMÁTICA em ambos. AIM BOT total rsrs... O segundo item são os mapas, são ENORMES! Tipo... entendo mapa grande para um BATTLEFIELD 5 com 64 players... mas estamos falando de 5 contra 5, isso quando enche o servidor. O último item são os próprios mapas... eles vão se despedaçando a cada explosão! Tipo... você só fica voando de tanto pular tentando não cair nos buracos.
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo" contenteditable="false">
	<div>
		<iframe allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459" src="https://www.youtube.com/embed/1dfwdvL0sTc?feature=oembed" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	Ah, não poderia esquecer da dificuldade de achar pessoas para jogar. É um lançamento, saiu esses dias e NINGUÉM ONLINE. Mesmo o jogo sendo gratuito para assinantes da LIVE, ninguém joga. No vídeo tentei acessar os dois modos de jogo, em um domingo às 22h... ninguém online.
</p>

<p>
	Por 200 reais o jogo é dispensável. Para assinantes da LIVE ainda vale o download e a brincadeira - se tiver um amigo para zerar a campanha.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<span><img alt=":003:" data-emoticon="true" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/003.png" title=":003:" loading="lazy"><strong><span style="font-size:18px;">História</span></strong></span>
</p>

<p>
	<span><img alt=":002:" data-emoticon="true" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/002.png" title=":002:" loading="lazy"><span style="font-size: 18px;"><b>Jogabilidade</b></span></span>
</p>

<p>
	<span><img alt=":001:" data-emoticon="true" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/001.png" title=":001:" loading="lazy"><strong><span style="font-size:18px;">Modo Online</span></strong></span>
</p>

<p>
	<span><img alt=":004:" data-emoticon="true" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/004.png" title=":004:" loading="lazy"><strong><span style="font-size:18px;">Gráficos </span></strong></span>
</p>

<p>
	<span><img alt=":002:" data-emoticon="true" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/002.png" title=":002:" loading="lazy"><span style="font-size: 18px;"><b>Diversão</b></span></span>
</p>

<p>
	 
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt=":Bronze:" data-emoticon="true" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/Bronze.png" title=":Bronze:" loading="lazy"></p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="Resultado de imagem para crackdown 3 logo" width="469" src="http://compass.xbox.com/assets/99/6e/996eb063-f6f0-4b24-a31a-e32d4fe65fd7.png?n=game-logo-desktop2.png" loading="lazy" height="318.92"></p>
]]></description><guid isPermaLink="false">3464</guid><pubDate>Mon, 11 Mar 2019 01:57:30 +0000</pubDate></item><item><title>VALHEIM - Review - Dicas - Gameplay</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/19936-valheim-review-dicas-gameplay/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Valheim</strong></span>,
</p>

<p>
	um jogo de exploração e sobrevivência solo ou multiplayer, ambientado em um purgatório inspirado na cultura viking. Batalhe, construa e conquiste glória em uma saga digna da benção de Odin!
</p>

<p>
	<img alt="spacer.png" class="ipsImage" data-ratio="56.17" height="337" style="height:auto;" width="600" src="https://i.imgur.com/7rKwGMP.jpg" loading="lazy">
</p>

<p>
	Como um guerreiro caído, morto pela batalha, sua alma chega a Valheim, o décimo mundo Nórdico. <br>
	Nele, diversas criaturas do caos e antigos inimigos dos deuses o aguardam. Você, como o mais novo guardião do purgatório primordial, ficará encarregado de matar os antigos rivais de Odin e trazer ordem para Valheim.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<img alt="spacer.png" class="ipsImage" data-ratio="56.25" height="270" style="height:auto;" width="480" src="https://i.imgur.com/mEd6Rr4.gif" loading="lazy">
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Florestas imponentes e montanhas cobertas de neve, lugares incríveis aguardam que você os explore e colha materiais valiosos para criar armas mortais, armaduras mais resistentes, redutos vikings e postos avançados. 
</p>

<p>
	Valheim é um enorme mundo gerado proceduralmente repleto de criaturas lendárias para batalhar e vida selvagem para caçar.
</p>

<p>
	<img alt="spacer.png" class="ipsImage" data-ratio="56.15" height="274" style="height:auto;" width="488" src="https://imgur.com/4U7XRRE.gif" loading="lazy">
</p>

<p>
	O jogo suporta PvE Cooperativo de até 10 jogadores, mas também permite que jogadores solo se aventurem no 10o mundo!
</p>

<p>
	<img alt="spacer.png" class="ipsImage" data-ratio="90.00" height="506" style="height:auto;" width="1200" src="https://imgur.com/4k4pjzg.jpg" loading="lazy">
</p>

<p>
	Com um sistema de combate punitivo baseado em esquiva, bloqueios e com um amplo arsenal de armas, que vão desde facas até enormes machados.<br>
	Construa desde abrigos até castelos e fortes grandiosos!
</p>

<p>
	Invista seu tempo caçando, explorando novos biomas ou simplesmente construindo e melhorando seu refúgio.<br>
	Você escolhe como gastar seu tempo... apenas saiba que a qualquer momento "eles" irão aparecer.
</p>

<p>
	Alguns vídeos indicados pra começar bem seu gameplay:
</p>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Dicas para iniciantes:</strong></span>
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="113" src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/dPU4cM6DMYE?feature=oembed" title="VALHEIM | 10 DICAS PARA INICIANTES" width="200" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Dicas avançadas:</strong></span>
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="113" src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/6LrdXVqsT4Q?feature=oembed" title="VALHEIM | DICAS E TRUQUES AVANÇADOS" width="200" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Como evoluir bancadas:</strong></span>
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="113" src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/qbNxcBPssaw?feature=oembed" title="VALHEIM | COMO EVOLUIR BANCADAS DO NIVEL 1 AO NIVEL 5" width="200" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Como atingir o nível máximo de conforto:</strong></span>
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="113" src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/nfQBKeiT1uk?feature=oembed" title="VALHEIM | COMO ATINGIR NIVEL MÁXIMO DE CONFORTO - NV21 - VER 1o COMENTARIO" width="200" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Como evoluir a forja:</strong></span>
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="113" src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/EP-CGT6nUfk?feature=oembed" title="VALHEIM | COMO EVOLUIR FORJA DO NIVEL 1 AO NIVEL 7" width="200" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">19936</guid><pubDate>Fri, 09 Dec 2022 12:48:59 +0000</pubDate></item><item><title>Resident Evil 4 Remake</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21274-resident-evil-4-remake/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Desenvolvido pela<span> </span><b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Capcom Co., Ltd</b><span> </span>e distribuído pela mesma,  este jogo foi retrabalhado para os gráficos desta geração dando vida ao sucesso de muitos anos atrás do antigo console da Playstation agora para PC, Xbox e Playstation, sua dublagem está sensacional além dos personagens que deram outro aspecto a este cenário deslumbrante e sem dúvidas a trilha sonora pela qual iremos falar também o tornando um dos melhores remakes já feitos pela Capcom além do<span> </span><b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Resident Evil 2</b>.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Em suma, a história deste jogo é protagonizada por Leon, sobrevivente do incidente de Raccoon City e agente especial das forças dos EUA, lhe é entregue uma missão confidencial para resgatar a filha do presidente em um local desconhecido, ao chegar lá é hostilmente recebido pelos moradores locais que aparentemente fazem parte de uma seita religiosa que tem indícios de usufruir de uma nova arma biológica chamada que foi encontrada em escavações, cabe ao jogador investigar o que está acontecendo, resgatar a filha do presidente e sair vivo desse lugar.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Sabe-se que a filha do presidente conhecida por Ashley não consegue se defender, pois não teve treinamento para isso, és apenas uma filha universitária do presidente cujo nome dado para operação de resgate é ''bebê águia'', logo o jogador terá que evitar que seja capturada de volta o tempo todo após resgatá-la de sua custodia e o perigo será constante após fazer isso, logo esteja preparado para poupar balas, pois será um recurso importante em determinadas situações.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Gráficos:<span> </span></b>Iremos trabalhar com as condições recomendadas para melhor aproveitamento do jogo para tanto recomendamos para o modelo GTX, uma 1060 TI e para os modelos RTX para aproveitamento de recursos da DLSS uma 2060 ou superior, e para processadores, um AMD Ryzen 5 3600 ou superior, pois os gráficos se apresentam bem otimizados e perfeitamente trabalhados pela nova Engine, e pelo menos 16 GB de RAM.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Jogabilidade:</b><span> </span>Os jogadores podem aproveitar a experiência tanto em controles do formato Playstation quanto Xbox, e se preferir teclado e mouse com ajuste de sensibilidade, isso vai da preferência de cada usuário.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Trilha Sonora e Efeitos Sonoros:<span> </span></b>Estes pequenos aspectos dão vida aos detalhes do jogo e trazem a imersão que a grande maioria dos fãs da série Resident Evil aguardam, neste aqui não poderia ser diferente, trazendo aquela empolgação do cagaço misturado com adrenalina da exploração e sobrevivência, cada som em cada ritmo trás a atmosfera do jogo uma experiência única.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Dublagem:</b><span> </span>Foi muito bem trabalhada neste aspecto, pois não houve erros de tradução e muito menos uso de gírias, dando vida a voz de cada personagem, cada pessoa por trás de cada fala dos personagens fez isto com muito carinho e muita dedicação e os desenvolvedores deste trabalho estão de parabéns!
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Dicas Gerais</b>
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Vamos agora algumas dicas que talvez façam a diferença na gameplay de nossos queridos leitores, para sobreviver nesse jogo é preciso tirar proveito da história dos personagens e sobretudo do cenário, dito isso daremos um exemplo prático!
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Guarde consigo<span> </span><b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">dois ovos dourados</b><span> </span>e não os venda! isso valerá para quaisquer dificuldade do jogo, ao enfrentar o boss da fortaleza do castelo conhecido por ''Ramon'' que és o Lorde da Fortaleza, espere ele se transformar e ao começar a bossfight, em um momento preciso acerte em sua boca quando estiver aberta esses 2 ovos, o primeiro irá tirar metade da vida gigantesca que ele possui e o segundo irá eliminá-lo por completo, a outra tática  pra não errar os ovos seria enfraquece-lo e após a primeira queda dele arremessar esses dois ovos em sua boca, isso também o matará na hora.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	E porque isso acontece? é bem simples na história de Resident Evil 4 , a desgraça da família de Ramon se resume a alergia a esses ovos dourados.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Cada boss possui um ponto fraco se baseando em sua transformação e em alguns casos em sua história no vilarejo ou simplesmente tirando proveito do cenário, logo veja as coisas em sua volta e tire vantagem disso.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Agora quanto a<span> </span><b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Bazuca infinita</b>, ela ficará disponível para compra logo após o término do jogo pelo menos uma vez, visto isso, terá que juntar 2 milhões de Gold para liberar no vendedor mercenário, sobretudo, é fácil de conseguir esse dinheiro, juntando as jóias mais caras e combinando elas com artefatos com muitos espaços de acoplamento.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Quanto ao<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;"><span> </span>modo Mercenários</b>, é uma expansão gratuita, sendo esta a primeira logo após o lançamento, e futuramente haverá uma segunda grande atualização, em suma, o modo Mercenários possibilita que jogue com alguns dos personagens ícones desta história e do universo Resident Evil, no geral neste aspecto apesar de estar muito boa a experiência notamos a falta de mais personagens que poderiam ter deixando um pouco a desejar, porém ficamos no aguardo por futuras atualizações.
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Pontos Fortes</b>
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<ul style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px 0px 0px 15px;vertical-align:baseline;">
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		Gráficos Deslumbrantes e Otimizados;
	</li>
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		A aparência de alguns personagens baseados em pessoas reais que receberam bem pra isso;
	</li>
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		Dublagem excepcional;
	</li>
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		Ambientação acolhedora e imersiva;
	</li>
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		Foram fiéis em cada detalhe em relação ao RE4 original;
	</li>
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		Efeitos Sonoros cativantes que dão vida ao cenário.
	</li>
</ul>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p>
	<b style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Pontos Fracos</b>
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<ul style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px 0px 0px 15px;vertical-align:baseline;">
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		Modo Mercenários com poucos personagens;
	</li>
	<li style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">
		Em alguns cenários pode sofrer pequenas quedas de FPS, mas isso pode ser ajustado e não afeta na experiência do jogo, pois se trata do carregamento do cenário que dura alguns segundos.
	</li>
</ul>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p>
	<span style="background-color:#161d1f;color:#bbbbbb;font-size:14px;">Como se pode perceber, pra esta análise não houve muitos pontos fracos para avaliar, apenas demonstrando a obra de arte que está esse remake, que nos dificulta em achar falhas.</span>
</p>

<p>
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	<b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;">Considerações Finais</b>
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	Recomendo este jogo para todos aqueles que são fãs da franquia Resident Evil e aguardaram por anos o Remake deste sucesso de vendas da Capcom, pois sem sobra de dúvidas eles foram fiéis em cada detalhe e até trouxeram uma surpresa no encerramento para aqueles que lembram de cada detalhe do jogo original, sendo aqui senhores uma obra de arte que traz uma experiência única. - <b style="border:0px;padding:0px;vertical-align:baseline;"><span style="border:0px;color:#01ffff;padding:0px;vertical-align:baseline;">Curador Sinitrion</span></b>
</p>

<p>
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p style="border:0px;color:#bbbbbb;font-size:14px;padding:0px;text-align:justify;vertical-align:baseline;">
	 
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21274</guid><pubDate>Sat, 18 Nov 2023 20:14:13 +0000</pubDate></item><item><title>Hollow Knight - Minha Lista Indie</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/20603-hollow-knight-minha-lista-indie/</link><description><![CDATA[

<p>
	Salve galera!
</p>

<p>
	Imagino que à esse ponto da batalha, todos aqui presentes já devem ter ao menos ouvido falar sobre Hollow Knight, uma das obras primas em relação à jogos Indies.<br>
	(Porém todavia, vou deixar uma sinopse abaixo)
</p>

<div class="ipsSpoiler" data-ipsspoiler="">
	<div class="ipsSpoiler_header">
		<span>Spoiler</span>
	</div>

	<div class="ipsSpoiler_contents">
		<p>
			Hollow Knight conta a historia de um diminuto guerreiro que decide entrar nas cavernas que abrigam as ruínas do reino de Hallownest. Devido à uma infestação que roubou os insetos de sua inteligência e os reverteu aos seus instintos primitivos, uma grande e próspera nação se tornou apenas resquício do que era.
		</p>
	</div>
</div>

<p>
	<img alt="spacer.png" class="ipsImage" data-ratio="57.31" height="353" style="height:auto;" width="616" src="https://cdn.akamai.steamstatic.com/steam/apps/367520/capsule_616x353.jpg?t=1667006028" loading="lazy">
</p>

<p>
	Hollow Knight é um jogo bastante desafiador, com uma curva de aprendizado incrível, e que te prende de uma maneira como poucos conseguem.<br>
	Trilha sonora e ambientação perfeitas, e com um alto Fator Replay.<br>
	É recomendável jogar no controle, porém é perfeitamente possível jogar no teclado.
</p>

<p>
	Recomendo fortemente à todos que ainda não tiveram a experiência de jogar, que adicionem à lista de desejos na Steam, pois é bem comum entrar em promoção.
</p>

<p>
	Deixo também a recomendação dos canais <strong>[Conteúdo Oculto], </strong>e do<strong> [Conteúdo Oculto].</strong> <br>
	Ambos fazem conteúdo no youtube sobre o jogo, trazendo curiosidades, gameplay, e rankings, vale a pena conferir!
</p>

<p>
	<img alt="spacer.png" class="ipsImage" data-ratio="52.47" height="552" style="height:auto;" width="1052" src="https://2.bp.blogspot.com/-nIWX4EVc17Y/W5kXmVm4JNI/AAAAAAAAESI/CfILkJb29GgRxQaEyx1WUa4kXa3teYy8gCLcBGAs/w1200-h630-p-k-no-nu/HNcapa.jpg" loading="lazy">
</p>


]]></description><guid isPermaLink="false">20603</guid><pubDate>Fri, 02 Jun 2023 17:22:36 +0000</pubDate></item><item><title>Detective Pikachu Returns fica &#xE0; sombra do antecessor</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21288-detective-pikachu-returns-fica-a-sombra-do-antecessor/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	Detetive Pikachu e Tim Goodman estão de volta para uma aventura morna, mas que deve agradar um grupo específico de jogadores. 
</p>

<p>
	Sequência do título que chegou na sobrevida do 3DS, Detective Pikachu Returns mantém o charme e a simplicidade. Dessa forma, assim como o original, trata-se de um ótimo jogo de entrada para o público infantil. 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Por outro lado, a aventura investigativa é menos instigante, o que compromete o gancho responsável por reter o interesse de jogadores mais experientes. 
</p>

<p>
	Ainda que esteja à sombra do antecessor, o jogo é uma boa pedida para os fãs de Pokémon, que ficarão satisfeitos com o aprofundamento do mundo e divertimento proporcionados pelos diálogos com os monstrinhos – com direito a referências ao filme da Warner Bros.  
</p>

<p>
	Café com leite
</p>

<p>
	.Quando chegou ao restante do mundo em 2018 – dois anos após o lançamento no Japão –, Detective Pikachu angariou fãs por oferecer uma aventura completamente diferente do que se viu em Pokémon até aquele momento. 
</p>

<p>
	Porém, o intuito da série nunca foi oferecer enigmas que desafiam o raciocínio do jogador. Isso continua verdade passados cinco anos, em que a Creatures Inc. não fez alterações à proposta guiada e simplificada da investigação. 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Em Returns, na maioria dos casos você descobrirá as soluções para os mistérios antes da hora. As explicações são bastante didáticas, o avanço é linear e não há punições para erros. Apesar de serem condizentes com o intuito de levar Pikachu e Tim de um ponto ao outro na história, esses fatores deixarão os fãs de jogos investigativos com algo a desejar.
</p>

<p>
	As sequências de ação com eventos de reação rápida (“quick time events”) retorno, servindo para quebrar a monotonia do gameplay. Contudo, assim como acontece com as deduções, não há penalização ao errar. Todo o arbitrarismo se une à câmera fixa e exploração limitada para criar uma experiência de detetive “café com leite”.  
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Aventura ao lado dos amigos
</p>

<p>
	Visto que a investigação em si não é nada muito emocionante ou instigante, o melhor aspecto de Detective Pikachu Returns fica para a interação com os Pokémon.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	A habilidade de Pikachu de dialogar com os monstrinhos garante interações adoráveis e hilárias. Os Pokémon ganham maior complexidade com os diferentes maneirismos de fala e perspectivas em relação aos incidentes que estão envolvidos. 
</p>

<p>
	Neste aspecto, foi interessante perceber um tema recorrente ao longo do jogo: o medo em relação aos humanos após o incidente R, abordado no jogo anterior. Há aqueles que preferem o isolamento do que ficar à mercê das intenções humanas. 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Os trechos em que Pikachu conta com a ajuda de Growlithe, Darmanitan e outros também servem para criar laços com os amigos de aventura. 
</p>

<p>
	As diferentes habilidades dos monstrinhos são uma adição bem-vinda à série, visto que proporcionam dinamismo. O destaque fica para as sequências com Luxray, em que a habilidade de enxergar através das paredes vem acompanhada de gameplay furtivo. 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Ainda sobre o universo de Pokémon, os fãs se divertirão com os acenos debochados do jogo ao filme estrelado por Ryan Reynolds. Assim como o Detetive Pikachu dos cinemas, o protagonista continua roubando a cena nos games – desta vez sem os bizarros flertes com mulheres humanas, ainda bem. 
</p>

<p>
	Onde o raio não acertou duas vezes
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Por mais que mantenha a fórmula original e aprofunde os Pokémon, Detective Pikachu Returns tem uma nítida dificuldade: reter o interesse do jogador. Pilar do jogo, a história deixa a desejar, com um desenrolar massante que se estende por 18 horas de gameplay. 
</p>

<p>
	Há menos voltas e reviravoltas, a resolução do enredo deixa a desejar e, principalmente, o processo de dedução se tornou menos interativo. 
</p>

<p>
	Diferente do primeiro jogo, em que o caderno de Tim guardava diferentes puzzles interativos, agora os enigmas podem ser resolvidos de uma única forma: a escolha da resposta certa dentre uma seleção de possibilidades, a maioria nitidamente descartável. 
</p>

<p>
	Proporcionando recheio ao game, Returns conta com a adição de missões secundárias espalhadas pelos cenários, que se resumem a humanos ou Pokémon precisando de ajuda. Tristemente, elas se resumem a “fetch quests” (“missões de buscar”) bastante rasas e simples de serem resolvidas.
</p>

<p>
	Outra questão difícil de se ignorar são os gráficos. Há uma nítida ausência de texturas que torna os cenários e personagens opacos e sem vida. A queda da taxa de quadros em animações de fundo é frequente, fortalecendo o ar “datado” do título. O Detective Pikachu original é um dos jogos mais bonitos do 3DS mas, tristemente, o mesmo não pode ser dito da sequência de Switch. 
</p>

<p>
	Quem deve jogar?
</p>

<p>
	Tão linear quanto seu antecessor, Detective Pikachu Returns é mais uma aventura charmosa no mundo de Pokémon. Porém, aqueles que procuram um bom mistério encontrarão pouco aqui, visto que a experiência é pouco envolvente e não instiga múltiplas jogatinas. 
</p>

<p>
	No fim, o apelo do jogo é para um público bastante específico. O investimento é mais indicado para crianças que estão aprendendo a ler e jogar – mas, sabendo que o lançamento não chega com localização para português, esse propósito perde o sentido para o público brasileiro.  
</p>

<p>
	Além disso, para os fãs da franquia, o jogo de Switch reserva não apenas a conclusão da busca de Tim e Pikachu, como um olhar inusitado no universo de Pokémon.
</p>

<p>
	Detective Pikachu Returns chega exclusivamente para Nintendo Switch nesta sexta-feira (6).
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21288</guid><pubDate>Sun, 19 Nov 2023 22:19:25 +0000</pubDate></item><item><title>Server DangerMc</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/18098-server-dangermc/</link><description><![CDATA[<p>
	Opa eu aqui de novo pasando pra pedir a ajuda de voçes nisso heheh so vamos que vamos 
</p>

<p>
	<span style="background-color:rgba(4,4,5,.07);color:#dcddde;font-size:16px;text-align:left;">Opa, ola apaixonados ou que apreencian Um monecraft trago aqui uma oferta de server que possa ser do seu agrado nesse server temos.Dangermc </span>
</p>

<p>
	<span style="background-color:rgba(4,4,5,.07);color:#dcddde;font-size:16px;text-align:left;">Servidor Survival lançado no dia 15/01/2021. </span>
</p>

<p>
	<span style="background-color:rgba(4,4,5,.07);color:#dcddde;font-size:16px;text-align:left;">Proteção de Terrenos Chest Shop com economia guiada </span>
</p>

<p>
	<span style="background-color:rgba(4,4,5,.07);color:#dcddde;font-size:16px;text-align:left;">pelos jogadores MCMMO e Muito mais ainda por vir !!!</span>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">18098</guid><pubDate>Mon, 18 Oct 2021 17:34:26 +0000</pubDate></item><item><title>An&#xE1;lise r&#xE1;pida do jogo Acro Storm - PC</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/7283-analise-rapida-do-jogo-acro-storm-pc/</link><description><![CDATA[
<p>
	<img alt=":ha:" data-emoticon="" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/191.gif" title=":ha:" loading="lazy"></p>

<p>
	Hoje trago Acro Storm, um jogo genérico de corrida, melhor do que jogar Paciência rsrsrs
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo">
	<div>
		<iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" width="480" src="https://www.youtube.com/embed/8W9ZJuYxmFc?feature=oembed" loading="lazy"></iframe>
	</div>
</div>

<p>
	 
</p>

<p style="background-color:#1f182e;color:#f1ebfc;font-size:15px;">
	<span>Jogabilidade :  <img alt=":003:" data-emoticon="" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/003.png" style="border-style:none;vertical-align:middle;" title=":003:" width="200" loading="lazy" height="50"><br>
	Gráficos<span> </span><span>: <img alt=":002:" data-emoticon="" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/002.png" title=":002:" loading="lazy"></span></span><br><span><span>Divers<span>﻿</span>ão<span> </span><span>: <img alt=":002:" data-emoticon="" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/002.png" title=":002:" loading="lazy"></span></span></span>
</p>

<p style="background-color:#1f182e;color:#f1ebfc;font-size:15px;">
	Para mim a nota dele é<span> : <img alt=":rusty:" data-emoticon="" src="https://g.ggames.com.br/uploads/emoticons/rusty.png" title=":rusty:" loading="lazy"></span>
</p>

<p style="background-color:#1f182e;color:#f1ebfc;font-size:15px;">
	<span>Inscrevam-se no canal!</span>
</p>

<p style="background-color:#1f182e;color:#f1ebfc;font-size:15px;">
	<span>Abraços!</span>
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">7283</guid><pubDate>Mon, 30 Sep 2019 20:39:02 +0000</pubDate></item><item><title>Rising Up Fight Game -- &#xE9; para rir de mais</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21510-rising-up-fight-game-e-para-rir-de-mais/</link><description><![CDATA[<p>
	Nessas loucas buscas por jogos cada vez mais Indie, me deparei com pequeno jogo mas mega engraçado, apenas um subordinado de uma empresa que se revolta com a copiadora e espalha o caos na emrpesa que trabalha, desconta toda raiva nos empregados, gerentes, sub chefes e chefes, Suba a escada corporativa... com os punhos!, Liberte o caos no escritório! Deixando um rastro de papelada, móveis quebrados e colegas de trabalho caídos enquanto você luta para chegar ao topo!
</p>

<p>
	O Jogo esta disponivel de forma gratuito no itch.io
</p>

<p>
	<img alt="LWFicZ.png" class="ipsImage" data-ratio="67.44" height="234" style="height:auto;" width="347" src="https://img.itch.zone/aW1hZ2UvMTUxOTc1OS8xNDA5MjU5NC5wbmc=/347x500/LWFicZ.png" loading="lazy">
</p>

<p>
	<img alt="i7AWvh.png" class="ipsImage" data-ratio="100.00" height="835" style="height:auto;" width="1200" src="https://img.itch.zone/aW1hZ2UvMTUxOTc1OS8xNDA5MzYxMC5wbmc=/original/i7AWvh.png" loading="lazy">
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21510</guid><pubDate>Mon, 12 Feb 2024 12:23:48 +0000</pubDate></item><item><title>Lies of P &#xE9; um triunfo maculado pelo apego a Bloodborne</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21286-lies-of-p-e-um-triunfo-maculado-pelo-apego-a-bloodborne/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	Há algo muito especial em Lies of P. Ao fim das mais de 50 horas de conteúdo, o RPG oferece o suficiente para, em um ano tão abarrotado, garantir-se como uma das melhores experiências de 2023. O título só não desponta entre os primeiros da lista pois, tal qual marionete, está atado a Bloodborne. 
</p>

<p>
	Regido por uma lista de obrigatoriedades, o game da Neowiz é limitado pelas “homenagens” que se força a cumprir. Mas, caso se livre das amarras da marionete, o estúdio coreano possui um futuro brilhante à frente. 
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	"Bloodborne do Pinóquio"
</p>

<p>
	Lies of P é o pacote completo para o fã de soulsborne. Os embates com chefes são altamente scriptados e desafiadores, o combate exigente, a exploração linear mas recompensadora e a história soturna. Nem mesmo a Blighttown, de Dark Souls, ficou de fora.
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	Há uma nítida “check-list” de elementos adaptados que tem o intuito de injetar o jogador com verossimilhança. E é  um pecado o quanto essa inserção é rigorosa, indo além do propósito de inspiração e se colocando à mercê da comparação. 
</p>

<p>
	A rigidez é tamanha que o desenvolvimento parece ter recorrido ao comportamento e padrões de golpes de alguns dos chefões mais conhecidos da From Software. Você deve ter notado o quanto o Vigia Enferrujado se assemelha a Margit, de Elden Ring – e ele não é o único exemplo.
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	Ao delimitar uma régua de qualidade inflexível, contudo, a Neowiz escancara que, justamente, não é a mesma desenvolvedora de Bloodborne. 
</p>

<p>
	Assim como é o caso de outros soulslike, Lies of P possui hitboxes bastante questionáveis, inimigos com pouca variedade de ataque, animações que se atropelam para responder à leitura de input e câmera que frequentemente se perde ao acompanhar o combate.
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	Nos trechos de exploração que antecedem os embates de chefes, a variedade de inimigos deixa a desejar, servindo em maioria como "sacos de pancada"
</p>

<p>
	A verdade é, em jogos como Dark Souls, há uma linha tênue entre recompensa e frustração. Devido suas limitações técnicas, a experiência de Lies of P é mais "finalmente acabou" e menos "que incrível, consegui!"
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	Um jogo cheio de alma
</p>

<p>
	Por mais que tenha seus pontos de desgaste, Lies of P está longe de ser uma geringonça enferrujada. O RPG de ação do Pinóquio é, na verdade, um jogo cheio de alma.
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	A angulação inusitada cativa a atenção desde o anúncio em 2019. O game homenageia Carlo Collodi, que publicou As Aventuras de Pinóquio em 1882, com uma versão steampunk de Paris na época da Bélle Époque.
</p>

<p>
	Evidência de quão brilhantemente essa temática é o charme intoxicante dos momentos de respiro em meio ao caos. 
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	É o exemplo da cena que sucede o encontro com o Rei dos Títeres, em que a Rua Rosa Isabelle é inudada pela chuva e lágrimas das marionetes desconsoladas. O peso no ar é palpável.
</p>

<p>
	Ou, senão, as visitas ao Grand Hotel Krat, que serve de hub do game. P aprende mais sobre a humanidade ao interagir com os inquilinos e ouvir faixas envolventes de discos de vinil como "Feel" e "Quixotic". Não é exagero dizer que ganhamos certa humanidade junto com o protagonista nestes momentos.
</p>

<p>
	Coração pulsante deste mundo envolvente, a história se faz explícita e acessível, diferente de Bloodborne. Aqui são abordados questionamentos que perduram com o jogador, como a pergunta do que, exatamente, é a humanidade.
</p>

<p>
	Outro mérito que torna Lies of P um excelente RPG de ação é seu polimento e surpreendente customização do combate. 
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	As parafernalhas à disposição so Pinóquio robótico são as mais variadas, de uma coleção extensa de armas a braços legionários de diferentes atributos até árvore de habilidades  a forma dos Órgãos P. Há algo para cada tipo de jogador, por mais que o combate defensivo seja mais incentivado.
</p>

<p>
	Também há melhorias de qualidade de vida em relação a Bloodborne, como o fato que as almas ("Ergo", no caso de Lies of P) podem ser resgatadas na porta do chefão, poupando os esforços de resgatá-las no meio do campo de batalha. Ou, se não, o fato que o menu de teleporte indica quando novas interações com NPCs estão disponíveis.
</p>

<p>
	Neowiz
</p>

<p>
	É nos momentos que se projeta para fora da sombra da From Software que Lies of P mais brilha. No fim, por mais que haja problemas, o saldo é mais positivo do que negativo, ao ponto de gerar ansiedade para os próximos pronetos da Neowiz. Isso sem contar o possível DLC, claro.
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21286</guid><pubDate>Sun, 19 Nov 2023 22:15:18 +0000</pubDate></item><item><title>Review: Marvel's Spider-Man 2</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21287-review-marvels-spider-man-2/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p dir="ltr" style="background-color:#ffffff;color:#000000;font-size:20px;">
	 
</p>

<p>
	Depois do imenso sucesso de Marvel’s Spider-Man lá no PS4 e também da breve experiência com Miles Morales no PS5, eu não acreditava que a Insomniac poderia se superar. Porém depois de terminar Marvel’s Spider-Man 2, um dos principais e mais aguardados lançamentos deste ano, consigo resumir o que achei em algumas palavras: sensacional, fantástico, ou, para combinar melhor com nosso herói, espetacular, é, tranquilamente um dos melhores games de 2023.
</p>

<p>
	"Sejam melhores. Juntos"
</p>

<p>
	“Sejam melhores. Juntos”, é a frase usada em todos os trailers e divulgações de Spider-Man 2 e não é para menos. O jogo melhora em todos os aspectos se comparados aos seus antecessores e, em grande parte, o motivo é, realmente, termos dois personagens para jogar.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Embora a alma do negócio seja a mesma para os dois, no caso, salvar a cidade de Nova York, lutar contra vilões e etc, Peter e Miles não poderiam ter histórias mais diferentes. Embora o enredo principal seja o mesmo e os dois participem quase sempre dos mesmos eventos, Peter Parker tem a vida dele de um lado, e Miles Morales de outro. O jogo dura muito mais que o primeiro Spider-Man justamente por dar tempo para todos se desenvolverem.
</p>

<p>
	Peter Parker tem que lidar com a vida de um jovem adulto, procurar emprego, pagar contas, cuidar do relacionamento com MJ e tudo isso enquanto sofre com a ausência de Tia May, já Miles está preocupado com sua entrada na faculdade, tem que ajudar a mãe em determinadas tarefas e por aí vai.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Um dos pontos mais importantes de Spider-Man 2 é a volta de Harry Osborn, melhor amigo de Peter Parker que, se você lembrar bem, no primeiro jogo, estava tratando de uma doença desconhecida e, teoricamente, estava na Europa, por isso, não aparece.
</p>

<p>
	O mistério por trás da suposta cura de Harry é um dos mais recorrentes, assim como a relação dele com os personagens que a gente já conhece. Harry e Peter possuem muitos diálogos, saem por aí visitando lugares nostálgicos, com um monte de flashbacks da infância e vários trechos são super sentimentais, afinal, tanto MJ - que é sim um dos personagens que mais aparece nesse jogo - quanto Peter tem no Harry um grande amigo, que estava ausente, e, agora, voltou. Miles chega até a ter leves ciúmes da amizade antiga de seu "tutor".
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Abrindo parênteses para falar sobre Mary Jane que, se no primeiro jogo já tinha uma participação legal, nesse, é praticamente um personagem a mais. Existem trechos com Peter, trechos com Miles e muitas fases pra jogar com a MJ o que é ótimo. Ela é uma personagem fundamental na história desse jogo e de todas as histórias do herói. Não existe Homem-Aranha sem Mary Jane e fiquei muito feliz de ver a Insomniac dando essa devida importância.
</p>

<p>
	Vilões memoráveis
</p>

<p>
	Já do lado da ação, a primeira parte do jogo é toda focada em Kraven, o Caçador, um dos vilões mais icônicos do universo do Homem-Aranha. Existem, sim, outros vilões, o próprio Venom já foi revelado e também é uma parte importante do jogo, mas, por ser uma porção mais avançada, não vou elaborar o que acontece nem quem está envolvido.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	A inspiração em várias obras famosas do universo do herói transparece em Marvel’s Spider-Man 2. Com Kraven, por exemplo, é clara a influência de histórias como A Última Caçada de Kraven. Nesse jogo dá pra ver de toques de outras mais recentes Absolute Carnage, o universo Ultimate, filmes do cinema, e até King in Black, que é um dos arcos mais recentes do Venom.
</p>

<p>
	Sem muitos spoilers, O Caçador está em Nova York em busca de uma presa específica, um alvo que vá provocar uma luta memorável. Por causa disso, ele vai atrás, primeiramente, dos vilões desse universo e encontra Escorpião, Lagarto, vai atrás até da Gata Negra e também Martin Li, o Senhor Negativo, antagonista do primeiro jogo, que também tem uma relação importante com Miles.
</p>

<p>
	O trabalho da Insomniac com Kraven é primoroso. O Caçador é um vilão que todos odiarão com todas as forças. As coisas que ele faz, as provocações, tudo fará o jogador ficar com uma raiva imensurável e não poder esperar até a luta com ele, para poder dar pelo menos um soco e ter aquele alívio.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Um passeio por Nova York
</p>

<p>
	Já no mundo aberto, fora de missões, é possível trocar entre um Spider-Man e outro livremente e essa troca lembra até um pouco como funciona GTA V, por causa da fluidez com que tudo acontece. Sem tela de carregamento, travamentos nem nada, ao controlar Peter, basta abrir o celular e trocar. Assim, a câmera irá até a parte do mapa onde está Miles e ele estará fazendo alguma coisia como se balançando em uma rede de teias ou comprando um lanche.
</p>

<p>
	Marvel’s Spider-Man 2 explora muito bem o fato de existirem dois heróis na cidade. As transmissões de Jonah Jameson e de Danika, a podcaster, ressaltam as ações dos dois personagens, principalmente quando passam algum tempo afastados.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Quem jogou o remaster de PS5 do primeiro Spider-Man ou mesmo Miles Morales, sabe que a diferença no volume de coisas acontecendo na cidade já é muito, mas, em Spider-Man 2, é tudo ainda mais reforçado. 
</p>

<p>
	Ruas e avenidas são lotadas de carros, com NPCs passando por toda parte, mais pessoas nas ruas reagem ao Homem-Aranha passando e tem até um charme a mais. Os objetivos secundários pelo mapa ainda existem e, no caso dos crimes mais simples, que aparecem aleatoriamente e se resumem a apagar o fogo de um incêndio, evitar roubos e etc, existe a chance de encontrar com o outro Homem-Aranha já lutando ali e a interação é genial, um bate dali, outro bate daqui e, no final, ainda dão um aperto de mão ou recriam o meme de um apontando pro outro.
</p>

<p>
	Eu lembro que quando o primeiro Spider-Man saiu, as pessoas ficaram surpresas e maravilhadas com a experiência de ficar balançando com teias por Nova York, a movimentação é muito boa e faz qualquer um realmente se sentir como o Homem-Aranha. Isso está de volta no jogo novo e com algumas coisas a mais.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Se antes, era legal sair balançando e fazer acrobacias, agora, dá para usar os poderes elétricos de Miles para saltar em pleno ar, mergulhar lá do alto e virar um pêndulo humano, usar teias para fazer uma curva fechada de 90 graus e muito mais.
</p>

<p>
	Além disso, tanto Peter quanto Miles possuem uma espécie de planador nos uniformes que ajuda ainda mais na locomoção. Isso é desbloqueado bem rápido na história e basta apertar triângulo pra ativar e sair planando por aí. O jogador tem muitos incentivos para usar a mecânica, com túneis de vento espalhados pela cidade, lugares que jogam pra cima para você continuar voando e coisas do gênero.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Sinta-se o Spider-Man (de novo e melhor)
</p>

<p>
	Combate também recebeu novidades. Além dos dispositivos de teia que já existiam antes como teias que atordoam, ricocheteiam e tudo mais, agora, os dois heróis têm habilidades para usar nas lutas.
</p>

<p>
	Miles usa o poder Venom com golpes elétricos e Peter usa tanto ataques com as pernas mecânicas ao melhor estilo Aranha de Ferro, quanto golpes relacionados ao Simbionte.
</p>

<p>
	Os dois heróis possuem árvores de habilidades distintas, mas também uma geral, com movimentos e ataques universais que valem pros dois. Usar teias para desarmar inimigos, malabarismos e golpes genéricos, isso tudo vale pros dois e é um sentido de progressão interessante poder investir em habilidades gerais ou específicas.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Isso tudo faz o combate ser sentido como algo até refrescante. Sim, é, em sua maior parte, apertar quadrado e desviar de alguns ataques, mas tudo tem algumas camadas a mais. Existe uma espécie de parry. inédito, um jeito de se defender de golpes específicos, golpes não defensáveis, então, embora seja um jogo de ação "simples", muitos combates podem sair do controle.
</p>

<p>
	Trajes estão de volta. Existem muitos para desbloquear, alguns, tanto de Peter quando de Miles, são parte da história, mas, fora esses, existem muitos outros conquistados por missões secundárias, colecionáveis ou mesmo só por aumentar de nível, alguns exemplos incluem roupas icônicas do Homem-Aranha no cinema, Miles Morales do Aranhaverso, Aranha de Ferro e muito mais. 
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Já missões secundárias tornaram-se o elo fraco de Marvel's Spider-Man 2, mas não em questão de conteúdo. As missões secundárias são boas, introduzem personagens extras, alguns vilões e heróis são citados e, inclusive, até confirmam algumas teorias populares.
</p>

<p>
	Ainda assim, sinto que faltou um certo volume. Existam colecionáveis para achar pelo mapa e alguns deles levem até desfechos interessantes, mas fica a impressão de que dá pra terminar tudo bem rápido. Capricharam muito na história, nas missões secundárias também, mas faltou algo pra preencher algumas horas a mais, talvez esse sentimento suma se você experimentar o modo Dificuldade Extrema, desbloqueado depois de terminar a história principal.
</p>

<p>
	Insomniac
</p>

<p>
	Em resumo, Marvel’s Spider-Man 2 é um jogo de ação fenomenal, que vai fazer todos se sentirem como o Homem-Aranha de novo, mas com ainda mais loucura, com ainda mais intensidade, escala maior, lutas mais espalhafatosas e ainda mais cinematográficas.
</p>

<p>
	Marvel’s Spider-Man 2 é uma carta de amor para todos os fãs de Homem-Aranha, que entrega tudo que prometeu e ainda deixará muitos ansiosos pelos próximos trabalhos da Insomniac.
</p>

<p dir="ltr" style="background-color:#ffffff;color:#000000;font-size:20px;">
	 
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21287</guid><pubDate>Sun, 19 Nov 2023 22:17:49 +0000</pubDate></item><item><title>Super Mario Bros. Wonder n&#xE3;o &#xE9; s&#xF3; maravilhas, mas &#xE9; o Mario 2D que sonhamos</title><link>https://g.ggames.com.br/topico/21285-super-mario-bros-wonder-nao-e-so-maravilhas-mas-e-o-mario-2d-que-sonhamos/</link><description><![CDATA[<p>
	 
</p>

<p>
	Quando falamos de jogos icônicos que marcaram época, Super Mario Bros. certamente está no topo da lista. No entanto, já se passaram quase 20 anos desde o último lançamento de um título verdadeiramente original em Mario 2D, e o New Super Mario estava começando a parecer Old.
</p>

<p>
	Isso mudou com Super Mario Bros. Wonder.
</p>

<p>
	Se você está se perguntando se esse jogo é tão divertido e acertado quanto parece, já adianto: sim! Esse é o Mario 2D impressionante que todos aguardavam!
</p>

<p>
	Agora, prepare-se para a parte crucial desta análise: a Nintendo conseguiu, de fato, superar os clássicos, trazendo novamente à cena a magia do encanador mais querido do universo dos games.
</p>

<p>
	Porém... sim, sempre há um "porém." Existem algumas questões e controvérsias que merecem destaque. Prepare-se para uma jornada por esse jogo que se destaca no legado da Nintendo.
</p>

<p>
	Duração e Mundos
</p>

<p>
	Super Mario Bros. Wonder é uma obra meticulosamente elaborada, mas é essencial destacar que o jogo difere das aventuras mais recentes do nosso encanador no Nintendo Switch. 
</p>

<p>
	Enquanto jogos como Super Mario 3D World + Bowser's Fury oferecem mais de uma aventura e totalizam mais de 17 horas de jogo, assim como New Super Mario Bros. U Deluxe, que também traz duas jornadas e uma duração similar, Super Mario Bros. Wonder não conta com o benefício de ser um relançamento recheado de conteúdos extras. A aventura principal pode ser finalizada em cerca de 5 ou 6 horas.
</p>

<p>
	Sim, pode soar curto para muitos, considerando as expectativas atuais para jogos. Super Mario Bros. Wonder nos leva ao vibrante Flower Kingdom, um domínio cheio de cores e diversidade, subdividido em sete zonas principais.
</p>

<p>
	Historicamente falando, jogos como Super Mario Bros., no NES, se iniciaram com 8 mundos relativamente parecidos. Sequências como Super Mario Bros. 3 e Super Mario World trouxeram a ideia de mundos temáticos variados. Mais recentemente, jogos como Super Mario 3D World ampliaram esse padrão, proporcionando até 12 mundos, contando com bônus. E SuperMario Wonder está um pouco aquém nessa comparação.
</p>

<p>
	Contudo, é evidente que quando falamos de duração, tudo depende do estilo de jogo de cada um. Se você é do tipo que prefere ir direto ao objetivo, acabará deixando passar muitas surpresas pelo caminho. Agora, para aqueles que se deliciam explorando cada canto e coletando todos os itens (lembrando daquela época em que queríamos todas as estrelas em "Super Mario 64"), estamos falando de cerca de 20 horas ou mais de jogo. O que já fica bem mais interessante né? Isso sem contar o fator multiplayer.
</p>

<p>
	Multiplayer e Online
</p>

<p>
	Super Mario Bros. Wonder oferece Multiplayer Local para até quatro jogadores. Se você já experimentou algum Mario 2D com quatro pessoas, deve se lembrar de como pode ser caótico dividir a tela, com todos se esbarrando, não é? 
</p>

<p>
	Um grande avanço em Wonder é que agora os jogadores não se esbarram; eles podem passar uns pelos outros. Esse simples ajuste faz parecer que há muito mais espaço na tela, tornando a jogatina bem mais agradável para todos. Continua sendo um pouco caótico? Com certeza. Mas está bem mais divertido que antes.
</p>

<p>
	A melhor parte é que Mario Wonder está cheio de funcionalidades online para ninguém se sentir isolado! Além de proporcionar a tradicional jogatina online para quatro amigos (e, esperamos, que sem os lags do Mario Maker 2), há uma opção para jogar online sozinho.
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	Nesse modo, enquanto você avança, consegue ver "sombras" de outros jogadores no mapa e nas fases. Já pensou em estar jogando e ver um colega explorando o mapa ao mesmo tempo? Ambos podem ajudar um ao outro: se uma sombra "morre", você pode revivê-la e vice-versa. E, se quiser interagir, há emojis para se comunicar e até a opção de doar itens aos outros. Ajudar sempre é bom, né?
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	Me lembrou um pouco de Journey, onde se joga solo, mas se sente a presença de outros jogadores no mesmo mundo que se ajudam.
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	Porém, existem detalhes a serem considerados. Não é possível criar uma sala para jogar apenas com um código. Para um multiplayer real, você precisa chamar amigos já adicionados no seu Switch. E, não, não há chat por voz.
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	Uma sala privada pode ter até 12 amigos, e eles podem se dividir em grupos de 4 para jogar juntos. Há a opção de mesclar jogo online e local, permitindo que dois jogadores num único Switch se conectem.
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	Outra interação divertida é a corrida entre os jogadores de uma mesma fase, valendo para quatro integrantes da sala privada. É uma competição de velocidade, com desafios, inimigos e até chefes, além de desafios para encontrar Sementes Fenomenais.
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	No geral, o modo multiplayer de Mario Wonder evoluiu muito em relação aos antigos títulos 2D. Acabaram-se os dias da bolha flutuante; agora, a jogatina é mais dinâmica e o clima cooperativo é bem mais leve e prazeroso. A Nintendo parece ter nos ouvido e entregou uma experiência mais amigável, que funciona muito bem no caos de muitos jogadores na tela.
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	Ainda existe aquela competição para conseguir a coroa. O Jogador com a maior pontuação fica com uma coroa na cabeça, e a câmera segue esse jogador… Então, sim, aquele amigo sacana ainda pode ser sacana e sair correndo na frente se estiver com a coroa.
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	Gameplay
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	A essência de Mario sempre esteve em aventura e surpresa, e Super Mario Bros. Wonder não decepciona nesse aspecto. Ao explorarmos o novo Reino Flor, encontramos uma mistura dos elementos clássicos que amamos com novidades tão impressionantes que, várias vezes, fiquei de queixo caído. No centro de tudo isso estão as Flores Fenomenais. Elas não são apenas itens para coletar — elas realmente mudam o jogo, provocando eventos imprevistos, como inimigos que crescem de tamanho ou até mesmo montarias mágicas em dragões.
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	Eu realmente não quero estragar as surpresas, mas a razão pela qual joguei tão rapidamente foi justamente pela curiosidade de descobrir a próxima fase e o próximo evento incrível proporcionado pelas Flores Fenomenais.  Eu prometo que, no momento que você encostar o dedo em um Nintendo Switch para jogar Super Mario Bros Wonder, você não vai querer soltar.
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	Isso é ainda mais verdadeiro se você estiver jogando no modo portátil do Nintendo Switch OLED. As cores vibrantes na tela OLED são simplesmente maravilhosas nesse jogo. E, se você estava preocupado com a duração da bateria, deixa eu contar uma coisa que muitas análises não vão mencionar: fiz o teste, e a bateria aguentou cerca de 5 horas de jogo contínuo. Isso mesmo, você pode jogar do começo ao fim sem ter que parar, se assim desejar.
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	Ao falar sobre o modo multiplayer, mencionei as Sementes Fenomenais. Essas são as substitutas das "Estrelinhas Verdes" que eram coletadas em Marios anteriores. Precisamos pegá-las de diversas maneiras para desbloquear novas fases no jogo. Conseguimos essas sementes tanto ao finalizar um efeito especial das flores quanto ao chegar em um mastro no fim de cada fase. Aqui, mora um pouco do desafio do game também. Além das sementes mais comuns, existem aquelas escondidas nos mapas, e você vai precisar ser sagaz para achá-las.
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	O universo do jogo é recheado de segredos e dá muitos motivos para revisitar fases, explorando mais do que apenas seguir direto para o castelo do vilão. Agora, existem caminhos alternativos e fases secretas que modificam o jeitão tradicional de avançar no jogo.
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	Para acessar muitos desses locais, você pode usar as insígnias, que são outra parte importantíssima de melhoria na gameplay. As insígnias dão diferentes habilidades aos personagens, e existem três tipos — a maioria dessas habilidades é adquirida por meio de desafios específicos em fases que destacam a insígnia e a utilidade dela.
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	As insígnias padrão potencializam os jogadores com habilidades como saltos mais altos, corridas aceleradas e até equipamentos como um hookshot ou paraglider. E, sim, você entendeu certo: um hookshot de planta no mundo do Mario! 
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	(Cadê meu Mario ao estilo Metroidvania, Nintendo? Mas... continuando.)
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	As insígnias azuis são auxiliares. Não exatamente potencializam o personagem, mas trazem certas facilidades: iniciar a fase já com um supercogumelo, evitar uma morte na lava ou destacar itens escondidos. São um "plus" para tornar a fase mais fácil para quem quiser.
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	E há, também, as insígnias brilhantes: poderosas, mas não tão simples de usar. Elas desafiam o jogador a completar fases com uma habilidade que é ao mesmo tempo boa e ruim, trazendo desafio extra. Uma dessas habilidades, por exemplo, torna você invisível, o que é ótimo para escapar de inimigos, mas um tanto desafiador para se movimentar pelo jogo, porque você simplesmente não enxerga o personagem.
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	O charme de Mario Wonder está nesse design de fases incrível combinado com as surpresas das Flores Fenomenais e a variedade que as insígnias trazem. Você sempre tem algo novo para experimentar e dificilmente vai se cansar! Sempre surgem novas insígnias, que abrem novas possibilidades, incentivando você a revisitar fases anteriores em busca de segredos.
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	(Peraí… Habilidades novas e backtracking? Nintendo, você meio que me deu meu Mario Metroidvania e eu nem percebi!)
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	Em Wonder, cada fase é uma preciosidade, seja pela introdução de um inimigo inédito ou pela mecânica inovadora trazida por uma Flor Fenomenal. Quer melhorar as habilidades ou facilitar uma fase? Há uma insígnia para isso. É por isso que o jogo pode ser um pouco mais desafiador, mas você tem como ajustar essa dificuldade com as insígnias.
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	Se isso ainda não é o bastante, a diversidade de personagens traz um sabor diferente a cada partida. Mario Wonder oferece muito mais personagens que o normal para jogar. Mario, Luigi, Peach, Daisy, Toad Azul, Toad Amarelo e Toadette todos são iguais e podem usar os potenciadores.
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	Os Yoshis de todas as cores não podem usar Potenciadores mas pulam super alto, flutuam no ar e não tomam dano. O Ledrão também não toma dano e transforma os potenciadores em dinheiro em vez de usá-los. Basicamente, os Yoshis e o Ledrão são o modo fácil do jogo.
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	E antes que alguém venha reclamar: os Yoshis não usam potenciadores, mas com tantos personagens jogáveis, quem quer ver um Yoshi transformado em elefante? É, eu também não!
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	Nem Tudo nas Flores são Mil Maravilhas
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	Mario Wonder, apesar dos méritos, peca em alguns pontos. Em termos de design gráfico, mesmo que tenha charme, não atinge o nível de inovação ou impacto visual de jogos icônicos da Nintendo, como Super Mario Bros. 3, no NES, ou Yoshi’s Island, no SNES, que eram o ápice dos consoles deles na época. Talvez isso fosse pedir demais, mas quando colocamos Wonder lado a lado com outros títulos que foram marcos nos consoles em que foram lançados, ele parece não oferecer a mesma surpresa estética, se é que você esperava isso.
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	Ainda assim, Wonder é absolutamente, lindo, expressivo e fluido! Passa longe de representar uma revolução, mas é extremamente bem trabalhado nas interações, seja por meio das rápidas telas de carregamento interativas ou das deliciosas transições de cena ou das engraçadas e inusitadas caras dos inimigos:
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	A animação, seja o charme nos passos do Mario ou a expressão hostil dos inimigos, é simplesmente estelar. E em um toque de genialidade, temos plantas falantes dubladas em português, tornando o jogo não apenas divertido, mas cômico de uma forma que só a Nintendo sabe fazer. Parte da diversão, inclusive, é essa, encontrar locais secretos nas fases com alguma flor tagarela pra fazer uma piada do tio do pavê.
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	Aliás, a tradução do jogo está impecável. Tanto eu quanto você sabemos que a Nintendo frequentemente comete deslizes quando se trata de localizar jogos para português e está avançando em um leeento ritmo. Dito isso, percebe-se claramente que essa localização contou com uma equipe brasileira colaborando diretamente com os criadores, tornando o idioma uma parte integral do desenvolvimento do jogo, com todas as intenções dos criadores lá da Nintendo Japão perfeitamente representadas em nosso idioma.
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	No entanto, musicalmente falando, a trilha sonora, embora competente, não se sobressai como uma das mais memoráveis do Nintendo Switch. Até o momento, não houve nem um tema sequer que grudou em minha mente como o "tu tu tu, turu tu tu" clássico.
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	Apesar das melodias não grudarem, não posso deixar de dizer que o Design Sonoro do game é fantástico. Talvez, o melhor da série, incluindo mesmo os jogos 3D. Os efeitos sonoros evoluíram significativamente. Cada personagem agora tem um som de salto único (que, inclusive, é importante para acessibilidade), e eles incorporaram instrumentos musicais aos efeitos sonoros. Você sabia que o jogo usa um ukulele elétrico feito de madeira Yezo para o som de salto do Mario?
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	Variações de som em circunstâncias diferentes, algo já tradicional na série, também são notáveis. A música, debaixo d’água, fica abafada, como esperado, mas Wonder vai além. Ao transformar o personagem em um elefante, o arranjo da faixa muda. Ao pegar algum outro power-up, o mesmo acontece. Recomendado fortemente jogar com som ligado para apreciar completamente.
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	Agora, se você quiser mesmo reclamar de algo na parte sonora, tem de ser a ausência de um tema que grude na mente. Aliás, não se preocupe, o novo barulho dos pulos e as flores tagarelas não enjoam com o tempo.
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	Se você esperava uma revolução em termos de história, sinto lhe decepcionar, mas a jogabilidade segue a fórmula clássica, remanescente da estrutura tradicional de Super Mario Bros., em que o jogador avança por fases, coleta itens, enfrenta chefões e segue até o desafio final. Há tentativas de inovação, como um hub central que conecta todos os mapas, mas isso não altera de forma significativa a experiência geral do jogo.
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	Além da narrativa principal, o jogo proporciona uma série de fases extras, os "passatempos" (que são como minigames), aumentando a profundidade do conteúdo. Os jogadores têm o desafio de alcançar o pico de cada fase, colecionar moedas especiais, descobrir itens raros e explorar rotas ocultas. A dificuldade, por sua vez, varia e é representada por um sistema de classificação por estrelas. Contudo, não dá pra confiar muito nessa classificação. Algumas fases nível 5 estrelas me pareceram fáceis enquanto que outras de nível 2 estrelas pareciam mais difíceis. Isso vai variar de jogador para jogador.
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	Mario Wonder, no geral, é um jogo mais desafiador do que os anteriores, mas com os diferentes personagens para selecionar e as insígnias que você pode equipar, o jogo se torna tão fácil ou tão difícil quanto você desejar. O verdadeiro desafio está nos segredos e desafios adicionais espalhados pelo jogo.
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	Conclusão
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	Mario Wonder, com a estética encantadora e a jogabilidade super fluida, não alcançou aquela inovação que muitos esperam de um novo Mario. O design visual, mesmo que cativante, não trouxe aquele ar de inovação que alguns títulos passados nos ofereceram. 
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	A trilha sonora, apesar de bem executada, carece daquelas melodias icônicas que grudam em nossa mente. E a jogabilidade, com forte inspiração no clássico Super Mario Bros., pode parecer um pouco familiar demais para os veteranos. Questões sobre a duração e a progressão do jogo, juntamente com a variabilidade de dificuldade, certamente dividirão opiniões.
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	No entanto, minha experiência com Mario Wonder foi realmente maravilhosa. É fácil deixar de lado essas ressalvas quando o jogo é tão envolvente a ponto de me fazer sorrir por horas a fio.
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	Super Mario Bros. Wonder, sem dúvida, tem um charme especial, garantindo momentos de alegria e mantendo vivo o legado da franquia. Perfeito? Talvez não. Mas o que posso assegurar é que Mario nunca deixa de se reinventar, surpreender e encantar. E isso só amplia a admiração dos fãs.
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	Super Mario Bros. Wonder se destaca como um título que mescla nostalgia com toques inovadores, levando os jogadores ao vibrante Reino Flor, composto por sete regiões únicas. A Nintendo, leal à própria essência, une a aventura tradicional de Mario com surpresas dinâmicas, como a Flor Fenomenal, que transforma o gameplay imprevisivelmente, e apresenta inovações como o Mario Elefante. 
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	A localização está impecável, e o humor da série permanece intacto. Senti falta, sim, de mais inovações visuais e sonoras, mas não me entediei nem por um segundo sequer com a jogabilidade. O modo multiplayer, seja local ou online, garante horas de diversão coletiva de qualidade.
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	Super Mario Bros. Wonder não é só um jogo. É uma celebração de tudo que torna Mario… bom, Mario. E, com mais esse jogo, a Nintendo reafirma o motivo pelo qual é referência em experiência de jogo.
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