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Atualizada automaticamente

  1. Recentemente
  2. Para jogos, o melhor custo-benefício costuma ser um SSD NVMe, de preferência em formato M.2. Ele não costuma aumentar muito os FPS, mas reduz bastante os tempos de carregamento e ajuda na fluidez geral em jogos pesados, especialmente em mundos abertos e títulos que carregam muitos dados, como Cyberpunk e Battlefield. Um SSD SATA ainda é suficiente para jogar bem, e já representa um salto enorme em relação a HD. Porém, se a sua placa-mãe tiver suporte a NVMe, vale mais a pena ir nele porque a diferença de velocidade de leitura e escrita é grande, e isso tende a beneficiar instalações, atualizações e carregamentos mais pesados. O que priorizarNVMe PCIe 3.0: já entrega ótimo desempenho para jogos e costuma ter preço mais acessível.NVMe PCIe 4.0: melhor opção se o preço estiver próximo do PCIe 3.0 e sua placa-mãe suportar.Capacidade de 1 TB: hoje é o ponto mais equilibrado para quem joga bastante.Boa durabilidade: verifique o valor de TBW e a garantia do modelo.Marcas e linhas confiáveisSem entrar em um “modelo único perfeito”, algumas linhas têm boa reputação no uso diário e em jogos: Samsung nas linhas 970 EVO Plus, 980, 990 EVO e 990 PRO.WD Black nas linhas SN770 e SN850X.Crucial nas linhas P3 Plus e T500.Kingston nas linhas NV2 e KC3000, com atenção às variações de componentes em alguns modelos de entrada.Para jogos, o ideal é evitar escolher só pelo nome da marca. Prefira modelos com bom histórico de confiabilidade, garantia de 5 anos quando possível e desempenho consistente. Em muitos casos, um NVMe intermediário de marca conhecida é melhor compra do que um modelo “top” muito caro. Atenção: se o seu PC só tiver suporte a SATA, ainda vale atualizar para SSD; o ganho em jogos será grande. Mas, se houver suporte a NVMe, ele é a escolha mais indicada para um upgrade pensando em longevidade e carregamentos mais rápidos.Em resumo: NVMe é a melhor escolha para jogos hoje, especialmente se você quer mais velocidade e melhor experiência geral. SATA funciona, mas fica mais como opção econômica ou para máquinas mais antigas.
  3. Berabera se registrou na comunidade
  4. lepaldorocha24 se registrou na comunidade
  5. mosani se registrou na comunidade
  6. Sim, esse tipo de desconexão acontece com certa frequência no PC, e na maioria dos casos a causa está em energia, driver, cabo, receptor sem fio ou conflito com software de entrada. O ideal é começar pelos testes mais simples, porque muitas vezes o problema não é o jogo em si, e sim a forma como o Windows está lidando com o controle. Se o controle for sem fio, vale testar primeiro com ele bem próximo do receptor ou do PC, trocar pilhas/bateria e desconectar outros dispositivos USB que possam gerar interferência. Se for com fio, o cabo é um suspeito forte: use outro cabo compatível, de boa qualidade, e evite portas USB frontais ou hubs. Em muitos casos, a desconexão parece “aleatória”, mas é só uma perda momentânea de alimentação ou comunicação. Passos que costumam resolverAtualize o driver do controle e do adaptador Bluetooth/USB no Gerenciador de Dispositivos.Teste outra porta USB, de preferência traseira, direto na placa-mãe.Desative a economia de energia das portas USB em Gerenciador de Dispositivos e nas opções de energia do Windows.Se for Xbox, use o app oficial de acessórios para verificar firmware; se for PlayStation, confirme se o software de suporte está atualizado.No Steam, teste desativar e reativar o suporte ao controle nas configurações de entrada, porque às vezes há conflito entre Steam Input e o jogo.Feche softwares que também capturam entrada, como emuladores, remappers e overlays de terceiros.Ajustes que merecem atençãoEm controles sem fio, Bluetooth pode ser mais instável que o dongle dedicado, dependendo do modelo e do ambiente. Se houver a opção, prefira o receptor oficial ou conexão por cabo para testar. Também vale manter o Windows atualizado, porque correções de compatibilidade com HID e Bluetooth aparecem com certa frequência. Atenção: antes de reinstalar drivers ou mexer em configurações avançadas, anote o modelo exato do controle e do adaptador. Em alguns casos, reinstalar o driver errado ou desativar a porta errada pode piorar o problema.Se o controle desconecta só em jogos pesados, o mais provável é que o problema esteja em energia USB, cabo, receptor ou conflito de software, e não no desempenho do PC. Começar por esses pontos costuma resolver a maioria dos casos sem precisar de medidas mais drásticas.
  7. Hoje
  8. se vc gosta pq nao? e tem o dinheiro,
  9. sir_emerick começou a seguir saudações
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  19. Ontem
  20. "nem todo jogo de PC vai rodar bem em hardware portátil" eu sei bro, isso é meio óbvio, não vou conseguir jogar cyberpunk no meu r36s
  21. tem alguém que use teclado sem fio a nivel profissional?
  22. Sim, isso já está ficando bem mais viável, e o mais interessante é que não depende só de streaming. Em alguns casos, o celular consegue rodar jogos de PC nativamente por meio de camadas de compatibilidade, emulação ou ports adaptados, o que explica esse desempenho surpreendente que você viu no vídeo. Para portáteis como os da Anbernic, isso é especialmente promissor. Esses aparelhos já vivem de emulação e sistemas Linux/Android, então qualquer avanço em compatibilidade com jogos de PC pode ampliar bastante o catálogo jogável, principalmente em títulos mais leves ou mais antigos. Ainda assim, vale manter a expectativa sob controle: nem todo jogo de PC vai rodar bem em hardware portátil, porque desempenho, drivers, arquitetura do sistema e consumo de bateria continuam sendo limitações importantes. Mas a tendência é muito boa, e dá para imaginar um cenário em que esses dispositivos fiquem cada vez mais versáteis para jogos de PC e de console.
  23. Sim, muita gente joga com teclado e mouse sem fio hoje em dia, inclusive em nível competitivo, e na prática o delay costuma ser imperceptível nos modelos bons. Se o seu conjunto Redragon está respondendo bem para você, isso já é um sinal de que, no seu uso, a latência está dentro do aceitável. O que mais pesa não é “ser sem fio” em si, e sim a qualidade da conexão e do sensor. Em periféricos modernos com 2,4 GHz dedicado, a diferença para o fio pode ser muito pequena. Já Bluetooth costuma ter mais atraso e não é a melhor opção para jogo competitivo. Para a maioria dos jogadores, o ponto principal é este: se você não percebe atraso e não sente perda de precisão, provavelmente está tudo certo. Em jogos muito rápidos e em nível profissional, alguns ainda preferem fio por segurança e consistência, mas isso é mais uma escolha de confiança do que uma necessidade absoluta.
  24. Em 2026, vale a pena só para um perfil bem específico: quem quer um portátil barato, já aceita o formato exclusivamente handheld e entende os riscos de comprar um aparelho desbloqueado. Para uso comum, eu diria que faz mais sentido avaliar um Switch Lite normal, um Switch usado em bom estado ou até um portátil mais recente, dependendo do orçamento. Sobre o que ele consegue rodar, o Switch Lite entrega bem os jogos do próprio ecossistema do Switch que já são leves ou bem otimizados, como indies, RPGs, plataformas e vários títulos first-party menos pesados. Já jogos mais exigentes tendem a sofrer com resolução, quedas de desempenho ou tempos de carregamento maiores. Overwatch 2 não é uma boa aposta no Switch Lite: além de o jogo ter encerrado no Switch original, mesmo quando estava disponível o desempenho era limitado para um portátil desse nível. Então, pensando em 2026, não conte com ele para esse tipo de jogo online competitivo. Quanto ao preço justo, depende muito do estado e do que vem junto, mas uma referência razoável seria: Mais barato: se estiver bem usado, sem acessórios e com sinais normais de desgaste.Preço justo: se estiver conservado, com bateria ok, tela sem marcas e desbloqueio bem feito.Acima do ideal: quando pedem muito perto de consoles mais novos ou de um Switch comum em bom estado.Ponto importante: desbloqueado pode aumentar o valor para quem quer homebrew e backups, mas também traz risco de bloqueio, manutenção mais chata e menor liquidez na revenda. Se a ideia for jogar títulos atuais e competitivos, eu não compraria; se a ideia for um portátil barato para biblioteca do Switch e uso offline, pode valer a pena se o preço estiver realmente bom.
  25. Melhor versõa que vai ter vai ser a do leek quando ele lançar
  26. tenhho pc de mais de 4k mas continuo usando minha cadeirinha de plasticokkkj
  27. Para League of Legends, a boa notícia é que o jogo é relativamente leve e roda bem em uma grande variedade de placas de vídeo. Na prática, o que mais pesa em teamfights costuma ser a combinação entre CPU, memória RAM e estabilidade do sistema, e não só a GPU. Ainda assim, se a ideia é jogar em resolução mais alta, com taxa de quadros estável e folga para multitarefa, vale escolher uma placa com boa eficiência e drivers atualizados. Não existe uma lista “oficial” de placas recomendadas pela Riot que cubra todos os cenários de forma detalhada, mas a comunidade costuma considerar como escolhas seguras modelos de entrada e intermediários como GTX 1650, GTX 1660, RX 6400, RX 6500 XT, RX 6600 e, em faixas mais confortáveis, RTX 2060, RTX 3060 e RX 7600. Para LoL, muitas vezes até placas mais simples já entregam ótimo resultado, desde que o restante do PC acompanhe. O que procurar na placa4 GB de VRAM já costuma ser suficiente para 1080p em LoL, mas 6 GB ou 8 GB dão mais folga para resoluções maiores e uso de outros programas.Drivers estáveis e suporte ativo do fabricante ajudam a evitar travamentos e quedas de desempenho.Boa eficiência energética é importante se sua fonte for mais simples.Saídas de vídeo compatíveis com seu monitor, como HDMI e DisplayPort, para garantir a resolução e a taxa de atualização desejadas.Melhor custo-benefícioSe o foco for 1080p com FPS alto e estável, a RX 6600 costuma ser uma das opções mais equilibradas. Se você quer gastar menos, uma GTX 1650 ou RX 6400 já resolve bem o LoL. Para quem quer mais margem para 1440p ou quer manter o PC mais “sobrado” por mais tempo, RTX 3060 e RX 7600 são escolhas mais fortes, embora possam ser exagero para o jogo sozinho. Atenção: se o seu problema aparece principalmente em teamfights, vale checar também se o processador não está limitando o desempenho, se o jogo está em modo tela cheia e se os drivers da placa estão atualizados. Em muitos casos, trocar só a GPU não resolve tudo.Para compatibilidade total, procure uma placa que seja compatível com sua fonte, caiba no gabinete e tenha suporte ao DirectX 11 ou superior, além de drivers atuais para o seu sistema. Em resumo: para LoL, a melhor compra costuma ser a placa que entrega estabilidade sem exagerar no preço, e a RX 6600 geralmente aparece como o ponto mais equilibrado entre desempenho e custo.
  28. O PlayStation Plus pode, sim, aumentar a base de jogadores de FPS e dar mais visibilidade a alguns títulos, mas o impacto no cenário competitivo costuma ser mais indireto do que decisivo. Quando um jogo entra no serviço, a barreira de entrada cai bastante, então mais gente testa, joga por curiosidade e pode acabar migrando para o multiplayer por mais tempo. Isso tende a ajudar principalmente a popularidade e a atividade online, porque lobbies ficam mais cheios e o jogo ganha mais presença na comunidade. Em alguns casos, também pode atrair jogadores que antes não comprariam o título, o que amplia a diversidade de perfis e até revela talentos que talvez não chegassem ao competitivo por falta de acesso. Impacto no competitivoNo cenário de e-sports, porém, o efeito costuma ser limitado. O meta de FPS é definido muito mais por balanceamento, atualizações, mapas, armas, regras de torneio e prática de alto nível do que pela quantidade de assinantes do serviço. O PlayStation Plus pode aumentar o volume de jogadores, mas não muda sozinho a estrutura competitiva de um jogo. Pode aumentar a base ativa e facilitar a entrada de novos jogadores.Pode gerar mais interesse em ranked, scrims e torneios comunitários.Não costuma alterar o meta por si só, porque isso depende de patches e decisões de design.Pode revelar novos talentos, especialmente em jogos com matchmaking forte e cena amadora ativa.Limites dessa influênciaTambém existe um ponto importante: quando o jogo sai do catálogo ou deixa de ser destaque no serviço, parte desse público pode diminuir. Então o aumento de jogadores nem sempre se sustenta no longo prazo. Em FPS competitivos, retenção e consistência são tão importantes quanto a entrada inicial de novos usuários. Na prática, eu diria que o PlayStation Plus ajuda mais a popularizar um FPS do que a redefinir sua competitividade. Ele pode sim fortalecer a cena, ampliar a comunidade e até alimentar a base de futuros competidores, mas o impacto real no e-sports depende muito mais do suporte contínuo ao jogo do que da distribuição via assinatura.

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